abril acabar acontecer admin afirmo agosto agradecer ah ai ajuda alegria algua alguma alheia almeida ama amar amor ansiedade aonica apegue-se appeared aprenda aprendendo aprender aproveite assunto ata banalizar boas ca cabe caminho capacidade capazes cicatrizes cintia coisas comeasso confianassa coraassapso coragem costas criar cuidado deixa deixar deixe delas depressapso desejo despedida desperte deus devemos dezembro dias dinheiro disposto doaassapso dor ego enfim ensina entapso errado erros escolhas escolher espinho espinhos espiritual esponja estamos estapso esteja estiver estresse existe existem existir fa faassa falando felicidade feliz felizes fev fevereiro ficar filtro fique first fiz flor forassa forte fosse frases frente fundo gente gilson gosta gostaria gratidapso ha heranassa idade importa importante ir iria ja jago jamais janeiro jesus julgamentos julho juliana junho juntas junto juntos la leia lhe liberdade lindas livre lo ma maio maneiras mantra mantras marasso medo melhor melhores mensagens mente mesmo mestre mim morte motivaassapso muda mudar mulheres mundo negatividade ningua nishiyama novembro olha olhar on oraassapso ouassa outubro ouvir pai palavras parede participar passa paz pensa pensamentos perdemos perguntas permanecer pertinvolzes pessoa pessoas pior post postado postagens pra precisa pria prio problemas provavelmente qualquer queira questaues quiser raiva real realmente refletir reflexapso relaassaues relacionamento relacionamentos respostas reze ria rias rio sa saber saiba seja sejam sejamos seletivos sentimento sentimentos sentir sera setembro sexo si simpatia sinais solidapso sozinho sucesso supere tamanho tamba tempo tenha the tipo toma torna total tra tristeza trofa universo utilidade valorizar vamos veja velho veneno verdade verdadeiro vida vive viver vontade vou

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Depoimento Cegueira, Marleide Silva

Marleide nasceu em uma família humilde do sertão de Pernambuco. Quando fez 19 anos, resolveu tentar a vida em São Paulo. Conheceu seu ex-marido, casou e engravidou. Tempos depois descobriu que era portadora de uma doença degenerativa que a deixaria cega. Marleide ficou abalada e decidiu que voltaria para o nordeste. Nesse meio tempo, acabou separando-se do marido. Aos 35 anos, perdeu completamente a visão e viu sua vida mudar completamente. Não sabia mais o que fazer até receber um convite de sua irmã, que também é cega e portadora da doença, a morar com ela em Santos, São Paulo. Foi aí que começou uma outra vida: a de atleta. Em Santos teve oportunidade de participar de competições destinadas às pessoas com deficiência. Hoje é bicampeã brasileira de ciclismo, campeã de corrida, pratica triathlon e é muita conhecida no meio dos esportes paraolímpicos.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Depoimento Sergio Olivares, Cancer

Desde pequeno, Sergio foi uma pessoa saudável que praticava esportes, fazia parte de uma equipe de natação e foi lutador de Jiu-Jítsu, entre outros esportes. Porém, no réveillon de 2006, Sergio começou a sentir um incômodo no testículo e resolveu procurar um médico. O diagnóstico: um tumor no testículo esquerdo que, dias depois, após uma cirurgia, descobriu-se ser maligno. Era um Seminoma Clássico e o testículo esquerdo teve que ser removido. Um ano após a cirurgia, em um exame de rotina, detectou-se um linfonodo (tumor) numa região de irrigação do testículo e Sergio precisou se submeter à quimioterapia. Ele ficou muito abalado, com muito medo da impotência e de não poder ser pai. Como a doença foi descoberta ainda na fase inicial, as chances de cura aumentaram e Sergio conseguiu se curar. Hoje leva uma vida normal, está casado e espera o primeiro filho, que veio de forma natural.

