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sábado, 25 de março de 2017

É impossível ser feliz sozinho... | Melhores comentários da semana


Papo de Homem - É tempo de homens possíveis. Puxe uma cadeira, a casa é sua. – Breno França
25 de mar de 2017 03:31

Recentemente tive a oportunidade de sair do Brasil e conhecer países diferentes pela primeira vez na vida. A viagem foi extremamente enriquecedora, lugares incríveis, pessoas diferentes, comidas novas, aquela história toda, mas uma coisa especificamente me chamou a atenção.

Em alguns países europeus as coisas funcionam tão bem que seria possível passar um dia inteiro sem falar com absolutamente ninguém. Na Alemanha, por exemplo, você pode acordar, tomar seu banho, passar um café, chamar o elevador, abrir o portão, pegar um ônibus, bater o ponto, limpar seus emails, fazer seus relatórios, ir ao supermercado, pagar num autoatendimento, voltar pra casa, ligar a tv, tomar uma boa cerveja, voltar a dormir e passar o dia inteiro sem falar com ninguém.

Mas aí eu fiquei pensando: quanto tempo você suportaria viver assim?

Talvez você conheça alguém que foi morar num desses países onde o dia é realmente curto no inverno e acabou entrando em depressão. Talvez você já tenha visto um desses filmes da Rússia, da Suécia, ou sei lá de onde, em que o personagem é totalmente introspectivo. Talvez você consiga imaginar um cenário onde nem precisamos ir tão longe assim pra ficarmos isolados do resto do mundo. Mas, e aí, dá pra ser feliz assim?

Essa semana a gente discutiu nossa capacidade de sermos autossuficientes aqui no PapodeHomem. Além de nos perguntarmos se é possível, queremos saber, é desejável?

Recentemente, percebi que há quase um consenso entre os biólogos a respeito da nossa condição de estar no topo da cadeia alimentar não ser derivada do fato de sermos mais inteligentes, mas da nossa capacidade de transmitir o conhecimento, socializarmos melhor e sermos capazes de colaborarmos mais eficientemente uns com os outros para atingir um objetivo comum maior. Foi isso e não o contrário que nos fez sair das cavernas e percorrer todas as fases da história até chegarmos onde estamos hoje.

Eu acredito nisso e, como profissional da comunicação, preciso acreditar nisso. Se não for verdade, boa parte da minha vida e tudo que fazemos aqui no PapodeHomem, perderia o sentido. Felizmente, parece que é e os comentários que destaquei dessa semana, corroboram isso:

Em Prisão Autossuficiência, por Alex Castro

Uma figurinha carimbada da comunidade deu o tom. No texto do Alex, a Estela veio nos contar como ela precisou superar a tendência de tentar não se envolver demais com outras pessoas para viver melhor:

Em Menos eu contra você (e talvez mais nós contra eles), por João Baldi Jr.

Num outro texto da casa, o Diego Palomo, um outro comentarista de carteirinha, apareceu para reforçar a importância de estar aberto a ouvir outras pessoas a fim de evitar que passemos a vida inteira numa ilusão:

Em Como lidar com a sensação de abstinência, por Alberto Brandão

Já no texto do Brandão, outro comentarista recorrente, o Filder, compartilhou conosco sua experiência e incentivou pessoas a fazer mais isso para que, trocando informações, todos nós possamos avançar:

Em Queremos escutar você, como realmente se sente em meio a conversas sobre machismo e feminismo?, por Guilherme Nascimento Valadares

No texto do Gui, nosso esforço em tentar ajudar na construção de diálogos melhores foi incentivado pelo Luís Fernando Oliveira, que defendeu mais abertura de todos nós em relação a qualquer assunto:

Vamos juntos?

***

Melhores comentários da semana é uma série de artigos, sob curadoria de Breno França, publicada semanalmente às sextas-feiras para levantar as principais contribuições que os membros de nossa comunidade de leitores deram ao nosso conteúdo.

Fora isso, estamos fazendo também, toda sexta-feira às 17h, uma transmissão ao vivo pelo Facebook do PapodeHomem, onde comentamos o que de melhor na semana da nossa equipe e no editorial do PdH.

Esse vídeo aqui é o da vez. Olha só:

7 mitos sobre a depressão que você desconhecia


A mente é maravilhosa – Elizabete
25 de mar de 2017 03:56

Apesar de ser uma doença bastante "comum", que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, ainda existem alguns mitos sobre a depressão que devem ser desmascarados.

