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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

A Parábola da Rosa

Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou.
Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou,
"Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?"
Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e,
antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.

Assim é com muitas pessoas.
Dentro de cada alma há uma rosa:
as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos,os defeitos.
Nós nos desesperamos,achando que nada de bom pode vir de nosso interior.
Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre.
Nós nunca percebemos o nosso potencial.
Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas;
alguém mais deve mostrá-la a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz
de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor:
olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e
ajuda-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus próprios espinhos.
Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

GRATIDÃO

O homem por detrás do balcão, olhava a rua de forma distraída.
Uma garotinha se aproximava da loja e amassou o narizinho
contra o vidro da vitrina. Os olhos da cor do céu, brilhavam
quando viu determinado objeto. Entrou na loja e pediu para ver
o colar de turquesa azuis.
- É para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito?
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:
- Quanto dinheiro você tem?
Sem hesitar ela tirou do bolso da saia um lenço todo
amarradinho e foi desfazendo os nós.
Colocou-o sobre o balcão,
e feliz disse:
- Isto dá, não dá?
Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.
- Sabe, continuou. Eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. É aniversário dela e tenho certeza que ela
ficará feliz com o colar que é da cor dos seus olhos.
O homem, foi para o interior da loja. Colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com um fita verde.
- Tome! Disse para a garota. Leve com cuidado.Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo.
Ainda não acabara
o dia, quando uma linda
jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou à loja.
Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho
.

desfeito e indagou:
- Este colar foi comprado aqui?
- Sim senhora.
- E quanto custou?
- Ah! Falou o dono da loja. O preço de qualquer produto da minha loja é sempre
um assunto confidencial entre o vendedor e o freguês.
A moça continuou:
- Mas minha irmã somente tinha algumas moedas.
O colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagá-lo.
O homem, tomou o estojo, refez o embrulho com extremo
carinho, colocou a fita e o devolveu à jovem.
- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar.
Ela deu tudo que tinha!
O silêncio encheu a pequena loja, e duas lágrimas rolaram pelas faces jovens.
Enquanto suas mão tomava o embrulho ela retornava ao lar emocionada.
Verdadeira doação, é dar-se por inteiro sem restrições.
Gratidão de quem ama não coloca limites para os gestos de ternura.
E a gratidão, é sempre a manifestação de Deus
para com pessoas que tem riqueza de emoções e altruísmo.
Sê sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento de ninguém.
Gratidão como Amor é também dever que não apenas aquece quem recebe,
como reconforta quem oferece.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Lição

O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta:
"Cachorrinhos à venda".
Esse tipo de anúncio sempre atrai as crianças, e logo um menininho apareceu na loja perguntando:
_"Qual é o preço dos cachorrinhos?"
O dono respondeu:
_"Entre R$ 30,00 e R$ 50,00".
O menininho colocou a mão em seu bolso
e tirou umas moedas:
"Só tenho R$2,37... posso vê-los?".
O homem sorriu e assobiou.

De trás da loja saiu sua cachorra correndo
seguida por cinco cachorrinhos.
Um dos cachorrinhos estava ficando
consideravelmente para trás.
O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.
"O que aconteceu com esse cachorrinho?", perguntou.
O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida.
O menininho se emocionou muito e ! exclamou:
" Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!".

E o homem respondeu:
"Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente".
E o menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse: _"Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo. Agora vou lhe dar meus R$2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 ate que o tenha pago por completo"
O homem respondeu:
_"Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos".

O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:
_" Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de
alguém que o entenda".
O homem estava agora envergonhado e seu! s olhos se encheram de
lágrimas...sorriu e disse:
"Filho, só espero e oro para que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você".

Na vida não importa como és, mas que alguém te aprecie pelo que és, te aceite e te ame incondicionalmente.
Um verdadeiro amigo e aquele que chega quando o resto do mundo já se foi.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

LIÇÃO DE VIDA

Uma senhora idosa, elegante, bem vestida e penteada,

estava de mudança para uma casa de repouso pois o marido com quem vivera 70 anos, havia morrido e ela ficara só...

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas,

ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.

A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela.

- Ah, eu adoro essas cortinas - disse ela com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.

- Mas a senhora ainda nem viu seu quarto...

- Nem preciso ver - respondeu ela.

- Felicidade é algo que você decide por princípio.

- E eu já decidi que vou adorar!

É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.

Sabe, eu tenho duas escolhas:

Posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...

ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.

Cada dia é um presente.

E enquanto meus olhos abrirem, vou focaliza-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida.

A velhice é como uma conta bancária:
Você só retira daquilo que você guardou.
Portanto, lhe conselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua Conta de Lembranças.

E como você vê, eu ainda continuo depositando.

Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita.

Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.
Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.
3. Curta coisas simples.

4. Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.

5. Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver.

6. Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais , lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.

7. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a.

Se está abaixo desse nível, peça ajuda.

8. Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades.

E LEMBRE-SE SEMPRE QUE:

A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego ...

de tanto rir ...

de surpresa ...

de êxtase ...

de felicidade!

domingo, 27 de dezembro de 2009

A COR DA SAUDADE

Era uma vez uma menina que tinha um pássaro encantado.
Ele era encantado por duas razões:
Não vivia em gaiolas, vivia solto,
Vinha quando queria, quando sentia saudades...
E sempre que voltava, suas penas tinham cores diferentes,
As cores dos lugares por onde tinha voado.

Certa vez voltou com penas
Imaculadamente brancas, e contou histórias de montanhas
cobertas de neve.
Outra vez, suas penas estavam vermelhas, e contou histórias de desertos incendiados Pelo sol.

