abril acabar acontecer admin afirmo agosto agradecer ah ai ajuda alegria algua alguma alheia almeida ama amar amor ansiedade aonica apegue-se appeared aprenda aprendendo aprender aproveite assunto ata banalizar boas ca cabe caminho capacidade capazes cicatrizes cintia coisas comeasso confianassa coraassapso coragem costas criar cuidado deixa deixar deixe delas depressapso desejo despedida desperte deus devemos dezembro dias dinheiro disposto doaassapso dor ego enfim ensina entapso errado erros escolhas escolher espinho espinhos espiritual esponja estamos estapso esteja estiver estresse existe existem existir fa faassa falando felicidade feliz felizes fev fevereiro ficar filtro fique first fiz flor forassa forte fosse frases frente fundo gente gilson gosta gostaria gratidapso ha heranassa idade importa importante ir iria ja jago jamais janeiro jesus julgamentos julho juliana junho juntas junto juntos la leia lhe liberdade lindas livre lo ma maio maneiras mantra mantras marasso medo melhor melhores mensagens mente mesmo mestre mim morte motivaassapso muda mudar mulheres mundo negatividade ningua nishiyama novembro olha olhar on oraassapso ouassa outubro ouvir pai palavras parede participar passa paz pensa pensamentos perdemos perguntas permanecer pertinvolzes pessoa pessoas pior post postado postagens pra precisa pria prio problemas provavelmente qualquer queira questaues quiser raiva real realmente refletir reflexapso relaassaues relacionamento relacionamentos respostas reze ria rias rio sa saber saiba seja sejam sejamos seletivos sentimento sentimentos sentir sera setembro sexo si simpatia sinais solidapso sozinho sucesso supere tamanho tamba tempo tenha the tipo toma torna total tra tristeza trofa universo utilidade valorizar vamos veja velho veneno verdade verdadeiro vida vive viver vontade vou

