abril acabar acontecer admin afirmo agosto agradecer ah ai ajuda alegria algua alguma alheia almeida ama amar amor ansiedade aonica apegue-se appeared aprenda aprendendo aprender aproveite assunto ata banalizar boas ca cabe caminho capacidade capazes cicatrizes cintia coisas comeasso confianassa coraassapso coragem costas criar cuidado deixa deixar deixe delas depressapso desejo despedida desperte deus devemos dezembro dias dinheiro disposto doaassapso dor ego enfim ensina entapso errado erros escolhas escolher espinho espinhos espiritual esponja estamos estapso esteja estiver estresse existe existem existir fa faassa falando felicidade feliz felizes fev fevereiro ficar filtro fique first fiz flor forassa forte fosse frases frente fundo gente gilson gosta gostaria gratidapso ha heranassa idade importa importante ir iria ja jago jamais janeiro jesus julgamentos julho juliana junho juntas junto juntos la leia lhe liberdade lindas livre lo ma maio maneiras mantra mantras marasso medo melhor melhores mensagens mente mesmo mestre mim morte motivaassapso muda mudar mulheres mundo negatividade ningua nishiyama novembro olha olhar on oraassapso ouassa outubro ouvir pai palavras parede participar passa paz pensa pensamentos perdemos perguntas permanecer pertinvolzes pessoa pessoas pior post postado postagens pra precisa pria prio problemas provavelmente qualquer queira questaues quiser raiva real realmente refletir reflexapso relaassaues relacionamento relacionamentos respostas reze ria rias rio sa saber saiba seja sejam sejamos seletivos sentimento sentimentos sentir sera setembro sexo si simpatia sinais solidapso sozinho sucesso supere tamanho tamba tempo tenha the tipo toma torna total tra tristeza trofa universo utilidade valorizar vamos veja velho veneno verdade verdadeiro vida vive viver vontade vou

terça-feira, 31 de março de 2009

O homem do penhasco

Contavam que Deus, um dia, marcou um encontro com um homem muito religioso no alto de uma montanha sagrada. O homem se preparou para o encontro com muito recolhimento, oração, jejum e, no dia determinado, subiu a montanha cheio de fervor.
O caminho era íngreme, a subida estava levando muito tempo, e o homem começou a ter medo de perder a hora marcada. Rogou a Deus que lhe desse forças para não chegar atrasado. Aí viu um homem caído na beira do penhasco, machucado e pensou: “Estou atrasado, depois eu volto para socorrê-lo.”
Ao chegar no topo da montanha, esperou, esperou, e Deus nada de aparecer. “Que pena! Pensou ele desolado, por que não subi mais depressa?”
Desceu desanimado.
Ao passar pelo penhasco, não viu mais o homem caído, mas havia um bilhete junto à rocha, que dizia:
- Quem sabe outro dia, quando estiver menos apressado, você consiga me reconhecer?

segunda-feira, 30 de março de 2009

O Vendedor de Balões

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.

Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.


Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.

Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.

Todos foram subindo até sumirem de vista.

O menino, de olhar atento, seguia a cada um.

Ficava imaginando mil coisas...

Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.

Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:

- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

domingo, 29 de março de 2009

Carlos

Era uma vez,numa cidade chamado Castanhal morava um garoto chamado Carlos.Carlos era um garoto muito pobre,seu pai trabalhava duro para sustentar sua familia.
Um dia Carlos resolveu perguntar algo para o seu pai e ficou acordado até tarde.E quando seu pai chegou logo Carlos foi perguntar:
-Pai,quanto o senhor ganha por hora no seu trabalho?
E o pai olhou para ele e disse:
-O que você esta fazendo a essa hora?!Você deveria estar dormindo!Vamos vá dormir!
E Carlos foi dormir chorando.
No outro dia Carlos foi ate a sua mãe e perguntou:
-Mãe quanto o papai ganha por hora no trabalho dele?
E a sua mãe respondeu:
-Uns 3 reais,por que filho?
Carlos sem falar mais nada,foi para o seu quarto meio triste.
Nesse dia Carlos novamente ficou acordado para falar com o seu pai.E quando ele chegou,logo Carlos pediu:
-Pai me dá 1 real!
E o pai respondeu com brutalidade:
-O que!?Eu trabalho duro para sustentar você e a sua mãe e você ainda vem me pedir 1 real para comprar besteiras?!Vá dormir!
E Carlos foi para o seu quarto chorando.
Minutos depois o pai se sentiu mau pelo que fez com o filho e foi até o quarto de Carlos e disse bem baixinho:
-Filho,está acordado?
E Carlos disse com uma voz sonolenta e chorosa:
-Estou papai.
E o pai falou:
-Aqui está o 1 real que você me pediu filho.
E o Carlos pegou e disse alegre:
-Já tenho papai!Já tenho 3 reais!
E pegou uma caixa de sapatos de baixo de sua cama que tinha mais 2 reais, deu para o seu pai e disse:
-Agora já tenho papai,já tenho 3 reais,me vende uma hora do seu tempo,por favor!Por favor!Por favor!
E o pai ficou de joelhos,abraçou seu filho e disse chorando:
-Desculpa filho!Me perdoa!Desculpa por nunca ter dado atenção!....

sábado, 28 de março de 2009

Milho bom

Esta é a história de um fazendeiro que venceu o prêmio "milho-crescido".

Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava o maior prêmio.

Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho.


O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos.

"Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano ?" - perguntou o repórter.

Por que ?"

- disse o fazendeiro,

- "Você não sabe ?

O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo.

Se meu vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho.

Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".

Ele era atento às conectividades da vida.

O milho dele não pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore.

Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz.

Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem.

E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.

A lição para cada um de nós se formos cultivar milho bom, nós temos que ajudar nossos vizinhos a cultivar milho bom.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Parábola do Cavalo

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.

Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.

O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado.

Mas, pela dificuldade e alto custo para retira-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.

Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterra-lo, ali mesmo.

E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo. Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.

Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Escrever na Rocha

Dois grandes mercadores árabes, de nomes Amir e Farid, eram muito
amigos e sempre que faziam suas viagens para um mercado onde vendiam
suas mercadorias, iam juntos, cada qual com sua caravana e seus escravos
empregados.
Numa dessas viagens, ao passarem junto a um rio caudaloso, Farid
resolveu banhar-se, pois fazia muito calor.
Em dado momento, distraindo-se, foi arrastado pela correnteza.
Amir, vendo que seu grande amigo corria risco de vida, atirou-se às águas e,
com inaudito esforço, conseguiu salvá-lo.
Após esse episódio, Farid chamou um de seus escravos e mandou que ele
gravasse numa rocha ali existente, uma frase que lembrasse a todos do
acontecido.
Ao retornarem, passaram pelo mesmo lugar, onde pararam para rápido
repouso.
Enquanto conversavam, tiveram uma pequena discussão e Amir
alterando-se esbofeteou Farid.
Este aproximou-se das margens do rio e, com uma varinha, escreveu na
areia o fato.
O escravo que fora encarregado de escrever na pedra o agradecimento de
Farid, perguntou-lhe:
- Meu senhor, quando fostes salvo, mandaste gravar aquele feito numa
pedra e agora escreveis na areia o agravo recebido. Por que assim o fazeis?
Farid respondeu-lhe:
- Os atos de bondade, de amor e abnegação devem ser gravados na rocha
para que todos aqueles que tiverem oportunidade de tomar conhecimento
deles, procurem imitá-los. Ao contrário, porém, quando recebemos uma
ofensa, devemos escrevê-la na areia, próxima as águas para que
desapareça, levada pela maré, a fim de que ninguém tome conhecimento
dela e, acima de tudo para que qualquer mágoa desapareça prontamente
no nosso coração !