Era grande a felicidade quando eles Estavam juntos.
Mas, sempre chegava a hora do pássaro Partir...
A menina chorava e implorava:
- Por favor, não vá.
Terei saudades, vou chorar.

- Eu também terei saudades - dizia o Pássaro - mas vou lhe contar um segredo! Eu só sou encantado por causa da Saudade. É ela que faz com que minhas Penas fiquem bonitas...
Senão você deixará de me amar.
E partiu.

A menina, sozinha, chorava.
Uma certa noite ela teve uma idéia: e se o Pássaro não partir?
Seremos felizes para sempre! Para ele Ficar, basta que eu o prenda numa gaiola.
E assim fez.

A menina comprou uma gaiola de prata,
A mais linda que ela encontrou.
Quando o pássaro voltou, eles se Abraçaram, ele contou histórias e Adormeceu.
A menina aproveitou o seu sono e o Engaiolou.
Quando o pássaro acordou deu um grito
De dor.
- Ah ! O que você fez? Quebrou o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me Esquecerei das histórias.
Sem a saudade, o amor irá embora...

A menina não acreditou...
Achou que ele se acostumaria.
Mas, não foi isso o que aconteceu.
Caíram as plumas e as penas Transformaram-se em um cinzento triste.
Não era mais aquele o pássaro que ela Tanto amava...
Até que ela não mais agüentou e abriu a Porta da gaiola.
- Pode ir, pássaro -
Volte quando você quiser...
- Obrigado - disse o pássaro - irei e voltarei Quando ficar encantado de novo.
Você sabe, ficarei encantado de novo Quando a saudade voltar dentro de mim
E dentro de você.

Quantas vezes aprisionamos a quem Amamos, pensando que estamos fazendo o melhor?
Pense. Deixar livre é uma forma singela
de ver, ter...
Direcione o seu amor não para a prisão e sim para a conquista, sempre.

sábado, 26 de dezembro de 2009

O URSO FAMINTO

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto.
E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Solte a panela!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

A RIQUEZA VERDADEIRA

Um dia um homem que acreditava na vida após a morte, e que valorizava o ser mais que o ter, hospedou-se na casa de um materialista convicto, em bela mansão de uma cidade européia.
Depois da ceia, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de artes e começou a enaltecer os bens materiais que possuía, de maneira soberba.


Falou que o homem vale pelo que possui, pelo patrimônio que consegue acumular durante sua vida na Terra.
Exibiu escrituras de propriedades as mais variadas, jóias, títulos, valores diversos.
Depois de ouvir e observar tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da Terra não nos pertencem de fato, e que mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los.

Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, sempre passageiras.
No entanto, o materialista falou com arrogância que era o verdadeiro dono de tudo aquilo e que não havia ninguém no mundo capaz de provar que todos aqueles bens não lhe pertenciam.

Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo:
- Já que é assim, voltaremos a falar do assunto daqui a cinqüenta anos, está bem?
- Ora, disse o dono da casa, daqui a cinqüenta anos nós já estaremos mortos, pois ambos já temos mais de sessenta e cinco anos de idade!

O hóspede respondeu prontamente:
- É por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então você entenderá que tudo isso passou pelas suas mãos mas, na verdade, nada disso lhe pertence de fato.
Chegará um dia em que você terá que deixar todas as posses materiais e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são as virtudes do espírito imortal.
E só então você poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não.

O homem materialista ficou contemplando as obras de arte ostentadas nas paredes de sua galeria, e uma sombra de dúvida pairou sobre seu olhar, antes tão seguro.
E uma voz silenciosa, íntima, lhe perguntava:
- Que diferença fará, daqui a cem anos, se você morou em uma mansão ou num casebre?
- Se comprou roupas em lojas sofisticadas ou num bazar beneficente?
- Se bebeu em taças de cristal ou numa concha de barro?
- Se comeu em pratos finos ou numa simples marmita?
- Se pisou em tapetes caros ou sobre o chão batido?
- Se teve grande reserva financeira ou viveu com um salário mínimo?
- Que diferença isso fará daqui a cem anos?
Absolutamente nenhuma !

No entanto, o que você fizer do seu tempo na Terra, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a cem anos, mas por toda a eternidade.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

"COMO ME ARREPENDO"

Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro, chega em casa todo orgulhoso e chama sua esposa para ver o lindo caminhão que comprara depois de longos e árduos 20 anos de trabalho. Era o primeiro que conseguira comprar
depois de tantos anos de sufoco e estrada.
A partir daquele dia, finalmente, seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de sua casa, encontra seu filhinho de 6 anos
martelando, alegremente, a lataria do reluzente caminhão.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo: e sem hesitar, completamente fora de si martela, impiedosamente, as mãos da criança que se põe a chorar, desesperadamente, sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro corre em socorro, mas pouco pode fazer.
Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido a realidade e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgia o médico, desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resistira bem ao ato cirúrgico
devendo, os pais, aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai.
Papai, me desculpe... Eu só queria consertar seu caminhão,
como você ensinou-me outro dia. Não fique bravo comigo!
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse: que aquilo não tinha mais importância.
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele, e que a lataria do caminhão não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou!
Quer dizer que não está mais bravo comigo?
É claro que não! respondeu o pai, ao que o menino pergunta!
Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?

Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos "sarar" as feridas que deixamos.

Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes,
a fim de evitar que os danos sejam irreversíveis.
Não há nada pior que o arrependimento e a culpa tardia.
Pense nisso!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O SOL E O VENTO....

O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte.
O vento disse:

- Provarei que sou o mais forte.
Vê aquela mulher que vem lá embaixo com um lenço azul no pescoço?
Aposto como posso fazer com que ela tire o lenço mais depressa do que você.