sábado, 30 de abril de 2011

A caderneta vermelha

O carteiro entregou o telegrama. José Roberto não agradeceu e enquanto abria o envelope, uma profunda ruga sulcou-lhe a testa. Uma expressão mais de surpresa do que de dor tomou-lhe conta do rosto. Palavras breves e incisas: - Seu pai faleceu. Enterro 18 horas. Mamãe. Jose Roberto continuou parado, olhando para o vazio. Nenhuma lágrima lhe veio aos olhos nenhum aperto no coração.Nada! Era como se houvesse morrido um estranho. Por que nada sentia pela morte do velho? Com um turbilhão de pensamentos confundido-o, avisou a esposa, tomou o ônibus e se foi, vencendo os silenciosos quilômetros de estrada enquanto a cabeça girava a mil. No íntimo, não queria ir ao funeral e, se estava indo era apenas para que a mãe não ficasse mais amargurada. Ela sabia que pai e filho não se davam bem. A coisa havia chegado ao final no dia em que, depois de mais uma chuva de acusações, José Roberto havia feito as malas e partido prometendo nunca mais botar os pés naquela casa. Um emprego razoável, casamento, telefonemas à mãe pelo Natal, Ano Novo ou Páscoa... Ele havia se desligado da família, não pensava no pai e a última coisa na vida que desejava na vida era ser parecido com ele. O velório: poucas pessoas. A mãe está lá, pálida, gelada, chorosa. Quando reviu o filho, as lágrimas correram silenciosas, foi um abraço de desesperado silêncio. Depois, ele viu o corpo sereno envolto por um lençol de rosas vermelho, como as que o pai gostava de cultivar. José Roberto não verteu uma única lágrima, o coração não pedia. Era como estar diante de um desconhecido, um estranho. O funeral: o sabiá cantando, o sol se pondo. Ele ficou em casa com a mãe até a noite, beijou-a e prometeu que voltaria trazendo netos e esposa para conhecê-la. Agora, ele poderia voltar à casa, porque aquele que não o amava, não estava mais lá para dar-lhe conselhos ácidos nem para criticá-lo. Na hora da despedida a mãe colocou-lhe algo pequeno e retangular na mão. Há mais tempo você poderia ter recebido isto - disse. Mas, infelizmente só depois que ele se foi eu encontrei entre os guardados mais importantes... Foi um gesto mecânico que, minutos depois de começar a viagem, meteu a mão no bolso e sentiu o presente. O foco mortiço da luz do bagageiro, revelou uma pequena caderneta de capa vermelha. Abriu-a curioso. Páginas amareladas. Na primeira, no alto, reconheceu a caligrafia firme do pai: "Nasceu hoje o José Roberto. Quase quatro quilos! O meu primeiro filho, um garotão! Estou orgulhoso de ser o pai daquele que será a minha continuação na Terra!". À medida que folheava, devorando cada anotação, sentia um aperto na boca do estomago, mistura de dor e perplexidade, pois as imagens do passado ressurgiram firmes e atrevidas como se acabassem de acontecer! "Hoje, meu filho foi para escola. Está um homenzinho! Quando eu vi ele de uniforme, fiquei emocionado e desejei-lhe um futuro cheio de sabedoria. A vida dele será diferente da minha, que não pude estudar por ter sido obrigado a ajudar meu pai. Mas para meu filho desejo o melhor. Não permitirei que a vida o castigue". Outra página "Roberto me pediu uma bicicleta, meu salário não dá, mas ele merece porque é estudioso e esforçado. Fiz um empréstimo que espero pagar com horas extras". José Roberto mordeu os lábios. Lembrava-se da sua intolerância, das brigas feitas para ganhar a sonhada bicicleta. Se todos os amigos ricos tinham uma, por que ele também não poderia ter a sua? "É duro para um pai castigar um filho e bem sei que ele poderá me odiar por isso; entretanto, devo educá-lo para seu próprio bem." "Foi assim que aprendi a ser um homem honrado e esse é o único modo que sei de ensiná-lo". José Roberto fechou os olhos e viu toda a cena quando por causa de uma bebedeira, tinha ido para a cadeia e naquela noite, se o pai não tivesse aparecido para impedi-lo de ir ao baile com os amigos... Lembrava-se apenas do automóvel retorcido e manchado de sangue que tinha batido contra uma árvore... Parecia ouvir sinos, o choro da cidade inteira enquanto quatro caixões seguiam lugubremente para o cemitério. As páginas se sucediam com ora curtas, ora longas anotações, cheias das respostas que revelam o quanto, em silêncio e amargura, o pai o havia amado. O "velho" escrevia de madrugada. Momento da solidão, num grito de silêncio, porque era desse jeito que ele era, ninguém o havia ensinado a chorar e a dividir suas dores, o mundo esperava que fosse durão para que não o julgassem nem fraco e nem covarde. E, no entanto, agora José Roberto estava tendo a prova que, debaixo daquela fachada de fortaleza havia um coração tão terno e cheio de amor. A última página. Aquela do dia em que ele havia partido: - "Deus, o que fiz de errado para meu filho me odiar tanto? Por que sou considerado culpado, se nada fiz, senão tentar transformá-lo em um homem de bem?" "Meu Deus, não permita que esta injustiça me atormente para sempre. Que um dia ele possa me compreender e perdoar por eu não ter sabido ser o pai que ele merecia ter." Depois não havia mais anotações e as folhas em branco davam a idéia de que o pai tinha morrido naquele momento. José Roberto fechou depressa a caderneta, o peito doía. O coração parecia haver crescido tanto, que lutava para escapar pela boca. Nem viu o ônibus entrar na rodoviária, levantou aflito e saiu quase correndo porque precisava de ar puro para respirar. A aurora rompia no céu e mais um dia começava. "Honre seu pai para que os dias de sua velhice sejam tranqüilos!" - certa vez ele tinha ouvido essa frase e jamais havia refletido o na profundidade que ela continha. Em sua egocêntrica cegueira de adolescente, jamais havia parado para pensar em verdades mais profundas. Para ele, os pais eram descartáveis e sem valor como as embalagens que são atiradas ao lixo. Afinal, naqueles dias de pouca reflexão tudo era juventude, saúde, beleza, musica, cor, alegria, despreocupação, vaidade. Não era ele um semideus? Agora, porém, o tempo o havia envelhecido, fatigado e também tornado pai aquele falso herói. De repente. No jogo da vida, ele era o pai e seus atuais contestadores. Como não havia pensado nisso antes? Certamente por não ter tempo, pois andava muito ocupado com os negócios, a luta pela sobrevivência, a sede de passar fins de semana longe da cidade grande, a vontade de mergulhar no silêncio sem precisar dialogar com os filhos. Ele jamais tivera a idéia de comprar uma cadernetinha de capa vermelha para anotar uma frase sobre seus herdeiros, jamais lhe havia passado pela cabeça escrever que tinha orgulho daqueles que continuam o seu nome. Justamente ele, que se considerava o mais completo pai da Terra? Uma onda de vergonha quase o prostrou por terra numa derradeira lição de humildade. Quis gritar, erguer procurando agarrar o velho para sacudi-lo e abraçá-lo, encontrou apenas o vazio. Havia uma raquítica rosa vermelha num galho no jardim de uma casa, o sol acabava de nascer. Então, José Roberto acariciou as pétalas e lembrou-se da mãozona do pai podando, adubando e cuidando com amor. Por que nunca tinha percebido tudo aquilo antes? Uma lágrima brotou como o orvalho, e erguendo os olhos para o céu dourado, de repente, sorriu e desabafou-se numa confissão aliviadora: "Se Deus me mandasse escolher, eu juro que não queria ter tido outro pai que não fosse você velho! Obrigado por tanto amor, e me perdoe por haver sido tão cego." "Fale, curta, abrace, beije, sinta e ame todas as pessoas com que você pode ver e tocar" Aproveite a vida saudavelmente!!!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A gravidez da amizade