quarta-feira, 25 de março de 2009

Espaço em nossas vidas

Um professor de ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos.
Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro. Então perguntou a classe:
- Está cheio?
Unanimemente responderam:
- Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos
pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes. Então perguntou aos alunos:
- E agora, está cheio?
Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim!
O professor então levantou uma lata de areia e começou a derramar a areia dentro do vaso.
A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor
perguntou:
- Então, está cheio?
Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:
- Sim!
O professor então mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou a
areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:
- Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu:
- Não importa o quanto a 'agenda' da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguira
'espremer' dentro, mais coisas!
-Não.- respondeu o professor - o ponto e' o seguinte:
"A menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais
as conseguirá colocar lá dentro. As pedras grandes são as coisas importantes de sua vida:
sua família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida
somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água,
as coisas realmente importantes, nunca terão tempo nem espaço em suas vidas...."

terça-feira, 24 de março de 2009

A latinha de leite

Um fato real. Dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes da favela, um deles de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo um pouco de comida pelas casas da rua que beira o morro. Estavam famintos 'vai trabalhar e não amole', ouvia-se detrás da porta; 'aqui não há nada moleque...', dizia outro...
As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças... Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes 'Vou ver se tenho alguma coisa para vocês... coitadinhos!' E voltou com uma latinha de leite.
Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos 'você é mais velho, tome primeiro...' e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a ponta da língua.
Eu, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais velho olhando de lado para o pequenino! Leva a lata à boca e, fazendo gesto de beber, aperta fortemente os lábios para que por eles não penetre uma só gota de leite. Depois, estendendo a lata, diz ao irmão 'Agora é sua vez.
Só um pouco.' E o irmãozinho, dando um grande gole exclama 'como está gostoso!'
'Agora eu', diz o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebe nada. 'Agora você', 'Agora eu', 'Agora você', 'Agora eu'..
E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgota o leite todo...ele sozinho.
Esse 'agora você', 'agora eu' encheram-me os olhos de lágrimas...
E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar, a sambar, a jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração trasbordante de alegria. Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem está habituado a fazer coisas extraordinárias sem dar-lhes maior importância.

Daquele moleque nós podemos aprender a grande lição, 'quem dá é mais feliz do que quem recebe.' É assim que nós temos de amar. Sacrificando-nos com tal naturalidade, com tal elegância.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Maneira de dizer as coisas

Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes.
Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho.
- Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente - gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!

Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.

A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho.

E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - Tudo depende da maneira de dizer as coisas...

domingo, 22 de março de 2009

Pregos

Havia um garotinho que tinha mau gênio. Seu pai lhe deu um saco cheio de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a paciência que batesse um prego na cerca dos fundos da casa.

No primeiro dia o garoto havia pregado 37 pregos na cerca. Porém, gradativamente o número foi decrescendo. O garotinho descobriu que era mais fácil controlar seu gênio do que pregar pregos na cerca.

Finalmente chegou o dia, no qual o garoto não perdeu mais o controle sobre o seu gênio. Ele contou isto a seu pai, que lhe sugeriu que tirasse um prego da cerca por cada dia que ele fosse capaz de controlar seu gênio.

Os dias foram passando até que finalmente o garoto pôde contar a seu pai que não haviam mais pregos a serem retirados. O pai pegou o garoto pela mão e o levou até a cerca. Ele disse :
- Você fez bem garoto, mas dê uma olhada na cerca. A cerca nunca mais será a mesma. Quando você diz coisas irado, elas deixam uma cicatriz como esta. Você pode esfaquear um homem e retirar a faca em seguida, e não importando quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuará ali. Uma ferida verbal é tão má quanto uma física.

Amigos são uma jóia rara realmente.
Eles te fazem sorrir e o encorajam a ter sucesso.
Eles sempre te ouvem, têm uma palavra de apoio e sempre querem abrir seu coração para você.

Mantenha isto em mente antes de se irar contra alguém.

sábado, 21 de março de 2009

Faça a sua parte

Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, lá ocorria uma festa para comemorar o sucesso da colheita.

A tradição exigia que nesta festa, cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho, para colocar dentro de um grande barril que ficava na praça central.