Sergio Olivares


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Depoimento Andréa Ferreira, Andrea MF, Drogas

Andréa nasceu na periferia de São Paulo e perdeu seus pais aos 14 anos. Passou, então, a morar com um de seus quatro irmãos na casa de sua madrinha. Começou a sofrer abusos sexuais e, por se sentir insegura dentro de casa, foi morar nas ruas, onde logo engravidou de seu primeiro filho. Foi morar, então, com o pai da criança e com a mãe dele. Aos seis meses de gravidez, seu companheiro foi assassinado e ela mais uma vez foi para a rua, desta vez expulsa por sua sogra. A ajuda veio de um estranho que a colocou morando em um pequeno barraco, mas o que parecia solução, logo virou um grande problema. O local era usado como depósito de drogas e, em uma batida policial, foram encontrados 5 Kg de cocaína. Ela foi presa e seu filho encaminhado a seu irmão mais velho. Andrea perdeu a guarda de seu filho e, quando foi solta, acabou se envolvendo em outro episódio no qual foi acusada de roubo e voltou para a prisão.
No presídio aprendeu a fazer tranças e foi trançando cabelos que conseguiu ganhar algum dinheiro quando foi posta em liberdade. Começou, então, a reconstruir sua vida, se casou e teve mais dois filhos. Mais tarde, o companheiro começou a se envolver com drogas e, no dia em que ela o viu batendo em uma das crianças, pegou seus filhos e saiu de casa. Uma de suas clientes cantava rap e Andrea gostou tanto que começou a cantar também. A parceria deu certo e resolveram criar um grupo só de mulheres. Assim nasceu o “Mentes Femininas”, que logo se desfez por desistência das integrantes. Andrea começou então a perceber o talento dos próprios filhos e o “MF” de “Mentes Femininas” virou “Mãe e Filhos”. Hoje, ela é Andréa MF. Sabe que nunca foi santa, mas também sabe que conseguiu mudar o rumo de sua história por amor aos seus filhos.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Depoimento Artrite Reumatóide, Maria Dolores

Maria Dolores nasceu em uma família humilde, de nordestinos imigrantes. Seu pai era metalúrgico e tentava como podia sustentar os cinco filhos. Sua mãe era costureira e lavadeira e ajudava no orçamento da casa. Dolores teve hepatite aos dois anos e, tempos depois, começou a ter dores articulares e dificuldades para fazer movimentos. Somente aos seis anos foi diagnosticada a doença: artrite reumatóide infanto-juvenil e boa parte da sua infância ela passou internada em hospitais. Somente aos nove anos conseguiu uma escola que a aceitou. Era difícil a locomoção, era difícil subir as escadas, mas Dolores gostava muito de estudar. Mas em virtude das limitações físicas e financeiras e por viver internada em hospitais, ela passou a estudar sozinha. Aos 13 anos, começou a trabalhar vendendo produtos estéticos, lingeries e roupas para conseguir comprar seu material e ajudar nas despesas. Conseguiu voltar para a escola e começou a dar aulas para crianças vizinhas. Dolores nunca desistiu de estudar e hoje é professora, graduada e pós-graduada, autora de diversos artigos e livros. Ela tem deficiência física, mas “adora voar alto e chamar outros a muitos voos”.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Depoimento João Pacheco Fernandes, Tetraplegia

Era feriado e João Pacheco resolveu viajar com sua família para a praia. Quando iam embora, João resolveu dar o último mergulho e, ao furar uma onda, acabou fraturando duas vértebras cervicais ficando tetraplégico. Na hora do acidente percebeu que havia tido uma lesão medular, mas não sabia da gravidade. Nos primeiros anos de lesão, João viu o tempo passar na cama, acreditando que não seria mais capaz de ser uma pessoa produtiva. A depressão e a tristeza estavam sempre por perto, e foram necessários aproximadamente três anos para que ele pudesse perceber que realmente não era possível mudar sua condição, mas era totalmente possível mudar a sua forma viver. O computador passou a ser seu grande aliado, já que consegue digitar com a cabeça. Assim, João, que é veterinário por formação, passou a ser também um empresário voltado às necessidades de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Além disso, ele faz palestras e participa de seminários na área da veterinária e também na área de inclusão e acessibilidade. Participa de movimentos em defesa do meio ambiente e de inclusão das pessoas com deficiência.

