sábado, 25 de fevereiro de 2017

3 poderosas maneiras de permanecer positivo, não importa o que aconteça!



Há momentos em que nossas mentalidades são postas à prova. Mas, independentemente de seus desafios, a sua perspectiva faz uma grande diferença na forma de lidar com os desafios da vida.

Para mim, o maior teste veio em 10 de setembro de 2012, quando meu filho de 16 anos, Grant, foi vítima de um terrível acidente. Seus ferimentos foram tão graves que os médicos nos disseram para deixá-lo ir. Decidimos lutar por sua vida. Ele ficou meses na UTI pediátrica, fez várias cirurgias importantes e teve uma recuperação prolongada de uma grave lesão cerebral traumática.

Como estávamos enfrentando o momento mais difícil de nossas vidas, nunca foi mais importante permanecermos positivos e esperançosos.

Eu acredito que você é capaz de conseguir o que deseja, e sabia que era vital para a sobrevivência do meu filho (e da minha também!) não ficar atolada em pensamentos negativos.

Durante esse tempo, eu desenvolvi uma rotina simples de permanecer positiva que me serve até hoje. Essa rotina compreende três etapas:

1.Permaneça na gratidão

Eu começo todas as manhãs escrevendo as coisas pelas quais sou grato. Você pode começar enumerando apenas três coisas. Não importa quão difíceis sejam suas circunstâncias, há sempre algo pelo qual ser grato, e estudos provam que as pessoas que mostram gratidão se sentem mais felizes e saudáveis.


2.Elogie os outros

A melhor maneira de esquecer seus próprios problemas é ser gentil com alguém! Se você está se sentindo estressado ou oprimido, envie uma mensagem para seu melhor amigo lhe dizendo o quanto ele significa para você. Pesquisas mostram que elogiar os outros sempre vai te fazer bem!


3.Guarde suas vitórias

Eu termino todas as noites escrevendo minhas vitórias no dia. Quando Grant estava no hospital, apenas o ato de ele balançar os dedos ou olhar em minha direção representavam um milagre para mim. Concentrar-nos nas pequenas vitórias que vivemos todos os dias nos ajudou a permanecer fortes durante sua longa recuperação. Não há melhor maneira de cair no sono do que pensando em todas as coisa boas que aconteceram em seu dia.

Atitude é tudo! Tenho a bênção de dizer que meu filho – cujo cirurgiões nos disseram que nunca iria acordar, falar ou andar novamente – é agora um jovem saudável e ativo. No entanto, nossa jornada juntos me ensinou que a vida não fica mais fácil: você fica mais forte. Permanecer positivo é uma maneira de manter uma mentalidade resiliente que irá apoiá-lo através de todos os desafios da vida.

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Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Mind Body Green

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A verdade por trás de julgar os outros e porque fazemos isso:



"Julgar nos impede de compreender uma nova verdade.  Livre-se das regras dos velhos juízos e crie espaço para uma nova compreensão." ~ Steve Maraboli

Por um longo tempo, eu fui uma pessoa que julgava os outros. Eu olhava as pessoas caminhando na rua – que não faziam ideia de que eu as estava observando – e fazia comentários de todos os tipos com base em sua aparência, suas roupas, a maneira como falavam, andavam, basicamente tudo.

"Ela não deveria usar essa saia É muito curta."

"Ela deveria estar se concentrando em perder peso, em vez de estar comendo essa barra de chocolate."

"Seu cabelo é uma bagunça. Por que ela não penteia ou algo assim?

A lista de críticas secretas era interminável, mas eu não achava que estava fazendo algum mal. Essas pessoas não sabiam o que eu estava dizendo sobre elas, e tenho certeza que algumas falariam coisas sobre mim, se tivessem descoberto.

Mas ao analisar, me veio o pensamento: Qual a razão por trás da destruição desnecessária dessas outras pessoas? Elas não fizeram nada para mim. Estavam simplesmente seguindo o seu caminho.

Eu não pensei no porque estava fazendo isso. Se você me perguntasse naquele momento, eu teria respondido algo como "porque essas pessoas deveriam / não deveriam estar fazendo tal coisa".

Eu pensei que estava perfeitamente no meu direito de fazer julgamentos sobre essas pessoas e pensar exatamente o que quisesse.

