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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Kiss woman

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Grandes significados

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O poder da visão

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Depoimento Alfredo Aleixo de Freitas, Morte


Alfredo era casado havia 15 anos quando sua esposa resolveu fazer uma cirurgia para redução das mamas. Mesmo achando desnecessário, ele respeitou sua vontade. Alfredo foi chamado no hospital quando os problemas começaram a surgir e descobriu que além da redução de mamas, sua esposa havia se submetido a uma lipoaspiração. As complicações foram tantas que a esposa acabou falecendo. Alfredo se viu desesperado e com duas filhas para cuidar. O ano de 2007 foi um marco para ele, pois além da esposa, perdeu também sua mãe e sua irmã. A ajuda que tanto precisava veio das próprias filhas que na época tinham dois e seis anos. Foram elas quem lhe deram a força e a coragem necessárias para que Alfredo pudesse voltar a sorrir e acreditar na felicidade.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Depoimento Sérgio Kehl, deficiência


Sérgio nasceu no interior do Rio Grande do Sul e foi criado com seus seis irmãos sem nenhuma diferenciação apesar de ter nascido sem a perna direita e com a esquerda deformada abaixo do joelho. A família era bastante humilde, porém rica em valores morais. Sérgio trabalhava na lavoura com seus irmãos e fazia suas atividades de joelhos e se arrastando pelo chão. A deficiência nunca foi um empecilho para ele, que sempre procurou ver o lado bom dos fatos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Depoimento Anderson Azevedo, Drogas


Anderson sempre foi muito tímido. Teve uma infância tranquila, com a família sempre presente apoiando seus passos. Entretanto, aos 11 anos começou a se interessar pelo álcool e pela possibilidade de trabalhar sua timidez através dele. Da bebida logo partiu para a maconha e não parou por aí. A cocaína e os alucinógenos entraram em sua vida com toda a força. Depois de muito desentendimento, divórcio e dívidas, Anderson percebeu que não dava mais para continuar neste caminho. Passou por uma série de tratamentos para conseguir alcançar sua recuperação. Foram vários hospitais, clínicas e ambulatórios. Hoje, os anos longe das drogas servem como exemplo para vários dependentes que são ajudados por ele a largarem o vício.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Depoimento Fabiana Reis, Tetraplegia



Fabiana estava numa fase maravilhosa de sua vida. Grávida de seu segundo filho, tinha acabado realizar o sonho da casa própria e viajava com seu marido e sua filha de volta para Belém, onde moravam, após visitar sua família em São Luiz, MA. Um grave acidente na estrada matou seu marido e sua filha. Ela acordou tetraplégica depois de um mês numa UTI. Seu bebê havia nascido, mas também não resistiu. Fabiana voltou a morar com os pais e teve que reaprender as coisas mais simples da vida. Passou por muitas fases de negação e nem sabia mais por quem chorar. Decidiu reconstruir sua vida. Voltou a estudar, começando pelo inglês e depois o espanhol. Montou também uma biblioteca itinerante e passou a ler para crianças em orfanatos. Além disso, abriu uma loja, se casou novamente e teve um filhinho que juntamente com o pai trouxeram a alegria de volta à sua vida.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Depoimento Ana Lucia, Câncer


Ana Lucia era uma executiva e trabalhava de segunda a segunda. Nunca teve tempo para os filhos, nem para as pessoas queridas durante doze anos de sua vida. Um dia, foi surpreendida por um câncer. Teve que se submeter a uma cirurgia para a retirada do tumor e, logo depois, à quimioterapia. Além disso, teve que passar por outro tratamento doloroso para tratar a Hepatite C. Ana recebeu muito carinho dos filhos e começou a rever seus conceitos. Percebeu que quem estava ao seu lado eram justamente as pessoas que amava e para as quais nunca teve tempo. Ana começou a ganhar forças para seguir em frente. A doença veio como remédio para a vida conturbada que vivia e não como doença

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Depoimento Octaviano Bueno (Taiu), surfe, Tetraplegia