domingo, 25 de abril de 2010

Depoimento Anorexia nervosa, Fernanda Gongora

Desde os 12 anos de idade, Fernanda sofria de distúrbios alimentares. Passava os dias calculando a quantidade de calorias que ingeria, fazia exercícios em excesso e usava medicamentos para emagrecer. Seu maior medo era engordar e, por isso, a luta contra balança era constante e sempre insatisfatória. Até mesmo nos sonhos, o medo lhe perseguia e constantemente tinha pesadelos com o seu peso. Achava que não seria aceita estando com alguns quilos a mais. O tempo passou e Fernanda ficou noiva. A pressão do casamento mexeu ainda mais com ela e logo veio um diagnóstico médico de hipoglicemia. Sua dieta era rígida, sem doces, açúcares, frituras e carboidratos, um “prato cheio” para os efeitos devastadores que foram surgindo. Em quatro meses emagreceu 9 kg e todos a sua volta se preocuparam. Fernanda foi levada a uma médica que conseguiu diagnosticar seu verdadeiro problema, um mal que atinge principalmente as mulheres que estão constantemente em busca do corpo ideal, da beleza ideal estipulada pela sociedade: a anorexia nervosa. Nesse momento, depois de silenciar durante anos sua doença Fernanda iniciou sua saga em busca de um recomeço. O tratamento não foi fácil e ela precisou se tratar com psiquiatra, psicólogo e clinico geral. Sua vida passou por um período muito conturbado e ela foi internada duas vezes. Em muitos momentos, pensou que não conseguiria melhorar, mas com o amor de seu filho, o apoio da família, do marido e a dedicação dos médicos, hoje está curada. Fernanda retratou sua história em um livro, que ajuda muitas meninas e meninos que sofrem desse mal. Além disso ela também faz trabalhos voluntários e palestras.

sábado, 24 de abril de 2010

Depoimento - Arlete dos Santos, Drogas

Arlete cresceu em um ambiente hostil, marcado por brigas entre o pai e a mãe. Começou a namorar aos 12 anos com um homem 21 anos mais velho. Depois de oito anos de relacionamento, aos 20, finalmente engravidou. O relacionamento acabou não dando certo e, quando a filha tinha um ano, conheceu outra pessoa, com quem se envolveu e engravidou novamente. Muito apaixonada, fazia tudo por ele, até que um dia a polícia estourou sua casa atrás do então namorado, que era ladrão. Foi um grande susto, mas ela, que já estava grávida do terceiro filho, achava que ele poderia mudar, principalmente com a chegada de mais um bebê. Suas esperanças foram por água abaixo quando ele foi preso e ficou sete anos no Carandiru. Quando ele saiu da cadeia, Arlete já estava bem e empregada. Ainda assim, resolveu aceitá-lo de volta. Certo dia, ele apareceu com pedras de crack em casa e ela começou a ajudar nas vendas. Além do tráfico, começou a fazer uso da droga e ficou viciada. O marido foi preso novamente e ela, já dependente da droga, perdeu a guarda dos filhos. Arlete estava totalmente dominada pelas drogas e achava que somente a morte poderia lhe livrar da dependência. Tentou, então, se matar com uma overdose, mas não conseguiu. Quando soube que iria ganhar um netinho, suas forças foram multiplicadas e ela finalmente se livrou das drogas. Arlete está há oito anos sem se drogar, tem nove netos e trabalha na Prefeitura de sua cidade.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Depoimento - Alcoolismo, Epaminondas dos Santos

