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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Escolhas

Pedro era um tipo de pessoa que você iria adorar. Ele sempre estava de alto astral, e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava a ele: "como vai você?"
- Melhor que isso, só dois disso!, respondia.
Ele era gerente de uma cadeia de restaurantes, e todos os garçons seguiam seu exemplo. Ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Pedro, prontamente estava lá mostrando ao empregado como olhar pelo lado positivo da situação.
Observando seu estilo, realmente eu ficava curioso. Certo dia, perguntei:
- Eu não acredito! Você não pode ser uma pessoa positiva o tempo todo! Como você consegue?
Ele respondeu:
- Toda manhã acordo e digo a mim mesmo: Pedro, você tem duas escolhas hoje: escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral. Escolho estar de alto astral, claro! A todo momento acontece alguma coisa desagradável; eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso! A todo momento alguém vem reclamar da vida comigo; eu posso escolher aceitar a reclamação, ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa. Eu escolho apontar o lado positivo da vida.
Argumentei:
- Tá certo! Mas não é fácil assim!
- É fácil sim - disse Pedro - A vida é feita de escolhas. Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas irão afetar no seu astral. Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou nervoso. Em suma: escolhe como viverá sua vida!
Eu refleti no que Pedro disse.
Algum tempo depois, perdemos o contato, mas freqüentemente eu pensava nele quando precisava tomar alguma decisão.
Alguns anos depois, ouvir dizer que Pedro havia feito algo que nunca se deve fazer, quando se trata de restaurantes: ele deixou a porta dos fundos aberta e, conseqüentemente, foi rendido por três assaltantes armados, que o obrigaram a abrir o cofre do restaurante.Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão, trêmula, errou a combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram. Por sorte, Pedro foi encontrado rapidamente, e foi levado, às pressas, ao Pronto-Socorro local. Depois de 18 horas de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Pedro foi liberado do hospital, com alguns fragmentos de balas ainda em seu corpo.
Encontrei-me com Pedro 6 meses depois do acidente.
- Como vai você? perguntei.
- Melhor que isso, só dois disso! Quer ver minhas cicatrizes?
Enquanto eu as olhava, perguntei o que se passou pela mente dele, quando os ladrões invadiram o restaurante.
- A primeira coisa que veio à minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos. Quando estava baleado no chão, lembrei que tinha duas escolhas: viver ou morrer. Eu escolhi viver!
- Você não ficou com medo? Você não perdeu os sentidos?
- Os paramédicos foram ótimos. Eles ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que tudo ia ficar bem. Mas, quando eles me levaram de maca para a sala de emergência, e vi as expressões no rosto dos médicos e enfermeiras, fiquei com medo. Nos seus olhos eu lia: " Ele é um homem morto". Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa. Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas. Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa.
- Sim - respondi.
Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente, esperando por minha resposta. Eu respirei fundo e respondi:
- Balas de revolver!
Enquanto eles riam, eu disse:
- Quero viver. Me operem, assim mesmo!
Pedro sobreviveu graças à experiência e habilidade dos médicos, mas também
por causa de sua atitude espetacular.
Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em plenitude, viver por completo. Atitude é tudo.


Faça suas escolhas!

Escolha certo!

Acredite!