O sol aceitou a aposta e recolheu-se atrás de uma nuvem.

O vento começou a soprar até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava,
mais a mulher segurava o lenço junto a si.

Finalmente, o vento acalmou-se e desistiu de soprar.

Logo após, o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para a mulher.

Imediatamente ela esfregou o rosto e tirou o lenço do pescoço.

O sol disse, então, ao vento:

- Lembre-se disso:

"A gentileza e a amizade são sempre mais fortes que a fúria e a força."

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

A Piscina e a Cruz

Um de meus amigos ia todo dia à noite nadar numa piscina coberta.
Sempre via um homem que lhe chamava atenção.
Ele tinha o costume de correr até a água e molhar somente o dedão do pé.
Depois subia no trampolim mais alto e, com um esplêndido salto, mergulhava na água.
Um dia tomou coragem e perguntou a razão daquele hábito.

O homem sorriu e respondeu:
"Sim, eu tenho um motivo para fazer isso.
Há alguns anos eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; pois, sendo o professor, eu tinha uma chave para entrar no clube.
Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar.
A luz da lua brilhava através do teto de vidro.
Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente.
Eu estava com os braços abertos e minha silhueta formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem."

O professor de natação continuou:
"Nesse momento, pensei na cruz de Cristo e em seu significado.
Eu era cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram à mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue.
Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos,
e nem compreendo por que não pulei na água.

Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água.
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso...
Na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido!!!

Tremi todo e senti um calafrio na espinha.
Se tivesse saltado, seria o meu último salto.
Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.
Fiquei tão agradecido a Deus - que Sua graça me permitiu continuar vivo -
que me ajoelhei na beira da piscina.

Tomei consciência de que não somente a minha vida, mas também a minha alma precisava ser salva.
Para que isso acontecesse, foi necessário outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para nos salvar.
Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a ELE.

E continuou seu relato, emocionado:
"Naquela noite fui salvo duas vezes.
Agora tenho um corpo sadio, porém, o mais importante é que sou eternamente salvo.
Talvez agora você compreenda porque o dedão antes de saltar na água..."

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O CESTO E A ÁGUA

Dizem que isto aconteceu em um mosteiro chinês muito tempo atrás.

Um discípulo chegou para seu mestre e perguntou:

- Mestre, por que devemos ler e decorar a Palavra de Deus se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos esquecendo? Somos obrigados a constantemente decorar de novo o que já esquecemos.

O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo:

- Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.

O discípulo olhou para o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre, mas, mesmo assim, obedeceu. Pegou o cesto, desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir de volta. Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o mestre já não restava nada.

O mestre perguntou-lhe:

- Então, meu filho, o que você aprendeu?

O discípulo olhou para o cesto vazio e disse, jocosamente:

- Aprendi que cesto de junco não segura água.

O mestre ordenou-lhe que repetisse o processo de novo. Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre perguntou-lhe:

- Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?

O discípulo novamente respondeu com sarcasmo:

- Que cesto furado não segura água.

O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa. Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir as escadarias. Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo:

- Então, meu filho, o que você aprendeu?

O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado:

- O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo.

O mestre, por fim, concluiu:

- Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê, o que importa, na verdade, é que no processo a sua mente e a sua vida ficam limpas diante de Deus.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Gentileza

Eu estava correndo e de repente um estranho trombou em mim:

- "Oh, me desculpe por favor", foi a minha reação.

E ele disse:
- "Ah, desculpe-me também, eu simplesmente nem te vi!"

Nós fomos muito educados um com o outro, aquele estranho e eu.
Então, nos despedimos e cada um foi pro seu lado.
Mas em nossa casa, acontecem histórias diferentes.
Como nós tratamos aqueles que amamos...???

Mais tarde naquele dia, eu estava fazendo o jantar e meu filho parou do meu
lado tão em silencio que eu nem percebi. Quando eu me virei, tomei o maior
susto e lhe dei uma bronca.

"Saia do meu caminho filho!"

E eu disse aquilo com certa braveza.
E ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido.
Eu nem imaginava como havia sido rude com ele.
Quando eu fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me
dizendo:

- "Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou!
Mas com seu filho, a criança que você ama, você nem sequer se preocupou com
isso!
Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta.
São flores que ele trouxe pra você.
Ele mesmo as pegou; a cor-de-rosa, a amarela e a azul.
Ele ficou quietinho para não estragar a surpresa e você nem viu as lágrimas
nos olhos dele."

Nesse momento, eu me senti muito pequena.
E agora, o meu coração era quem derramava lágrimas.
Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.

- "Acorde filhinho, acorde. Estas são as flores que você pegou pra mim?"

Ele sorriu,

- "Eu as encontrei embaixo da árvore.
Eu as peguei porque as achei tão bonitas como você!.
Eu sabia que você iria gostar, especialmente da azul"

Eu disse:
- "Filho, eu sinto muito pela maneira como agi hoje.
Eu não devia ter gritado com você daquela maneira."

-"Ah mamãe, não tem problema, eu te amo mesmo assim!!"

- "Filho, eu também te amo. E eu adorei as flores, especialmente a azul."



Você já parou pra pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para qual
trabalhamos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias.

Mas as pessoas que nos amam, a família que deixamos para trás, sentirão
essa perda para o resto de suas vidas.
E nós raramente paramos pra pensar nisso.

Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes que nossa
família, que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do que realmente
estamos perdendo.

Perdemos o tempo de sermos carinhosos, de dizer um "Eu te amo", de dizer um
"Obrigado", de dar um sorriso, ou de dizer o quanto cada pessoa é importante
pra nós.