Epaminondas nasceu no interior da Bahia e aos 15 anos foi para São Paulo, em busca de uma vida melhor. Começou a se envolver com pessoas que faziam uso de bebida alcoólica e logo se tornou um dependente. Com 24 anos, casou-se. Deu muito trabalho para a esposa e mal viu o crescimento dos filhos por conta do álcool. Bebeu por 35 anos e só parou quando aceitou a ajuda de um grupo, e passou a frequentar as reuniões. Ele foi levado pelo dono do bar onde bebia e chegou à sua primeira reunião completamente embriagado. Epaminondas teve todo o apoio de sua esposa que, inclusive, lhe fez companhia durante muito tempo nas reuniões. Aos poucos, foi se fortalecendo e se sentindo digno novamente. Ele hoje está há 26 anos sem beber e trabalha ajudando alcoólatras, principalmente moradores de rua, a largarem o vício.Epaminondas tem três filhos, quatro netos e uma bisneta, que é o xodó da família.

Epaminondas dos Santos


quinta-feira, 22 de abril de 2010

Depoimento - Breno Junqueira, Síndrome de Aden

Breno vivia uma vida normal, até um dia ser pego de surpresa, ao voltar do dentista, por uma súbita dificuldade de enxergar. Logo em seguida, parou de andar, falar, até que não conseguia mais respirar. Foi internado na UTI de um hospital, onde foi descoberta a causa: Síndrome de Aden, doença causada por uma infecção viral ou bacteriana. Só depois de um mês começou a se recuperar. Quando saiu da UTI e foi para o quarto, só conseguia respirar sozinho; seus movimentos não haviam voltado, tampouco sua fala e sua visão. Breno teve que reaprender tudo. Desde comer a ir ao banheiro sozinho. Usou fraldas por muito tempo e fez muita fisioterapia. No dia em que conseguiu beber água, foi uma alegria enorme e motivo para comemoração. A doença o deixou muito abalado e com o autoestima mexida. Sua esposa sempre se desdobrou em cuidados e carinho e hoje, dois anos depois, Breno está curado, sem seqüelas. Ele procura valorizar cada segundo que tem junto de sua companheira que para ele é uma grande heroína.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Depoimento Mariza Carvalho - Cancer


O ano de 2003 foi marcante para Marisa. Ela estava vivendo plenamente um novo amor e às voltas com os preparativos para a festa de 15 anos de sua filha quando recebeu o diagnóstico de um câncer na mama. Foi um grande baque e ela chegou a pedir que sua irmã seguisse com os preparativos do evento caso ela não resistisse. Contudo, o tratamento trouxe bons resultados e tudo transcorreu da melhor forma possível. Em 2006, detectou outro nódulo e teve a certeza que o câncer havia voltado. O susto fez com que se embriagasse e a única vontade que tinha era de se matar. Achou que não resistiria ao segundo tratamento, que de fato foi bem mais difícil que o primeiro. Desta vez ficou careca e o inchaço a impediu de trabalhar, já que é dentista.
Em 2007, a sobrinha oncologista pediu para que a tia, que já havia voltado a trabalhar, lhe fizesse um favor e atendesse um paciente que estava com mucosite (inflamação da mucosa bucal que ocasiona lesões semelhantes às aftas por toda a boca, dificultando a ingestão de alimentos e líquidos e aumentando o risco de outras infecções). Marisa atendeu ao rapaz e ficou impressionada com a gravidade da infecção, que mal lhe permitia abrir a boca. Como Dentista, ela sabia que a mucosite e outros problemas bucais muitas vezes levam a óbito por septicemia. Marisa começou a atender pacientes de baixa renda em seu consultório e o resultado foi tão bom que ela fundou uma instituição que hoje atende a aproximadamente 35 pacientes por semana, fazendo irradiação a laser para tratar a mucosite e também todo tratamento odontológico necessário para reduzir as complicações durante os tratamentos de quimioterapia e radioterapia. A Dra Marisa e sua sobrinha, Dra Vanessa, que também teve um câncer, sabem o quanto a doença fragiliza não só os pacientes, como também os familiares, e pretendem auxiliar a todos no que for necessário para a manutenção e melhoria da qualidade de vida.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Depoimento André Mello, Paraplegia