“Toda amizade é uma história particular. É uma história de conquista. Primeiro, descobre-se o outro. Todo mundo parece igual, mas não é. E é justamente essa coisinha diferente em cada um que torna cada pessoa única. E de repente ali está a sementinha da amizade fecundada... A gestação começa. São pedacinhos de nós que vão ficando nas conversas e pedacinhos do coração do outro que vão caminhando pra dentro da gente. Há os risos e os sorrisos, a partilha de coisas simples ou de coisas importantes. As descobertas, cheias de surpresas muitas vezes. A voz calada que pensa, não diz nada... Advinha!... Fazemos idéia imediata de uma pessoa ao primeiro contato. Julgamos? Talvez. E só os próximos dias, horas ou instantes vão nos dizer que julgamos certo. Acontece de nos termos enganado em certos pontos e quantas vezes não bendizemos isso! Claro que ninguém gosta de estar enganado. Mas quando descobrimos um palhacinho por detrás de uma pessoa séria e reservada é maravilhoso saber que pudemos nos enganar. Se todos os enganos fossem assim abençoados! ... A sensibilidade do outro nos toca... Dá até vontade de chorar. Não sabemos direito o porque de nos sentirmos próximos de alguém assim tão longe, tão diferente e tão igual. Mas amizade, como o amor, não se questiona. Vive-se. Dela e pra ela. É preciso dar tempo ao tempo para se saber cativar e ser cativado. Quando saímos às pressas, sempre temos o risco de deixar alguma coisa esquecida. Mas se tomamos o tempo de olhar bem, refletir, conversar, conversar e conversar... e rir e brincar e ficar em silêncio! ... Se deixamos que essa flor nasça cuidadosa e docemente... aos poucos ela vai vendo a luz do dia. Maravilhando-se. Contemplando o outro com novos olhos, ou nova maneira de olhar. Tudo vira encanto! Que o outro ria de mim ou para mim, mas que ria! Gargalhe, faça festa! . . . Que eu seja nem que seja por um pouco responsável por esse rosto iluminado, por essa vontade de viver e de ver o que virá depois. Bendita seja essa gestação amiga! Sem prazo, sem tempo, sem hora marcada! Bendita seja essa amizade, prova de que Deus se faz conhecer através das pessoas que alcançam nosso coração... (Letícia Thompson)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A bagagem

Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão... A medida em que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando. Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho... A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas. Pesa demais... Então você pode escolher: Ficar sentado a beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil... Pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem. Você pode ficar a vida inteira esperando ... Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas, o que tirar ? Você começa tirando tudo para fora, e vendo o que tem dentro... Amor, amizade, amor, amizade... Nossa!!! Tem bastante, e curioso... Não pesa nada!!! Mas tem algo pesado.... Você faz força para tirar.... É a raiva - como ela pesa!!! Aí você começa a tirar, tirar e aparecem a incompreensão, o medo, o pessimismo... Nesse momento, o desânimo quase te puxa pra dentro da mala .... Mas você puxa-o para fora com toda a força, e aparece um sorriso, que estava sufocado no fundo da sua bagagem.... Pula para fora outro sorriso e mais outro, e aí sai a felicidade... Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a tristeza... Agora, você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois vai precisar bastante.... Procure então o resto: Força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância, bom humor... Tire a preocupação também, e deixe de lado. Depois você pensa o que fazer com ela... Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo! Mas pense bem no que vai colocar lá dentro !!! Agora é com você... E não se esqueça de fazer isso mais vezes... Pois o caminho é muito, muito longo.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A ostra e a pérola

“Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas"... Pérolas são produtos da dor; Resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. As pérolas são feridas curadas. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada... Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas? Você já sofreu os duros golpes do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença? Então, produza uma pérola!!! Cubra suas mágoas com várias camadas de amor. Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem. Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, fala mais que mil palavras..

terça-feira, 26 de abril de 2011

Bomba d'água

Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede... Quando, esgotado, chegou a uma construção velha, desmoronando, sem janelas e sem teto. Andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol. Olhando ao redor, viu uma velha bomba d’água, bem enferrujada. Ele se arrastou até a bomba, agarrou a manivela e começou a bombear, bombear, bombear sem parar. Nada aconteceu... Desapontado, caiu prostrado, para trás. Então notou que ao seu lado havia uma velha garrafa. Limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia: “Meu Amigo, você precisa primeiro preparar a bomba derramando nela toda a água desta garrafa.” “Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez, antes de partir, para o próximo viajante.” O homem olhou bem e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, e ela não funcionasse, morreria de sede. Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca... Que fazer? Ou beber a água da garrafa e desprezar a mensagem? Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... A bomba pôs-se a ranger e chiar, mas nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então, surgiu um fiozinho de água, depois um pequeno fluxo e, finalmente, a água jorrou com abundância! Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante. Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante, acrescentando uma pequena nota: “Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.” Moral da história: Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto pois este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento. Quantos ficam parados, satisfazendo-se com pequenos resultados, quando poderiam conquistar significativas vitórias. E você...??? O que falta para despejar esta garrafa de água que você guarda, e conseguir água fresca em abundância, de uma nova fonte ???

