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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Temperamento Ruim

Certa vez um garoto de temperamento ruim recebeu de seu pai um martelo e um saquinho de pregos com a seguinte recomendação:

- Cada vez que você ficar nervoso pregue um dos pregos na cerca de madeira, no fundo de casa.

No primeiro dia o garoto já havia pregado 37 pregos na cerca. Depois de algumas poucas semanas, como já havia aprendido a controlar seu mau-humor, o número de pregos colocados diariamente começou a diminuir, gradativamente.

Finalmente chegou o dia em que o garoto não perdeu o controle.


Ele procurou seu pai e disse:


- Pai, hoje não perdi o controle, e não precisei pregar nenhum prego na cerca.


O pai respondeu:


- Então vá e retire da cerca um prego por cada dia em que você conseguir controlar o seu temperamento.

Os dias se passaram e o garoto finalmente foi contar ao pai sobre a sua vitória.

Todos os pregos haviam sido retirados.


Neste momento o pai pegou o filho pela mão e o colocou em frente à cerca, dizendo:

- Você está de parabéns, meu filho, mas olhe para os buracos na cerca. Ela nunca mais será a mesma. Quando você não conseguia controlar o seu temperamento e ofendia alguém com palavras, elas deixavam marcas exatamente como estas.



Me perdoe se, alguma vez, deixei um buraco em sua cerca...

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Segure a minha mão

A sobrecarregada enfermeira viu o jovem entrar no quarto e, inclinando-se, disse alto ao idoso paciente:

- Seu filho está aqui.

Com grande esforço, o velho homem abriu os olhos e, a seguir, fechou-os outra vez.

O jovem apertou a envelhecida mão e sentou-se ao lado da cama.

Por toda a noite, o jovem ficou sentado ali, segurando a mão e sussurrando palavras de conforto.

O paciente não suportou e amanheceu morto.

Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para desligar as máquinas e remover as agulhas.

A enfermeira aproximou-se do jovem e começou a oferecer-lhe as condolências, mas foi interrompida.

- Quem era esse homem? Perguntou o jovem.

Assustada, a enfermeira respondeu:

- Eu achei que fosse seu pai!

- Não. Não era meu pai. Eu nunca o vi este homem antes em minha vida.

- Então, porque você não falou nada quando lhe anunciei para ele.

- Eu percebi que ele precisava do filho e o filho não estava aqui. E como ele estava por demais doente para reconhecer que eu não era seu filho, percebi que naquela hora ele precisava de mim.

Ninguém precisa morrer sozinho.

Do mesmo modo, ninguém precisa sofrer sozinho ou chorar sozinho; rir sozinho ou celebrar sozinho.

Nós fomos feitos para viajar de mãos dadas através da jornada da vida.

Há alguém pronto para segurar a sua mão hoje.


Há alguém esperando que você segure sua mão!

terça-feira, 28 de abril de 2009

A Proposta

Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e o seu comportamento eram uma decepção para seus pais, que sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um dia, o pai lhe propôs:

- Se você, meu filho, mudar o seu comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular de Medicina, lhe darei um carro de presente.

Por causa do carro o rapaz mudou de atitude. Passou a estudar como nunca, e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversa sincera, mas apenas do interesse de obter um automóvel. O que não era nada bom.

O rapaz estudou com afinco e aguardou o resultado dos seus esforços. Assim, o grande dia chegou. Fora aprovado no vestibular. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz abriu, emocionado, um pacote que o pai lhe dera. Para sua surpresa, o presente era uma Bíblia. O rapaz ficou, visivelmente, decepcionado e nada disse.

A partir daquele dia a distância e o silêncio separaram pai e filho. O jovem sentia-se traído e agora lutava por sua independência. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus Universitário. Raramente mandava notícias à família.

O tempo foi passando, e ele se formou, conseguiu um emprego num bom hospital, e se esqueceu completamente do pai.

Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão.

O velho, muito triste com a situação, não resistiu. Faleceu. No enterro, a mãe entregou ao filho, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai, e que ele havia deixado para trás.

De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, ao colocar a Bìblia numa estante, notou que havia um envelope dentro dela e, ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque.


A carta dizia:


"Meu filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para você comprar um. Escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor, a Bíblia Sagrada. Nela aprenderás os ensinamentos de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto, não perdoando a si próprio.

Como é triste a vida dos que não sabem perdoar!

Isto leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.

Antes que seja tarde, perdoe aquele que você pensa que lhe fez mal.


A vida é muito curta e não podemos perder tempo guardando remorso.


Se olhar com cuidado,

quem sabe você encontra

um "cheque escondido",

em cada adversidade da sua vida!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

O Passarinho

Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair?

Como é que ele consegue isso?

Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar o pescoço.


O segredo está nos tendões das pernas do passarinho.

Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa.


Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar.

O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa.

É uma maravilha, não é?


Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho! Mas, não é tão diferente em nós.

Quando nosso "galho" na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado, dobrado em oração.

Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que o fazem perder a fé, desanimar de caminhar; não caminhe mais sozinho, Jesus quer fortalecê-lo e caminhar consigo por toda sua vida!

É Ele quem renova suas forças e sua fé, e se cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você Seu filho amado, basta você CRER!


"Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedires o que quiseres e vos será feito" Jô 15:7

"Lançai sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós" 1 Pe 5:7

domingo, 26 de abril de 2009

O voo da borboleta

“Porque, assim como o céu é [mais alto] do que a terra, assim são os meus caminhos [mais alto]s do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos [mais alto]s do que os vossos pensamentos”.
Is 55 9

Uma borboleta de asas azuis com manchas amarelas voava num lugar onde jamais havia estado. O lugar não era verde, e havia muito mais barulho do que suas asas se acostumaram. Tudo era gigante, naturalmente. Entre um bater de asas e outro: um enorme estrondo; poeira no ar, uma poeira grossa, as asas começaram a pesar. A borboleta sabia que se caísse não duraria muito, e se um dia de vida já é pouco, quando mais algumas poucas horas. Ela voou tentando sacudir a poeira, e subiu, quanto mais subia mais pesavam as asas, mais lhe doía à vida que já não valia nada. Mas ela subiu, e subiu, até que passou do nível da poeira, e uma leve brisa lhe limpou as asas, e ela continuou no seu, “um dia de vida colorida”.

Eu realmente não sei que tipo de poeira há nas suas asas, no ar por onde você voa. Pode ser um lar se desfazendo, pode ser uma tentação que lhe parece mais forte que você, pode ser ainda uma doença grave ou um relacionamento rompido...

Devemos voar mais alto sempre, aos níveis espirituais, e confiar em Deus. Confiar que ELE soprará para longe toda “poeira”. Confiar que Ele manterá nossas asas firmes e nosso fôlego forte. Confiar que ELE, o Senhor, providenciará toda energia necessária para o escape, à vitória espiritual ainda que na aparente “derrota”. O amor diante de um cônjuge magoado, a esperança diante de um filho drogado, a coragem de pedir perdão diante de uma falta cometida, o consolo em Deus diante de um ente que se foi.

Voe mais alto, acima das ilusões passageiras deste mundo, acima dos planos frustrados, acima da enfermidade, acima da saudade que dói o peito. Voe mais alto, na oração, nas mãos levantadas em adoração, nos olhos fechados que vêem o Senhor. Voe mais alto hoje! Voe mais alto sempre!

sábado, 25 de abril de 2009

O cochicho de Deus

O jovem tinha perdido o emprego e estava meio perdido.
Ficou sabendo de um velho senhor dito como muito sábio por suas palavras sempre conscientes. Então resolveu ir encontrar-se com o velho senhor.
Ao encontrá-lo, o jovem cerrou os punhos e disse em alta voz,
- Implorei à Deus para que dissesse algo para me ajudar. Diga-me, por que Deus não me responde?
O velho senhor sentou-se calmamente à sombra de uma árvore próxima e falou algo em resposta - algo tão silencioso que era inaudível. O rapaz se aproximou um pouco mais e perguntou, em voz normal,
- O que foi que o senhor disse?
O velho senhor repetiu, mas novamente num tom muito baixo, como um cochicho. Então o rapaz chegou ainda mais perto e se inclinou em direção ao senhor.
- Me desculpe, ele disse calmamente. Eu ainda não consegui escutar.
Com suas cabeças muito próximas, o velho e sábio senhor falou mais uma vez,
- Deus, às vezes, cochicha, então precisaremos estar bem perto dele para ouvi-lo.
Desta vez o rapaz escutou e entendeu.
Todos queremos a voz de Deus como um trovão pelo ar como resposta à nossos problemas. Mas a voz de Deus, na maioria das vezes, nos vem baixinha... um suave cochicho.
Se eu estiver próximo Dele o suficiente, eu escutarei, entenderei e encontrarei minha resposta.
E melhor ainda, me acharei perto de Deus.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Fé e confiança

A fé e a confiança estão sempre juntas. Aliás, a confiança é um estado avançado da fé. Confiar é se entregar pela fé. Crer é importante, mas precisamos alcançar o nível de confiar no Senhor, porque crer em Deus, até o diabo crê.
Portanto, veja aqui uma rápida história, para exemplificar a fé e a confiança:

Um homem esticou um cabo de aço sobre as cataratas de Niágara, que ficam na divisa do Canadá e os Estados Unidos. Em seguida, atravessou andando sobre o mesmo. Foi e voltou. A multidão, extasiada aplaudiu. Ele aproximou-se de uma senhora que estava no meio do povo e perguntou:
- A senhora acredita que eu possa atravessar novamente?
- É claro! Respondeu a mulher entusiasmada.
- Eu conseguiria atravessar levando um carrinho de mão?
- Tenho certeza que sim! (Obviamente que a mulher acreditava).
- A senhora acredita que eu possa levar uma pessoa dentro desse carrinho?
- É claro que eu acredito! Insistiu a mulher.
- Então, (disse o homem) a senhora poderia, por favor, entrar no carrinho?
- De jeito nenhum. O senhor está louco?...