André sempre teve um ótimo condicionamento físico e até se destacou no Exército quando serviu. Aos 21 anos, sofreu um grave acidente de moto. Ficou paraplégico e sua saúde ficou bastante ameaçada por causa das várias infecções hospitalares que contraiu. André ficou muito debilitado e achou que jamais teria uma vida normal novamente. Seus pais e seus amigos foram incansáveis e por isso ele não se dava o direito de ficar baixo astral. Aos poucos, foi melhorando, se adaptando à cadeira de rodas e retomando suas atividades, que incluem o surfe adaptado, que, aliás, é sua grande paixão.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Depoimento Roberto Albuquerque - Doação


Beto é pai de três filhos e, em dezembro de 2007, seu filho Pietro, que acabara de prestar vestibular para cinema, começou a sentir tonturas e náuseas. A princípio, todos acharam que era estresse, já que Pietro tinha acabado de passar por uma maratona de estudos para o vestibular. Depois de vários exames veio o diagnóstico: Leucemia Mielóide Aguda e Pietro precisava de um transplante de medula. Começou então uma corrida contra o tempo e uma busca mundial por doador compatível. Pietro foi se debilitando e a equipe médica resolveu fazer o transplante através de dois cordões umbilicais que não eram totalmente compatíveis, mas era o melhor caminho a ser adotado. O organismo não reagiu bem e numa tentativa desesperada foi feito um novo transplante com as células da mãe de Pietro que tinham somente 60% de compatibilidade. Dessa vez, a aceitação foi boa, mas o rapaz já estava muito fraco, acabou contraindo uma pneumonia, que se complicou, e ele não resistiu. Hoje, no Brasil, existe a Lei Pietro, que institui a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. Ela acontece em dezembro e Beto, apesar da dor de ter perdido o filho, é incansável na luta pela doação, para que outras pessoas que necessitam de transplante não venham a morrer por falta de doadores de medula.

Roberto e o filho Pietro

domingo, 18 de abril de 2010

Depoimento Suele Alves - Esclerose Multipla

Aos 16 anos, Suelen começou a sentir fraquezas nas pernas e foi perdendo os movimentos aos poucos. Ela foi ao clínico geral, ao ortopedista, massagista, psicólogo ninguém sabia o que fazer com ela, ninguém conseguia descobrir o que ela tinha. Suelen fez fisioterapia por seis meses e os sintomas sumiram. Um mês depois, ficou cega de um olho. Três meses depois, os sintomas sumiram novamente. Ao se consultar com um neurologista foi descoberta sua doença: esclerose múltipla (doença autoimune, degenerativa, sem cura, mas com tratamento). O começo da história de Suelen com a esclerose múltipla foi difícil e a família, até encontrar o caminho para o tratamento, achava que ela ia morrer. Quando a doença foi descoberta, Suelen começou a se tratar e buscava força nos pacientes mais velhos e debilitados como ela. Seu marido, que era seu namorado na época, sempre esteve ao seu lado e o carinho dele também a fortalecia. Aos 20 anos, ela fundou uma associação para ajudar outros portadores da doença. Hoje, com a Esclerose Múltipla sob controle, Suelen pode finalmente curtir a vida e seu casamento sem se descuidar do tratamento, que é para a vida toda.