A depressão acaba com inúmeras vidas. As taxas de suicídio cresceram, sobretudo com a crise e a impossibilidade das famílias de fazerem frente a seus gastos ou a chance de se verem na rua.

Muitas vezes consideramos que a depressão é um estado de tristeza, mas não poderíamos estar mais equivocados. Hoje você descobrirá os 7 mitos sobre a depressão mais enraizados e que contemplam uma realidade que nós mesmos podemos não conhecer sobre essa doença.

Mitos sobre a depressão

1. A depressão é o mesmo que a tristeza

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O primeiro destes mitos sobre a depressão diz algo que todos conhecemos. Quando nos dizem que uma pessoa esta sofrendo de depressão, imediatamente pensamos que ela está muito triste. Nada mais longe da realidade.

Todo sentimos tristeza em certos momentos da vida, mas há um abismo entre a tristeza e a depressão. A tristeza é passageira e temporária. Cedo ou tarde ela se vai.

A depressão é o contrário. Não é algo passageiro, é algo que fica junto com muitas outras coisas: apatia, sentimento de vazio, dor… A depressão não vem sozinha, mas sim acompanhada de muitos outros sentimentos negativos que fazem com que toda a sua vida seja cinza.

2. Quem sofre de depressão é fraco

Sofrer de depressão não significa que você seja uma pessoa fraca. Quando alguém sofre com essa doença, as pessoas a veem como alguém incapaz de enfrentar as dificuldades, como alguém que não é suficientemente forte para encarar a vida. A depressão é um problema psicológico que vira a vida de cabeça para baixo, afetando-nos psicologicamente, biologicamente e socialmente.

Sofrer de depressão não é ser fraco. Você não escolheu ter depressão! Não tem uma mente fraca!  Esse mito faz com que as pessoas se isolem e sofram sua doença em completo silêncio, sofrendo ainda mais, se é que é possível.

3. A depressão não afeta crianças e adolescentes

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Por que a depressão não iria afetar os pequenos? Pelo contrário. As crianças e os adolescentes parecem ter cada vez mais problemas, tanto dentro de suas casas quanto fora. Famílias desfeitas, bullying no colégio, problemas para serem aceitos, incompreensão…

Não sabemos o grau da depressão que pode chegar a afetar as crianças e os adolescentes, não sabemos se pode ser tão forte quanto o que sofrem os adultos. O que sabemos é que muitos adolescentes já tiraram suas vidas, e isso não acontece por um simples momento de tristeza, mas sim por causa de uma dura fase de depressão.

4. A depressão desaparece com o tempo

A depressão não é algo passageiro, não é algo que do dia para a noite desaparece. É algo que perdura, que resulta em algo tão doloroso e insuportável que, às vezes, chega a fazer com que a pessoa cometa suicídio.

A pessoa que sofre de depressão requer ajuda profissional, pois sem essa acaba sendo um pouco complicado sair dela. A menos que essa pessoa saiba lidar com a doença, a ajuda profissional será o caminho que vai ajudar a sair dela.

A depressão não é uma doença qualquer. É uma enfermidade que destrói, quebra as forcas, as esperanças, a vontade de viver. O tempo não cura tudo. O tempo não cura a depressão. Ignorar a doença não faz com que ela desapareça.

5. A doença está na sua mente

A depressão, longe do que podemos crer, não afeta apenas a mente, mas também o corpo de maneira geral.  A insônia, a fadiga, as dores musculares crônicas, as dores de cabeça, são alguns dos sintomas que podem aparecer. Se você acredita que é algo que existe apenas em nossa cabeça, quase como uma invenção, saiba que este é um erro grave. A depressão não é apenas mental, vai muito além.

As pessoas que nunca tiveram contato com alguém que já sofreu de depressão podem pensar dessa maneira um pouco superficial, mas ninguém quer inventar e desejar ter uma doença tão grave como é a depressão.

6. Os homens não têm depressão

Um dos mitos da depressão mais enraizados e que não tem fundamento algum. A depressão afeta por igual a homens e mulheres, não é uma doença apenas de mulheres. Pensamos nisso no momento em que acreditamos que é uma doença de pessoas fracas, como mencionamos anteriormente.

É verdade que a depressão afeta mais as mulheres do que os homens, mas isso não implica que os homens não sofram com ela. E ainda, é verdade que a depressão nos homens é mais perigosa. Os homens tendem a mascarar melhor a depressão. Mas, de uma maneira ou de outra, quando descobrimos que um homem sofria de depressão, em alguns casos já é um pouco tarde: o suicídio já se consolidou.