Por esta resposta, observa-se que aquela mulher cria, mas não confiava.
Assim, não basta acreditar que Deus existe, mas também é necessário o compromisso com Ele, e a entrega da vida em suas mãos.
A fé precisa ser mostrada através das obras. Não dependemos de obras para sermos salvos, mas a nossa fé, se existir, vai produzir obras.
Portanto, se temos fé que o Senhor irá prover as nossas necessidades, porque ficamos ansiosos? Será que, quando agimos assim, além de demonstrar uma falta de fé e confiança, não deixamos nosso Deus triste?
Pense nisso!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O tempo certo

Um Pai que muito amava seus filhos, disse :
- Tudo que vocês me pedirem e eu tiver condições lhes darei.
Os dias passaram, o mais novo vendo seus amigos jogarem futebol, pediu ao pai uma bola, poucos dias depois, o pai lhe dava o presente tão desejado.
O mais velho vendo alguns de seus amigos de mais condição usando um relógio, um dia pediu um relógio de ouro a seu pai. Os dias se passaram, nada de receber o pedido. Então... ele pensou " nem sempre meu pai atende ao que pedimos " Talvez só algumas vezes ou pedidos pequenos como o do meu irmão. Semanas se passaram... meses se passaram... enfim anos.
O menino que crescera, agora já era um rapaz, não lembrava-se mais do pedido de infância. Um dia o pai chegou como de costume em casa, mas naquela tarde chegou com um embrulho embaixo do braço.
Chamou então o filho e disse:
- Meu filho a muito tempo atrás, você me pediu um relógio de ouro, mas você era muito jovem, talvez poderia perdê-lo ou quem sabe seria roubado, provavelmente nem reconhecesse o grande valor do presente... mas agora, você já pode ter um.
O pai entregou um embrulho com uma caixa e dentro tinha um relógio... de ouro.
Que alegria no coração do filho!!! Ele não se lembrava mais, porém o Pai, nunca havia se esquecido do seu pedido... apenas esperava o momento certo para lhe dar.

Assim, é o nosso Deus, é um Pai amoroso, que houve atentamente cada um dos nossos pedidos, não importa se são grandes ou pequenos... não se esquece de nenhum deles. Quando não nos atende de imediato, é porque está esperando o TEMPO CERTO!!!
Não se canse de esperar... não pense que Deus se esqueceu de você... que se atrasou. Ele nunca chega atrasado, a hora Dele é perfeita, a maneira Dele agir é a mais linda.

Ec 3:11 " Tudo fez Deus formoso, no seu devido tempo..."

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Penas no caminho

Uma mulher começou a espalhar rumores (fazer fofocas) sobre um vizinho.
Em poucos dias, todo o vilarejo já estava sabendo sobre a história e a pessoa em questão ficou profundamente machucada e ofendida.
Mais tarde, a mulher responsável pelos rumores descobriu que o que ela havia dito era completamente falso. Ela ficou arrependida e foi a um sábio perguntar o que ela poderia fazer para reparar o mal que havia feito. O sábio respondeu:
Vá ao mercado, compre uma galinha e mate-a. No caminho de casa, retire todas as penas dela e jogue-as, uma por uma, ao longo da estrada.
Embora surpresa pelo conselho, a mulher fez o que havia sido pedido.
No dia seguinte, procurou o sábio novamente.
E aí! O que faço agora?
O sábio respondeu:
Agora, volte lá e recolha todas as penas que você jogou ontem, e traga-as de volta para mim. Seguindo as recomendações a mulher tomou o mesmo caminho, mas ficou muito decepcionada. Observou que o vento havia levado todas as penas embora. Conseguiu recuperar apenas três penas e assim mesmo depois de horas de busca.
Você vê, disse o sábio, é fácil jogá-las pelo caminho, mas impossível recuperá-las de volta. É assim também com rumores e fofocas. Não leva muito tempo para espalhá-los, mas uma vez feito você nunca irá desfazer completamente o estrago que causou.

Quanta verdade!
A bíblia é bastante clara sobre esse assunto. Eu particularmente já sofri essa violência, e confesso a você, como é difícil amar pessoas dessa índole. Assumem uma postura de cristãos, mas seu caráter é pervertido e sua essência é maligna, porque enganam e são enganados (2 Tm 3.13). Mas graças a Deus que o cetro da impiedade nunca vai prevalecer sobre a sorte dos justos para que os justos não estendam as suas mãos para cometer iniqüidade (Sl 125.3).
Esse exemplo que acabamos de ler jamais devemos segui-lo. Guardemos o nosso coração!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Luminárias Vivas

(Lucas. 11: 36) - Se, pois, todo o teu corpo estiver iluminado, sem ter parte alguma em trevas, será inteiramente luminoso, como quando a candeia te alumia com o seu resplendor.


Um homem e seu filho pequeno estavam caminhando por uma estrada rural em uma noite escura e sem estrelas.

A noite era bem escura, porém o menino notou algo que lhe parecia mais escuro que todas as outras coisas ao redor.

Chegando bem próximo de seu pai, ele apontou para o local em questão e perguntou o que era aquilo.

O pai lhe respondeu: -- Aquilo é uma casa vazia. Uma casa vazia à noite é mais escura do que uma área sem nenhuma casa.

Quão verdadeiro é isto no mundo espiritual!

As luzes de algumas vidas brilham no trajeto dos homens tornando o caminho mais fácil; mas o que muitas outras oferecem para os homens é sombras, intensificando a escuridão em um mundo já bem escuro.

As vidas cheias do Senhor Jesus servem de luminárias para que outros caminhem com segurança e sem tropeços.

Aquelas que ignoram a Deus e se mostram completamente vazias, além de não clarear o ambiente onde vivem, obscurecem o local e servem de pedra de tropeço para muitos que estão ao seu redor.