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Arrogancia

O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland. Os americanos começaram na maciota: - Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação. Os canadenses responderam de pronto: - Recomendo mudar o “seu” curso 15 graus para sul. O americano ficou mordido: - Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o “SEU” curso. Mas o canadense insistiu: - Não. Mude o SEU curso atual. O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone: - Este é o porta-aviões USS Lincoln, o segundo maior navio da frota americana no Atlântico. Estamos acompanhados de três destroyers, três fragatas e numerosos navios de suporte. Eu exijo que vocês mudem seu curso 15 graus para norte ou então tomaremos contramedidas para garantir a segurança do navio!! E o canadense respondeu: - Aqui é um farol, câmbio! Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos... Quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós, quando na verdade nós é que deveríamos mudar nosso rumo...

domingo, 24 de abril de 2011

A aranha

Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira: - Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!! Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha. O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado: - Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha. Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar... Então ele abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Os malfeitores estavam entrando na trilha, na qual ele se encontrava, e ele estava esperando apenas a morte. Quando passaram em frente da trilha o homem escutou: - Vamos, entremos nesta trilha. - Não, não está vendo que tem até teia de aranha? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas. Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança nEle para deixar que Sua Glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha. Nunca desanime em meio às lutas, siga em frente, pois Deus disse: “diga ao fraco que Eu sou forte”. São nos momentos mais difíceis que encontramos em Deus a nossa força. Tenha um ótimo dia!!!

sábado, 23 de abril de 2011

A grandeza do mar

Você sabe por quê o mar é tão grande? Tão imenso? Tão poderoso? É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande. Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios, não seria mar, mas sim uma ilha. Toda sua água iria para os outros e estaria isolado. A perda faz parte. A queda faz parte. A morte faz parte. É impossível vivermos satisfatoriamente. Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer. Impossível ganhar sem saber perder. Impossível andar sem saber cair. Impossível acertar sem saber errar. Impossível viver sem saber viver. Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará. Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder. E isto você já sabe. Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade o ganho e a perda,... ...o acerto e o erro, o triunfo e a queda, a vida e a morte. Abraço e lembrem-se sempre que o Sucesso é ser feliz o resto é conseqüência.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Atitudes

NO AMOR Acredite sempre no amor. Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor. E se estiver amando, declare o seu amor. Cada vez mais, devemos exercer o nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor). Mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais. ARRISQUE! O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir. E o único risco será o de engordar, mas lembre-se. "Curta muito a sua companhia." Casamento dá certo para quem não é dependente. Aprenda a viver feliz - mesmo sem homem/mulher ao lado. Se não tiver com quem ir ao cinema, vá com a pessoa mais fascinante:VOCÊ! NO TRABALHO Seja ético. A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança. Seja grato a quem participa de suas conquistas. O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. "Talento individual te faz ganhar jogos, trabalho em equipe, campeonatos" Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros motivados. Eleve suas expectativas. Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer. Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.Tenha metas claras. Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro. Amplie os seus relacionamentos profissionais. Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos. Jogue fora o vício da preocupação. Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem ... Defina suas metas, conquiste-as e deixe as neuras para quem gosta delas. NA AMIZADE Tenha amigos vencedores. Campeões falam de, e, com campeões. Aproxime-se de pessoas com alegria de viver. Celebre as vitórias. Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes. NO PESSOAL Perdoe! Enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também. Tenha uma vida espiritual. Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração e meditação são fontes de inspiração. Todo dia temos a opção de viver plenamente. Afinal de contas, ATITUDE É TUDO" !

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A terra em miniatura

Se pudéssemos reduzir a população da Terra à uma pequena aldeia de exatamente 100 habitantes, mantendo as proporções existentes atualmente, seria algo assim: Haveriam: 57 asiáticos 21 europeus 4 pessoas do hemisfério oeste (tanto norte como sul) e 8 africanos 52 seriam mulheres 48 homens 70 não seriam brancos 30 seriam brancos 70 não cristãos 30 cristãos 89 heterossexuais 11 homossexuais confessos 6 pessoas possuiriam 59% da riqueza de toda a aldeia e os 6 (sim, 6 de 6) seriam norte americanos. Das 100 pessoas, 80 viveriam em condições sub-humanas. 70 não saberiam ler 50 sofreriam de desnutrição 1 pessoa estaria a ponto de morrer 1 bebê estaria prestes a nascer Só 1 (sim, só 1) teria educação universitária. Nesta aldeia haveria só 1 pessoa que possuiria um computador. Ao analisar nosso mundo desta perspectiva tão reduzida é quando se faz mais premente a necessidade de aceitação, entendimento, e educação. Agora pense... Se você levantou esta manhã com mais saúde que doenças, então você tem mais sorte que os milhões de pessoas que não sobreviverão nesta semana. Se você nunca experimentou os perigos da guerra, a solidão de estar preso, a agonia de ser torturado ou a aflição da fome, então está melhor do que 500 milhões de pessoas. Se você pode ir à sua igreja sem medo de ser humilhado, preso, torturado ou morto... Então você é mais afortunado que 3.000 milhões (3.000.000.000) de pessoas no mundo. Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça e um lugar onde dormir, você é mais rico que 75% da população mundial. Se você guarda dinheiro no banco, na carteira e tem algumas moedas em um cofrinho... já está entre os 8% mais ricos deste mundo. Se teus pais ainda estão vivos e unidos... Você é uma pessoa muito rara. Se você leu esta mensagem, acaba de receber uma dupla benção: alguém estava pensando em você e, mais ainda, tem melhor sorte que mais de 2.000.000.000 de pessoas neste mundo que não sabem, sequer, ler.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A folha de papel