7. Falar da doença faz com que ela piore

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Um dos mitos da depressão mais difundidos entre nossos conhecidos é o de que falar sobre a doença faz com que a pessoa piore. Um absurdo! Se o consideramos um tema tabu, é claro que evitaremos tocar nele, mas uma pessoa com depressão precisa falar.

Por isso vão a psicólogos, porque sua própria família evita tocar no tema. É visto como algo vergonhoso, algo que não deveria acontecer, algo que acreditamos que piore se falarmos nele. Nada mais longe da realidade. Interessar-se pela pessoa com depressão permitirá que você lhe dê apoio e fará com que entenda alguns de seus comportamentos.

Você conhece alguns outros mitos sobre a depressão que não foram apresentados nessa lista? Se sim, compartilhe conosco. É o momento de eliminar todas aquelas mentiras que acreditamos serem verdadeiras sobre essa tão conhecida, mas às vezes desconhecida, doença.

Imagens cortesia de Louise Robinson.

 

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Cuidado com quem fala mal dos outros: você não será exceção


A mente é maravilhosa – Daniela Corcuera
25 de mar de 2017 03:56

Muitos de nós somos confidentes e amigos de quem fala mal dos outros, como se algum poder divino lhes tivesse outorgado essa autoridade. Não o fazem de uma forma que poderíamos chamar de "casual", mas para eles a hipocrisia é um recurso corriqueiro na comunicação, que serve de forma indireta para reforçar seus valores procurando a cumplicidade do outro naquilo que criticam.

Este estímulo funciona por oposição: se o outro concorda comigo na minha critica, também estará concordando com o que defendo, com o que considero que sou. Assim, este hábito é próprio de mentes inseguras, que com palavras sobre os outros procuram espantar fantasmas.

Além disso, as pessoas com este costume não falam de forma geral ou aludindo a detalhes irrelevantes. Contam intimidades, julgam e narram histórias que foram reveladas por acaso ou descuido, mas que não deixam de pertencer à intimidade de alguém e, portanto, a um lugar no qual ninguém deveria entrar sem o consentimento do outro.

Como detectar a hipocrisia no nosso entorno

Não é raro achar que no nosso próprio círculo de amigos não exista ninguém a nos criticar. Se pensássemos o contrário, não os teríamos como amigos. Com certas exceções, obviamente, porque há quem goste do masoquismo também nesse sentido. Adoram que falem deles, mesmo que seja mal e com más intenções.

Agora, o normal é que não nos sintamos muito felizes quando percebemos que alguém nos usa de saco de pancadas pelas costas. Ainda mais se for alguém em quem temos confiança e com quem compartilhamos uma certa intimidade. Isto acontece muito com os casais, nos quais um dos dois, para desabafar com seus amigos ou amigas, não raramente coloca o outro para "sangrar".

"A coisa mais ofensiva que o seu pior inimigo pode jogar no seu rosto não se compara com o que seus amigos mais íntimos falam de você pelas costas."
-Alfred de Musset-

marionete

Considerando isso, assumindo que todos somos humanos, é muito radical afirmar que todo aquele que fala mal dos outros em algum momento é um hipócrita.

Se não tivéssemos um amigo fiel, um apoio sincero para nos ajudar a suportar, esses momentos ruins seriam duplamente amargos. Portanto, cada um de nós pode comentar alguma coisa negativa das pessoas que nos rodeiam com alguém que consideramos digno da nossa confiança.

Contar para uma pessoa coisas que acontecem com outras não é hipocrisia, poderíamos dizer que cumpre uma função vital no ser humano. No entanto, obviamente existem certas linhas vermelhas que podem nos dar dicas de que começamos a viver em um ambiente de hipocrisia.

A hipocrisia delata a si mesma se você souber distinguir seus detalhes

Toda queixa sobre o comportamento dos outros precisa passar por uma série de fases. Não são regulamentares, mas são éticas. Se alguém faz alguma coisa que me irrita ou incomoda, em primeiro lugar é bom procurar solucionar esse assunto com a própria pessoa.

Se, em vez de tentar solucionar o problema de forma direta, começamos a relatar os erros da pessoa que nos causa esse mal-estar com outras pessoas do nosso entorno compartilhado, começamos a desenhar as linhas vermelhas do que chamamos de hipocrisia.

Contar para várias pessoas do seu entorno quão mal você se sente com certo alguém e na sequência agir como se nada tivesse acontecido em uma reunião social não resolve a situação. Muito pelo contrário, você contamina aos outros e a si mesmo.