Os que rejeitam o Salvador deixam de receber o brilho que Ele oferece, têm dificuldades de encontrar o caminho das conquistas almejadas e facilmente se perdem por atalhos desconhecidos.

Os que se alimentam do azeite da graça divina têm a vida iluminada e não somente transitam sem dificuldades pelo caminho da vida e da felicidade como proporcionam a todos que os acompanham, a certeza de que estarão firmes no caminho dos sonhos, das vitórias e da vida eterna com Deus.


Seja uma luz na escuridão!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

O vestido azul

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas. O professor ficou penalizado com a situação da menina. Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?

Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul.

Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.

Quando acabou a semana, o pai falou:

- Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim.

Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.

Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.
A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.

E tudo começou com um vestido azul.

Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.

Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?

Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?

Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.

É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.

Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.



Você acaba de receber um lindo
vestido azul.
Faça a sua parte.

domingo, 19 de abril de 2009

Biscoitos

Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um Aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas resolveu comprar um livro para matar o tempo.Também comprou um pacote de biscoitos. Sentou-se numa poltrona na sala vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.

Ao seu lado sentou-se um homem.

Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou: Mas que "cara de pau". Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse.

A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia reagir.

Restava apenas um biscoito e ela pensou: O que será que o "abusado" vai fazer agora?

Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela. Aquilo a deixou bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao embarque.

Quando sentou, confortavelmente, numa poltrona, no interior do avião, olhou dentro da bolsa, e para sua surpresa, o pacote de biscoito estava ainda intacto. Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas.

O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, enquanto que ela tinha ficado muito transtornada,pensando estar dividindo os dela.

Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência disto?

Há quem proceda de forma muito diferente da que nós gostaríamos. Isso tira a nossa calma e nos dá a impressão de que ninguém gosta de nós.

Raciocine claramente!


Antes de concluir observe melhor!



Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa!

sábado, 18 de abril de 2009

O milagre da vida

Como qualquer mãe, quando soube que estava grávida, Cristina fez todo o possível para ajudar o seu filho, Marcos, com três anos de idade, a se preparar para a chegada do bebê. Os exames mostraram que era uma menina. Marcos, todos os dias, cantava perto da barriga de sua mãe.

Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo que ela nascesse.

A gravidez se desenvolveu normalmente. No momento certo vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três, a cada minuto...

Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto demorou horas. Todos discutiam a necessidade de uma provável cesariana. Depois de muito tempo, a irmãzinha de Marcos nasceu.

Só que ela estava muito mal.

Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI de outro hospital. Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais:

- Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças de vida.

Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. Hoje, os planos eram outros. Marcos todos os dias pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.

- Eu quero cantar para ela, dizia.

O bebê já estava há uma semana na UTI, e ninguém esperava que sobrevivesse. Marcos continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI. Cristina decidiu. Ela levaria Marcos ao hospital, de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse naquele dia, talvez nunca mais a visse. Cristina vestiu Marcos com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e foram para o hospital. A enfermeira percebeu a trama e não permitiu que ele entrasse. Cristina insistiu:
- Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!

Desobedecendo a enfermeira, ela levou Marcos até a incubadora. Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida. Depois de alguns segundos, olhando-a, começou a cantar:

"- Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..."(Sunshine)

Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a se estabilizar. Cristina encorajou Marcos a continuar cantando.

"- Você não sabe, querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol embora!.."

Enquanto Marcos cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave.

- Continue, querido! Pediu Cristina, emocionada.

"- Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços..."

O bebê começou a se mover.

- Cante mais um pouco, Marcos!

A enfermeira começou a chorar de emoção.

"- Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro... Por favor, não leve o meu sol embora!.."

No dia seguinte a irmã de Marcos já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.

Nunca abandone aquele que você ama.

O amor é incrivelmente poderoso.

Ame, acima de qualquer coisa.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Nossos lobos

Um velho avô disse ao neto, que veio a ele com raiva de um amigo que lhe havia feito uma injustiça:

- Deixe-me contar uma história. Eu mesmo, algumas vezes, senti grande ódio por aqueles que aprontraram tanto comigo, sem qualquer arrependimento. Todavia, o ódio corrói você, mas não fere seu inimigo. É o mesmo que tomar veneno, desejando que seu inimigo morra. Lutei muitas vezes contra estes sentimentos.

O avô continuou:

- É como se existissem dois lobos dentro de mim. Um deles é bom e não magoa. Ele vive em harmonia com todos ao seu redor e não se ofende quando não se teve intenção de ofender. Ele só lutará quando for certo fazer isto, e da maneira correta. Mas o outro lobo, ah! Este é cheio de raiva. Mesmo as pequeninas coisas o lançam num ataque de ira! Ele briga com todos, o tempo todo, sem qualquer motivo. Ele não pode pensar, porque sua raiva e seu ódio são muito grandes. É uma raiva inútil, pois ela não irá mudar coisa alguma.

E concluiu:

- Algumas vezes é difícil conviver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos tentam dominar meu espírito.

O garoto olhou intensamente nos olhos do avô e perguntou:

- Qual deles vence, vovô?

O avô sorriu e respondeu baixinho:

- Aquele que eu alimento mais!

E você?

Qual dos lobos tem alimentado mais?

É preciso mudar?