Suelen Alves


sábado, 17 de abril de 2010

Caminhoneiro

Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro
chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa
para ver o lindo caminhão que comprara
depois de longos e árduos 20 anos de trabalho.
Era o primeiro que conseguia comprar
depois de tantos anos de sufoco e estrada.
A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de casa,
encontra seu filhinho de seis anos,
martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e,
sem hesitar, completamente fora de si,
martela impiedosamente as mãos do garoto,
que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho,
mas pouco pôde fazer.
Chorando junto ao filho,
consegue trazer o marido à realidade,
e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgia,
o médico desconsolado e bastante abatido,
chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão,
que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento
esboçou um sorriso e disse ao pai:
-Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, enternecido e profundamente arrependido,
deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele
e que a lataria do caminhão não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- É claro que não! – respondeu o pai.
Ao que o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?

Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos,
e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.
Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes,
a fim de evitar que os danos seja irreversíveis.
Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.
Pense nisto!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Desabrigados em Niteró - Revista Veja

Exclusivo VEJA.com

A peregrinação dos desabrigados em Niterói

9 de abril de 2010

Por Aline Erthal, de Niterói

David, seis anos, corre pela rua: "Todo mundo sai de casa! Vão derrubar tudo! Sai de casa!" A princípio, a vizinhança não dá muita importância para o que seria mais uma história do menino espevitado. Mas logo depois a confirmação vem de porta em porta. Funcionários da Defesa Civil avisam os moradores das redondezas do Morro do Bumba, onde ocorreu um deslizamento de terra que soterrou mais de 50 casas na quarta-feira, em Niterói, para desocupar a área. Urgentemente. É outro grupo que se junta aos mais de 11.500 desabrigados pela chuva no estado.

Desde bem cedo, a mãe de David, Hortência Vasconcelos, faz malabarismos para encaixar cada filho em algum lugar. O plano inicial, pensado e repensado, é: Gilbert, 18, e Natana, 16, dormem com a avó paterna, no bairro do Fonseca; David fica com o pai, em São Gonçalo; e Hortência fica com Larissa, de 13, na casa da patroa da mãe, em Santa Rosa. "Mandaram a gente sair agora porque nossas casas foram condenadas. Mas não temos outro lugar para ir. Estou sem direção", balbucia ela, enquanto vizinhos e amigos trocam informações sobre desaparecidos.

A assistente de enfermagem Vânia dos Santos é uma das primeiras vizinhas a receber o alerta do menino David. Olha com pena para a parede recém-reconstruída dos fundos da casa, chama Hanna, a filha, e começa a arrumar as coisas para a mudança. "No Réveillon passado, caiu o barranco do vizinho de cima, derrubando tudo por aqui. Perdemos armário de cozinha, guarda-roupa, cama. E, agora, um baque atrás do outro: o Cubango inteiro vindo abaixo, amigos da vida inteira soterrados, pessoas desesperadas na rua. No meio de tudo isso, temos que deixar nossas casas, nossas coisas, de uma hora para outra", desabafa Vânia. Para onde elas vão? Mãe e filha não sabem responder. Talvez para a casa da avó de Hanna. Talvez procurar um imóvel para alugar. No momento, só conseguem arrumar as malas, pedir notícias de vizinhos, tentar imaginar como será o dia seguinte.

O pequeno David passa correndo de novo, agora do outro lado da calçada, dando tchau. Caminha com a irmã Larissa até o ponto de ônibus, de onde ela vai para o trabalho da avó. Fumaça e poeira embaçam a vista, pessoas andam aos prantos. O cheiro do "mini-IML" (estacionamento provisoriamente convertido em local para reconhecimento de cadáveres) cresce ao longo do dia. "O saco preto é para colocar corpo", explica o menino.

