abril acabar acontecer admin afirmo agosto agradecer ah ai ajuda alegria algua alguma alheia almeida ama amar amor ansiedade aonica apegue-se appeared aprenda aprendendo aprender aproveite assunto ata banalizar boas ca cabe caminho capacidade capazes cicatrizes cintia coisas comeasso confianassa coraassapso coragem costas criar cuidado deixa deixar deixe delas depressapso desejo despedida desperte deus devemos dezembro dias dinheiro disposto doaassapso dor ego enfim ensina entapso errado erros escolhas escolher espinho espinhos espiritual esponja estamos estapso esteja estiver estresse existe existem existir fa faassa falando felicidade feliz felizes fev fevereiro ficar filtro fique first fiz flor forassa forte fosse frases frente fundo gente gilson gosta gostaria gratidapso ha heranassa idade importa importante ir iria ja jago jamais janeiro jesus julgamentos julho juliana junho juntas junto juntos la leia lhe liberdade lindas livre lo ma maio maneiras mantra mantras marasso medo melhor melhores mensagens mente mesmo mestre mim morte motivaassapso muda mudar mulheres mundo negatividade ningua nishiyama novembro olha olhar on oraassapso ouassa outubro ouvir pai palavras parede participar passa paz pensa pensamentos perdemos perguntas permanecer pertinvolzes pessoa pessoas pior post postado postagens pra precisa pria prio problemas provavelmente qualquer queira questaues quiser raiva real realmente refletir reflexapso relaassaues relacionamento relacionamentos respostas reze ria rias rio sa saber saiba seja sejam sejamos seletivos sentimento sentimentos sentir sera setembro sexo si simpatia sinais solidapso sozinho sucesso supere tamanho tamba tempo tenha the tipo toma torna total tra tristeza trofa universo utilidade valorizar vamos veja velho veneno verdade verdadeiro vida vive viver vontade vou

terça-feira, 30 de junho de 2009

O rei e o mendigo

Certa vez, um mendigo estava andando com um prato de arroz na mão, quando parou ao seu lado o Rei daquele lugar.


O Rei pediu para o mendigo um pouco do seu arroz.


O mendigo então olhou para o rei e pensou: “Ele pode ter de tudo o quiser” e foi bem mesquinho.


Pegou um único grão de arroz e deu ao Rei.


O Rei, então, fechou o grão dentro da mão do mendigo tocou seu cavalo e foi embora.

Quando o mendigo abriu a mão, levou um susto.


O grão de arroz havia se transformado em uma pepita de ouro.


Neste momento, o mendigo olhou para o prato de arroz e saiu correndo atrás do Rei, dizendo:

-Por favor, Majestade, pare. Eu mudei de idéia, tome mais do meu arroz.

Então o rei disse:

- Não. Você já recebeu tudo aquilo que colocou na vida, de bom grado e de bom coração.

O que se recebe da vida é aquilo que nela se coloca primeiro, nem mais nem menos. É lei.

O que você tem colocado na vida ultimamente?

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A barriga e os membros

Certo dia ocorreu que só a boca e os membros de um corpo trabalhavam enquanto a barriga sozinha recebia toda a comida.

Eles decidiram então fazer uma reunião.

Após longa discussão, resolveram entrar em greve até que a barriga concordasse em realizar uma parte do trabalho.

Durante alguns dias, as mãos se recusaram a pegar alimentos, e a boca se recusou a recebê-los.

Passando algum tempo, no entanto, os membros começaram a se sentir fracos.

As mãos não conseguiam se mexer.

A boca murchou e as pernas nem eram capazes de se sustentar sobre os pés.

Assim, os membros descobriram que a barriga, a seu modo, realizava também uma tarefa importante para o corpo, e que todos deviam trabalhar juntos.

Cada um deles deveria fazer a sua parte para que o corpo pudesse funcionar.

Esteja você onde estiver.

Faça o que você fizer.

Saiba que, em grau de importância,

somos todos iguais!!!

domingo, 28 de junho de 2009

Assembléia dos Ratos

Certa vez um gato fez tal destroço na rataria de uma casa velha que os sobreviventes, sem ânimo de sair das tocas, estavam a ponto de morrer de fome.

Tornando-se muito sério o caso, resolveram unir-se em assembléia para o estudo da questão.

Aguardaram para isso certa noite em que o gato andava aos miados pelo telhado, fazendo sonetos à lua.

- Acredito -disse um deles - que o melhor meio de nos defendermos do gato, é lhe atarmos um chocalho ao pescoço. Assim que ele se aproximar, o chocalho vai denunciá-lo, o que nos dará tempo para escaparmos.


Palmas e bravos saudavam a luminosa idéia.