Quando mais jovem, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva e na menor provocação, explodia magoando meus amigos, com palavras e gestos. Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado. Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma explosão de raiva, e me entregou uma folha de papel lisa e dizendo: - Amasse-a! Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha. Agora - voltou a dizer-me: deixe-a como estava antes. É obvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentei, o papel ficou cheio de pregas. Então, disse-me o professor: - O coração das pessoas é como esse papel... a impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados. Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro deste papel amassado. A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar. Quando magoamos com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mais muitas vezes é tarde demais. Alguém disse, certa vez: "Fale quando tuas palavras sejam tão suaves como o silêncio" Autor Desconhecido.

terça-feira, 19 de abril de 2011

A ponte

Toda corrente de água desliza entre duas margens. Margens que detêm e ordenam. Que impedem de invadir os campos. Que lhe traçam um caminho. Duas margens que permitem essa água formar um todo e realizar sua tarefa: Regar as planícies através das quais desliza. E as margens ficam distantes uma da outra... Elas, porém, podem unir-se. Aproximar-se. Fundir-se quase, quando sobre as águas se estende uma ponte. Olhando a ponte sente-se a tarefa imensa e ao mesmo tempo agradável, executada pela ponte. Como um abraço amigo aproxima duas separações. Como um diálogo silencioso faz conversarem duas solidões. Como a mão estendida fraterniza dois estranhos. Se a ponte pudesse sentir, poderíamos, sem medo, qualificá-la de feliz. Feliz por ser capaz de tornar o outro feliz. E nunca se colhe maior felicidade do que quando se semeia felicidade. A ponte tem, para cada um de nós, um profundo e significativo simbolismo. É a lição perene, silenciosa e rica, no dia-a-dia de sua missão de ligar e aproximar. De cortar distâncias. De separar abismos. Diante de uma ponte nos ocorre reflexões que alguém escreveu: " Em êxtase contemplativo olho a ponte, admiro a ponte, escuto a linguagem da ponte... ... Sou forte, terrivelmente forte. Resisto a todos e permaneço sempre estática, mas perseverante em meu posto de serviço. O segredo de minha força??? De minha perseverança??? De minha grandeza??? Nasci para unir. Vivo para unir. Sirvo para unir !!! " Como gostaria de ser ponte também!!! Para unir a terra aos céus ! Unir os desunidos. Unir os desencontrados. Unir os corações. Adaptação do texto de Hugo Di Baggio

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A canoa

Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: Companheiro, você entende de leis? Não, respondeu o barqueiro. E o advogado compadecido: É pena, você perdeu metade da vida. A professora muito social, entra na conversa: Seu barqueiro, você sabe ler e escrever? Também não, respondeu o barqueiro. Que pena! Condói-se a mestra, você perdeu metade de sua vida! Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. O barqueiro preocupado, pergunta: Vocês sabem nadar? NÃO! Responderam eles rapidamente. Então é uma pena, conclui o barqueiro. Vocês perderam toda a vida. Não há saber maior ou saber menor. Há saberes diferentes. Autor: Paulo Freire Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato. Cada uma delas tem algo de diferente para ensinar..

domingo, 17 de abril de 2011

Acalme

Acalme meu passo, Senhor Desacelere as batidas do meu coração, acalmando minha mente. Diminua meu ritmo apressado com uma visão da eternidade do tempo. Em meio às confusões do dia a dia, dê-me a tranqüilidade das montanhas. Retire a tensão dos meus músculos e nervos com a música tranqüilizante dos rios de águas constantes que vivem em minhas lembranças. Ajude-me a conhecer o poder mágico e reparador do sono. Ensina-me a arte de tirar pequenas férias: reduzir o meu ritmo para contemplar uma flor, papear com um amigo, afagar uma criança, ler um poema, ouvir uma música preferida. Acalme meu passo, Senhor, para que eu possa perceber no meio do incessante labor cotidiano dos ruídos, lutas, alegrias, cansaços ou desalentos, a Tua presença constante no meu coração. Acalme meu passo, Senhor, para que eu possa entoar o cântico da esperança, sorrir para o meu próximo e calar-me para escutar a Tua voz. Acalme meu passo, Senhor, e inspire-me a enterrar minhas raízes no solo dos valores duradouros da vida, para que eu possa crescer até as estrelas do meu destino maior. Obrigado Senhor, pelo dia de hoje, pela família que me deste, meu trabalho e sobretudo pela Tua presença em minha vida.