Então mãos à obra!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Escolhas

Pedro era um tipo de pessoa que você iria adorar. Ele sempre estava de alto astral, e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava a ele: "como vai você?"
- Melhor que isso, só dois disso!, respondia.
Ele era gerente de uma cadeia de restaurantes, e todos os garçons seguiam seu exemplo. Ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Pedro, prontamente estava lá mostrando ao empregado como olhar pelo lado positivo da situação.
Observando seu estilo, realmente eu ficava curioso. Certo dia, perguntei:
- Eu não acredito! Você não pode ser uma pessoa positiva o tempo todo! Como você consegue?
Ele respondeu:
- Toda manhã acordo e digo a mim mesmo: Pedro, você tem duas escolhas hoje: escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral. Escolho estar de alto astral, claro! A todo momento acontece alguma coisa desagradável; eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso! A todo momento alguém vem reclamar da vida comigo; eu posso escolher aceitar a reclamação, ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa. Eu escolho apontar o lado positivo da vida.
Argumentei:
- Tá certo! Mas não é fácil assim!
- É fácil sim - disse Pedro - A vida é feita de escolhas. Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas irão afetar no seu astral. Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou nervoso. Em suma: escolhe como viverá sua vida!
Eu refleti no que Pedro disse.
Algum tempo depois, perdemos o contato, mas freqüentemente eu pensava nele quando precisava tomar alguma decisão.
Alguns anos depois, ouvir dizer que Pedro havia feito algo que nunca se deve fazer, quando se trata de restaurantes: ele deixou a porta dos fundos aberta e, conseqüentemente, foi rendido por três assaltantes armados, que o obrigaram a abrir o cofre do restaurante.Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão, trêmula, errou a combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram. Por sorte, Pedro foi encontrado rapidamente, e foi levado, às pressas, ao Pronto-Socorro local. Depois de 18 horas de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Pedro foi liberado do hospital, com alguns fragmentos de balas ainda em seu corpo.
Encontrei-me com Pedro 6 meses depois do acidente.
- Como vai você? perguntei.
- Melhor que isso, só dois disso! Quer ver minhas cicatrizes?
Enquanto eu as olhava, perguntei o que se passou pela mente dele, quando os ladrões invadiram o restaurante.
- A primeira coisa que veio à minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos. Quando estava baleado no chão, lembrei que tinha duas escolhas: viver ou morrer. Eu escolhi viver!
- Você não ficou com medo? Você não perdeu os sentidos?
- Os paramédicos foram ótimos. Eles ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que tudo ia ficar bem. Mas, quando eles me levaram de maca para a sala de emergência, e vi as expressões no rosto dos médicos e enfermeiras, fiquei com medo. Nos seus olhos eu lia: " Ele é um homem morto". Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa. Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas. Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa.
- Sim - respondi.
Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente, esperando por minha resposta. Eu respirei fundo e respondi:
- Balas de revolver!
Enquanto eles riam, eu disse:
- Quero viver. Me operem, assim mesmo!
Pedro sobreviveu graças à experiência e habilidade dos médicos, mas também
por causa de sua atitude espetacular.
Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em plenitude, viver por completo. Atitude é tudo.


Faça suas escolhas!

Escolha certo!

Acredite!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Refinados como prata

Havia um grupo de mulheres num estudo bíblico sobre o livro de Malaquias. Quando elas estavam estudando o capítulo três, elas se depararam com o versículo 3 que diz: "Ele assentar-se-á como fundidor e purificador da prata...". Este verso intrigou as mulheres, que se perguntaram incessantemente o que esta afirmação significava quanto ao caráter e natureza de Deus.

Uma das mulheres se ofereceu para tentar descobrir como se realizava o processo de refinamento da prata. Na próxima reunião, ela contaria ao grupo. Naquela semana, a mulher ligou para um ourives e marcou um horário com ele para assistí-lo em seu trabalho.

Enquanto ela o observava, ele mantinha um pedaço de prata no fogo e deixava-o aquecer. Ele explicou que no refinamento, devia-se manter a prata no meio do fogo onde as chamas eram mais quentes, de forma a queimar todas as impurezas. Então, a mulher pensou em Deus mantendo-nos em um lugar muito quente... e, em sua mente, relembrou o verso... "Ele se assenta como um fundidor e purificador da prata".

E, perguntou ao ourives se era verdade que ele tinha que sentar-se em frente ao fogo o tempo todo que a prata estivesse sendo refinada. O homem disse que sim, e que ele não apenas tinha que sentar-se lá segurando a prata, mas também deveria manter seus olhos voltados para ela o tempo que fosse necessário, pois, se a prata fosse deixada, apenas por um momento em demasia nas chamas, ela seria destruída.

A mulher silenciou por um instante. Depois, ela perguntou: "Como você sabe quando a prata está completamente refinada?". E o homem respondeu: "Oh, é fácil! - o processo está pronto quando vejo minha imagem refletida nela".

terça-feira, 14 de abril de 2009

Bolinha de Papel

Quando mais jovem, por causa de meu caráter impulsivo,
tinha raiva e na menor provocação, explodia magoando meus amigos.

Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado.



Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma explosão de raiva, e me entregou uma folha de papel lisa e dizendo: Amasse-a!

Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha.

Agora – voltou a dizer-me, deixe-a como estava antes.