O projeto foi aprovado com delírio.

Só votou contra um velho rato, que pedindo a palavra, disse:

- Está tudo muito direito. Mas quem vai amarrar o chocalho no pescoço do gato?


O silêncio foi geral.

Um desculpou-se por não saber dar o nó.

Outro, porque não era tolo.

Todos porque não tinham coragem.

E a assembléia dissolveu-se no meio de geral consternação.

Dizer é fácil.
Fazer é que são elas!

sábado, 27 de junho de 2009

Águia ou galinha

Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. A águia comia grãos de milho e ração própria para galinhas, embora fosse a rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:

- Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.

- De fato, disse o camponês, é uma águia. Mas, eu a criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.

- Não - retrucou o naturalista - Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.

- Não, não - insistiu o camponês - virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:

- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra abra suas asas e voe!

A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou:

- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

- Não - tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!

Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas. O camponês sorriu e voltou à carga:

- Eu lhe havia dito. Ela virou galinha!

- Não - respondeu firmemente o naturalista - Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou.

Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.

Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico ?kau-kau? das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. Começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou... Voou... Até confundir-se com o azul do firmamento...

E você?

Tem sido mais águia

ou mais galinha?



Abra suas asas e voe!

A decisão é sua!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A Porta do lado

Entrevista dada pelo médico Dráuzio Varella.

Disse ele:

A gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida, queremos que absolutamente tudo dê certo, e às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.

Dou um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida da gente...

É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na garagem, ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping.

Em vez de simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.

Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor, e de outras, pior.

Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos, mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes.

Será que nada dá errado pra eles?

Dá aos montes.

Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor diferença.

O que não falta neste mundo é gente que se acha o último biscoito do pacote.

Que audácia contrariá-los!

São aqueles que nunca ouviram falar em saídas de emergência:

Fincam o pé, compram briga e não deixam barato.

Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente. O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também.

É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos assim, rapidinho.

Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar barato.

Eu ando deixando de graça...

Pra ser sincero vinte e quatro horas têm sido pouco pra tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda mais tempo ficando mal-humorado.

Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e gente idem. Pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia.

Então eu uso a porta do lado e vou tratar do que é importante de fato.

Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado.

Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, não estrague o seu dia... Use a porta do lado e mantenha a sua harmonia.

Lembre-se, o humor é contagiante, para o bem e para o mal.

Sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria.

A Porta do lado pode ser uma boa entrada ou uma boa saída...

Experimente!

Autoria: Dr. Dráuzio Varel

quinta-feira, 25 de junho de 2009

O marceneiro e as ferramentas

Contam que em uma marcenaria houve uma estranha assembléia.
Foi uma reunião, onde as ferramentas juntaram-se para acertar suas
diferenças.
Um martelo estava exercendo a presidência, mas os
participantes lhe notificaram que teria que renunciar.
A causa?
Fazia demasiado barulho e além do mais passava todo tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso,
dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque o parafuso concordou,mas por sua vez pediu a expulsão da
lixa.
Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais,entrando sempre
em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que sempre
media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.
Nesse momento entrou o marceneiro,juntou todos e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a marcenaria ficou novamente sem ninguém,a assembléia reativou a
discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
- Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos,mas o marceneiro trabalha
com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos.
Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em nossos
pontos fortes.
Então a assembléia entendeu que o martelo era forte,o parafuso unia e dava
força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas e o metro era
preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade e
uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalhar
juntos.
O mesmo ocorre com os seres humanos.
Basta observar e comprovar. Quando uma pessoa busca defeitos em outra,a
situação torna-se tensa e negativa. Ao contrário, quando se busca com
sinceridade os pontos
fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil
encontrar defeitos,
qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades... Isto é para os sábios!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

A moça e o biscoito

Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um Aeroporto.Como ela deveria esperar por muitas horas resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos. Sentou-se numa poltrona na sala vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.

Ao seu lado sentou-se um homem.Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou: "Mas que cara de pau. Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse".

A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: O que será que o abusado vai fazer agora? Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela.

Aquilo a deixou bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao embarque. Quando sentou confortavelmente, numa poltrona, no interior do avião, olhou dentro da bolsa, e, para sua surpresa, o pacote de biscoito estava ainda intacto. Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas.

O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, enquanto que ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo os dela.

Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência disto? Há quem proceda de forma muito diferente da que nós gostaríamos. Isso tira a nossa calma e nos dá a impressão de que ninguém gosta de nós. Raciocine claramente! Antes de concluir, observe melhor!
Talvez as coisas não sejam exatamente como você vê ou pensa!
"Não julgueis pela aparência, mas julgai segundo o reto juízo" - João 7.24.

terça-feira, 23 de junho de 2009

A providência de Deus

Uma senhora muito pobre telefonou para um programa evangélico de rádio pedindo ajuda.
Um bruxo que ouvia o programa, resolveu pregar-lhe uma peça
Telefonou para a rádio e obteve seu endereço. Chamou seus “secretários“ ordenou que fizesse uma compra e levassem para a mulher, com a seguinte orientação:
Quando ela perguntar quem mandou as compras, respondam que foi o diabo que enviou tudo aquilo!
Ao chegar a casa a mulher, os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos na sua prateleira, mas... não perguntou quem lhe havia enviando.
Os “secretários“ do bruxo, sem saber o que deveriam fazer, provocaram a pergunta:
- A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?


A mulher, na maior simplicidade da sua fé, respondeu:
- Não, meu filho.
Não é preciso. Quando Deus manda, ate o diabo obedece!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O Sobrevivente

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido se agarrar a parte dos destroços para poder ficar boiando.

Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada e fora de qualquer rota de navegação. Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva, de animais, e para guardar seus poucos pertences. Novamente agradeceu.

Nos dias seguintes a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia.
No entanto um dia quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Terrivelmente desesperado ele se revoltou.

Gritava chorando:"O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizestes isso comigo?"
Chorou tanto , que adormeceu, profundamente cansado. No dia seguinte bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.

"Viemos resgatá-lo"-disseram.
"Como souberam que eu estava aqui?"-perguntou ele.
"Nós vimos o seu sinal de fumaça!"

É comum sentirmo-nos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.

Lembre-se:
Se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.
Para cada pensamento negativo nosso, Deus tem uma resposta positiva.

domingo, 21 de junho de 2009

Saco de Pregos

Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. Um dia o seu pai lhe deu um saco de pregos e mandou que ele pregasse um prego na porta do seu quarto cada vez que agisse movido pela raiva.

No primeiro dia, o menino pregou cinco. E o seu pai o aconselhou a ser mais calmo.

Nas semanas seguintes ele foi aprendendo a se controlar e o número de pregos diminuiu.

Depois de muitos dias e muitos pregos, finalmente o menino não ficou com raiva nem uma única vez e foi correndo contar para seu pai.
- Então, meu filho, agora que você aprendeu a se controlar, arranque todos os pregos da sua porta.

Depois de arrancá-los, o menino olhou para o pai e disse:
- Puxa, pai, como a porta ficou feia, toda esburacada.
- É meu fiho, é assim mesmo. Quando agimos movidos pela raiva, vamos deixando ferimentos profundos no coração das pessoas. Marcas difíceis de se apagar.

Sejam moderados, mostrando toda a mansidão para com todos os homens.
Tito 3.2

sábado, 20 de junho de 2009

Não acredito em barbeiros

Um homem foi ao barbeiro. E enquanto tinha seus cabelos
cortados conversava com ele. Falava da vida e de Deus.
Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não aguentou e falou:

- Deixa disso, meu caro, Deus não existe!

- Por quê?


- Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis,
passando fome! Olhe em volta e veja quanta tristeza.
É só andar pelas ruas e enxergar!

- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?

- Sim, claro!

O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:

- Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!

- Como?

- Não acredito. Pois se existissem barbeiros, não haveria
pessoas de cabelos e barbas compridas!

- Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem
mudar, viriam até mim!

Ao que o homem respondeu:

- Entendeu agora?

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O urso faminto

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.

Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até à fogueira ardendo em brasas e dela retirou uma panela de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.

Na verdade, era o calor da tina. Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.

O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.

Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.

Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.

O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.


Em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.

Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.

Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.

Solte a panela!!!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Pai, tô com fome

Ricardinho, não agüentou o cheiro bom do pão e falou:

- Pai, tô com fome!!!

O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência...

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente...

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!


Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo...

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua...

Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá...

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada...

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...
Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer...

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho...

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas...

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório...

Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de
pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias...

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho...

Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho...

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando...

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele
chamava-o para ajudar aquela pessoa...

E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres...

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar...

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno...

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista...

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...

Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho:

'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!'

(História verídica)

Se acharem que vale a pena repassem, pois nunca é tarde para começar e sempre é cedo para parar!!!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

A mulher e o gênio

Havia uma mulher corcunda magoada com o mundo, que vivia magoada com seu terrível calombo nas costas.

A mulher andava curvada, rastreando os cantos com seus olhos tristes, mal humorada, até que um dia encontrou um objeto mágico onde há séculos vivia um gênio, que se materializou na sua frente oferecendo-lhe quatros pedidos por sua libertação.

A mulher fez o primeiro:
- Eu queria ter uma casa mais bonita do que a chata da Dona Maria, aquela mulher fofoqueira....