E sim, até hoje eu penso o que quero – tenho direito a ter minhas próprias opiniões, mas estou fazendo um esforço consciente para não ser tão cruel com as pessoas que fazem as coisas de maneira diferente. Verdade seja dita, eu sou humana, então nem sempre é a coisa mais fácil do mundo, mas tomar essa decisão me deu uma liberdade que nunca esperei.

Naquela época, depois de todo o julgamento e comentários cruéis saindo sem esforço da minha boca na rua, eu voltava para o conforto de minha casa. Mas havia um nível distinto de desconforto dentro de mim.

Assistindo TV, eu via mulheres bonitas, inteligentes, e bem-sucedidas, e a comparação começava. De repente, eu era estúpida, feia ou falha em meu papel de mulher e mãe.

Ao me olhar no espelho, eu via meu corpo inteiro coberto de imperfeições indesejáveis: coxas moles, estrias aparentemente intermináveis, e celulites para dar e vender.

Eu não gostava muito de mim mesma. Eu não achava que era boa o suficiente, e me julgava tão duramente quanto julgava as pessoas na rua.

Eu era cruel comigo mesma todos os dias. A única diferença entre o que eu dizia sobre as pessoas e o que dizia regularmente sobre mim mesma era que eu podia ouvir – não havia escapatória.

Demorou muitos anos para finalmente ser honesta sobre a razão pela qual eu estava escolhendo ser tão má. Foi difícil de aceitar. Eu queria ignorar a verdade, e tentei muito, mas uma vez que recebi a realização, não tive outra escolha senão aceitá-la.

Colocar outras pessoas para baixo fazia eu me sentir melhor sobre mim mesma.

"Se eu fosse desse tamanho, iria me exercitar todos os dias."

"Se eu tivesse pernas assim, usaria calças."

"Eu não teria coragem de sair de casa com um cabelo tão bagunçado …"

Ao tornar as pessoas erradas por serem quem elas eram, eu de alguma forma me dava um impulso temporário – uma sensação de bem-estar.

Nesses momentos, eu me tornava tudo o que pensava que não era: inteligente, uma grande mãe, uma mulher bonita. Eu não podia ver ou sentir essas qualidades dentro de mim, então tinha que usar o que considerava falhas de outras pessoas como um caminho para me sentir melhor sobre mim mesma.

Quando reconheci que estava sendo tóxica, tomei uma decisão. Sempre que um pensamento ruim sobre alguém entrava em minha mente, eu imediatamente o substituía com muitos pensamentos agradáveis ​​sobre a pessoa. Eu não queria mais ser a pessoa que era; eu queria gostar de ser eu mesma, e saber que tinha muitas grandes qualidades sem ter que me agarrar ao que eu percebia como algo ruim em outros.

Mas isso provou ser mentalmente exaustivo. Havia tantos pensamentos negativos que eu pensei que nunca deixaria de ser essa pessoa.

Mas eu não cedi. Eu não estava preparada para continuar do mesmo jeito, quando podia claramente ver as razões por trás do meu comportamento, então mudei minha abordagem.

Comecei a deixar os pensamentos passarem. Eu propositadamente os ignorei. Isso imediatamente pareceu mais fácil – não tentar substituí-los rapidamente com outra coisa, sem luta, sem resistência…

E foi então que senti o inesperado benefício da liberdade, um espaço recém-formado em minha mente que não estava sendo tomado por comentários injustos. Ao não me agarrar a esses pensamentos, eu acreditava cada vez menos neles e, por sua vez, era capaz de aceitar o que via em minha frente – outra pessoa vivendo sua vida da melhor maneira possível naquele momento.

Cada um é como é. Claro que não é fácil pensar assim sempre. Há alguns dias que sinto uma recaída.

Então não, nem são tudo arco-íris, unicórnios, sol e flores o dia todo.

O mais importante é que, nos momentos em que me dou conta de que estou me prendendo a pensamentos improdutivos sobre alguém, entendo que não é realmente sobre a pessoa, é sobre mim e a maneira que me sinto comigo mesma.

E isso é um lembrete para ficar firme e continuar a ver o melhor em quem eu sou.

Se você se encontra sendo excessivamente crítico com alguém – especialmente alguém que não conhece – pergunte a si mesmo porque sente essa necessidade. O que está te impedindo de aceitar uma pessoa exatamente como ela é?