Ao invés disso, muitas vezes agimos com rudeza, e não percebemos o quanto
isso machuca os nossos queridos.

A família é o nosso maior bem!!

sábado, 19 de dezembro de 2009

FÁBULA

Na selva viviam três leões.

Um dia, o macaco, o representante de todos os animais, convocou a todos para uma tomada de decisão.

"-Todos nós sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma grande dúvida na selva. Existem 3 leões e os 3 são muitos fortes.

Ao qual devemos render obediência? Qual deles deverá ser o nosso Rei?"

Os leões souberam da reunião e comentaram entre si: "-É verdade, a preocupação dos animais tem mito sentido. Uma selva não pode ter 3 reis.

Lutar entre nós, é que não podemos, já que somos muito amigos.

Precisamos saber qual será eleito, mas ...como descobrir?"

Outra vez os animais se reuniram e depois de muito discutir, chegaram a uma decisão, e a comunicaram aos 3 leões:

"-Encontramos uma solução muito simples para o problema e decidimos que vocês 3 vão escalar a Montanha Difícil.

O que chegar primeiro ao topo da montanha será consagrado nosso Rei."

A montanha Difícil era a mais alta de toda a selva. O desafio foi aceito, e todos os animais se reuniram para assistir a grande escalada.

O primeiro leão tentou escalar, mas não conseguiu chegar.

O segundo começou a escalar com toda a garra, mas também foi derrotado.

O terceiro tampouco o conseguiu, e desceu derrotado.

Os animais ficaram impacientes e curiosos. Se os 3 foram derrotados, como elegeriam um Rei?

Nesse momento, uma águia, grande em idade e sabedoria, pediu a palavra:

"-Eu sei quem deve ser o Rei!"

Todos os animais fizeram silêncio e a olharam com grande expectativa.

"-Como?", perguntaram todos.

"-É simples" ...disse a águia...."-Eu estava voando bem perto deles, e quando voltavam derrotados na sua escalada pela Montanha Difícil, escutei o que cada um disse a Montanha."

O primeiro disse: "- Montanha, me venceste!"

O segundo disse: " - Montanha , me venceste!"

O terceiro disse: "- Montanha, me venceste, por enquanto!!!! Mas você, já chegou no seu tamanho final e eu, todavia....ainda estou crescendo."

"- A diferença", completou a águia, "é que o terceiro leão, teve uma atitude de vencedor... quando sentiu a sua derrota naquele momento....mas não desistiu....E quem pensa assim ....sua pessoa é maior que seu problema. Ele é rei de si mesmo ! Está preparado para ser o rei dos demais!"

Os animais aplaudiram entusiasticamente o terceiro leão, que foi coroado o Rei dos Animais.

Moral:

Não tem muita importância o tamanho das dificuldades ou situações que você tenha.

Teus problemas, pelo menos na maior parte das vezes, já chegaram ao nível máximo, mas você não!

Todavia, você está crescendo e você é maior que todos seus problemas juntos.

Todavia, você não chegou ao limite do teu potencial e da tua excelência.

A Montanha das Dificuldades tem um tamanho fixo, limitado.
Todavia você está crescendo....

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Alimentar

Um ancião índio norte-americano, certa vez, descreveu seus conflitos internos da seguinte maneira:

- Dentro de mim há dois cachorros. Um deles é cruel e mau.

O outro é muito bom, e eles estão sempre brigando.

Quando lhe perguntaram qual cachorro ganhava a briga, o ancião parou, refletiu e respondeu:

- Aquele que eu alimento mais freqüentemente ...
(Paulo Coelho)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

RIQUEZA E POBREZA

Um dia um pai de família rica, levou seu filho para o interior com o firme propósito de mostrar quanto as pessoas podem ser pobres.
Eles passaram um dia e uma noite na fazenda de uma família muito pobre.
Quando retornaram da viagem o pai perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
– Muito boa Papai!.
– Você viu como as pessoas podem ser ?
E o que você aprendeu ? – O pai perguntou.
O filho respondeu:
- Eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles tem quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim,
eles tem um riacho que não tem fim.
Nós temos uma varanda coberta
e iluminada com luz,
eles tem as estrelas e a lua .
Nosso quintal vai até o portão de entrada , eles tem uma floresta inteira.
Quando o pequeno garoto estava acabando de responder , seu pai ficou estupefato. O filho acrescentou:
- Obrigado, pai , por me mostrar o quanto pobres nós somos!.

MORAL DA HISTÓRIA:

Tudo o que temos depende da maneira como olhamos para as coisas.
Se temos amor, amigos, saúde bom humor e atitudes positivas para com a vida, temos tudo! Se somos “ pobres de espírito",
não temos nada.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