Otaviano Bueno, o Taiu, começou a surfar com onze anos em uma prancha de isopor nas praias do Guarujá e não parou mais. Conquistou prêmios e boas colocações em campeonatos nacionais e internacionais. Acabou se tornando um ícone brasileiro graças a sua performance nas grandes ondas havaianas. Aos 29 anos, Taiu sofreu um grave acidente enquanto surfava no litoral norte de São Paulo e ficou tetraplégico. Sua trajetória de vida é contada por ele no livro “Alma Guerreira”. Taiu não pode mais surfar, mas continua mantendo um laço forte com o esporte como comentarista em campeonatos e através de artigos que escreve para revistas especializadas.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Depoimento Maximiliano Siqueira. Alcoolismo, drogas


Max começou a beber na infância. A bebida era um hábito visto com muita naturalidade dentro de sua família. Aos 12 anos, começou a fumar maconha e logo partiu para experimentar outras drogas. O clima dentro de casa sempre foi de brigas e desentendimentos, chegando a agressões físicas, principalmente entre Max e seu irmão. Max foi se afundando nas drogas e começou a traficar para custear o vício. Um dia foi acordado pela polícia, que acabou levando junto seu irmão, também usuário de drogas. Os dois foram submetidos a um tratamento de desintoxicação. Max queria sair logo da clínica para continuar se drogando, mas logo percebeu o quanto esteve errado e passou se empenhar ao máximo em sua recuperação. Não queria mais o sofrimento de sua família. Ele não só conseguiu ver a importância do tratamento como também decidiu dedicar sua vida a ajudar outros dependentes químicos. Começou pela faculdade de psicologia e depois especializações dentro da área. A família hoje vive em harmonia e Max diz que essa paz não tem preço.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Depoimento Daniela Araujo, Bulimia


Daniela nunca foi muito magra e em casa sempre assistiu à luta de seu pai contra a balança. Quando chegou a adolescência, começou a se preocupar com o peso e a controlar sua alimentação. Não se sentia socialmente ajustada e estava sempre acima do peso em relação às amigas. Por volta dos 11 anos, começou a engordar devido à puberdade e foi aí que surgiu o transtorno alimentar em sua vida: a bulimia. Ao assistir a um filme que retratava o transtorno (a pessoa come e depois induz o vômito), Daniela passou a imitar o que viu. Daniela procurou vários médicos e fez várias dietas sem sucesso. Tomou remédios, usou laxantes, mas nada funcionava e ela continuava se sentindo gorda. O processo a levou a depressão e aos pensamentos voltados para o suicídio. Foi aí que resolveu pedir ajuda a seus pais. Foram 8 anos convivendo com a doença. O estômago ficou debilitado e até hoje tem refluxos. Entre recaídas e depois de vários tratamentos, Daniela está ha 11 anos livre da bulimia. Ela considera o transtorno tão grave que passou a dedicar sua a vida à pesquisas relacionadas à doença, com o objetivo de poder ajudar a outras pessoas com sua experiência e seu conhecimento.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Depoimento Fabiana Rocha, Gripe suina


Alguns dias após o nascimento, a filha de Fabiana contraiu o vírus H1N1, conhecido como gripe suína. O bebê se recuperou rapidamente, mas Fabiana foi internada com a mesma doença e ficou muito debilitada. Foram 36 dias em coma. A gripe desencadeou uma pneumonia nos dois pulmões e Fabiana ficou entre a vida e a morte. Após 56 dias no hospital, teve alta e seu maior sofrimento foi não poder acompanhar os dois primeiros meses de nascimento da sua filha, não poder a amamentá-la. Fabiana teve que reaprender todos os movimentos do corpo, a comer, a andar, a engolir por causa da traqueostomia. Hoje, vive feliz com as suas duas filhas e seu marido e acredita que o sofrimento serviu para unir mais a sua família.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Depoimento Claudia de Oliveira Vianna, Surdez