Pode acontecer várias vezes, mas se isso se transforma na tônica geral, pense que você está adquirindo um mau hábito para reduzir a sua frustração. Se você perceber esse mau hábito em alguém do seu entorno, pode ser a hora de ficar alerta, o que não significa ficar na defensiva.

Quando quem 'fala mal' passa a fazer uma verdadeira maldade

Falamos que existem finas linhas vermelhas para detectar a hipocrisia, que às vezes é sutil e difícil de assumir. Contudo, em outras ocasiões começa a haver um traço tão evidente nos outros que já não é suficiente estar alerta. É hora de deixar de ser inocente, por mais difícil que seja, por mais que doa.

Por mais que custe a acreditar, falar mal dos outros vende. Dá liga, dá jogo. Existem pessoas que, em função dos seus déficits em verdadeiras habilidades sociais, usam conversas sobre a vida dos outros para atrair e conseguir a atenção do resto.

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Mentiras totalmente elaboradas, rumores infundados, detalhes íntimos contados em uma mesa de bar sem o menor decoro. Já não existem linhas vermelhas, os limites já foram desenhados: descobrimos que não se trata apenas de hipocrisia. Essa pessoa, que consideramos um amigo, começa a falar de outras pessoas do nosso entorno de uma forma verdadeiramente ruim, sem mostrar o menor grau de arrependimento.

Essa pessoa começa a mostrar seu lado mais obscuro para com os outros, mas nos negamos a pensar que isso possa acontecer conosco. Até que percebemos que ela fala com verdadeira maldade, diante de um público atento, de uma pessoa que guarda a mesma relação de confiança que a que você compartilha com ela. Já passou a hora de ser vigilante: afaste-se dessa pessoa.

Rodear-se de pessoas autênticas é a recompensa por não praticar a hipocrisia

Ninguém vai premiá-lo por tentar se desfazer da hipocrisia do seu entorno. Ninguém vai condecorá-lo com uma medalha por não entrar no jogo sujo que alguém lhe apresenta em bandeja de prata. Muito pelo contrário, você ainda corre o risco de perder contato com certos conhecidos, você será presa da dúvida e muitos julgarão a sua atitude.

Colocar limite nos relacionamentos com pessoas totalmente tóxicas, que não apenas praticam a hipocrisia, mas que também ferem quando podem e querem, é difícil, ainda mais quando essa pessoa fez parte da sua intimidade. Não é coincidência que nos maus-tratos psicológicos aquele que se afasta nunca seja o vencedor.

O mais conveniente nesses casos, pela própria saúde emocional, é não entrar em um jogo ainda mais sujo: não tente desvendar aos outros a hipocrisia do outro, cada um precisa ser suficientemente responsável para tirar a "venda dos olhos" com autonomia e independência. Você já teve suficiente.

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No fim das contas, viver sem estar rodeado de hipocrisia tem uma recompensa implícita em si mesma: você viverá mais rodeado do oposto. Haverá pessoas sadias com corações limpos ao seu redor e você terá muito mais espaço para elas. Com o tempo, a ira desaparecerá e até um sentimento de certa compaixão tomará conta de você. Você terá passado o luto da cólera para chegar à mais absoluta das indiferenças.

Você terá aprendido uma grande lição: é preciso tomar cuidado com quem fala mal e prejudica os outros pelas costas. Logo você poderia ter estado com esse mesmo punhal nas costas, sem saber quem fez você sangrar.

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O valor de ensinar as crianças a dizer “obrigado”, “por favor” e “bom dia”


A mente é maravilhosa – Daniela Corcuera
25 de mar de 2017 03:56

Transmitir às crianças a importância de agradecer, de pedir "por favor" ou de dizer "bom dia" ou "boa tarde" vai muito além de um simples gesto de educação. Estamos investindo em emoções, em valores sociais, e acima de tudo, em reciprocidade.

Para criar uma sociedade baseada no respeito mútuo, onde o civismo e a consideração façam a diferença, é preciso investir nesses pequenos hábitos sociais aos quais às vezes não damos a devida importância. Porque a convivência se baseia, no fim das contas, na harmonia, nessas interações de qualidade baseadas na tolerância onde todas as crianças deveriam ser iniciadas logo cedo.