FORMATURA

Um jovem estava se preparando para sua formatura na Universidade. Há meses ele admirava um carro esporte em uma determinada concessionária, e, sabendo que seu pai poderia comprá-lo, disse-lhe que aquele carro era tudo que queria. Conforme a data da formatura se aproximava, o jovem tentava descobrir indícios de que seu pai tinha comprado o carro.
Finalmente, na manhã da formatura, o pai o chamou em seu escritório particular e lhe disse como estava orgulhoso em ter um filho como ele, o quanto o amava e lhe entregou uma caixa lindamente embrulhada para presente.
Curioso, e tanto decepcionado, o jovem abriu a caixa e encontrou uma BÍBLIA com rica encadernação de couro e seu nome gravado em ouro. Com raiva e gritando disse:
- Com todo o seu dinheiro, você me dá uma BÍBLIA?
E saiu bruscamente de casa.
Passaram-se muitos anos e o jovem transformou-se num bem sucedido homem de negócios.
Tinha bens, uma bonita casa e uma família maravilhosa.
Lembrou-se do pai e concluiu que ele estava muito velho e que talvez devesse ir vê-lo. Não tinha estado com ele desde o dia da formatura.
Enquanto se organizava para viajar, recebeu um telegrama comunicando-lhe que seu pai havia morrido, deixando toda sua herança para ele, seu filho único, e que precisava ir imediatamente até sua antiga casa tomar posse do que lhe havia sido legado.
Quando ele chegou em casa de seu pai, uma tristeza intensa e um grande arrependimento tomaram conta de seu coração.
Ele começou a olhar todos aqueles importantes papeis e viu a BÍBLIA, ainda nova, da mesma maneira que ele havia deixado muitos anos atrás.
Emocionado, com lágrimas nos olhos, abriu a BÍBLIA e começou a virar as páginas. Seu pai havia cuidadosamente sublinhado um versículo: MATEUS 7:11 "Se vós pois sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso pai, que estais no céu, dará bens aos que lho pedirem?"
Enquanto lia estas palavras, uma chave de carro caiu da BÍBLIA. Tinha uma etiqueta com o nome da concessionária, a mesma onde havia o tão desejado carro. Na etiqueta havia a data da formatura e as palavras "Pago a Vista".

"Quantas vezes perdemos as bênçãos de DEUS, só porque elas não estão na embalagem que desejamos?"

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO.

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa.
Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer
alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado.
Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo
comigo.Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão.
Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o
acompanhou, calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele
pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele.
Quero que você jogue todo o carvão do saco na
camisa, até o último pedaço.
Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino
e poucos pedaços acertavam o alvo.

Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.
O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo.
Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou;
mas, olhe só para
você.
O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os
resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;

Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;

Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;

Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;

Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A lógica de Einstein

Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado.Era
uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.De repente, o
gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A
outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando, tirou um dos patins e
começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim,quebrá-
lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao
menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que
tenha conseguido quebrar o
gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local,
comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples: - respondeu o velho.
- Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não
seria capaz.

(Albert Einstein)

domingo, 13 de dezembro de 2009

A flor e a borboleta

Certa vez, um homem pediu a Deus
uma flor... e uma borboleta.
Mas Deus lhe deu um cacto... e uma lagarta.
O homem ficou triste pois não entendeu
o porque do seu pedido vir errado.
Daí pensou : Também, com tanta gente para atender... E resolveu não questionar.
Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido.
Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores.
E a horrível lagarta transformara-se
em uma belíssima borboleta.
Deus sempre age certo.
O Seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado.
Se você pediu a Deus uma coisa
e recebeu outra, confie.
Tenha a certeza de que Ele sempre dá o que
você precisa, no momento certo.
Nem sempre o que você deseja...
é o que você precisa.
Como Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar.
O espinho de hoje... será a flor de amanhã !

sábado, 12 de dezembro de 2009

Dois mares

Na Palestina existem dois mares.
Um é doce, e em suas águas abundam os peixes; prados, bosques e jardins enfeitam suas margens.
As árvores estendem sobre ele seus ramos, e avançam suas raízes sedentas para beber as águas saudáveis.
Em suas praias brincam aos grupos, as crianças como brincavam quando Jesus ali estava.
Ele amava este mar. Contemplando sua prateada superfície, muitas vezes predicou suas parábolas.
E num vale vizinho deu de comer a cinco mil pessoas com cinco pães e alguns peixes.
As cristalinas águas espumantes de um braço do Jordão, que descem saltando dos cerros, formam este mar que ri e que canta sob a caricia do sol.
Os homens edificam suas casas perto dele e os pássaros seus ninhos.
E tudo quanto ali vive é feliz, apenas por estar às suas margens.
O Jordão desemboca ao sul em outro mar.
Ali não há movimento de peixes, nem sussurro de folhas, nem canto de pássaros, nem risos infantis.
Os viajantes evitam esta rota, a menos que a urgência de seus negócios os obrigue a seguí-la.
Uma atmosfera densa paira sobre as águas desse mar que nem o homem, nem a besta, nem a ave bebe jamais.
A que se deve esta enorme diferença entre dois mares vizinhos?
Não se deve ao rio Jordão; tão boa é a água que lança num como no outro.
Também não se deve ao solo que lhes serve de leito, e nem às terras que o circundam.
A diferença se deve a isto:
O mar da Galiléia recebe as águas do rio Jordão, mas não as retém ou as conserva em seu poder.
Para cada gota que entra, sai uma gota.
O dar e receber se cumpre ali em idêntica medida.
O outro mar é avaro e retém com ciúmes o que recebe.
Jamais é tentado por impulso generoso.
Cada gota que ali cai, é gota que ali fica.
O mar da Galiléia dá e vive.
O outro não dá nada. Chama-se Mar Morto.
HÁ DUAS CLASSES DE GENTE NESTE MUNDO...

HÁ DOIS MARES NA PALESTINA...

(Paulo Rogério Petrizi )

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A coisa mais bela

Um célebre pintor, que tinha realizado vários trabalhos de grande beleza, convenceu-se, certo dia, de que ainda lhe faltava pintar a sua obra prima.

Em sua procura por um motivo, numa poeirenta estrada,encontrou um idoso sacerdote que lhe perguntou para onde se dirigia.
Não sei, respondeu o pintor.
Quero pintar a coisa mais bela do mundo. Talvez que o senhor possa me orientar.

É muito simples- disse o sacerdote
- Em qualquer igreja ou crença você achará o que procura.
A fé é a mais bela coisa do mundo.
Prosseguiu viagem o pintor.