 

Certamente, precisamos discernir o certo do errado, mas é justo fazer as pessoas se sentirem erradas por serem diferentes de nós, ou não viverem suas vidas de acordo com nossos ideais?

Quanto mais damos espaço para uma pessoa ser quem ela é, mais nos damos permissão para sermos quem somos.

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Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Tiny Buddha

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10 Melhores Músicas Gospel pra Orar e Refletir em 2017 - Top 10 louvores


videos – Melhores Músicas
23 de fev de 2017 22:12



Seleção atualizada 2017 com as 10 melhores lindas músicas gospel de adoração para momento de oração e descanso. Louvores que edificam a fé e tocam a ...

Gratidão: entenda como o ato de agradecer pode refletir em sua saúde. Gratidão!


videos – Janaina Martins Maneira : Meditação, Psicossomática, Psicologia Junguiana e qualidade de vida!
23 de fev de 2017 22:12



Assista o vídeo e entenda como o ato de agradecer pode refletir na sua saúde. Gratidão palavra simples que significa muito. Gratidão, Gratidão!

Amor não precisa de discurso para existir. Precisa de atitudes.


CONTI outra – Pamela Camocardi
24 de fev de 2017 19:36

Imagem: Antonio Guillem/shutterstock

Primeiramente, deixe-me lhe perguntar: você já viu Gandhi, Mandela, Madre Teresa de Calcutá ou Martin Luther King falando do bem que fizeram à humanidade? Não, né?! E sabe por quê? Porque eram pessoas do bem e sabiam que para melhorar o mundo não precisavam de plateia, nem de um discurso avassalador, mas de ações. E assim fizeram.

Agora, vamos ao ponto que quero chegar: quantas vezes você recebeu palavras no lugar de ações como forma de suprir um erro cometido? Quantas vezes você ouviu quer um "nunca mais farei isso" depois de ter sido magoada de forma surreal? As palavras têm esse encanto mesmo. Não foi à toa que terras foram colonizadas e nações enganadas por políticos. A comunicação seduz e tornou-se uma arma para quem a sabe usar.

A questão aqui é: há uma grande diferença entre atitudes e palavras e as pessoas precisam, urgentemente, aprender isso. Notem, quem muito promete e muito "jura de pé junto" é porque precisa afirmar uma verdade que foge da normalidade. Usam os argumentos para convencer as verdades que suas atitudes não provam. E isso envolve todos os relacionamentos sociais: profissionais, familiares e amorosos.

Do que adianta ouvir " eu te amo" se não foi apresentada como namorada? Do que importa um "eu sou fiel", mas não assume o relacionamento e só sai com você no final da festa? Às vezes, um "estou na portaria te esperando" tem mais a dizer do que todas as vezes que ele disse que estava com saudades.

Eu sei que fomos ensinados a acreditar que o verdadeiro amor é estar junto todos os dias, fazer pequenos sacrifícios, não querer mais ninguém…. e blá blá blá… mas amor é muito mais complexo que isso.

Amor é quando você recebe um convite para jantar, do cara mais lindo do universo, mas por opção, permanece fiel ao seu parceiro. Porque você o respeita e o ama.

Amor é quando ele não quer continuar a relação e você deixa ir. Porque entende que amar implica em deixar livre e que, do nosso lado, só deve ficar quem quer.

Amar é aprender a valorizar o "bom dia", "estou indo aí" e o "você está melhor" mais do que o "eu te amo". Entendendo que há uma grande diferença entre o amor verbalizado e o comprovado.

Entenda que um anel de brilhantes não é prova de amor. Um "eu te amo" escrito pelo esquadrão da fumaça não mede sentimento e um convite para jantar não significa que ele te leva a sério.

Essas coisas não são nada perto das gargalhadas diárias, do respeito mútuo e da cumplicidade que apenas um verdadeiro amor pode oferecer. Então, desencanta aí e acorda para vida! É muito show para pouca plateia nessa relação.

É fato que cada um ama do seu jeito, mas sempre deve haver coerência entre palavras e atitudes. Às vezes, há muito mais verdade no silêncio que nas declarações de amor em praça pública. Mas, cabe a você, decidir qual é o seu padrão de beleza.

