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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O nó do afeto


Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a diretora  ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que  se fizessem presentes o máximo de tempo possível... 

Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender a crianças. 
Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo... 
Quando voltava do serviço já era muito tarde e o garoto não estava  mais acordado. 
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento  da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
  E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta  do lençol que o cobria.
Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo.  Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha  estado ali e o havia beijado.
O nó era o meio de comunicação entre  eles.
  A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola. 
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras das pessoas se  fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. 
Aquele pai encontrou a sua, que era simples, mas eficiente. 
E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o  que o pai estava lhe dizendo. 
Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou desculpas vazias. 
É válido que nos preocupemos com as pessoas, mas é importante que  elas saibam, que elas sintam isso.
Para que haja a comunicação é preciso que as pessoas "ouçam" a  Linguagem do nosso coração, pois, em matéria de afeto, os sentimentos  sempre falam mais alto que as palavras. 
É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a  dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro. 
As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas  SABEM registrar um gesto de amor.
Mesmo que esse gesto seja apenas um nó..... 
Um nó cheio de afeto e carinho. . . . 
E você?... Já deu algum nó afetivo hoje? 
Mandar páginas como essa, é uma forma que encontrei de dar meu nó pra pessoa que gosto.