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domingo, 12 de junho de 2011

A balsa


Na história da humanidade encontramos acontecimentos que nos levam a profundas reflexões.


Em 1816 uma fragata francesa encalhou próximo a costa de Marrocos. Não havia número suficiente de botes salva-vidas. Os restos do navio foram a única balsa que manteve 149 pessoas vivas.
A tempestade os arrastou ao mar aberto por mais de 27 dias sem rumo.
A dramática experiência dos sobreviventes impressionou a um artista.

Gericault realizou um estudo substancial dos detalhes para produzir esta pintura. Ele entrevistou os sobreviventes, os enfermos e inclusive viu os mortos. Horrorizado, reproduziu a íntima realidade humana nesta situação.
“A Balsa de Medusa” de Theodore Gericault é a pintura de um acontecimento que comoveu a França. O naufrágio do navio “A Medusa” (2 de julho de 1816), trouxe repercussões que tocaram o mais profundo da alma humana.

“A Balsa de Medusa” de Theodore Gericault.

1- Nos deixamos derrotar e entregamos todas as nossas forças?
2- Não acreditamos que tenha solução?
3- Duvidamos de tudo e de todos?
4- Somos o que mantemos a esperança acima de tudo?
5- Não deixamos de nos esforçar para chegar à vitória?

Se você observar com atenção poderá ver que não há nenhum navio para resgatá-los.
No entanto, há um grupo decidido a usar suas últimas forças para salvar a toda a tripulação.

A Balsa é como o Planeta Terra, os tripulantes são a humanidade e as atitudes que cada um toma diante da vida.
“Esperança é decidir pela vitória em cada circunstância que a vida nos coloca”.