Sou da geração da gratidão, do por favor e do bom dia, da mesma que não duvida em dizer "sinto muito" quando é necessário. Qualidades, todas estas, que não hesito em transmitir aos meus filhos, porque educar com respeito é educar com amor.
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Um erro que muitas famílias costumam cometer é iniciar os filhos nestas normas de cortesia quando os pequenos começam a falar. Mas é interessante saber que o "cérebro social" de um bebê é extremamente receptivo a qualquer estímulo, ao tom de voz, e mesmo às expressões faciais de seu pai e sua mãe.

Acredite se quiser, podemos educar uma criança nos seus valores desde muito cedo. Suas aptidões são inesperadas e precisamos aproveitar essa grande sensibilidade em matéria emocional.

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Agradecer, uma arma de poder no cérebro das crianças

Os neurocientistas nos lembram que o sistema neurológico de uma criança está programado geneticamente para se "conectar" com os outros. É uma coisa mágica e intensa. Mesmo as atividades mais rotineiras, como alimentá-los, dar banho ou vesti-los, se transformam em informações cerebrais que configuram de um jeito ou de outro a resposta emocional que essa criança terá no futuro.

O desenho dos nossos cérebros, por assim dizer, nos faz sentir implacavelmente atraídos por outros cérebros, pelas interações de todos aqueles que estão ao nosso redor. Portanto, uma criança que é tratada com respeito e que desde cedo se acostumou a ouvir a palavra "obrigado" rapidamente entenderá que está diante de um estímulo positivo poderoso e que, sem dúvida, irá desvendando pouco a pouco.

É muito provável que uma criança de 3 anos a quem seu pai e sua mãe ensinaram a dizer obrigado, por favor ou bom dia, não compreenda muito bem ainda o valor da reciprocidade e do respeito que essas palavras impregnam. Mas tudo isso cria uma base apropriada e maravilhosa para que depois as raízes cresçam fortes e profundas.

No fim das contas, a idade mágica compreendida entre os 2 e 7 anos é a que Piaget denominava como "estádio de inteligência intuitiva". É aqui onde os pequenos, apesar de estarem sujeitos ao mundo dos adultos, irão despertando progressivamente o sentido do respeito, intuindo esse universo que vai mais além das próprias necessidades para descobrir a empatia, o sentido de justiça e, obviamente, a reciprocidade.

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A reciprocidade, um valor social de peso

Quando uma criança descobre finalmente o que acontece nos seus contextos mais próximos quando pede coisas com um 'por favor' e as conclui com um 'obrigado', nada mais será igual. Até o momento, ela o realizava como uma norma social preestabelecida pelos adultos, uma coisa que lhe trazia incentivos positivos pelo seu bom comportamento.

"A educação não muda o mundo, muda as pessoas que irão mudar o mundo."
-Paulo Freire-

Contudo, cedo ou tarde ela experimentará o autêntico efeito de tratar com respeito a um par, e como essa ação se reverte, por sua vez, nela mesma. É uma coisa excepcional, uma conduta que a acompanhará para sempre, porque tratar com respeito aos outros é, além disso, respeitar a si mesmo, é agir de acordo com certos valores e um sentido de convivência baseado em um pilar social e emocional de peso: a reciprocidade.

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Será por volta dos 7 anos de idade que nossos filhos descobrirão plenamente todos estes valores que perfazem a sua inteligência social. É nesse instante que começam a dar mais importância à amizade, a saber o que implica essa responsabilidade afetiva, a entender e desfrutar da colaboração, atendendo necessidades alheias e interesses diferentes dos próprios.

É, sem dúvida, uma idade maravilhosa onde todo adulto precisa ter em mente um aspecto fundamental: precisamos continuar sendo o melhor exemplo para nossos filhos. Agora, a pergunta mágica é a seguinte… De que forma vamos envolvendo nossos filhos desde cedo nessas normas de convivência, de respeito e de cortesia?

Sugerimos algumas simples estratégias para que você tenha em mente, algumas orientações básicas para apontar às crianças em cada situação:

  • Você chegou ou entrou em algum lugar? Cumprimente, diga bom dia ou boa tarde.
  • Você vai embora? Diga adeus.
  • Recebeu um favor? Alguém lhe deu alguma coisa? Agradeça.
  • Alguém falou com você? Responda.
  • Alguém está falando com você? Ouça.
  • Você tem alguma coisa? Compartilhe.
  • Você não tem? Não inveje.
  • Você tem alguma coisa que não é sua? Devolva-a.
  • Você quer que façam alguma coisa por você? Peça por favor.
  • Você se enganou? Peça desculpas.