Zás!!! Apareceu-lhe uma casa maravilhosa.

Veio o segundo pedido.
- Eu queria ter um carro muito mais bonito, possante e moderno do que o infeliz do Seu Zé.

Zás!!!! Surgiu em sua frente um carro sensacional.

Assim fez o terceiro pedido:
- Eu queria ter mais jóias do que a Dona Joana, aquela intragável.

Zás!!! Apareceram-lhe jóias maravilhosas.

Foi a vez do quarto e último pedido:
- Agora, gênio, eu quero que você realize meu último pedido: Que suma aquilo que trás as amarguras da minha vida, meu desgosto, meu maior defeito...

E Zás!!!!... de novo.
Sumiu-lhe a língua....

terça-feira, 16 de junho de 2009

O Sapinho

Era uma vez uma corrida de sapinhos!
O objetivo era atingir o alto de uma grande torre.

Havia no local uma multidão assistindo.

Muita gente para vibrar e torcer por eles.

Começou a competição.

Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era:

-Que pena!!! - Esses sapinhos não vão conseguir. Não vão conseguir.

E os sapinhos começaram a desistir.

Mas havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo.

A multidão continuava gritando:

-Que pena!!! Vocês não vão conseguir!

E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um.

Apenas um sapinho é que continuava.

Continuava tranqüilo, embora cada vez mais cansado.

Já no fim da competição, todos desistiram, menos ele.

A curiosidade tomou conta de todos.

Queriam saber o porque de tamanha insistência.

E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram a verdade!



O Sapinho campeão era surdo!


Siga em frente!

Fique surdo

às pessoas

negativas!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O cavalinho

Certa tarde, um homem saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e a outra de quatro anos.

Em determinado momento da caminhada, Helena, a mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando.

O pai respondeu que estava também muito cansado.

Diante da resposta, a garotinha começou a choramingar e fazer "corpo mole".

Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e o entregou a Helena dizendo:

- Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha! Ele irá ajudá-la a seguir em frente.

-A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou em casa antes dos outros.

Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar.

A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude de Helena.

O pai sorriu e respondeu dizendo:

-Assim é a vida minha filha. Às Vezes a gente está física e mentalmente cansado, certo de que é impossível continuar. Mas encontramos então um "cavalinho" qualquer que nos dá ânimo outra vez. Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção...

Assim, quando você se sentir cansado ou desanimado nunca se deixe levar pela preguiça ou o desânimo.

Lembre-se:

Sempre haverá

um cavalinho

para cada momento.

domingo, 14 de junho de 2009

A carroça e as abóboras

Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras.

A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.

Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar.

Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e... Tudo se desarrumava de novo.

Então ele começou a desanimar e pensou:

"Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!".

Enquanto divagava, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras, e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás.

As abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.

Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.

Tudo se ajeita.

Basta continuar

caminhando.

sábado, 13 de junho de 2009

A pequena Gretchen

Há muitos anos, houve uma grande fome na Alemanha, e os pobres sofriam muito.

Um homem rico, que amava crianças, chamou vinte delas e disse:

- Nesta cesta há um pão para cada um de vocês.

- Peguem e voltem todos os dias, até passar esta época de fome.

- Vou lhes dar um pão por dia.

As crianças estavam esfomeadas.

Partiram para cima da cesta e brigaram pelos maiores pães. Nem se lembraram de agradecer ao homem que tivera tanta bondade com elas.

Após alguns minutos de briga e avanço nos pães, todos foram embora correndo, cada um com seu pão, exceto uma menininha chamada Gretchen.

Ela ficou lá sozinha, a pequena distância do homem.

Então, sorrindo, ela pegou o último pão, o menor de todos, e agradeceu de coração.

No dia seguinte, as crianças voltaram e se comportaram pior do que nunca.

Gretchen, que não entrava nos empurrões, ficou só com um pãozinho bem fininho, nem metade do tamanho dos outros.

Porém quando chegou em casa e a mãe foi cortar o pãozinho, caíram de dentro dele seis moedas bem brilhantes de prata.

- Oh, Gretchen! - exclamou a mãe.

- Deve haver algum engano. Esse dinheiro não nos pertence. Corra o mais rápido que puder e devolva-o ao cavalheiro!

E Gretchen correu para devolver, mas, quando deu o recado da mãe, o senhor lhe disse:

- Não foi engano nenhum. Eu mandei colocar as moedas no menor dos pães, para recompensar você.

Cuidado com a ganância!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Escolhas e Escolhas

Você já se perguntou por que havia duas cruzes ao lado de Jesus?

Por que não seis ou dez?

Já se perguntou por que Jesus estava no meio?