Mais tarde, perguntou a uma jovem noiva se sabia qual a coisa mais bela do mundo.
O amor- respondeu ela.
- O amor torna os pobres em ricos, suaviza as lágrimas, faz muito do pouco. Sem amor, não há beleza.

Continuou ainda o pintor a sua procura.

Um soldado exausto cruzou o seu caminho, e quando o pintor lhe fez a mesma pergunta, respondeu:
A Paz é a mais bela coisa do mundo. A guerra a coisa mais feia. Onde você encontrar a paz, fique certo de que encontrará a beleza.

- Fé, Amor e Paz.

Como poderei pintá-las? -pensou tristemente o artista.
Meneando a cabeça desanimado, tomou o rumo de casa.

Ao entrar em sua própria casa, deu com a coisa mais bela do mundo.
Nos olhos dos filhos estava a Fé.
O Amor brilhava no sorriso de sua esposa.
E aqui,em seu lar, havia a Paz de que lhe falara o soldado.
Realizou assim o pintor o quadro
"A coisa mais bela do mundo".
E, terminando-o, chamou-lhe
"LAR".

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

AS 7 VERDADES DO BAMBU

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
Vovô corre aqui! Explica-me como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva… este bambu é tão fraco e continua de pé?
Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.

Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.

Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.

A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.

A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” (e não de eu’s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.

A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.

SEJA COMO O BAMBU... Ele verga mais não quebra...

Pe. Léo

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Preconceito

Ao abrir a gaveta de entregas no trabalho hoje de manhãzinha, encontrei um envelope com meu nome, escrito por uma letra que já me era familiar. Rasguei o envelope com toda ansiedade do mundo, e ao olhar que era uma barra de chocolate da minha marca favorita, logo virei a embalagem para descobrir o recheio. Era de morango! Droga, eu odeio morango! Mas era um presente, e dado por alguém diferente. Como eu iria falar para alguém que tem um brilho que eu desconheço no olhar, que eu adoro dar bom dia, porque sempre me responde com um bom dia, daqueles que deixam o dia realmente bom, que eu odeio morango?! Não ia dar, além de mal educada eu passaria por mal agradecida. E deixar uma barra de chocolates daquela guardada só para não fazer desfeita, é quase um crime. Como ir ao cinema e não dar um bom amasso. E trocar o chocolate seria como trocar uma roupa daquelas que você ganha, que simplesmente não serviu. Tirando o fato de ter que mentir depois, um defeito de caráter que abomino acima de todas as coisas.

A única solução seria provar aquela delicia recheada de morango. O pensamento de odiar morango não saia da minha cabeça. Mas como eu sabia que odiava recheio de morango, sendo que eu nunca comi morango antes, só porque eu acho que eu não gosto? E como alguém aparentemente tão gente boa, poderia ter o mal gosto de me dar um chocolate ruim?

Fiquei paquerando aquele embrulho por horas, racionalizei que sendo a embalagem vermelha, eu teria desejo de comer, e como o desejo exerce uma grande influência em mim... Logo degustei o chocolate, pois não era um digno de ser apenas comido. E só para ficar registrado, sim, eu gostei.

Não precisa dizer que é ridículo, comentar não gostar de algo sem nunca ter provado, conhecido, ou generalizar. Mas eu sempre faço isso, todo mundo faz isso. Você ao ler todo dia as minhas crônicas, faz isso que eu sei.

Mas isso tem nome, ô se tem. Chama preconceito.

Sabe quando alguém bate o carro de uma forma ridícula, e você abaixa o vidro e grita “tinha que ser mulher! O que tá fazendo fora da cozinha Dona Maria?” sem saber o sexo do motorista. É preconceito. Quando você negocia alguma venda importante somente via e-mail e telefone, e na hora de fechar negócio pessoalmente fica pasmo, pois como alguém tão mais novo que você pode ser tão inteligente e estrategista? Preconceito de novo. Quando você é transferido para uma nova unidade, e já começa a reclamar que se não for São Paulo não rola, sem saber como é o cotidiano da nova cidade. Adivinha o que é? Quando você simplesmente não chama aquela pessoa para sair porque pensa que ela é muita coisa pra você, quando quem teria que fazer duas viagens é ela. Também é, você sabe o que. Quando algum japonês te paquera e você pensa logo de cara no tamanho do instrumento dele. É maldade, além de preconceito! É fato, Titanic era o maior navio do mundo e afundou na primeira viagem, isso só comprova que tamanho não é documento.

Quando eu te ligo, e você pensa que sua paz acabou de ir embora. É a mais pura realidade!

Essas situações acontecem a todo momento, e sempre acontecerão de formas diferentes. Você aprende com algumas experiências, e desaprende com outras, muitas vezes repetidas.

Eu pré conceituei aquele publicitário babaca, achando que ele era o homem da minha vida, mas ele não fez ela valer a pena, nem por vinte quatro horas consecutivas. Eu pensei que aquele mocinho de família criado pela vó no interior, fosse devagar para algumas coisas, mas até hoje só de lembrar dele eu sinto um arrepio, que não é de frio. Eu achava que eu tinha uma amiga, mas na verdade ela queria me agarrar no banheiro da Lov.&.

Eu sei que você já está cansado de ler por hoje, porque trabalhou muito, porque é uma pessoa muito seria, que não tem tempo pra nada, e me acha uma maluca. É isso mesmo, estou sendo preconceituosa em relação a você. Mas e daí? Você não liga para o que eu penso.