sábado, 16 de abril de 2011

A consciência de sua missão

Freqüentemente, eu me pergunto: “O que cada um de nós está fazendo neste planeta?” Se a vida for somente tentar aproveitar o máximo possível as horas e minutos, esse filme é bobo. Tenho certeza de que existe um sentido melhor em tudo o que vivemos. Para mim, nossa vinda ao planeta Terra tem basicamente dois motivos: Evoluir espiritualmente e aprender a amar melhor. Todos os nossos bens na verdade não são nossos. Somos apenas as nossas almas. E devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas. Portanto, lembre sempre que os seus fracassos são sempre os melhores professores e é nos momentos difíceis que as pessoas precisam encontrar uma razão para continuar em frente. As nossas ações, especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós pessoas melhores. A nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos para continuar o caminho é que nos torna pessoas especiais. Ninguém veio a essa vida com a missão de juntar dinheiro e comer do bom e do melhor. Ganhar dinheiro e alimentar-se faz parte da vida, mas não pode ser a razão da vida. Tenho certeza de que pessoas como Martin Luther King, Mahatma Ghandi, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho e tantas outras anônimas, que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivadas pela idéia de ganhar dinheiro. O que move essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, a não desistir nunca? A resposta é uma só: a consciência de sua missão nesta vida. Quando você tem a consciência de que através do seu trabalho você está realizando sua missão, você desenvolve uma força extra, capaz de levá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta. Infelizmente, muita gente se perde nesta viagem e distorce o sentido de sua existência pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida. E quando chega no final do caminho percebe que só vai poder levar daqui o bem que fez às pessoas. Se você tem estado angustiado sem motivo aparente está aí um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida. Escute a sua alma: ela tem a orientação sobre qual caminho seguir. Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores na harmonia e na glória do bem. Roberto Shinyashiki

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O abraço

Já se comprovou que todos necessitamos de contato físico para nos sentirmos bem, e uma das formas mais importantes de contato físico é o abraço. Quando nos tocamos e nos abraçamos, levamos vida aos nossos sentidos e reafirmamos a confiança nos nossos próprios sentimentos. Algumas vezes não encontramos as palavras adequadas para expressar o que sentimos; o abraço é a melhor maneira. Há vezes que não nos atrevemos a dizer o que sentimos, seja por timidez ou porque os sentimentos nos avassalam; nesses casos pode-se contar com o idioma dos abraços. Os abraços, além de nos fazerem sentir bem, empregam-se para aliviar a dor, a depressão e a ansiedade. Provocam alterações fisiológicas positivas em quem toca e em quem é tocado. Aumenta a vontade de viver aos enfermos. É importante saber que: Os abraços são necessários para o desenvolvimento, manter-se são e para crescer como pessoa. O que nos dá um abraço? Proteção O sentir-se protegido é importante para todos, mas é o mais para as crianças e mais velhos, que frequentemente dependem do amor de quem os rodeia. Segurança Todos necessitamos de nos sentirmos seguros. Se não o conseguimos, atuamos de forma ineficaz e as nossas relações interpessoais declinam. Confiança A confiança faz-nos avançar quando o medo se impõe ao nosso desejo de participar com entusiasmo em algum desafio da vida. Força Quando transferimos a nossa energia com um abraço, as nossas próprias forças aumentam. Saúde O contato físico e o abraço partilham uma energia vital capaz de sanar ou aliviar enfermidades. Auto-valorização Através do abraço podemos transmitir uma mensagem de reconhecimento do valor e excelência de cada indivíduo. Um abraço Faz e Diz Muitíssimo; Abraça o teu amigo; Abraça os teus entes queridos; Abraça as tuas crianças; Abraça o teu animal de estimação… Abraça a todos!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A paz que trago no peito

A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia... Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção. Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece. A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé... Ter paz é ter a consciência tranqüila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou... Ter paz é assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida. Ter paz é ter ouvidos que ouvem, olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem. Ter paz é ter um coração que ama... Ter paz é brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas água se espreguiçam... Ter paz é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas. Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer “não” quando é “não” que se quer dizer... Ter paz é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade... É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer... Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências... A paz que hoje trago em meu peito... ...É a tranqüilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições. ...É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos... É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo. É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra... ...É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por causa disso. A paz que hoje trago em meu peito é a confiança Naquele que criou e governa o mundo... A certeza da convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a elas tiver oferecido. Deus te conceda a verdadeira PAZ!!!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Através do caminho