São regras simples que, sem sombra de dúvida, serão de grande ajuda no dia a dia de qualquer família.

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A culpa que transmitimos aos nossos filhos


A mente é maravilhosa – Elizabete
25 de mar de 2017 03:56

A culpa que transmitimos aos nossos filhos advém, por sua vez, do sentimento de culpa que aprendemos em nossa infância. Deixamos que ele se desenvolvesse em nossa vida adulta sem consciência, até chegarmos a transmiti-lo a nossos filhos, criando assim um ciclo difícil de controlar.

O sentimento de culpa que gera sofrimento e não nos leva a nenhuma solução se constrói, na grande maioria das vezes, através da educação que recebemos, de um conjunto de normas que nos ensinaram e que acatamos com rigidez e, em todas as circunstâncias, da mesma maneira.

Desde a infância fomos incorporando e integrando normas rígidas em nossas vidas, até chegar o momento em que tudo isso se transforma em nossa voz interior.
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A função da culpa em nossas vidas

O que realmente a culpa representa em nossas vidas? Como ela se manifesta? Vamos formando, desde a infância, um código moral que vai sendo construído através das reações dos demais diante de nossos atos. A culpa serve como um sinal que nos indica quando ultrapassamos os limites das normas estabelecidas.

Portanto a culpa, a princípio, se encarrega de fazer com que cumpramos as normas que aprendemos e adquirimos ao longo de nossas vidas, seja de maneira consciente ou não.

Nosso juízo interno se encarrega de nos avisar e, dependendo de sua rigidez, o sentimento de culpa indicará um problema. Isso irá fazer com que nossa culpa aumente, mas se passarmos a ser flexíveis, servirá para nos ajudar a fazer as correções necessárias.

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Como pais, nós estamos imprimindo a culpa em nossos filhos sem nos darmos conta, alimentando um juiz interno rígido que será quem vai atormentá-los na vida adulta. Esse sentimento de culpa é transmitido através de frases como:

  • Você tem que cuidar sempre de seus pais.
  • Preste atenção na autoridade e não questione o que lhe dizem.
  • É necessário que você se comporte bem para ser aceito.
  • Seja responsável, trabalhe, cuide de sua família e sempre esteja disponível a todo momento.
  • Se não está trabalhando nem fazendo nada, você é um vagabundo irresponsável.

São frases que dizem o que eles têm que fazer em todos os momentos, independentemente das circunstâncias, das características pessoais e da motivação de nossos filhos. Além disso, transmitimos de forma implícita que se não cumprirem com esses comandos estarão fazendo as coisas de maneira inadequada e devem se sentir mal por isso.

Essa é a mensagem que chega aos nossos filhos e filhas quando estão em pleno desenvolvimento, aprendendo por meio da observação e através do carinho que recebem.

Educar na responsabilidade, não na culpa

As normais rígidas que vão sendo adquiridas acabam por se tornar obsoletas, não se adaptam às experiências e às vivências que passamos. O juiz interno da culpa se manifesta de forma constante, de modo a fazer com que nos sintamos mal pelo o que poderíamos ter feito e não fizemos, ou pelo o que deveríamos estar fazendo.

Nossa própria culpa faz com que nos ponhamos na defensiva, que não escutemos, que sejamos incapazes de assumir erros e de obter ensinamentos.
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Educar na responsabilidade supõe que sejamos conscientes de que não existe aquilo de que alguma coisa vai mal ou vai bem, de que existem consequências para cada ato pelas quais somos responsáveis, fazendo com que nos demos conta de nossa própria experiência, de nossos impulsos, emoções e sentimentos.

Ao nos encarregarmos de nossos atos, nosso juiz interior adquire flexibilidade, adaptando-se assim às nossas necessidades, permitindo que experimentemos para observar e aprender as consequências, sem necessariamente sentirmos culpa quando não estivermos cumprindo com as expectativas dos outros.

"Na vida não há prêmios nem castigos, mas sim consequências."
-Robert Green Ingersoll-

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Eliminar a nossa culpa para não transmiti-la

Estar atentos para não transmitir culpa aos nossos filhos requer muito esforço, já que de forma inconsciente aprendemos a fazer isso, uma vez que fomos ensinados assim. Por isso, antes de podermos aprender a não imprimir culpa em nossos filhos, temos que parar de nos sentir culpados.

Na idade adulta somos os responsáveis por modificar esse estado no qual nos encontramos alienados pelo sentimento de culpa. Seguimos agindo como as crianças que éramos, buscando o afeto e o carinho através de nossos atos.