Por que não à direita ou à esquerda?

Poderia ser porque as duas cruzes no monte simbolizam um dos maiores
presentes de Deus?

O presente da escolha.

Os dois criminosos têm muita coisa em comum.

Condenados pelo mesmo sistema. Sentenciados à mesma morte.

Cercados pela mesma multidão. Igualmente próximos ao mesmo Jesus.

Na realidade, eles começam a conversa com o mesmo sarcasmo: "E até os
ladrões que foram crucificados com Jesus também o insultavam" (Mateus
27:44, NTLH).

Mas um mudou. "E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares
no teu Reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo
no Paraíso" (Lucas 23: 42, 43).

Pense no ladrão que se arrependeu.

Embora pouco saibamos a seu respeito, sabemos isto: ele cometeu erros em
sua vida.

Escolheu a turma errada, os princípios morais errados, o comportamento
errado.

Mas você acha que a vida dele foi um desperdício?

Ele está passando a eternidade colhendo os frutos de todas as más escolhas
que fez? Não, é justamente o contrário. Ele está se deleitando com o fruto
da boa escolha que fez.

No final, todas as suas más escolhas foram redimidas por uma boa escolha
ímpar (incomum)

Você já fez algumas escolhas ruins na vida, não fez? Você olha para trás e
diz: "Se ao menos... se ao menos eu pudesse compensar aquelas más escolhas."

Você pode.

Uma boa escolha para a eternidade compensa mil escolhas ruins na terra.

A escolha é sua.

Somos livres para fazer escolhas, mas somos prisioneiros das conseqüências
destas escolhas.

por Max Lucato

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Doces Apimentados

Nasrudin visita a Índia

O célebre e contraditório personagem sufi Mulla Nasrudin visitou a Índia.

Chegou a Calcutá e começou a passear por uma de suas movimentadas ruas.

De repente viu um homem que estava vendendo o que Nasrudin acreditou que eram doces, ainda que na realidade fossem chiles apimentados.

Nasrudin era muito guloso e comprou uma grande quantidade dos supostos doces, dispondo-se a se dar um grande banquete.

Ele estava muito contente, se sentou em um parque e começou a comer chiles a dentadas.

Logo que mordeu o primeiro dos chiles sentiu fogo no paladar.

Eram tão apimentados aqueles doces que ficou com a ponta do nariz vermelha e começou a soltar lágrimas até os pés.

Não obstante, Nasrudin continuava levando os chiles à boca sem parar.

Espirrava, chorava, fazia caretas de mal estar, mas seguia devorando os chiles.

Assombrado, um passante se aproximou e disse-lhe:

- Amigo, não sabe que os chiles só se comem em pequenas quantidades?

Quase sem poder falar, Nasrudin comentou:

- Bom homem, creia-me, eu pensava que estava comprando doces.

Mas Nasrudin seguia comendo chiles.

O passante disse:

- Bom, está bem, mas agora você já sabe que não são doces. Por que continua comendo?

Entre tosses e soluços, Nasrudin disse:

- Já que investi neles meu dinheiro, não vou jogá-los fora.



Não seja como Nasrudin.

Toma o melhor para Sua evolução interior e joga fora o desnecessário ou pernicioso, mesmo que tenha investido muito dinheiro ou tempo neles.

Desista daquilo que faz mal a você!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

11 regras de Bill Gates

  1. A vida não é fácil — acostume-se com isso;
  2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo;
  3. Você não ganhará R$ 20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone;
  4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você;
  5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade;
  6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles;
  7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora.
    Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto;
  8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!
  9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período;
  10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar;
  11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

O ferreiro

Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu
entregar sua alma a DEUS. Durante muitos anos trabalhou com afinco,
praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar
certo na sua vida. Muito pelo contrário: Seus problemas e dívidas
acumulavam-se cada vez mais.
Uma bela tarde, um amigo que o visitara, e que se compadecia de sua
situação difícil, comentou:
-É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um
homem temente a DEUS, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer
a sua fé, mas apesar de toda sua crença no mundo espiritual, nada tem
melhorado.
O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas
vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.
Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e
terminou encontrando a explicação que procurava. Eis o que disse o
ferreiro:
-Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transforma-lo
em espadas. Você sabe como isso é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço
num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer
piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça
adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a
oficina inteira enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e
grita por causa da súbita mudança de temperatura.
O ferreiro deu uma longa pausa, e continuou:
As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue agüentar esse
tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enche-lo de
rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lamina de espada.
Então eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na
entrada de minha oficina.
Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
-Sei que DEUS está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as
marteladas que a vida me dá, e as vezes sinto-me tão frio e insensível como
a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é:
"Meu DEUS, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o SENHOR
espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser -
Mas Jamais me coloque no monte de ferro velho das almas.