Dentro de casa, Hortência, ainda desnorteada, tenta descobrir como transportar geladeira, fogão, cama. "O pai vem buscar o David. Depois vou de ônibus para o serviço da minha mãe. Amanhã passo aqui e pego o que mais der e vou procurar casa para alugar. Mas fora daqui é tão caro, o que vai ser, meu Deus?", pensa alto, enquanto mira os móveis, confunde-se com datas, arruma a bolsa de roupas, conta como não dorme desde a hora do acidente. Ela enumera conhecidos perdidos. Uma vizinha conta sua peregrinação pelo Rio, Niterói e Tribobó para tentar reconhecer vítimas do acidente.

"Mãe, você viu o rapaz que passou aqui morto? Todo sangrando, passou descoberto", irrompe David na sala, eletrizado. O menino mal sai do portão de casa. Olhos enormes pregados em tudo e todos, ouve conversas, dá pitacos, vê uma procissão de corpos.

Logo em frente, no meio da rua, Geisa Santos estica o pescoço para cima. Sua casa é uma das que apresentam maior risco de deslizar, mas tudo o que dá pra fazer agora é olhar. Ela não pode subir nem para buscar o cachorro de estimação. Está aflita desde as 11h, quando vizinhos disseram que bandidos estão assaltando as casas desocupadas. Geisa e mais sete pessoas dividem o pequeno apartamento de um parente em São Gonçalo, e nem lá se veem livres do trauma da chuva: "É reboco caindo, goteira para todos os lados. A gente vai se lembrando de tudo o que aconteceu e sente um horror imenso."

Já são quase seis horas da tarde e nada do pai de David. Uma multidão de pessoas carregando sacos, caixas, malas, colchões e travesseiros desliza pela Estrada do Viçoso Jardim. Deixam para trás casa, bicho de estimação, lembranças, mortos. Sem telefone e com luz oscilante, Hortência fica cada vez mais tensa. O outrora agitado David, agora encostado em um carro dos Bombeiros, conta que a demora é até boa, pois está esperando o primo Caíque, de três anos. Que está soterrado.

Todos vão embora, para os locais planejados por Hortência, que decide partir também. Menos David, que esperou em vão pelo pai. O garoto fica com ela esta noite, de favor no emprego da avó. Amanhã, ninguém sabe.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Exemplo de vida

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Emocionante... hehehe

Certo dia, um pai deu ao filho dinheiro para pagar as Contas de LUZ e de ÁGUA.
Era o último dia para o pagamento antes do corte. Também era o último dinheiro. O filho na rua viu uma propaganda de um jogo: “COMPRE UM BILHETE E CONCORRA A 2 PICK-UPs ZERINHAS!”.
O garoto pensou: – Eu poderia ganhar esses 2 carros! E deixar meu pai com um carro e dinheiro sobrando
“Então com o dinheiro das contas comprou vários bilhetes.
Chegou em casa, desviou-se do pai, nem jantou, e foi logo se deitar.

No outro dia, logo cedo, o pai preocupado com a conta, ao acordar, pergunta ao filho pelas contas pagas.
Então o filho lhe respondeu que havia comprado os bilhetes e que daqui dois dias o pai iria ganhar duas camionetes.

O pai ficou uma fera! Ficou doidão, esbravejou porque aquele era o último dinheiro que tinha e teria para pagar as contas, deu uma bela de uma surra em seu filho.

Passados dois dias, chegou o dia do sorteio e então…
S U R P R E S A!
Ao acordar, a família teve uma surpresa, estavam estacionados em frente à casa: DUAS CAMIONETES NOVINHAS!

Todos ficaram emocionados e começaram a chorar!…
-
-
-
-
-
-
-Uma era da EMPRESA ELÉTICA e outra da EMPRESA DE ÁGUA!!!Cortaram os dois.





só pra descontrair um pouquinho... hehehe

terça-feira, 13 de abril de 2010

Proclamai o evangelho

Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos.

Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:

- Ok, papai, estou pronto.

E seu pai perguntou:

- Pronto para quê?

- Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos.

Seu pai respondeu:

- Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito.

O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:

- Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?

Seu pai respondeu:

- Filho, eu não vou sair nesse frio.’