Precisamos assumir que já não somos mais crianças e que o afeto, o carinho e o amor não dependem de expectativas, mas sim de nos abrirmos, de maneira honesta, às experiências que surgem devido as decisões que tomamos a cada momento, sendo responsáveis pelas consequências.

Isso implica agirmos com responsabilidade, e não através da culpa. Tudo isso supõe liberdade para decidir, e não exigência e obrigação.

"A mente, por si só, deve libertar-se inteligentemente do desejo de recompensa que gera medo e conformidade. Se tratarmos nossos filhos como uma propriedade pessoal, se nos servirmos deles para dar continuidade a nossos egos mesquinhos e para a realização de nossas ambições, então construiremos um ambiente, uma estrutura social na qual não poderá haver amor, mas apenas a busca de conveniências egoístas."
-Krishnamurti-

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3 maneiras de ser mais feliz agora!


Luiza Fletcher
25 de mar de 2017 04:04

Maneiras de ser mais feliz agora!

O mundo não um mar de rosas. Acontecem coisas que nos deixam perdidos, e nos esquecemos do que é realmente importante. De repente, não estamos felizes. Olhamos ao redor e vemos outras pessoas parecendo felizes, e nos perguntamos o que há de errado conosco. Por que somos tão infelizes?

Então, primeiro o mais importante: Você precisa entender que mesmo as pessoas realmente felizes não estão felizes o tempo todo. Elas, no entanto, têm uma estrutura interna que faz com que reajam de três maneiras básicas quando coisas ruins acontecem e sua felicidade no momento é afetada.

Estas respostas programadas são o que as mantêm felizes, de uma maneira geral, não importa o que aconteça.

Infelizmente, nem todos têm a estrutura que gera esse senso interno de felicidade contínua. No entanto, com uma pequena quantidade de esforço consciente, os efeitos são relativamente fáceis de replicar. Na verdade, você pode fazer isso não importa o quão para baixo se sinta. Basta usar estas três estratégias:

1.Reprograme

Quando algo ruim acontece, em vez de se concentrar no negativo, você pode "reprogramar" a situação para ver o lado positivo, ou pelo menos o potencial para algo positivo. Por exemplo, se você for demitido de seu trabalho, a reação natural é permanecer em um estado de vergonha e medo sobre o futuro. Mas a reação das pessoas felizes é ver a situação como uma oportunidade para algo novo e melhor.

Talvez seja uma chance de voltar a estudar e começar uma nova carreira, procurar um novo emprego em uma empresa melhor, ficar em casa e passar mais tempo com as crianças, ou qualquer outra coisa que quiser. Lembre-se: Não importa o que aconteça na vida, há sempre um lado positivo. Muitas pessoas acham que até mesmo um diagnóstico de câncer tem um lado bom, pois dá-lhes algum ímpeto para reavaliar suas vidas e suas prioridades, ajudando-as a compreender o que é realmente precioso.


2.Conecte

Pessoas felizes permanecem em contato com seus entes queridos, especialmente seus parceiros, amigos íntimos e família. Elas são especialmente propensas a recorrer a estas conexões emocionalmente íntimas quando as coisas são realmente boas, ou quando a vida fica difícil. Essas pessoas compreendem que uma alegria compartilhada é uma alegria dobrada, enquanto que uma tristeza compartilhada é um sofrimento reduzido à metade. Então, quando você estiver se sentindo para baixo, procure as pessoas ao seu redor que te apoiam e diga-lhes o que está acontecendo.

O simples ato de fazer isso, mesmo que geralmente não mude a situação com a qual você está lutando, quase certamente melhorará seu humor. Da mesma forma, você pode se concentrar no bem-estar dos outros por um curto período de tempo, especialmente aqueles que são menos afortunados do que você, pelo voluntariado ou oferecendo seu tempo, experiência e amor de outra forma.


3.Seja grato

Ao longo de muitos anos, uma amiga minha, com a ajuda de inúmeros assistentes de pesquisa, entrevistou milhares de pessoas de todas as idades, raças, religiões, persuasões políticas, etc., centrando o seu trabalho na felicidade. E ela encontrou uma diferença principal entre aqueles que são felizes e aqueles que não são: As pessoas felizes são gratas pelo que têm. E não importa o que têm, desde que sejam gratas por isso.