(Lynell Waterman)

O ferreiro

Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu
entregar sua alma a DEUS. Durante muitos anos trabalhou com afinco,
praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar
certo na sua vida. Muito pelo contrário: Seus problemas e dívidas
acumulavam-se cada vez mais.
Uma bela tarde, um amigo que o visitara, e que se compadecia de sua
situação difícil, comentou:
-É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um
homem temente a DEUS, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer
a sua fé, mas apesar de toda sua crença no mundo espiritual, nada tem
melhorado.
O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas
vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.
Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e
terminou encontrando a explicação que procurava. Eis o que disse o
ferreiro:
-Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transforma-lo
em espadas. Você sabe como isso é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço
num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer
piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça
adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a
oficina inteira enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e
grita por causa da súbita mudança de temperatura.
O ferreiro deu uma longa pausa, e continuou:
As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue agüentar esse
tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enche-lo de
rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lamina de espada.
Então eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na
entrada de minha oficina.
Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
-Sei que DEUS está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as
marteladas que a vida me dá, e as vezes sinto-me tão frio e insensível como
a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é:
"Meu DEUS, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o SENHOR
espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser -
Mas Jamais me coloque no monte de ferro velho das almas.

(Lynell Waterman)

domingo, 7 de junho de 2009

O eco e a vida

Um filho e seu pai caminhavam pelas montanhas.
De repente seu filho cai, machuca e grita:
- Aaaii !!
Para sua surpresa escuta a voz se repetir,
em algum lugar da montanha:
- Aaaii !!
Curioso, pergunta:
- Quem é você ??
Recebe como resposta:
- Quem é você ??
Contrariado, grita:
- Seu covarde !!
Escuta como resposta:
- Seu covarde !!
Olha para o pai e pergunta aflito:
- O que é isso ?
O pai sorri e fala:
- Meu filho preste atenção.
Então o pai grita em direção a montanha:
- Eu admiro você !
A voz responde:
- Eu admiro você !
De novo o homem grita:
- Você é um campeão !
A voz responde:
- Você é um campeão !
O menino fica espantado, não entende.

Então o pai explica:
- As pessoas chamam isso de ECO, mas na verdade
isso é a vida. Ela lhe dá de volta tudo o que
você diz ou faz. Nossa vida é simplesmente o
reflexo de nossas ações.
Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor
no seu coração. Se você quer mais competência da
sua equipe, desenvolva a sua competência.
O mundo é somente a prova da nossa capacidade.
Tanto no plano pessoal quanto no profissional,
a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.

Sua vida não é uma COINCIDÊNCIA,
é CONSEQUÊNCIA de você.

A verdade

Conta-se que por volta do ano 250 a.c., na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.
Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.
No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração e indagou, incrédula:
- Minha filha, o que você fará lá?
Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte.
Tire esta idéia insensata da cabeça.
Eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu:
- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca.
Eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar, pelo menos, alguns momentos perto do príncipe. Isto já me torna feliz.
À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:
- Darei a cada uma de vocês uma semente.
Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizavam muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos, etc...
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisaria se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.
Dia após dia, ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação, a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias, retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada, além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada, estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.
Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena. Finalmente, chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção.
Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações.

Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.
Então, calmamente, o príncipe esclareceu:
- Esta foi a única que cultivou a flor, que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.
A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor.

João 8:32 "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."

João 14:1 "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também. E vós sabeis o caminho para onde eu vou. Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; como saber o caminho? Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto."


Acreditar em Cristo, acreditar na mensagem, acreditar na Bíblia.
Muitas vezes em todas as nossas decisões, escolhas, caminhos que seguimos é difícil termos a certeza de que escolhemos o caminho certo, imagine fazer estas escolhas sem acreditarmos na veracidade de tudo que nos é apresentado, de tudo que temos que decidir, das nossas opções, Deus está presente em nossa vida, sabe o que temos que fazer, e nos podemos pedir a ele tudo que queremos, ele nos ouve e ajuda a tomar decisões.

sábado, 6 de junho de 2009

Gansos

Quando se vê gansos voando em formação "V", pode-se ficar curioso quanto às razões
pelas quais eles escolhem voar desta forma. A seguir algumas descobertas feitas
pelos cientistas:

FATO:
À medida que cada ave bate suas asas, ela cria uma sustentação para ave seguinte.
Voando em formação "V", o grupo inteiro consegue voar pelo menos 71% a mais do que
se cada ave voasse isoladamente.
VERDADE:
Pessoas que compartilham uma direção comum em senso de equipe chegam ao seu destino
com mais facilidade e rapidez, porque elas se apoiam na confiança das outras.