Entretanto, um dos moradores pensou:
"Porque deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei uma d'água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta."

Assim pensou e assim fez.

No auge dos acontecimentos, como era de costume, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca, para pegar uma porção daquele vinho, cuja fama se estendia além das fronteiras do país.

Contudo, ao abrir a torneira do barril, um silêncio tomou conta da multidão. Daquele barril apenas saiu água. Como isto aconteceu? Foi que todos pensaram como aquele morador:
"A ausência da minha parte não fará falta."

Nós somos muitas vezes conduzidos a pensar:
"Tantas pessoas existem neste mundo que se eu não fizer a minha parte isto não terá importância." O que aconteceria com o mundo se todos pensassem assim?

sexta-feira, 20 de março de 2009

O idiota e a moeda

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos
biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa,
o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

Eu sei, respondeu o tolo assim. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda ...

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

1ª - Quem parece idiota, nem sempre é.

2ª - Quais eram os verdadeiros idiotas da história?

3ª - Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa
opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim,
quem realmente somos.

"O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota
que banca o inteligente".

quinta-feira, 19 de março de 2009

Miolo de Pão

Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo.

Pensou ela: - Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu
marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o
meu desejo".

Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir !

Assim é a vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade... Diálogo, franqueza, com delicadeza sempre, são o melhor remédio.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Casal de Namorados

Olha essa historia: Um casal de namorados estavam andando de moto:
Menina: Vai devagar estou com medo.
Menino: Não, isso é divertido.
Menina: Está me assustando...
Menino: Então Diz que me ama
Menina: Eu te amo, agora vai devagar.
Menino: Então me abraça.
A menina o abraçou:
Menina: Agora vai devagar.
Menino: Tira o meu capacete e coloca em você, ele está me machucando.
Menina: Está bem.
No jornal do dia seguinte:
Acidente: uma moto estava com o freio estragado, haviam duas pessoas e apenas uma sobreviveu:
Moral: Quando o Namorado descia o morro viu que o freio não estava funcionando,ele então quis ouvir pela última vez a menina dizer que o amava, depois de sentir o seu abraço pela última vez, pediu para ela colocar o capacete dele nela, para apenas ela sobreviver!

terça-feira, 17 de março de 2009

O mágico e o camundongo

Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.

Um mágico teve pena dele e o transformou em gato.

Mas aí ele ficou com medo de cão, por isso o mágico o transformou em pantera.

Então ele começou a temer os caçadores.

essa altura o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo
novamente e disse:

- Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.

Mas saiba que coragem não é a ausência do medo; é sim, a capacidade de avançar, apesar do medo; caminhar para frente e enfrentar as adversidades, vencendo os medos...

É isto que devemos fazer.
Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa dos medos.
Assim, jamais chegaremos aos lugares que tanto almejamos em nossas vidas...

segunda-feira, 16 de março de 2009

A ostra e o caranguejo

Uma ostra estava apaixonada pela lua.

Quando seu grande disco de prata aparecia no céu, ela passava horas a fio, com as conchas abertas, olhando para ela.

Certo dia um caranguejo percebeu que a ostra se abria durante a lua cheia e pensou em comê-la. A noite seguinte, quando a ostra se abriu, o malvado caranguejo jogou uma pedra dentro dela.

Nesse momento, a ostra tentou se fechar, mas a pedra a impediu.
Então o astuto caranguejo saiu de seu esconderijo, abriu suas pinças afiadas e quase comeu a ostra inocente, se não fosse um tubarão que apareceu das profundezas para assustá-lo.