Esses indivíduos tendem a se concentrar em seus pontos fortes em vez de suas fraquezas, reestruturam automaticamente os problemas e se conectam regularmente com os outros. Devido a isso, são mais esperançosos, menos estressados, e menos propensos a estar deprimidos. Se você achar que tem problemas com a gratidão, escreva uma lista de gratidão de 10 itens. Não tenha medo de expressar gratidão pelo fato de ter um teto sobre a cabeça, comida na geladeira, ar limpo, água limpa, etc.

Tente incluir também alguns de seus pontos fortes na lista, como inteligência e sorriso. Se você fizer isso, os resultados vão surpreendê-lo.

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Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Mind Body Green

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3 razões pelas quais pessoas que são “bondosas demais” são propensas à depressão:



"Seja legal com as pessoas, seja gentil e seja atencioso o quanto quiser, mas no final do dia, nunca coloque ninguém antes de si mesmo", escreveu G.L. Lambert.

A bondade é maravilhosa, mas mesmo essa característica virtuosa tem um lado sombrio. Às vezes, somos bons por razões erradas. Às vezes, somos gentis com as pessoas erradas. Às vezes, somos bons com os outros, mas negligentes ou até mesmo abusivos com nós mesmos. Nessas situações, nossa própria bondade pode vir a nos destruir.

Nós fazemos de tudo para agradar às pessoas e isso destrói nosso senso de identidade e nos conduz à depressão.

Você já foi acusado de ser "bondoso demais"?

Aqui estão três razões pelas quais esta estratégia de vida pode estar ferindo sua saúde mental:

1.Fazer de tudo para agradar ​​pode abrir espaço para o desrespeito, tanto dos outros quanto de nós mesmos.

Quando os outros sentem que você prefere agradá-los do que agradar a si mesmo, eles assumem que você tem pouco valor em seus próprios olhos. Eles vão pensar, erroneamente, que você tem pouco a oferecer ao mundo. Logo, você vai começar a acreditar nisso, também. Cabe a você mostrar a eles – e a si mesmo – que suas opiniões são importantes. Dê voz aos seus valores e ideais, mesmo quando eles puderem não ser populares. Exija o respeito dos outros, e, mais importante, respeite a si mesmo. Uma autoestima positiva é uma de suas armas mais importantes na luta contra a depressão. Cultive-a. Use-a em todas as oportunidades. Não dê a ninguém a impressão de que seus sentimentos são algo a desprezar.


2.Ser gentil pelas razões erradas é prejudicial

Muitas vezes, nós bajulamos as pessoas para conseguirmos o que queremos. Queremos ser apreciados. Queremos a aprovação dos nossos entes queridos e da sociedade. Às vezes, só queremos que as coisas sejam fáceis. Infelizmente, como Criss Jami salientou: "Ser bondoso apenas para ser apreciado em troca anula a boa ação." Bondade é válida somente quando é sincera. Se a sua bondade deseja algo em troca, você certamente ficará desapontado. Isso levará a amargura, exaustão e, eventualmente, depressão.


3.Quando nos diminuímos em favor de outros, estamos permitindo que  definam o senso de quem somos

Você já se sentiu como se estivesse vivendo a vida de outra pessoa? Quando bajulamos àqueles que nos rodeiam, isso pode acontecer com muita facilidade. Você cursa direito para agradar seus pais. Você se muda para uma cidade movimentada e adota um gato para agradar seu parceiro. Você vai à igreja para agradar a sua família e amigos. Do lado de fora, isso parece a vida dos sonhos. Pena que não é o seu sonho. Ninguém sabe que, no interior, você gosta do interior, prefere cães e é atéia. Quando você mantém essas partes de si mesmo escondidas para agradar aos outros, elas se transformam em ressentimentos. As melhores e mais vibrantes coisas sobre você começarão a ficar podres. Você ficará deprimido enquanto observa seu verdadeiro eu se desvanecer no esquecimento. Não deixe isso acontecer. Seus entes queridos podem viver suas próprias vidas, como quiserem. A sua vida pertence apenas a você. Torne-a real.

Cuidar de si mesmo não é egocêntrico. Na verdade, é exatamente o oposto. Autocuidado é uma maneira de se fortalecer.


Você se torna mais forte, mais útil para os outros e mais resistente a bajular pessoas e à depressão

Você desenvolve um forte senso de si mesmo e torna-se capaz de identificar e apreciar o que tem para oferecer ao mundo. Conheça a si mesmo. Cuide-se. Ame a si mesmo. Valorize-se. Recuse-se a desempenhar um papel de apoio na vida de outra pessoa, quando deveria estar estrelando seu próprio filme.

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Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: I Heart Intelligence

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