Cláudia é mãe de Érika, que nasceu prematura e com problemas auditivos. Lutou muito para manter a filha estudando em escolas convencionais, mas o rendimento da menina sempre deixava a desejar. Um dia, resolveu conhecer o INES, Instituto Nacional de Educação de Surdos, e ficou maravilhada com a linguagem dos sinais. Érika passou então a estudar na escola, especialmente desenvolvida para proporcionar o desenvolvimento geral da pessoa surda, e hoje se prepara para o vestibular. Cláudia voltou a estudar e está cursando pedagogia, com o objetivo de se especializar na área voltada para surdos, e poder passar seu conhecimento a outras pessoas.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Depoimento Amanda Aliandra, Perda de memória



Aos 34 anos de idade, Amanda sofreu um grave acidente de carro com um amigo. Teve traumatismo craniano, ficou durante nove dias na UTI e um mês internada no hospital. Quando acordou, Amanda não sabia onde estava, onde morava, quem era a sua família e quem ela era. Havia perdido a memória totalmente. Teve que fazer vários tratamentos para recuperar aos poucos suas lembranças, além de tratar o trauma. Amanda não conseguia mais dirigir, ficar sozinha e nem andar na rua. O acidente desencadeou a síndrome do pânico. O tempo passou e, com muita determinação e luta, Amanda foi recuperando parte da memória. Reaprendeu os nomes dos alimentos, dos objetos e das pessoas. Amanda já retomou várias de suas atividades e, para ajudar, passou a anotar todo o seu dia-a-dia em uma agenda. Dessa forma, consegue não só cumprir com seus compromissos como também saber como anda seu progresso com relação às lembranças.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Olá amigos e amigos.

Estou tão feliz com o sucesso deste blog que acho que seria interessante compartilhar com vocês os livros que gosto e que leio e que me inspiram nesse trabalho aqui no blog...

Leitura é uma coisa que não me falta, sou apaixonado, principalmente livros de auto-ajuda... Não trabalho, nem tampouco fiz faculdade na área de humanas... Pra vocês terem uma idéia faço Ciências Contábeis, mas isso não influi em nada o meu gosto literário...

O primeiro livro que gostaria de indicar é o livro:

"Histórias para Aquecer o Coração"

Este livro é simplismente EMOCIONANTE... São histórias de vida de pessoas que assim como nós tinham problemas e enfrentarem e tiraram uma lição de vida disso. O livro é traduzido, pois o original é em inglês, e retrata a vida de norte-americanos, por isso as vezes as histórias não se encaixam no nosso padrão de vida brasileiro, mas não deixa a desejar no que diz respeito à lição de vida proporcionado. Recomendadíssimo...
Nao sei qual a religião de todos os visitantes, mas hoje vou postar uma linda oração que encontrei na internet e acho que pode ser de grande ajuda a todos independente de religião...


Oração Pela Família

Senhor, concedei a mim e família, a graça de Vos buscar antes de todas as coisas, pois somente assim poderemos viver na unidade.

Vinde com Vosso Espírito sobre meu lar e removei os problemas que em nós existam: males do corpo, da alma, do espírito, do coração.

Que ajamos como se tudo dependesse de nós, mas certos de que somente por Vossa graça poderemos, mesmo em meio a sofrimentos, permanecer na Vossa paz.

Que sejamos profundamente amigos, ajudemo-nos mutuamente a crescer na prática da fé e reavivemos sempre mais o amor que selamos diante de Vós, num compromisso sagrado e para sempre.

Nada mais angustiante para os coraçõezinhos das crianças do que a insegurança diante de um pai e uma mãe, a quem tanto amam, discutindo, ofendendo-se mutuamente.

Dai-nos saber amar profundamente, como amastes e amais Vossa Igreja. Que nos lembremos que o maior presente que nossos filhos podem receber, é o amor que exista entre nós, seus pais.

Vinde, Senhor Jesus, restaurai minha família e as famílias do mundo inteiro.
Amém.