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15 livros para mudar sua vida


CONTI outra – Matheus de Souza
23 de fev de 2017 19:22

Imagem:  Pressmaster/shutterstock

Aposto que você já ouviu alguém dizer a frase "esse livro mudou minha vida". O livro certo no momento certo não tem preço. Com o investimento de algumas horas e alguns reais você tem a oportunidade de adquirir conhecimentos que os autores levaram anos para descobrir.

Também imagino que você já tenha ouvido que aqui no Brasil "o ano só começa após o Carnaval". Embora essa mentalidade venha mudando, ainda há muita gente que leva isso consigo. Não sou a pessoa mais carnavalesca do mundo — meu negócio é rock, bebê —, mas não julgo e tampouco me incomodo com os foliões. Cada um faz o que bem entender da sua vida, não é mesmo?

A única coisa que me deixa ligeiramente incomodado nessa época do ano é justamente a galerinha do contra. Pois eu tenho uma novidade pra vocês: reclamar do Carnaval no Facebook não fará com que ele acabe mais cedo ou com que as pessoas deixem de se divertir.

Então, agora que esclareci isso, que tal você que não vai para a Avenida aproveitar esses dias de forma produtiva? Fiz uma lista com 15 livros que algum dia me fizeram encher a boca para falar: "Esse livro mudou a minha vida!". Quem sabe te ajude em algum objetivo específico. São publicações altamente recomendadas para empreendedores e profissionais criativos. Alguns são novos, outros clássicos atemporais. Alguns desafiarão sua veia empreendedora, outros seu status quo pessoal. Tem autoajuda, biografia e até romance.

Agora é com você! Boa leitura! #ProfissãoCarnaval

1 – Trabalhe 4 Horas por Semana, Tim Ferriss

Não se engane pelo título. A obra é um misto de filosofia de vida e manual do empreendedor do futuro. A premissa básica do autor é eliminar, simplificar e automatizar tudo. Não há limites. O objetivo é trabalhar de forma mais eficiente possível para liberar tempo para coisas mais relevantes. Para coisas que te empolguem. Apesar de os relatos apresentados por Tim serem de experiências vividas nos Estados Unidos, a grande maioria das dicas pode ser aplicada em qualquer realidade.

 2 – Na Natureza Selvagem, Jon Krakauer

Talvez você já tenha assistido o filme com a atuação impecável de Emile Hirsch, a trilha sonora sensacional de Eddie Vedder e a direção de nada mais nada menos que Sean Penn. Esta obra é sobre a viagem e evolução de uma alma humana. É um daqueles livros que você tem que ler no momento certo da sua vida para conseguir absorvê-lo. Tive a sorte de lê-lo no início de minha vida adulta, de modo que a história real de Christopher McCandless, o jovem recém-formado em Direito que largou tudo para viver em meio a natureza selvagem do Alaska, me ensinou, de certa forma, a ser mais desapegado das coisas materiais e a viver com menos.

 3 – Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Dale Carnegie

Lançado em 1937, o clássico de Dale Carnegie é tão útil hoje como era quando foi publicado. Isso acontece porque Carnegie tinha uma compreensão da natureza humana que nunca será ultrapassada. O sucesso financeiro, segundo o autor, é 15% de conhecimento profissional e 85% "da capacidade de expressar ideias, assumir a liderança e despertar o entusiasmo entre as pessoas". Ele enfatiza técnicas fundamentais para lidar com as pessoas sem fazê-las se sentir manipuladas. Um livro para se ter na cabeceira.

 4 – O Poder do Hábito, Charles Duhigg

best-seller de Charles Duhigg é mais do que apenas um livro sobre por que fazemos o que fazemos. Esta obra foi responsável por me tirar da inércia e me ajudou muito em meu trabalho como produtor de conteúdo. É um manual contra a procrastinação. Você já se perguntou por que cada vez mais as pessoas bem sucedidas tem falado sobre seus hábitos? Duhigg nos ensina as origens biológicas dos hábitos e como usar a psicologia e a biologia evolutiva para desfazer os maus e substituí-los com novas rotinas que irão alimentar o seu sucesso.

 5 – Roube como um Artista: 10 Dicas sobre Criatividade, Austin Kleon

Este livro revolucionou como eu vejo o processo criativo. De acordo com a teoria de Austin Kleon, nada é realmente original. Porém, novamente, não se engane com o título. O roubo das ideias, neste caso, não significa plágio. Este pequeno livro (levei pouco mais de 1hr para lê-lo) é um manual sobre como beber em diferentes referências para lapidar suas ideias e ser mais criativo. É mais uma obra para se ter na cabeceira. Altamente recomendado para produtores de conteúdo e profissionais de marketing em geral.