Triste, o menino perguntou:

- Pai, eu posso ir? Por favor!

Seu pai hesitou por um momento e depois disse:

- Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho.’

- Obrigado, pai!

Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta, entregando folhetos evangelísticos a todos que via.

Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.

Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar. De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:

- O que eu posso fazer por você, meu filho?

Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:

- Senhora, me perdoe se a estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO, e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto, que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.

Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. Ela o chamou e disse:

- Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!

Bem, na manhã do domingo seguinte na igreja, o Papai Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele perguntou:

- Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?

Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.

- Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem, antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo, deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.

- Então eu peguei uma corda e uma cadeira, e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei: ‘Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora .
Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte.
- Eu pensei: ‘Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar.’
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
- Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA, quando ele exclamou com voz de querubim:
- Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO.
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos. Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês vêem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DO REI!!!
Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADA ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. E quando gritos de louvor e honra ao REI ecoaram por todo o edifício, o Papai Pastor desceu do púlpito e foi em direção à primeira fila, onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu filho nos braços e chorou copiosamente.
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho…
Exceto um. Este PAI também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, todo o Céu gritou louvores e honra ao Rei, o PAI assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e potestade e lhe deu um nome que é acima de todo Nome.
Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem, não podemos deixar de pregar SEMPRE E EM QUALQUER lugar a palavra de Deus. Pois existe muitas pessoas que estão indo em direçào ao inferno e precisamos usar nossos dons dado por Deus para ajudá-las.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Amigos para sempre

domingo, 11 de abril de 2010

Um copo de leite

Um copo de leite !


Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta
em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe
restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome.
Decidiu que pediria comida na próxima casa.
Porém, quando uma jovem lhe abriu a porta em vez de comida,
pediu um copo de água.
Como o jovem parecia faminto ela lhe deu um grande copo de leite.
Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:
-Quanto lhe devo?
-Não me deve nada - respondeu ela.
–Então ele disse:
-Pois eu te agradeço de todo coração.
Quando aquele rapaz que se chamava Howard Kelly
saiu daquela casa, não só sentiu-se mais forte fisicamente,
como também sua fé em Deus se fortaleceu.
Ele já estava decidido a se render e deixar tudo.
O tempo passou e anos depois, aquela jovem mulher ficou
doente de uma enfermidade rara.
Os médicos da sua cidade não conseguiram ajudá-la,
e por isso teve que ir a um hospital na cidade grande,
onde chamaram um especialista para examiná-la.
Chamaram então o Dr.Howard Kelly.
Quando o médico soube o nome da cidade de onde
a paciente viera, uma luz encheu seus olhos.
Imediatamente foi ver a paciente e reconheceu-a.
Passou então a dedicar atenção especial a ela.
Depois de uma demorada luta pela vida daquela mulher,
ganhou a batalha.
Dr. Kelly pediu a administração do hospital que lhe enviasse
a fatura total de gastos que ela teve, escreveu algo e mandou
entregá-la no quarto da paciente.
Ela sabia que seria um conta muito alta e que levaria muito
tempo para pagar.
E ao abrir a fatura algo lhe chamou a atenção, pois estava escrito: "
Totalmente pago há muitos anos com um copo de leite ass.:
Dr.Howard Kelly."
Lágrimas de alegria correram dos olhos daquela mulher e seu
coração feliz orou assim:
" Te agradeço meu Deus, porque o teu amor é manifesto na vida
daquele que faz o bem ao próximo."

"Na vida dos filhos de Deus nada acontece por acaso.
O que você faz hoje, fará a diferença em sua vida amanhã."

sábado, 10 de abril de 2010

LIÇÃO DE VIDA COM HUMOR

sexta-feira, 9 de abril de 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

domingo, 4 de abril de 2010

sábado, 3 de abril de 2010

É só pensar em você

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Arrisque

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Filtro Solar - narrado por Pedro Bial