História Marcia Regina, Paixão

Márcia é auxiliar de enfermagem e, enquanto fazia um trabalho voluntário, conheceu Ângelo. Ele morava no cemitério da cidade. Os dois se apaixonaram, mas Márcia não recebeu apoio de sua família e nem dos amigos. Ângelo tinha ido morar na rua após uma tragédia em sua vida: seu irmão se envolveu com sua companheira e, quando percebeu que Ângelo havia descoberto a traição, se matou. Ele não suportou toda a dor e saiu de casa. Sem ter para onde ir, foi morar numa sepultura, no cemitério da cidade. Márcia decidiu lutar por aquele amor. Chegou a juntar suas roupas para ir morar com ele, mas Ângelo não concordou. O namoro continuou mesmo com a falta de apoio e com a discriminação que sofriam. A luta valeu a pena. Ângelo só precisava de um pouco de carinho e compreensão para retomar sua vida que fora tão castigada. Voltou a trabalhar e aos poucos foi conquistando os amigos e a família de Márcia. Hoje estão casados, felizes e prontos para mostrar todo amor que têm um pelo outro a quem ainda duvidar.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

" Derrotado não é a pessoa que luta e perde.
Mas sim a pessoa que perde sem lutar. "

Muito bonita esta frase.

Um amigo psicológo uma vez me falou: "Na vida você tem que quebrar a cara"...

Não é sempre que as coisas darão certo, por isso não adianta sempre fazer tudo planejadinho, tem que quebrar a cara, é aí que você aprenda a nao errar novamente. Sei que não é fácil, mas a receita da felicidade é essa, e se queremos ser realmente felizes temos que nos sobmetermos aos problemas da vida...

Pensem nisso.. Tenham um bom dia.


Depoimento Sandra Duschitz, Transplante



Sandra foi diabética por 16 anos. Apesar dos cuidados constantes e rigorosos com a alimentação e a prática de exercícios, ela vivia caindo na rua, desmaiando no trabalho, na faculdade, tudo por conta da queda repentina de açúcar no sangue. Em 2003, depois de muito sofrimento, teve a oportunidade de fazer um transplante de pâncreas e, dessa forma, se livrou da doença, da dependência à insulina e da restrição alimentar. Passados três anos do transplante, Sandra teve insuficiência renal crônica devido ao desgaste dos rins e ficou três anos fazendo hemodiálise que foram marcados por crises de vômito, anemia e internações causadas por infecções que sempre a levavam de volta ao hospital. Em 2008 teve uma nova oportunidade: uma família possibilitou o transplante renal e assim Sandra voltou a ter uma vida plena. Mesmo nos piores momentos, ela nunca abandonou as esperanças. Sempre encarou suas dificuldades com otimismo, bom humor e é muito grata a todos que a ajudaram em seu difícil caminho.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Depoimento Edilara Lima Pacheco, Lara Dee, Superação


Lara Dee nasceu em Itabuna, na Bahia, e após anos de muita pobreza, sua mãe resolveu tentar a vida em São Paulo. As duas eram analfabetas e viajaram em um caminhão pau-de-arara rumo à cidade grande. Ao chegar em São Paulo, perderam o papel onde estava escrito o endereço da pessoa que iria ajudá-las e acabaram ficando nas ruas, passando fome e frio. Com o tempo acabaram conseguindo ajuda e chegaram ao destino inicial. De lá também conseguiram um emprego, numa casa de família. A nova patroa era uma senhora muito exigente, mas logo percebeu o carinho que Lara Dee destinava aos seus pertences e resolveu ajudá-la. A primeira providência foi encaminhá-la a uma escola. Ela também inscreveu Lara em um concurso que elegeria a mais bela empregada doméstica do Brasil e Lara ganhou. Lara Dee ganhou fama e se tornou dançarina de programas de auditório. Foi mãe-solteira aos 18 anos e tomou para si a responsabilidade de sustentar sua mãe, que nunca acreditou no seu potencial, e seu irmão, que era alcoólatra. Nada veio fácil em sua vida. Lara hoje é presidente de uma entidade que profissionaliza pessoas carentes e se orgulha de sua trajetória, de sua família e de tudo que conseguiu construir mesmo com todas as dificuldades.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Depoimento Hertha Spier, Holocausto