 6 – Como Encontrar o Trabalho da Sua Vida, Roman Krznaric

Não é um manual para encontrar um novo emprego — mais uma vez: não se engane pelo título. Roman Krznaric certamente lhe inspirará a descobrir diferentes lados do seu próprio eu. Recomendo fortemente este livro àqueles que se sentem perdidos e estão procurando uma vida melhor e não sabem por onde começar. A obra é um incentivo para tentar novamente e seguir em frente. Muito inspirador!

 7 – Steve Jobs, Walter Isaacson

Steve Jobs dispensa apresentações. Com base em mais de quarenta entrevistas com o fundador da Apple, realizadas ao longo de dois anos — bem como entrevistas com mais de 100 membros da família, amigos, adversários, concorrentes e colegas —, Walter Isaacson escreveu uma história fascinante da intensa vida de Jobs. Sua biografia nos mostra a personalidade de um empreendedor criativo cuja paixão pela perfeição revolucionou várias indústrias.

 8 – On The Road, Jack Kerouac

Jack Kerouac não é uma leitura fácil. Seus parágrafos enormes e sem vírgulas podem cansar os desavisados. Agora, se você não se importa com isso e adora a ideia de pegar a estrada e sair por aí, vai tirar alguns ensinamentos do espírito livre de Kerouac e a geração beatnikPS: Ao contrário de "Na Natureza Selvagem", o filme inspirado no livro é uma bosta, então não assistam! Haha!  

9 – A Mágica da Arrumação, Marie Kondo

Mais um livro sobre desapego, sendo que este vem diretamente da cultural oriental. Esse livro muda vidas! Sério! É definidamente um manual da arrumação. O livro fez tanto sucesso mundialmente que Marie Kondo se tornou uma "guru da organização". Suas dicas são libertadoras e, claro, é totalmente indicado pra você que é bagunceiro…

10 – Elon Musk, Ashlee Vance

O sul-africano Elon Musk é considerado um dos maiores empreendedores contemporâneos. O cara está por trás de nomes como PayPal, SpaceX, Tesla e SolarCity. Musk quer salvar nosso planeta com seus carros elétricos e enviar humanos para o espaço. Podemos dizer que ele é a versão real do Homem de Ferro interpretado por Robert Downey Jr.

11 – O Homem que Venceu Auschwitz, Denis Avey

Este não é apenas um livro sobre a Segunda Guerra Mundial. O Homem que Venceu Auschwitz é uma verdadeira aula de empatia, algo que está faltando para a humanidade atualmente. A obra conta a história real de um soldado britânico, prisioneiro de guerra, que se infiltrou no campo de concentração de Buna-Monowitz, conhecido como Auschwitz III, ao ouvir falar da brutalidade no tratamento dos prisioneiros. Lá, fica amigo de um judeu. Emocionante, no mínimo.

12 – Criatividade S/A, Ed Catmull

Talvez você nunca tenha ouvido falar em Ed Catmull, mas certamente conhece a Pixar, estúdio de animação responsável por Toy Story cujo um dos confundadores é um tal de Steve Jobs. Pois bem, Ed também é um dos cofundadores. Eu recomendo este livro a qualquer pessoa que esteja iniciando ou gerenciando uma empresa; A qualquer pessoa que esteja trabalhando em qualquer atividade criativa; Para os fãs da Pixar ou da Disney; E para quem gosta de um livro bem escrito.

13 – Zen e a Arte da Manutenção de Motocicicletas, Robert M. Pirsig

Todo empreendedor deve ler esse livro. E sabe o que é mais interessante nisso? Não é um livro de negócios. Este livro fala da essência de se fazer o bem exclusivamente pelo propósito de fazer bem. Suas reflexões e percepções sobre como pessoas e tecnologia se relacionam continuam atuais mesmo depois de décadas — foi originalmente lançado em 1974. A narrativa é incrível e é uma excelente opção para quem quer se inspirar com uma leitura que não seja técnica.