Impossível atravessar a vida ... Sem que um trabalho saia mal feito, Sem que uma amizade cause decepção, Sem padecer com alguma doença, Sem que um amor nos abandone, Sem que ninguém da família morra, Sem que a gente se engane em um negócio. Esse é o custo de viver. O importante não é o que acontece, mas, como você reage. Você cresce... Quando não perde a esperança, nem diminui a vontade, nem perde a fé. Quando aceita a realidade e tem orgulho de vivê-la. Quando aceita seu destino, mas tem garra para mudá-lo. Quando aceita o que deixa para trás, construindo o que tem pela frente e planejando o que está por vir. Cresce quando supera, se valoriza e sabe dar frutos. Cresce quando abre caminho, assimila experiências, e semeia raízes. Cresce quando se impõe metas, sem se importar com comentários, nem julgamentos quando dá exemplos, e sem se importar com o desdém, quando você cumpre com seu trabalho.. Cresce quando é forte de caráter, sustentado por sua formação, sensível por temperamento, e humano por nascimento. Cresce quando enfrenta o inverno mesmo que perca as folhas, colhe flores mesmo que tenham espinhos e marca o caminho mesmo que se levante o pó. Cresce quando... É capaz de lidar com residuos de ilusões, É capaz de perfumar-se com flores...e se elevar por amor! Cresce ajudando a seus semelhantes, conhecendo a si mesmo e dando à vida, mais do que recebe. E assim se cresce….. Susana Cariza

terça-feira, 12 de abril de 2011

A quem amamos

Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa, após a terrível guerra do Vietnã. Ele ligou para seus pais, em São Francisco, e lhes disse: - Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, eu tenho um favor a lhes pedir. - Claro meu filho, peça o que quiser! - Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo. - Claro meu filho, nos adoraríamos conhecê-lo! - Entretanto, há algo que vocês precisam saber. Ele foi ferido na última batalha que participamos. Pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. O pior é que ele não tem nenhum lugar para onde ir. Por isso, eu quero que ele venha morar conosco. - Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar onde ele possa morar e viver tranqüilamente! - Não, eu quero que ele venha morar conosco! - Filho, disse o pai, você não sabe o que está nos pedindo. Alguém com tanta dificuldade, seria um grande fardo para nós. Temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo. Neste momento, o filho bateu o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um telefonema da policia de São Francisco. O filho deles havia morrido depois de ter caído de um prédio. A policia acreditava em suicídio. Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para identificar o corpo do filho. Eles o reconheceram, mas, para o seu horror, descobriram algo que desconheciam: o filho deles tinha apenas um braço e uma perna. Reflexão: Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis. De preferência, ficamos longe destas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou "espertas" como nós acreditamos que somos. Ainda bem que existe alguém que não nos trata assim. Alguém que nos ama com um amor incondicional, que nos acolhe dentro de uma só família.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Camisa branca e o carvão

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: - Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito comigo. Desejo tudo de ruim para ele. Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar: - O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola. O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: - Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: - Filho como está se sentindo agora? - Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa. O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: - Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente: - Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos. No nosso dia a dia, ficamos muitas vezes irados com as pessoas que nos ferem, e o rancor humano faz com que tenhamos raiva ou ódio de nossos semelhantes que pecaram contra nós, mas como este pequeno conto tão bem ilustra, o ódio traz mais conseqüências e marcas em quem odeia do que em quem é odiado, ouse perdoar a quem te machucou, ouse perdoar a seu semelhante, mesmo que ele não mereça, no final quem sairá ganhando com certeza será você. Mateus 18:21-22 "Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos."

domingo, 10 de abril de 2011

A verdadeira Páscoa

Dois mil anos atrás, um homem veio ao mundo... Disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade Que a humanidade conheceria. Sua proposta de vida não foi entendida por muitos. Condenaram este homem e crucificaram-no, ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor. Houve dor, angústia e escuridão. Por três dias, o sol de recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a terra, até que, ao terceiro dia, a vida aconteceu. A páscoa existe para nos lembrar deste espetáculo inigualável chamado ressurreição. Páscoa Ressurreição do sorriso, da alegria de viver, do amor. Ressurreição da amizade e da vontade de ser feliz. Ressurreição dos sonhos, das lembranças. E de uma verdade que acima dos ovos de chocolates ou até dos coelhinhos. Cristo morreu, mas ressuscitou. E fez isso somente para nos ensinar a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações. Que esta seja a verdade da sua Páscoa. Feliz Páscoa!!!