Pois é exatamente isso o que acontece com quem abre muito a boca para divulgar seus segredos. Sempre existe algum ouvido querendo se apoderar deles.

domingo, 15 de março de 2009

Paciência

Era uma vez um garoto que tinha um temperamento muitoexplosivo.
Um dia ele recebeu um saco cheio de pregos e uma placa de madeira.
O pai disse a ele que martelasse um prego na tábua toda vez que perdesse
a paciência com alguém.
No primeiro dia o garoto colocou 37 pregos na tábua.
Já nos dias seguintes, enquanto ele ia aprendendo a
controlar sua raiva, o número de pregos martelados por
dia foram diminuindo gradativamente.
Ele descobriu que dava menos trabalho controlar sua
raiva do que ter que ir todos os dias pregar diversos
pregos na placa de madeira...
Finalmente chegou um dia em que o garoto não perdeu a paciência em hora
alguma.
Ele falou com seu pai sobre seu sucesso e sobre como
estava se sentindo melhor em não explodir com os outros
e o pai sugeriu que ele retirasse todos os pregos da tábua e que a
trouxesse para ele.
O garoto então trouxe a placa de madeira, já sem os
pregos, e a entregou a seu pai.
Ele disse, "Você está de parabéns, meu filho, mas dê
uma olhada nos buracos que os pregos deixaram na tábua,
ela nunca mais será como antes".
Quando você diz coisas estando com raiva, suas palavras deixam marcas como essas. Você pode enfiar uma
faca em alguém e depois retirá-la.
Não importa quantas vezes você peça desculpas, a
cicatriz ainda continuará lá.
Uma agressão verbal é tão ruim quanto uma agressão
física.
Amigos são como jóias raras. Eles te fazem sorrir e te
encorajam para alcançar o sucesso.
Eles te emprestam o ombro, compartilham dos teus
momentos de alegria, e sempre querem ter seus corações
abertos para você."
Envie este texto para todos que você considerar seu
AMIGO (A).
Mesmo que isto significa enviar de volta para a pessoa
de quem você recebeu esta mensagem.
Se a mensagem voltar para você, você saberá que tem
uma porção de amigos.
EU CONSIDERO VOCÊ UM AMIGO E ME SINTO HONRADO POR
ISSO.
E me desculpe se eu já deixei alguma marca na sua
tábua.

sábado, 14 de março de 2009

O Lençol

Um casal, recém-casado,
mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou
com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! - Está precisando de um sabão novo.
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher
comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal. Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos,
e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que a outra vizinha ensinou???
Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente respondeu:
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!

E assim é.
Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir;
verifique seus próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.
Lave sua vidraça. Abra sua janela.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Escola dos Bichos

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola.
Se reuniram e começaram a escolher as disciplinas.
O pássaro insistiu para que o vôo entrasse.
O peixe, para que o nado fizesse parte do currículo também.
O esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental.
O coelho queria de qualquer jeito a corrida.
E assim foi...
Incluíram tudo, mas cometeram um grande erro.
Insistiram para que todos os bichos praticassem todas as disciplinas.
O coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele.
Mas queriam ensiná-lo a voar.
Colocaram-no numa árvore e disseram:
"Voa, coelho".
Ele saltou lá de cima e quebrou as pernas.
Não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos
como uma toupeira.
Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, nem
cavar buracos.


MORAL DA HISTÓRIA:
Todos nos somos diferentes.
Cada um tem uma coisa de bom.
Não podemos forçar os outros a serem parecidos conosco.
Desta forma, acabaremos fazendo com que eles sofram, e no final, não
serão nem o que nós queríamos, nem o que eles eram em sua essência.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Paz Profunda

Havia um Rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a Paz Profunda.

Muitos artistas apresentaram suas telas.

O Rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.

A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um Paraíso muito azul com tênues nuvens brancas.

Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a Paz Profunda.

A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um Paraíso tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com relâmpagos e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico.

Mas, quando o Rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, em meio ao ruído da violenta turbulência da água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho... Em Profunda Paz!