É óbvio que não pude deixa-la como antes. Por mais que tentei, o papel ficou cheio de dobras.

Então, disse-me o professor:

O coração das pessoas é como esse papel... a impressão que neles deixamos será

tão difícil de apagar como esses amassados.

Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente.

Quando sinto vontade de estourar, lembro deste papel amassado.

A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar.

Quando magoamos com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas muitas vezes é tarde demais.

Alguém disse, certa vez:



"Fale quando tuas palavras sejam tão suaves como o silêncio".

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A Verdade

Na Inglaterra havia um homem que, apesar de ter bastante dinheiro, esposa e dois filhos maravilhosos, resolveu um dia sair pelo mundo em busca da verdade.

Conversou sobre isso com a mulher, providenciou para que nada lhe faltasse durante muitos anos, na sua ausência, e saiu pelo mundo.


Andou durante muitos anos perguntando sobre a Verdade, pelos quatro cantos da Terra.


Até que um dia alguém lhe apontou uma montanha e disse:


- Lá em cima tem uma gruta. Dizem que é onde mora a Verdade.


- O homem subiu e encontrou uma velha suja e maltrapilha sentada na entrada da gruta.


- Você é a Verdade? - ele perguntou.


Ela respondeu que sim, numa voz tão cristalina e encantadora, que o homem não teve dúvidas de que estava diante do que procurava.


Resolveu ficar morando por ali, e aprendendo mais sobre a vida e as coisas.

Depois de um ano e um dia, sentiu finalmente saudades de casa, e resolveu voltar.


A Verdade não se opôs. Ao se despedir, o homem perguntou.


- O que eu poderia fazer por você depois de tudo o que fez por mim?


A verdade pensou, pensou, levantou o seu dedinho de velha e respondeu:



- Quando perguntarem sobre mim, diga que eu sou jovem e bonita

domingo, 12 de abril de 2009

Na Horta Certa

Certa vez ouvi uma história contada por um velho amigo que gostava de fazer passeios de barco.

Ele estava em um de seus passeios e ao caminhar pelo navio, viu um dos membros da tripulação escalando as cordas, indo até o "ninho do corvo". Quando estava na metade da escalada, o navio balançou, pendeu para um lado e ele foi jogado ao mar. Quando bateu na água, começou a gritar por ajuda enquanto batia os braços descontroladamente, se esforçando para sobreviver. Meu amigo viu que um marinheiro observava o homem na água de forma calma e tranqüila, sem esboçar nenhuma reação.

Após um curto tempo o homem na água se cansou e começou a afundar.

Imediatamente o marinheiro que observava tranqüilo saltou ao mar e salvou a vítima que se afogava.

Depois que ambos estavam em segurança à bordo, meu amigo foi até o marinheiro que fez o resgate e perguntou,
- Porque você esperou tanto tempo para saltar na água e salvar este homem?

Com a mesma calma, o marinheiro respondeu,
- Eu percebi que o homem lutava muito na água e era grande a possibilidade de ambos morrerem se eu saltasse rapidamente. Há muito tempo eu aprendi que é melhor deixá-lo lutar por algum tempo, e quando chegar ao fim de sua própria força, eu posso saltar na água e salvá-lo com segurança.

Você se sente como o homem que se afogava nesta história? Você caiu de seu lugar cheio de conforto e segurança, e você está lutando por sua sobrevivência? Você gritou pedindo à Deus para vir salvá-lo?
Jamais perca a fé! Deus só está lhe dando a oportunidade de salvar-se por si mesmo. Se suas forças chegarem ao fim, Deus saltará na água e salvá-lo-á!

sábado, 11 de abril de 2009

Palavras ao vento

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem. No tribunal, o homem disse ao juiz:
-Comentários não causam tanto mal...
E o juiz respondeu:
-Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o
papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa.
Amanhã, volte para ouvir a sentença!
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
-Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem O vento deve
tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão! Ao que o juiz respondeu:
-Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um
homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado.
Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Borboleta

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.

Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.


Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.

O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.

O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu!

Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.

O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

"Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar."

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A mão

A mãe pediu aos seus filhos que desenhassem alguma coisa que desejassem receber de presente. Antes de os desenhos serem entregues, ela já tinha certeza do que iria receber: carrinhos elétricos, patinetes, bonecas...

E aconteceu como o previsto.

Entretanto no meio de tantos desenhos, ela encontrou um que era diferente de todos os demais.
- Quem fez isso?

O filho caçula levantou o braço.
- Mas isso é apenas o contorno de uma simples mão!

O menino não respondeu nada.

A mãe aproveitou a ocasião para perguntar aos outros filhos como eles interpretavam aquele desenho
- Acho que é a mão de Deus nos dando comida - disse um deles.

- Um fabricante de brinquedos -- disse outro - Porque tem muitas encomendas de Papai Noel nesta época do ano.

Finalmente, depois de uma séries de respostas, ela se aproximou do menino e perguntou de quem era a mão que desenhara.
- É a sua.

Ela então se lembrou de quantas vezes tinha levado o menino pela mão. Embora fizesse o mesmo com as outras crianças, talvez aquilo significasse muito para ele.
- Nunca tinha pensado que minha mão fosse tão importante - comentou, meio sem graça.

