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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Chorinho brasileiro


Certa noite, ao entrar no meu gabinete vi, num mapa-mundi que tenho na parede, o nosso Brasil chorar:
O que houve, meu Brasil brasileiro? - perguntei-lhe!
E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas.
- Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo...
Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.
Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes.
O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.
Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?
Eu era a Pátria amada e idolatrada.
Havia paz no futuro e glórias no passado.
Nenhum filho meu fugia à luta.
Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.
E era gigante pela própria natureza que hoje devastam e queimam, sem que nenhum homem de coragem, às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.

E não suportando as chorosas queixas do Brasil, saí de casa e fui para o jardim.
Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado.
Pensei... conseguiremos salvar esse país sem braços fortes?
Pensei mais... quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?
Voltei ao gabinete mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.
Lá fora, nas ruas e praças, já estão sendo feitos os preparativos para os comícios.
Quem salvará o Brasil? Perguntei a mim mesma como se tivesse a resposta...
Eu? Tu? Ele? Nós? Vós? Eles?
Ninguém isoladamente, certamente.
Talvez quem sabe, numa nova conjugação?

Por favor, muito cuidado ao votar.
Esteja bastante consciente de sua escolha, coloque acima de qualquer interesse o amor por esta Pátria que precisa deixar de ser um país do futuro para ser a nossa realidade de hoje.