O Rei escolheu a segunda tela e explicou: — PAZ PROFUNDA não significa estar em um lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo para realizar ou livre das dores e das tentações da encarnação. PAZ PROFUNDA significa que, apesar de se estar em meio a tudo isso, permanecemos calmos e confiantes no SANTUÁRIO SAGRADO do NOSSO CORAÇÃO. Lá encontraremos a Verdadeira PAZ PROFUNDA. Em SILENCIOSA MEDITAÇÃO.

quarta-feira, 11 de março de 2009

As 7 maravilhas do Mundo

Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, lhes foi pedido que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, prevaleceram os votos:

1) O Taj Mahal
2) A Muralha da China
3) O Canal do Panamá
4) As Pirâmides do Egito
5) O Grand Canyon
6) O Empire State Building
7) A Basílica de São Pedro

Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina ainda não tinha virado sua folha. O professor, então, perguntou à ela se tinha problemas com sua lista.

Meio encabulada, a menina respondeu: — Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitas as maravilhas.

O professor disse: — Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.

A menina hesitou um pouco, então leu: — Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:

1 — VER
2 — OUVIR
3 — TOCAR
4 — PROVAR
5 — SENTIR
6 — PENSAR
7 — COMPREENDER

terça-feira, 10 de março de 2009

A verdade e a parabola

Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome.

E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.

Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.

Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.

— Verdade, por que você está tão abatida? — perguntou a Parábola.

— Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! — respondeu a amargurada Parábola.

— Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece.

Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.


Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada.

segunda-feira, 9 de março de 2009

O Monge e o Escorpião

Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora do rio o escorpião o picou. Devido à dor, o monje deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, pegou um ramo de árvore, voltou outra vez a correr pela margem, entrou no rio, resgatou o escorpião e o salvou. Em seguida, juntou-se aos seus discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

— Mestre, o Senhor deve estar muito doente! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda: picou a mão que o salvava! Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu: — Ele agiu conforme sua natureza e eu de acordo com a minha.

domingo, 8 de março de 2009

Seu Cavalo Pode Voar

"Não temas, crê somente" (Marcos 5:36)
Um poderoso rei condenou um humilde súdito à morte.

O homem, prestes a ser executado, propôs e teve a concordância do rei, permiti-lo ensinar o cavalo real a voar.
Caso não conseguisse, no prazo de um ano, então sua sentença Seria cumprida. "Por que adiar o inevitável?" perguntou-lhe um amigo. "Não é inevitável," ele respondeu, "as chances são Quatro a um a meu favor. Dentro de um ano:
O rei pode perder o trono.
Eu posso Fugir.
O Cavalo pode fugir.
Eu posso ensinar o cavalo a voar.
Freqüentemente nos vemos diante de obstáculos difíceis e aparentemente impossíveis de transpor. Por mais que busquemos soluções, elas parecem não existir. o primeiro impulso nos convida a desistir, mas é preciso que jamais esqueçamos que para o nosso amado Deus todas as coisas são possíveis.
Há alguns séculos atrás, costumava-se dizer que o homem jamais poderia voar. "Se Deus quisesse que o homem voasse, teria lhe dado asas." Porém, hoje, em poucas horas o homem atravessa um oceano e vai para outro continente!
Assim como o súdito de nossa estória, aprendamos a olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas favoráveis poderão ser encontradas, e, com muita fé e determinação, o que parecia impossível logo será realidade.
Não esmoreça nunca. Mesmo que tudo indique o contrário, creia: o seu cavalo pode voar!

sábado, 7 de março de 2009

O Piano

Desejando encorajar o progresso de seu filho ao piano, uma mãe o levou a um concerto.
Depois de sentarem, a mãe viu uma amiga na plateia e foi até ela para saudá-la.

Tomando a oportunidade para explorar as maravilhas do teatro, o pequeno menino se levantou e eventualmente suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito: "PROIBIDA A ENTRADA". Quando as luzes abaixaram e o concerto estava prestes a começar, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava lá.

De repente, as cortinas se abriram e as luzes caíram sobre um impressionante piano de calda famoso no centro do palco.
Horrorizada, a mãe viu seu filho sentado ao teclado, inocentemente catando as notas de "Cai, cai, balão".

Naquele momento, o grande mestre de piano fez sua entrada, rapidamente foi ao piano, e sussurrou no ouvido do menino:
- " Não pare, continue tocando ".