- Por favor faça com que ela continue trabalhando também durante o próximo ano - respondeu o menino, também meio sem jeito. - Eu preciso dela. Quero ter o mesmo presente no Natal do ano que vem.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

O sapo

De acordo com um mito (não sou biólogo para dizer se é verdade), se você colocar um sapo numa panela de água fervendo ele pula fora e salva a própria vida. Mas, se você colocar o sapo numa panela de água fria e for esquentando a água aos poucos, ele não percebe a mudança da temperatura e morre cozido.

Mas porque o sapo não pula quando a água começa a ficar quente? Será que ele não sente que a água esquentou?

Vamos tomar a personalidade dele enquanto a água está esquentando, e verificar o que se passa na cabeça do sapo:

28 Graus - Humm... que água gostosa ...

32 Graus - É ... a água está boazinha ...

36 Graus - Esta água está ficando sem graça, será que está esquentando? Bobagem! Por que a água iria esquentar? Deve ser impressão minha.

38 Graus - Estou ficando com calor ... Que droga de água! Ela nunca foi quente, por que está esquentando?

39 Graus - Essa água é uma porcaria! Melhor nadar um pouco em círculos até a água esfriar de novo.

40 Graus - Esta água é muito quente , humm que ruim! Vou voltar lá para aquele lado que estava mais fresco ou será que é melhor esperar um pouco?

42 Graus - Realmente, esta água está péssima, quente de verdade, tenho que falar com o supervisor das águas. Claro, eu podia pular fora, mas onde será que vou cair? Melhor esperar só mais um pouquinho.

43 Graus - Meu Deus! Será que eu tenho que fazer tudo por aqui? Já reclamei e ninguém toma uma atitude?

44 Graus - Mas este supervisor de águas não faz nada? Será que ninguém nota que a água está super quente? Vou esperar mais um pouco ...

45 Graus - Se ninguém fizer nada eu vou fazer um escândalo ... Aiiiii que calor!

46 Graus - Eu devia ter pulado fora quando eu tive oportunidade, agora é tarde. Estou sem forças.

48 Graus - "sapo morto".

O pensamento do sapo ilustra o processo de mudança no ambiente e como as pessoas reagem. No mundo de hoje em que as mudanças de "temperatura" são tão corriqueiras, quem pensa como o sapo, perde as oportunidades de mudar e crescer.

terça-feira, 7 de abril de 2009

A lição da caveira

Um príncipe, orgulhoso de sua realeza, foi certo dia caçar em lugar montanhoso e afastado. A certa altura de seu caminho, viu um velho eremita, sentado diante de sua gruta, e muito atento a considerar uma caveira que tinha nas mãos.
Indignado por não lhe ter o velho dado a menor atenção, nem sequer levantado os olhos para a luzida companhia de caçadores, o príncipe aproximou-se dele, e disse-lhe, entre rude e zombeteiro:
- Levanta-te quando por ti passa o teu senhor! Que podes ver de tão interessante nessa pobre caveira, que chegas a te abstrair da passagem de um príncipe e tantos poderosos fidalgos?
O eremita, erguendo para ele os olhos mansos, respondeu, em voz singularmente clara e sonora:
- Perdoa, senhor. Eu estava procurando descobrir se esta caveira tinha pertencido a um mendigo ou a um príncipe, mas não consigo distinguir de quem seja. Nestes ossos nada há que me diga se a carne que os revestiu repousou em travesseiros de plumas ou nas pedras das estradas. Eu não saberia dizer se devia levantar-me ou conservar-me sentado diante daquele que em vida foi o dono deste crânio anônimo.
O príncipe, cabeça baixa, prosseguiu o seu caminho, mas a caçada não teve, naquele dia, qualquer encanto para ele. A lição da caveira abatera-lhe o orgulho.
Temos que ser humildes pois viemos do pó e ao pó retornaremos somos iguais perante a Deus.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Uma porta sem fechadura

Um homem havia pintado um lindo quadro. No dia de apresentá-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo.

Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor era muito famoso e um grande artista.

Chegado o momento, tirou-se o pano que cobria o quadro.

Houve caloroso aplauso.

Era uma impressionante figura de Jesus, batendo suavemente à porta de uma casa.

O Cristo parecia vivo.

Com o ouvido junto à porta, Ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.

Houve discursos e elogios, dos que visualizavam a pintura.

Todos admiravam aquela obra de arte.

Porém, um observador mais curioso, achou uma pequena falha no quadro :

A porta tinha sido pintada, mas o pintor havia esquecido de colocar uma simples fechadura.

E foi perguntar ao artista :

- Mas a sua porta não tem fechadura! Como se fará para abri-la ?

- É assim mesmo - respondeu o pintor

- Esta, representa a porta do coração humano.

- Ela só se abre do lado de dentro.

domingo, 5 de abril de 2009

O menino que viu Deus

Havia um menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto encheu sua mochila com pastéis e guaraná, e começou sua caminhada.

Após passar por umas três quadras encontrou um velhinho sentando num banco da praça, olhando os pássaros.

O menino sentou-se junto a ele, abriu sua mochila, e ia tomar um gole de guaraná quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então lhe ofereceu um pastel.

O velhinho, muito agradecido, aceitou e sorriu para o menino. Seu sorriso era tão lindo, que o menino quis vê-lo sorrir de novo. Ofereceu seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu para o menino.