Dona Hertha Spier é uma sobrevivente. Perdeu todos os familiares, eliminados um a um no holocausto. A última a partir foi sua irmã, que morreu em seus braços dentro de um campo de concentração. Por causa dela, abdicou da oportunidade de incorporar a Lista de Schindler para não perdê-la de vista. Foram cinco anos de sofrimento passando por três campos de concentração. No fim da Guerra, era prisioneira de Bergen-Belsen. Com 26 anos, quase sem vida, pesava 28 kg e não tinha nada além de sua integridade. Até hoje leva no braço seu número de prisioneira,”A21646″, tatuado quando esteve confinada em Auschwitz. O número deu título a um livro escrito sobre sua vida, “A Sobrevivente A21646”. Depois da guerra, veio para o Brasil e foi acolhida por amigos. Através deles, conheceu o homem com quem se casou e teve dois filhos, constituindo uma nova família. Dona Hertha sofreu novo baque ao ficar precocemente viúva e tendo que criar sozinha seus dois filhos. Conseguiu formar dois médicos.Dona Hertha, hoje com 91 anos, é bem apegada à vida e totalmente lúcida. Vive em Porto Alegre e desfruta diariamente dos merecidos mimos dos filhos e netos.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Depoimento Marcelo Cunha; tetraplegia


Marcelo estava com amigos em uma cachoeira quando fez um mergulho a pedido de um estranho que queria filmar um salto. O local não era seguro e Marcelo teve uma lesão medular. Ficou consciente o tempo todo e foi ele também quem orientou o grupo com relação ao próprio socorro. Marcelo trabalhava como desenhista gráfico e sua lesão, que foi grave, o deixou tetraplégico e muito deprimido por passar a depender das pessoas até para coçar o rosto. Não tinha mais o movimento das mãos e não podia mais exercer sua profissão. Um dia, teve a sorte de assistir a um programa que mostrava um artista usando a boca para pintar. Na hora, ele percebeu que era o que queria fazer. Procurou informações, ajuda, e começou a pintar. Ele conseguiu desenvolver sua técnica a ponto de hoje ter seu trabalho reconhecido não por ser pintado com a boca, mas por produzir obras de qualidade, ricas em detalhes e com personalidade.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Vamos a frase do dia:

" Invés de desejar tudo, agradeça tudo o que conquistou. "

Como somos mesquinhos, sempre queremos mais. É dificil ver alguém contente com o que já conquistou, geralmente os mais pobres tendem ao comodismo, e os mais abastados sempre querendo mais. Mesmo com a diferença das classes sociais todos tem sonhos.

E os sonhos vem e vão, e o ciclo é vicioso, sempre que realizamos um sonho, idealizamos outro. Que tal criarmos um espaço entre esses sonhos para agradecer e aproveitar tudo o que já foi conquistado? Sempre queremos mais, mas esquecemos de agradecer tudo o que já temos. Pensem nisso

Depoimento Tania Mary Gomez - Cancer de mama


Tania descobriu um nódulo em seu seio enquanto tomava banho. Era um câncer. Quando descobriu, ficou desolada, com medo, mas decidiu que não se entregaria. Passou por toda a dor do tratamento, da quimioterapia. Com ajuda e carinho da família, dos netos, conseguiu vencer a doença e se curar. Hoje ela trabalha em prol das mulheres. Criou o “Chaveiro da vida”, que ajuda a informar sobre os vários estágios do câncer de mama. Com ele, ganhou um prêmio em Varsóvia e hoje continua na luta para que a informação e a prevenção cheguem o mais rápido possível ao maior número de mulheres.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Depoimento Silvia Grecco - cegueira