Então, debruçando, o famoso pianista estendeu sua mão esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Logo, colocou sua mão direita ao redor do menino e acrescentou um belo acompanhamento de melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem menino transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência maravilhosamente criativa.

O público estava perplexo. É assim que as coisas são com Deus. O que podemos conseguir por conta própria mal vale mencionar. Mas, com as mãos do Mestre, as obras de nossas vidas verdadeiramente podem ser lindas.

Na próxima vez que você se determinar a realizar grandes feitos, ouça atentamente, respire lenta e profundamente, entre em contato com Papai do Céu através da oração. Você pode ouvir a voz do Mestre, sussurrando em seu ouvido:
- "Não pare, continue tocando".

Sinta seus braços amorosos ao seu redor. Saiba que suas fortes mãos estão tocando o concerto de sua vida. Lembre-se, Deus não chama aqueles que são equipados. Ele equipa aqueles que são chamados. E Ele sempre estará lá para amar e guiar você a grandes coisas.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Deficiências Espirituais

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si. Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar.Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse Pronto, agora vai sarar, E todos os noves competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos...
Talvez os atletas fossem deficientes mentais,mas com certeza, não eram deficientes espirituais...Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos..."

quinta-feira, 5 de março de 2009

Nada acontece por acaso

Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, percebeu que só lhe restava pouco mais de alguns centavos e que sua fome era insuportável.

Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém, seus nervos o traíram, quando uma linda e jovem mulher lhe abriu a porta. Em vez de comida, pediu um copo de água. Ela percebeu que aquele jovem estava faminto, e assim lhe deu um grande copo de leite.

Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:

- Quanto lhe devo?

Respondeu ela: - Você não me deve nada. Minha mãe sempre me ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa.

Ele disse: - Agradeço de todo o coração.

Quando o jovem Howard Kelly saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, mas também sua fé em Deus e nos homens ficou mais forte. Ele já tinha decidido a se render e deixar tudo de lado.

Alguns anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos e mandaram-na para a cidade grande, onde chamaram um médico especialista para estudar sua rara enfermidade. O médico chamado foi o Dr. Howard
Kelly.

Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos. Imediatamente, foi ver a paciente.

Reconhecendo aquela mulher, determinou-se a fazer o melhor para salvar aquela vida. Passou a dedicar atenção especial aquela paciente. Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha.

O Dr. Kelly pediu à administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos para aprová-la. Ele a conferiu e depois escreveu algo e mandou entregá-la no quarto da paciente.

Ela tinha medo de abrir, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos. Mas finalmente abriu a fatura, e algo lhe chamou a atenção, pois estava escrito o seguinte:

"Totalmente pago há anos com um copo de leite"

Dr. Howard Kelly.

Lágrimas de alegria correram dos olhos da mulher e seu coração feliz rezou.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Calças Molhadas

Em uma sala de aula do terceiro ano, estava um menino de 9 anos sentado à sua carteira e de repente há uma poça entre seus pés, e a parte dianteira de suas calças está molhada. Ele pensa que seu coração vai parar, porque não pode imaginar como isso aconteceu. Nunca havia acontecido antes. Ele sabia que quando os meninos descobrissem, nunca o deixariam em paz. Quando as meninas descobrissem, nunca mais falariam com ele.

O menino acreditava que o seu coração iria parar; Então...abaixou a cabeça e rezou esta oração:

"Querido Deus, isto é uma emergência! Eu necessito de ajuda agora! mais cinco minutos e serei um menino morto".

Quando levantou os olhos viu a professora chegando com um olhar como quem diz que foi descoberto. Enquanto a professora estava andando até ele, uma colega chamada Susie aparece carregando um aquário cheio de água. Susie tropeça na frente da professora e despeja inexplicavelmente a água no colo do menino. O menino finge estar irritado, mas ao mesmo tempo interiormente diz: "Obrigado, Senhor! Obrigado, Senhor!"