FATO:
Sempre que um ganso sai de formação ele repentinamente sente a resistência e o
arrosto de tentar voar só e, rapidamente, retoma a formação para tirar vantagem do
poder de sustentação da ave isoladamente à frente.
VERDADE:
Existe força, poder e segurança em grupo, quando viajando na mesma direção com
pessoas que compartilham um objetivo comum.

FATO:
Quando o ganso líder se cansa ele reveza indo para a traseira do "V", enquanto
outro ganso assume a ponta.
VERDADE:
É vantajoso o revezamento quando se necessita fazer trabalho árduo.

FATO:
Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente a manterem o ritmo e a
velocidade.
VERDADE:
Todos nós necessitamos ser reforçados com apoio ativo e encorajamento.

FATO:
Quando um ganso adoece ou se fere e deixa o grupo, dois outros gansos saem da
formação e o seguem para ajudá-lo e protegê-lo. Eles os acompanham até a solução
do problema e, então, reiniciam a jornada os três juntando-se à outra formação,
até encontrarem a formação original.
VERDADE:
Precisamos ser solidários nas dificuldades.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Copo de água

Um conferencista falava sobre gerenciamento da tensão.

Levantou um copo com água e perguntou à platéia:

- Quanto vocês acham que pesa este copo d''''água?

As respostas variaram entre 20 g e 500 g.

O conferencista, então, comentou:

- Não importa o peso absoluto.

- Depende de quanto tempo vou segurá-lo.

- Se o seguro por um minuto, tudo bem.

- Se o seguro durante uma hora terei dor no braço.

- Se o seguro durante um dia inteiro, terei que chamar uma ambulância para mim.

- O peso é exatamente o mesmo, mas quanto mais tempo passo segurando-o, mais pesado vai ficando.

- Se carregamos nossos pesos o tempo todo, mais cedo ou mais tarde não seremos mais capazes de continuar, pois a carga vai se tornando cada vez mais pesada.

- É preciso largar o copo e descansar um pouco antes de segurá-lo novamente.

- Temos que deixar a carga de lado, periodicamente.

- Isto alivia e nos torna capazes de continuar.

- Portanto, antes de você voltar para casa, deixe o peso do trabalho num canto.
- Não o carregue para casa.

- Você poderá carregá-lo novamente amanhã.

A vida é curta, aproveite-a!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

O Poder de uma Boa Ação

Um dia, quando eu era calouro na escola, vi um garoto de minha sala caminhando para casa depois da aula.

Seu nome era Kyle.
Parecia que ele estava carregando todos os seus livros.

Eu pensei:

'Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa
Sexta-Feira?
Ele deve ser mesmo um C.D.F'!

O meu final de semana estava planejado (festas e um jogo de futebol com meus amigos Sábado à tarde), então dei de ombros e segui o meu caminho.

Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotos correndo em direção a Kyle.

Eles o atropelaram, arrancando todos os livros de seus braços, empurrando-o de forma que ele caiu no chão.

Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama há alguns metros de onde ele estava. Kyle ergueu o rosto e eu vi uma terrível tristeza em seus olhos.


Meu coração penalizou-se! Corri até o colega, enquanto ele engatinhava procurando por seus óculos.

Pude ver uma lágrima em seus olhos. Enquanto eu lhe entregava os óculos, disse: 'Aqueles caras são uns idiotas! Eles realmente deviam arrumar uma vida própria'. Kyle olhou-me nos olhos e disse: 'Hei, obrigado'!

Havia um grande sorriso em sua face. Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão. Eu o ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ele morava.

Por coincidência ele morava perto da minha casa, mas não havíamos nos visto antes, porque ele freqüentava uma escola particular.

Conversamos por todo o caminho de volta para casa e eu carreguei seus livros. Ele se revelou um garoto bem legal.

Perguntei se ele queria jogar futebol no Sábado comigo e meus amigos. Ele disse que sim. Ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Kyle, mais gostava dele.

Meus amigos pensavam da mesma forma.

Chegou a Segunda-Feira e lá estava o Kyle com aquela quantidade imensa de livros outra vez! Eu o parei e disse:

'Diabos, rapaz, você vai ficar realmente musculoso carregando essa pilha de livros assim todos os dias!'.

Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Nos quatro anos seguintes, Kyle e eu nos tornamos mais amigos, mais unidos. Quando estávamos nos formando começamos a pensar em Faculdade.

Kyle decidiu ir para Georgetown e eu para a Duke. Eu sabia que seríamos sempre amigos, que a distância nunca seria problema. Ele seria médico e eu ia tentar uma bolsa escolar no time de futebol. Kyle era o orador oficial de nossa turma. Eu o provocava o tempo todo sobre ele ser um C..D.F.