Silvia tinha muita vontade de adotar uma criança e por isso se inscreveu na Vara da Infância da cidade de Mauá, SP. Em fevereiro de 2007, recebeu um telefonema falando de um bebê que já havia sido rejeitado por 14 casais. Era prematuro e havia nascido com 520 g, aos cinco meses, por um aborto provocado. Foi para a UTI, onde ficou por três meses. Teve várias complicações, mas conseguiu sobreviver. O médico informou que ele poderia ter alguma sequela em virtude da prematuridade. Para Silvia, seu marido Vander e sua filha Márjori, foi amor à primeira vista e a única preocupação era perder aquele bebê que já era amado por todos. A família correu com a parte burocrática e registrou Nickollas. Começaram então os exames médicos e, com os resultados, souberam que o bebê não tinha problemas neurológicos nem cardíacos, mas que era portador de ROP V (Retinopatia da Prematuridade grau V), cegueira total. Nickollas é considerado um presente de Deus e Silvia tem certeza que, apesar da cegueira, ele enxerga, e muito bem com o coração.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Depoimento Humberto Alexandre - Tetraplegia


Aos 30 anos, Humberto sofreu um grave acidente de carro. Não estava usando cinto de segurança e acabou tendo lesões muito graves. Além disso, o socorro foi feito de forma errada e ele ficou paraplégico. Foram 90 dias de internação e um ano e meio de fisioterapia em casa. Humberto ficou desempregado, deprimido e acabou perdendo também seu casamento. Foi uma fase muito ruim, mas Humberto decidiu mudar o rumo de sua vida. Voltou a trabalhar, inicialmente vendendo cachorro-quente. Hoje é empresário e trabalha junto a empresas de grande porte dando treinamento para funcionários que precisam lidar com a diversidade humana. A deficiência serviu para que Humberto fizesse uma grande revisão de valores e hoje tem a certeza de ser uma pessoa melhor e que consegue perceber claramente o que importa na vida.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Depoimento Maria Hamester (Ceiça) - Pastoral da Criança


Maria da Conceição, a Ceiça, foi uma criança que sofreu de maus-tratos. Primeiro por sua mãe biológica e depois por sua mãe adotiva. Passou fome, comeu terra e perambulou pelas ruas, batendo de porta em porta perguntando se alguém gostaria de criar uma menina. Um dia, ela foi acolhida e encaminhada a uma família em São Luis do Maranhão. Lá ela encontrou carinho, estudo e uma família de verdade. Ceiça ainda encontrou muitas dificuldades em sua vida até que se casou e construiu sua família. Em 1988, começou a trabalhar junto à Pastoral da Criança e desde então passou a se dedicar à alimentação saudável e ao aproveitamento integral dos alimentos. Ministra cursos, palestras e já tem até um livro voltado para o tema.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Depoimento Satos Fagundes - cegueira



Santos Fagundes nasceu em uma família humilde de agricultores. Quando estava ainda na escola primária, começou a desenvolver uma doença chamada Retinose Pigmentar. Não estava enxergando bem e seus pais o levaram a um especialista, que diagnosticou a doença e informou que ele ficaria cego. Na época, a escola o afastou alegando não ter estrutura para atender a um aluno deficiente. Fagundes não desanimou. Começou a trabalhar desde cedo e, quando a visão faltava, ele utilizava os outros sentidos para fazer seu trabalho como chapeador de automóveis. Já adulto, aprendeu a ler em braile e desta forma voltou a estudar. Chegou à faculdade e se formou em Ciências Sociais. Hoje trabalha como assessor político e foi um dos coordenadores do Estatuto da Pessoa com Deficiência, levando informação e debatendo a questão da desigualdade em vários estados brasileiros.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Olá amigos e amigos,

Vejam esse depoimento do Antonio Carlos, como a vida é bela, somos surpreendidos por intemperies da vida e achamos que a vida acabou. Nada disso!!! É aí que a vida recomeça, pois aí a pessoa começa a dar valor ao que a vida lhe deu. Geralmente só damos valor as coisas através da dor. Se Deus nos dá uma segundo chance devemos repensar e ver que realmente Deus tem um proposito maior pra nós.