De repente, em vez de ser objeto de ridículo, o menino é objeto de compaixão. A professora desce apressadamente com ele e dá-lhe um short de ginástica para vestir enquanto suas calças secam. Seus colegas de turma começam a secar o chão ao redor de sua carteira. A compaixão é maravilhosa.

Mas como tudo na vida, o ridículo que deveria ter sido dele foi transferido para outra pessoa - Susie. Ela tenta ajudar mas dizem-lhe para sair. "Você já fez demais, sua grosseira!"

Finalmente, no fim do dia, enquanto estão esperando o ônibus o menino caminha até Susie e lhe sussurra: "Você fez aquilo de propósito,não foi??" E Susie lhe sussurra: "Eu também molhei minha calça uma vez".

terça-feira, 3 de março de 2009

O Cego

Um artista andava pelas ruas de Paris quando avistou um homem ajoalhado na calcada. Sujo e mal trapilho, o homem tinha a sua frente uma placa de madeira ao lado de um chapeu velho com algumas poucas moedas. A placa dizia apenas: "Sou cego, ajude-me por favor".

O artista, ao ver a figura do magro pedinte, teve pena e levou as maos aos bolsos. Doce ilusao, visto que ele mesmo mal tinha de comer, e a meses vagava buscando por trabalho, ao vasculhar seus bolsos tudo que encontrou foi um pedaco de carvao. Inconsolado de nao poder ajudar, porem, fez a unica coisa que lhe veio a mente. Usando o pedaço de carvão, ele pegou a pequena placa de madeira pousada no passeio, virou-a, escreveu uma nova mensagem, e partiu.

O homem cego percebeu pelos ruidos algo se passava, mas cansado, faminto, descrente, nada fez ou questionou...

Por todo aquele dia as moedas nao pararam de cair. Ao recolher o chapeu no fim do dia, surpreso, o pobre agradecia ao estranho que lhe tinha mudado os dizeres.... Novas palavras que tanto lhe touxeram, e que, porem, nao lhe eram conhecidas.

Naquele momento ele se levantou e pediu que a primeira pessoa que por ali passava lhe dissesse o que dizia a placa... A resposta:

"É PRIMAVERA EM PARIS, E EU NAO POSSO VER!..."

segunda-feira, 2 de março de 2009

O Soldado

Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para seus pais.
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas tenho um favor a pedir. Eu tenho um amigo e gostaria de trazer comigo.
Claro, eles responderam, nós adoraríamos conhecê-lo!!!
Há algo que vocês precisam saber – continuou o filho – ele foi terrivelmente ferido na luta; ele pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e por isso eu quero que ele venha morar conosco.
Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar para morar.
Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.
Filho, disse o pai, você não sabe o que está pedindo. Alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que voce deveria voltar para casa e esquecer o rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.
Neste momento, o filho bateu o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele.
Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um telefonema da polícia de São Francisco. O filho deles havia morrido depois de Ter caído de um prédio.
A polícia acreditava em suicídio.
Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filho. Eles o reconheceram, mas para seu horror, descobriram algo que desconheciam: o filho tinha apenas um braço e uma perna. Os pais, nesta história são como muitos de nós. Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos de pessoas que nos incomodam ou nos fazer sentir desconfortáveis. De preferência, ficamos longe destas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou espertas como nós somos. Graças a DEUS, há alguém que não nos trata desta maneira. Alguém que nos ama com um amor incondicional, que nos acolhe dentro de uma só família.
Esta noite,PENSE NISSO

domingo, 1 de março de 2009

A Raposa e o Lenhador

Existiu um lenhador que acordava às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha. Só parava tarde da noite.
Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites, ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e portanto, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança. O lenhador, sempre retrucando com os vizinhos, falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam:
“Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho”.
“Quando sentir fome, comerá seu filho!”
Um dia o lenhador, muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e com sua boca totalmente ensangüentada....
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes, acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho, no berço, dormindo tranqüilamente e ao lado do berço uma cobra morta!!!!!!!
O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito. Siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar..., mas principalmente nunca tome decisões precipitadas...