Bruna Solar

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Despedida

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O HOMEM

Um cientista vivia trancado em seu laboratório, procurando respostas para
os problemas do mundo. Certo dia, seu filho de sete anos invadiu sua sala,
decidido a ajudá-lo. Impaciente, o cientista pediu que o filho fosse
brincar em outro lugar, no entanto, sem sucesso. Então procurou algum
objeto que pudesse entreter a curiosidade do menino, logo encontrando o
mapa-múndi impresso na página de uma revista. Recortou o mapa em vários
pedaços, pegou um rolo de fita adesiva e entregou tudo ao filho, dizendo:
- Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo, todo quebrado,
para consertar. Veja se consegue fazer tudo direitinho.
Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Porém, algumas
horas depois, ouviu a voz do filho:
- Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!
Incrédulo, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que
veria uma mapa sem sentido. Mas, para sua surpresa, o mapa estava
completo, com tudo em seus devidos lugares.
- Você não sabia como era o mundo, meu filho. Como conseguiu?
- Pai , eu não sabia como era o mundo, tentei consertar, mas não consegui.
Mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que, do
outro lado, havia a figura de um homem. Então lembrei disso, virei os
recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando
consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.

domingo, 6 de dezembro de 2009

O OBSTÁCULO

Certo dia, um rei ordenara que se colocasse uma pedra enorme no meio de
uma das estradas de seu reino. Então, o rei se escondera próximo ao local
para ficar observando se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e
simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o
rei, dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas nenhum deles
tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se
aproximar da imensa rocha, ele põe de lado a sua carga e tenta remover a
rocha dali. Após muito esforço e suor, ele finalmente consegue mover a
pedra para fora da estrada.
Então, o camponês volta a pegar sua carga de vegetais, quando nota que
havia uma bolsa no local onde, pouco antes, estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei, que
dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do
caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendemos: todo obstáculo
contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição.

sábado, 5 de dezembro de 2009

PROBLEMAS X METAS

Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras. A cada
solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam
todas desarrumadas. Então ele parava, descia e colocava-as novamente no
lugar. Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e... tudo se
desarrumava de novo.
Então ele começou a ficar desanimado e pensou:
"Jamais vou conseguir terminar minha viagem!
É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras
arrumadas!". Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra
carroça cheia de abóboras, e ele observou que o cocheiro seguia em frente
e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas
organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na
direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça
fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.
Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para olhar os
problemas, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O sábio e a vaquinha

Contam que um velho sábio peregrino estava caminhando com seu discípulo
pelas pradarias da velha China.
Por dias eles caminhavam sem encontrar o menor sinal de civilização,
nenhum rio ou qualquer vegetação de onde pudessem tirar alimentos.
Muito ao longe, tiveram a impressão de avistar um pequena casa e
passaram a seguir naquela direção. Chegaram a uma cabana de madeira,
pararam e calmamente começaram a bater com as palmas das mãos na esperança
de serem atendidos. Logo um velho senhor apareceu. Sua pele era queimada e
muito curtida pelo sol. As mãos pareciam fortes como as mãos de alguém que
preenchia seus dias inteiros com trabalhos pesados. Ao seu lado,
timidamente surgiu um menino que espiava curioso. .
Os visitantes foram convidados a entrar. Lavaram-se em uma bacia com
moderada e limitada quantidade de água. Receberam leite, chá e queijo
enquanto conversavam com a dona da casa que aparecera para servi-los.
Na manhã seguinte, enquanto preparavam-se para a partida, o velho sábio
perguntou: " Há vários dias andamos por estas pradarias. Nada encontramos,
nada vimos. Como podem, vocês, sobreviver por aqui?
Serenamente o ancião explicou. Ali atrás da casa temos uma vaquinha.
Uma vez por semana, ando cerca de dez horas até um pequeno lago de água
empossada da curta época das chuvas. No lombo da vaca consigo trazer
vários galões de água. Com a água, nos lavamos e bebemos. Com o que sobra
regamos a pequena vegetação da qual a vaca se alimenta e uma pequena moita
de chá. Tiramos o leite e ainda aproveitamos para fazer queijo. Desta
maneira montamos nosso dia a dia.
Gratos, os andarilhos despediram-se a seguiram viagem. Passadas algumas
horas o sábio peregrino pára e diz ao seu aprendiz:
"Volte àquela casa, sem ser visto, pegue a vaquinha e traga ela para
cá." Aparentemente desnorteado e questionando pela primeira vez a índole
de seu mestre o jovem obedeceu.
No dia seguinte cruzaram com alguns viajantes a quem o velho presenteou
com a vaca.O seu aprendiz nada compreendeu.
Alguns anos depois o jovem aprendiz tornara-se um peregrino solitário.
No meio de seu caminhar reconheceu a região pela qual, há muitos anos,
passara com seu mestre. Após alguns dias avistou o que pareceu ser uma
pequena vila. Ao chegar lá viu uma venda onde alguns viajantes comiam e
bebiam.
Sentou-se em uma mesa e pediu uma bebida. Entretido com seu lanche
pensou o que teria acontecido com aquela família da qual havia roubado a
vaquinha. Certamente haviam morrido todos sem alimentos e sem água.
Sentiu-se mal com o que fizera e cambaleou com uma rápida tontura. A moça
que servia a mesa aproximou-se rapidamente e perguntou se estava tudo bem.
O peregrino respondeu que sim e disse:
"Apenas me lembrei que neste local vivia uma família muito simpática e
bondosa. Dividiram comigo o pouco que tinham para se alimentar. Penso o
que terá acontecido com eles." A moça sorriu e encaminhou o visitante até
uma bela casa e explicou, aqui é a sede desta fazenda na qual o senhor
está. Por favor, entre e aguarde.
O homem aguardou em uma grande sala até que um senhor veio de uma dos
quartos. Espantado o andarilho reconheceu o senhor que o recebera em sua
pequena casa muitos anos antes. Cumprimentaram-se com alegria e o jovem
perguntou: " O que aconteceu?!" O velho senhor contou a história:
" Logo após a partida de vocês nossa querida vaca desapareceu
misteriosamente. Certos de que não poderíamos viver e buscar água sem ela
começamos a pensar em outras alternativas. Começamos a cavar em vários
locais até que encontramos, a cerca de duzentos metros de nossa casa, uma
nascente subterrânea. Com isto tínhamos água a vontade. Irrigamos a terra
e logo tínhamos muitas moitas de chá. Um mercador passou e ofereceu
sementes de alguns vegetais em troca de um pouco de chá. Aceitamos e
plantamos todos. Os viajantes passaram a saber que aqui tínhamos água e
vinham sempre para cá durante suas jornadas. Trocando alimento e chá por
outras coisas acabamos por montar uma bonita horta, uma estalagem e um
pequeno restaurante. Temos vinte cabeças de gado e toda a minha família
veio da cidade para trabalhar conosco.
O jovem sorriu aliviado. Não apenas tirara de seus ombros o peso por
ter roubado a vaca, mas entendera, enfim, a última grande lição de seu
mestre.
" Quando acreditamos que todos os nossos problemas estão resolvidos
acabamos por nos acomodar. O que nos parece a solução, pode ser o fim de
nosso crescimento ".