A nós é dado apenas uma oportunidade por isso aproveitemos bem essA DADIVA

Depoimento Antonio Carlos Toninho - Abandono



Marcelo estava com amigos em uma cachoeira quando fez um mergulho a pedido de um estranho que queria filmar um salto. O local não era seguro e Marcelo teve uma lesão medular. Ficou consciente o tempo todo e foi ele também quem orientou o grupo com relação ao próprio socorro. Marcelo trabalhava como desenhista gráfico e sua lesão, que foi grave, o deixou tetraplégico e muito deprimido por passar a depender das pessoas até para coçar o rosto. Não tinha mais o movimento das mãos e não podia mais exercer sua profissão. Um dia, teve a sorte de assistir a um programa que mostrava um artista usando a boca para pintar. Na hora, ele percebeu que era o que queria fazer. Procurou informações, ajuda, e começou a pintar. Ele conseguiu desenvolver sua técnica a ponto de hoje ter seu trabalho reconhecido não por ser pintado com a boca, mas por produzir obras de qualidade, ricas em detalhes e com personalidade.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Depoimento Valéria Gregory - Gravidez



Valéria se casou grávida de uma menina aos 27 anos. A gravidez ia muito bem, até que no sétimo mês Valéria começou a inchar e deixou de sentir sua filha mexer. Além disso, começou a sentir fortes dores. Já estava quase no oitavo mês quando a bolsa estourou e ela teve que fazer uma cesariana para retirar o bebê que havia morrido. Foi desesperador para Valéria, que aguardava sua filha e já estava com todo o enxoval pronto, ter que voltar para casa com uma cirurgia e sem o seu bebê. Cinco meses depois, Valéria engravidou de um menino. Foi uma felicidade completa e, desta vez, Valéria fez tudo com muita cautela, mas contraiu parvovirose e acabou perdendo seu bebê no oitavo mês de gestação. Valéria perdeu seu mundo, entrou em depressão, não queria mais ser mãe. Foram duas cesarianas e duas mortes em muito pouco tempo. As pessoas falavam para ela que Deus não a queria como mãe. Dois anos depois, Valéria e seu marido voltavam para casa quando sofreram um assalto. Ela ficou muito nervosa e passou muito mal. No dia seguinte acordou com muitas cólicas e resolveu ir ao médico. Ela estava grávida de 3 semanas. Para não correr risco, pediu ao médico para não entrar no oitavo mês de gestação e assim nasceu Marcelly, na metade do sétimo mês de gravidez. Hoje está com 2 anos e é a razão da vida de Valéria e Marcelo, seu marido.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Depoimento Rodrigo Bahiense - Meningite



Aos nove meses, Rodrigo conseguiu se curar de uma meningite, mas ficou com sequelas da doença. Por anos, ficou sem poder andar devido a uma lesão motora grave e teve que passar por várias cirurgias. Sua visão também foi afetada, restando somente 40% de uma das vistas.
Rodrigo, com sua visão subnormal e com problemas motores, foi alfabetizado no Instituto Benjamim Constant, que é voltado aos deficientes visuais. Depois, foi para uma escola de crianças especiais devido às dificuldades que seus pais encontraram em conseguir um colégio regular apto a lidar com suas limitações. Passou por muito preconceito. Certa vez, estava no shopping, em sua cadeira de rodas, e havia uma criança chorando em frente a uma loja de brinquedos. Para que o filho parasse de chorar o pai disse: “Se você não ficar quieto vai ficar doente igual àquele garoto”. Isso foi muito difícil para Rodrigo. Na adolescência quase não saía, não tinha namorada e era chamado de “Robocop”. Chorou por muitas vezes, mas nunca desistiu. Formou-se em jornalismo, fez mestrado e tem uma vida normal. Acredita que o amor foi o responsável por suas vitórias.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Depoimento - Maria Celia =Depressão=



Maria Célia teve dificuldade em se recuperar do término de seu casamento de 21 anos. Acabou entrando em depressão. Para piorar, perdeu também algumas pessoas queridas e todo o sofrimento se misturou transformando Maria Célia em uma pessoa completamente sem forças. Com a ajuda e muitos pedidos de seus filhos, ela, aos poucos, com muita determinação, foi recuperando o amor próprio e a confiança em si. Voltou a estudar e entrou para a faculdade. Ela se apoiou no estudo para voltar a viver, dar a volta por cima e não consegue mais ficar ociosa.