Ele teve que preparar um discurso de formatura e eu estava super contente por não ser eu quem deveria subir no palanque e discursar.

No dia da Formatura Kyle estava ótimo.

Era um daqueles caras que realmente se encontram durante a escola.
Estava mais encorpado e realmente tinha uma boa aparência, mesmo usando óculos.

Ele saía com mais garotas do que eu e todas as meninas o adoravam!
Às vezes eu até ficava com inveja.

Hoje era um daqueles dias. Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso. Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse: 'Ei, garotão, você vai se sair bem!'

Ele olhou para mim com aquele olhar de gratidão, sorriu e disse:
-'Valeu'!

Quando ele subiu no oratório, limpou a garganta e começou o discurso:

'A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que nos ajudaram durante estes anos duros. Seus pais, professores, irmãos, talvez até um treinador, mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser um amigo para alguém, é o melhor presente que você pode lhes dar.Vou contar-lhes uma história:'

Eu olhei para o meu amigo sem conseguir acreditar enquanto ele contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ele havia planejado se matar naquele final de semana! Contou a todos como havia esvaziado seu armário na escola, para que sua Mãe não tivesse que fazer isso depois que ele morresse e estava levando todas as suas coisas para casa.

Ele olhou diretamente nos meus olhos e deu um pequeno sorriso.

'Felizmente, meu amigo me salvou de fazer algo inominável!' Eu observava o nó na garganta de todos na platéia enquanto aquele rapaz popular e bonito contava a todos sobre aquele seu momento de fraqueza.

Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma gratidão.

Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade do sorriso que ele me deu naquele dia.

Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior.

Deus nos coloca na vida dos outros para que tenhamos um impacto, uns sobre o outro de alguma forma.

PROCURE O BEM NOS OUTROS!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Preferindo caracóis

"Tu me farás conhecer a vereda da vida; na tua presença há
plenitude de alegria; à tua mão direita há delícias
perpetuamente" (Salmos 16:11).


A margem de um rio indiano serve de cenário para esta
fábula. Uma cegonha, ocupava-se em caçar lesmas e caracóis.
Um cisne, naquele momento, pousou bem junto a ela. Encantada
com a sua beleza, a cegonha lhe perguntou: "De onde você
veio?" "Do céu, bem acima das montanhas," respondeu o cisne.
"E é um bom lugar para se viver?" "Oh, é bem mais bonito que
este lugar aqui," foi a resposta. "E existem caracóis lá?"
inquiriu a cegonha. "Na realidade, não," disse o cisne, com
uma expressão de repugnância. "Oh, então eu não tenho
interesse em ir lá," concluiu a cegonha. "Eu estou
procurando por caracóis.


Quanto tempo temos perdido em busca de coisas tolas e
inúteis que nada acrescentam à nossa vida e às nossas metas
de felicidade? Envolvemo-nos com tantas coisas pequenas e
ilusórias que acabamos não notando as coisas grandiosas que
Deus tem colocado ao nosso redor e que tanto gozo poderiam
produzir aos nossos corações.


O mundo é enganador e sedutor. Mostra coisas aparentemente
agradáveis mas que certamente se tornarão amargas e
destruidoras impedindo a consumação de nossos sonhos e o
alcance das bênção tão ansiosamente almejadas.


Deus nos concede muitas oportunidades para que alcemos vôo
em direção aos sonhos que semeamos no coração. Ele abre
portas, ilumina o caminho, perfuma o ambiente e descortina
um imenso horizonte à nossa frente. E por que, muitas vezes,
tudo isso nos passa despercebido? Simplesmente porque
estamos distraídos com as coisas pequenas e vãs deste mundo.


Muitos preferem os prazeres efêmeros do mundo ao regozijo de
um lindo céu. Trocam as bênçãos maravilhosas e eternas do
Senhor por uma alegria que nada durará. Sem se darem conta,
estão preferindo caracóis!

terça-feira, 2 de junho de 2009

A maneira de dizer as coisas

Certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse o seu sonho:
- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho.
- Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente - Gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me tal coisa? Fora daqui!

Chamou os seus guardas e lhe ordenou que lhe dessem cem açoites.
Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saia do palácio, um dos guardas lhe disse admirado:
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque o primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Calor

Durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre
esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram
ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições
do clima hostil.

Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de
se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.

E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se,
enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata,
os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos,
justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital,
questão de vida ou morte.

E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não
suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Doíam muito...

Mas, essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram
a morrer congelados.

Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito,
com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma
certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem ferir,
para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.

Assim suportaram-se, resistindo à longa era glacial.

Sobreviveram...