O menino estava tão feliz!

Ficaram ali sentados, sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná, pelo resto da tarde, sem dizer nada.

Quando começou a escurecer, o menino resolveu voltar para casa, mas antes de ir deu um grande abraço no velhinho.

O velhinho deu-lhe um enorme sorriso.

Quando o menino entrou em casa, sua mãe, surpresa, perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face:

-O que você fez hoje que te deixou tão feliz?

-Passei a tarde com Deus.Sabe mãe, ele tem o sorriso mais lindo do mundo!

Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso na face, e seu filho perguntou:

-Por onde você esteve, que está tão feliz?

-Comi pasteis e tomei guaraná no parque, com Deus. Você sabe, ele é bem mais jovem do que eu pensava!


Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, um elogio honesto, ou até o menor ato de carinho.

Tudo isso tem o potencial de uma revirada na sua vida!!!

sábado, 4 de abril de 2009

A Ratoeira

Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali.

Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.

Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:

"Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa."

A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:

"Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."

O rato foi até o porco e disse a ele:

"Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira."

"Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."

O rato dirigiu-se então à vaca. Ela disse:

"O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa.

A cobra picou a mulher.

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja.

O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e muitas Pessoas vieram visitá-la.

Muita gente veio vê-la o fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

A Espada Mágica

Existe uma história muito, muito antiga, do tempo dos cavaleiros em brilhantes armaduras, sobre um jovem comum que estava com muito medo de testar sua habilidade com as armas, no torneio local.

Certo dia, seus amigos quiseram pregar-lhe uma peça e lhe deram de presente uma espada, dizendo que tinha um poder mágico muito antigo.

O homem que a empunhasse jamais seria derrotado em combate.

Para surpresa deles, o jovem correu para o torneio e pôs em uso o presente, ganhando todos os embates.

Ninguém jamais vira tanta velocidade e ousadia na espada.

A cada torneio, a notícia de sua maestria se espalhava, e não tardou a ser ovacionado como o primeiro cavaleiro do reino.

Por fim, achando que não faria mal nenhum, um dos seus amigos revelou a brincadeira, confessando que o instrumento não tinha nada de mágico, era só uma espada comum.

Imediatamente o jovem cavaleiro foi dominado pelo terror.

De pé na extremidade da área de combate, as pernas tremeram, a respiração ficou presa na garganta e os dedos perderam a força.

Incapaz de continuar acreditando na espada, ele já não acreditava mais em si mesmo.

E nunca mais competiu.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Plantador de Carvalho

Um jovem viajante explorava terras francesas quando encontrou uma vasta área de terra estéril. Era desoladora. Sombria. Era feia. Era o tipo de lugar de onde você se apressaria em fugir.

Então, repentinamente, o jovem viajante percebeu um velho senhor, curvado no meio daquele vasto deserto. Nas costas o homem levava um saco cheio de sementes. Na mão ele tinha um comprido cano de ferro.

O homem usava o cano de ferro para furar buracos no chão. Então ele retirava uma semente do saco e a colocava no buraco.

Curioso, o jovem perguntou,
- O que o senhor está fazendo em terra tão desoladora?
- Meu jovem, planto sementes de carvalho. Já plantei mais de 100.000 sementes. Talvez apenas um décimo delas crescerá.

O velho homem ainda explicou que sua esposa e único filho tinham morrido e esta era a forma que escolhera para passar seus anos finais.
- Quero fazer algo útil. Ele disse.

O jovem, duvidando da "utilidade" daquele trabalho todo, se despediu e partiu.

Vinte e cinco anos mais tarde, o agora não tão jovem viajante retornou à mesma área desolada. O que viu o surpreendeu. Ele não podia acreditar nos próprios olhos. A terra estava coberta por uma bela floresta. Pássaros cantavam, animais pulavam e flores selvagens perfumavam o ar.

O viajante ficou um bom tempo por ali, sentado e lembrando a desolação que uma vez existiu onde agora havia uma bela floresta de carvalho - Só porque alguém se importou em fazer algo de útil.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Pequeno Grande Feito

Uma missionária navegava de volta para casa quando ouviu um grito no meio da noite, um grito que é o pior de se ouvir no meio do oceano:
- Homem ao mar!

Levantou-se rapidamente de seu leito, acendeu a lâmpada à querosene de sua cabine, e então segurou a lâmpada na janela com esperanças de ver algum sinal de vida nas escuras águas lá fora.

Não conseguindo ver nada, ela pendurou a lâmpada de volta em seu suporte, apagou-a e retornou a seu leito com orações pelo homem perdido no mar.

Na manhã seguinte, para sua surpresa, ela descobriu que o homem tinha sido salvo. Não só isso, mas descobriu que o lampejo de sua lâmpada mostrou àqueles que estavam no convés, a posição do homem perdido, que agarrava-se desesperadamente a uma corda ainda presa ao convés. Ele foi puxado das águas frias no momento exato.

O feito tão pequeno como o fazer brilhar uma lâmpada na altura certa tinham poupado a vida de um homem.

Não é o tamanho do feito que você faz que conta. É o fato de que você faz algo para o bem e não para o mal, e com a confiança de que Deus toma cada feito que nós executamos e os usa para Seus propósitos, em nossa vida e na vida dos outros.