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

ADVERSIDADE

Um filho se queixava a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam
difíceis para ele. Ele já não sabia mais o que fazer e queria desistir.
Estava cansado de lutar e combater. Vivia com a impressão de que, quando
um problema era resolvido, um outro surgia.

Um dia, o pai, um "chef", levou-o até a cozinha. Encheu três panelas com
água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo a água das panelas
começou a ferver. Numa delas o pai colocou cenouras, em outra colocou ovos
e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.


O filho deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele
estaria fazendo. Minutos depois, o pai apagou o fogo e retirou as
cenouras, os ovos e o café, colocando-os em recipientes separados.
Virando-se para o filho, perguntou:

- O que você está vendo?

- Cenouras, ovos e café - respondeu o filho.

O pai o trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
Ele obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Em seguida, o pai
pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ele obedeceu e, depois de
retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente,
o pai pediu que o filho tomasse um gole do café. Ele sorriu ao provar seu
aroma delicioso e, enfim, perguntou humildemente ao pai:

- O que isto significa, pai?

O pai explicou-lhe que cada um dos ingredientes havia enfrentado a mesma
adversidade: a água fervendo. Porém, cada um reagira de maneira diferente.
Antes da fervura, a cenoura era rígida e inflexível, enquanto o conteúdo
líquido dos ovos não se sustentava por si mesmo, sendo apenas protegido
pela casca. No entanto, após serem submetidos à fervura da água, a cenoura
tornara-se macia. Já o conteúdo dos ovos tornou-se firme e resistente por
si só. O pó de café, contudo, era incomparável: ele havia transform do a
água fervente em que fora colocado. Concluindo, o pai pergunta ao filho:
- Qual deles é você? Quando a adversidade bate a sua porta, como você
responde? Você é uma cenoura, um ovo ou o pó de café?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

SINAIS DE DEUS

Conta-se que um velho árabe analfabeto orava toda noite com tanto fervor e
com tanto carinho que, certa vez, o rico chefe de uma grande caravana
chamou-o à sua barraca e lhe perguntou:
- Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, se nem ao menos
sabes ler?
O velho respondeu:
- Grande senhor, conheço a existência de nosso Pai celeste pelos sinais
Dele.
- Como assim? - indagou o chefe, admirado.
O servo humilde explicou:
- Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem
a escreveu?
- Pela letra.
- E quando o senhor admira uma jóia, como sabe quem a confeccionou?
- Pela marca do ourives, é claro.
- Quando ouves passos de animais ao redor da tenda, como sabes, depois, se
foi um carneiro, um cavalo, um boi?
- Pelos rastros.
Então, o velho crente convidou-o para sair da barraca e, mostrando-lhe o
céu, onde a lua brilhava cercada por multidões de estrelas, exclamou,
respeitoso:
- Senhor, aqueles sinais lá em cima não podem ser de homens!
Naquele momento, o orgulhoso caravaneiro rendeu-se às evidências e, ali
mesmo na areia, sob a luz prateada do luar, começou a orar também.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

DEUS ESCREVE CERTO POR LINHAS TORTAS...

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e
ter conseguido agarrar-se a parte dos destroços para poder ficar
flutuando.
Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada, longe de
qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente.
Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um
pequeno abrigo para que pudesse proteger-se do sol, da chuva, de animais
e, também, para guardar seus poucos pertences,
e como sempre agradeceu.
Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele
agradecia.
No entanto, um dia, quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o
seu abrigo em chamas,
envolto em altas nuvens de fumaça. Terrivelmente desesperado, ele se
revoltou. Gritava chorando: "O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que
fizeste isso comigo?" Chorou tanto,
que adormeceu profundamente cansado.
No dia seguinte, bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se
aproximava.
-"Viemos resgatá-lo", disseram os tripulantes da embarcação.
-"Como souberam que eu estava aqui?", perguntou ele.
- "Nós vimos o seu sinal de fumaça"!
É comum nos sentirmos desencorajados e até mesmo desesperados quando as
coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor
e sofrimento.
Lembrem-se: se algum dia o seu único abrigo
estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até
você a Graça Divina. Para cada pensamento negativo nosso, Deus tem uma
resposta positiva.
Passe essa mensagem para as pessoas que você conhece e quer bem. Alguém
pode estar precisando...