14 – Em Águas Profundas: Criatividade e Meditação, David Lynch

O cineasta David Lynch descreve seus métodos pessoais para trabalhar ideias e os imensos benefícios criativos que experimentou com a prática da meditação. Foi minha primeira experiência de leitura sobre o assunto e senti uma paz absoluta apenas em lê-lo — altamente recomendado para quem quer desacelerar.

15 – TED Talks: O Guia Oficial do TED para Falar em Público, Chris Anderson

O nome é autoexplicativo, né? Ninguém no mundo entende melhor a arte da ciência de falar em público do que Chris Anderson, a cabeça por trás do TED Talks. Se você tem dificuldades para se comunicar em público — mesmo que seu objetivo não seja palestrar —, vale muito a pena ler este livro.

Os benefícios do conhecimento diversificado

Este ano, tente ler livros que vão além de negócios. Não tenha medo de ler um romance que possa inspirar você a viajar, como "On The Road", por exemplo. Ou de aprender um pouco sobre empatia e relações humanas com "O Homem que Venceu Auschwitz" por julgar que se trata apenas de mais um livro sobre a Segunda Guerra Mundial.

Seu mundo se expandirá quando você ler sobre diferentes pessoas, lugares e princípios. Lembre-se que a inspiração pode vir de maneiras e de fontes inesperadas. Talvez você aprenda isso em "Roube como um Artista".

Um desses livros pode a mudar sua vida. Eles mudaram a minha.

Publicado originalmente em matheusdesouza.com e reproduzido em sua coluna da CONTI outra com autorização.

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A gente só muda quando a gente se encontra


CONTI outra – Erick Morais
24 de fev de 2017 19:36

Imagem: Mathisa/shutterstock

Recentemente, eu fui indagado por um amigo de que eu tinha mudado bastante, na verdade, de que eu fui a pessoa que mais mudei desde o ensino médio.

Prontamente o respondi dizendo que mais do que mudado, eu havia me encontrado. Aliás, há outra saída estando em um universo em constante transformação?

Em "Memórias Póstumas de Brás Cubas", lá paras tantas, Machado argumenta que nós estamos em constante mudança, o que ele chama de edição. Estamos sempre nos transformando em uma nova edição, como se fôssemos um livro que a cada ano passa por uma revisão.

E conforme as edições vão se alterando, nós adquirimos novos gostos, novos hábitos, novas experiências, assim como, deixamos de lado coisas que na edição atual já não possuem tanta importância ou significado.

Eu acredito que não há como não mudar com o passar do tempo. Somos expostos a situações e vivências que pouco a pouco modificam o que somos. Mas, antes que alguém pense de forma errônea, não me refiro a mudanças que alteram substancialmente a nossa essência, e sim, a metamorfoses que nos tornam ainda mais próximos do que somos intimamente.

O que ocorre é que não raras vezes silenciamos o que sentimos, deixando de modo abafado o que há de mais intrínseco e subterrâneo ao nosso ser. Para que isso venha à tona, precisamos passar por situações dolorosas, na maioria das vezes, para que sejamos obrigados a olharmo-nos no espelho totalmente despidos e, assim, percebamos que a realidade que se apresenta não está de acordo com a parte que não pode ser refletida.

Entretanto, nem sempre é uma situação específica (ou situações) que nos obriga a repensar a nossa vida. Às vezes, como disse, é a própria passagem do tempo, com a sua força inexorável, que nos leva a esse "choque de realidade", uma vez que só o tempo traz a experiência necessária para que compreendamos alguns pontos-chave da nossa existência.

E não é que ela resolve tudo, até porque não há como. Mas, a experiência nos mostra que na vida nada é tão simples, que toda escolha tem uma consequência, e, sobretudo, que fugir daquilo que somos (por qualquer motivo que seja), só nos fará infeliz.

Para mudar, se tornar uma edição revisada, não são necessários grandes acontecimentos no mundo externo, porque a verdadeira mudança acontece internamente, quando sentimos que a pessoa que somos hoje reflete muito melhor o nosso interior do que em edições anteriores.

É claro que cada fase possui a sua importância, contudo, se as nossas experiências servem muito mais para nos aproximar de outros universos do que nosso, é preciso repensar o que o tempo, na sua complexidade e magnitude, tem nos ensinado, já que como diz o poeta – "A gente só muda quando a gente se encontra" – e ser forasteiro de si mesmo é uma das maiores tristezas da vida.

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