sábado, 9 de abril de 2011

Amor sem ilusão

Conta-se que um jovem caminhava pelas montanhas nevadas da velha Índia, absorvido em profundos questionamentos sobre o amor, sem poder solucionar suas ansiedades. Ao longo do caminho, à sua frente, percebeu que vinha em sua direção um velho sábio. E porque se demorasse em seus pensamentos sem encontrar uma resposta que lhe aquietasse a alma, resolveu pedir ao sábio que o ajudasse. Aproximou-se e falou com verdadeiro interesse: - Senhor, desejo encontrar minha amada e construir com ela uma família com bases no verdadeiro amor. Todavia, sempre que me vem à mente uma jovem bela e graciosa e eu a olho com atenção, em meus pensamentos ela vai se transformando rapidamente. Seus cabelos tornam-se alvos como a neve, sua pele rósea e firme fica pálida e se enche de profundos vincos. Seu olhar vivaz perde o brilho e parece perder-se no infinito. Sua forma física se modifica acentuadamente e eu me apavoro. Desejo saber, meu sábio, como é que o amor poderá ser eterno, como falam os poetas? Nesse mesmo instante aproxima-se de ambos uma jovem envolta em luto, trazendo no rosto expressões de profunda dor. Dirige-se ao sábio e lhe fala com voz embargada: - Acabo de enterrar o corpo de meu pai que morreu antes de completar 50 anos. Sofro porque nunca poderei ver sua cabeça branca aureolada de conhecimentos. Seu rosto marcado pelas rugas da experiência, nem seu olhar amadurecido pelas lições da vida. Sofro porque não poderei mais ouvir suas histórias sábias nem contemplar seu sorriso de ternura. Não verei suas mãos enrugadas tomando as minhas com profundo afeto. Nesse momento o sábio dirigiu-se ao jovem e lhe falou com serenidade: - Você percebe agora as nuanças do amor sem ilusões, meu jovem? O amor verdadeiro é eterno porque não se apega ao corpo físico, mas se afeiçoa ao ser imortal que o habita temporariamente. É nesses sentimentos sem ilusões nem fantasias que reside o verdadeiro e eterno amor. * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * A lição do velho sábio é de grande valia para todos nós que buscamos as belezas da forma física sem observar as grandezas da alma imortal. O sentimento que valoriza somente as aparências exteriores não é amor, é paixão ilusória. O amor verdadeiro observa, além da roupagem física que se desgasta e morre, a alma que se aperfeiçoa e a deixa quando chega a hora, para prosseguir vivendo e amando, tanto quanto o permita o seu coração imortal. Pense nisso! As flores, por mais belas que sejam, um dia murcham e morrem...Mas o seu perfume permanece no ar e no olfato daqueles que o souberam guardar em frascos adequados. O corpo humano, por mais belo e cheio de vida que seja, um dia envelhece e morre. Mas as virtudes do espírito que dele se liberta continuam vivas nos sentimentos daqueles que as souberam apreciar e preservar, no frasco do coração.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A ratoeira

"Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!! Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda." Disse a galinha. "- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces." Disse o porco. "- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não !" Disse a vaca. Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo. Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. "O problema de um é problema de todos, quando convivemos em equipe."

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Arquivo Secreto

No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões. Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc. Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes. Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi “Garotas de quem eu gostei”. Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos. De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava. Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida. Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo. Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias. Outras me traziam vergonha, tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando. O arquivo intitulado “Amigos” estava ao lado do arquivo “Amigos que traí”. Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: “Livros que li”, “Mentiras que contei”, “Conselhos que dei”, “Piadas das quais ri”. Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: “Coisas que gritei aos meus irmãos”. Em outros não havia a menor graça: “Coisas que fiz quando estava com raiva”, “Palavras que proferi contra meus pais por trás deles”. Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava. E outras vezes, menos do que eu sonhava. Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!? Mas cada cartão confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos. Quando puxei o arquivo “Músicas que escutei”, vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo. Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo envergonhado. Não somente pela qualidade depravada das músicas, mas também pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava. Cheguei então num arquivo intitulado “Pensamentos sensuais”. Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões. Fiquei todo arrepiado com o conteúdo. Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento tomou conta de mim: “Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!” Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito. O tamanho do arquivo não importava. Nem o tempo que eu levaria para destruí-lo. Quando a gaveta saiu, taquei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los. Não consegui. Peguei um. Era duro como aço quando tentei rasgá-lo. Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim. Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.” Puxei o arquivo - 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão. Aí, então, as lágrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais. Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível. Pensei: “Ninguém pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.” Quando enxugava as lágrimas eu O vi. Não! Ele não! Não aqui! Todo mundo, menos Jesus! Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos. Eu não podia ver a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via um tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão? Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada. Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não abriu a boca. Simplesmente chorou comigo. Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome. E assim começou a fazer com todos os cartões. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei “Não!” bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: “Não!” “Não!”. Seu nome não deveria estar nestes cartões. Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico, tão escuro e tão vívido. O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrito com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta, Ele já estava ao meu lado. Colocou a mão no meu ombro e disse: “Está consumado.” Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. Não existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartões a serem escritos... Se você se sente da mesma maneira, envie este mensagem para quantas pessoas puder, para que o amor de Cristo possa tocar em suas vidas. Meu arquivo “Pessoas com quem falei de Cristo” está um pouquinho maior agora. E o seu?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A beleza vive dentro de você

Sempre se lembre que a pele se enruga, o cabelo se torna branco, os dias se transformam em anos, mas o importante não muda, sua força e sua segurança não têm idade. Seu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida, atrás de cada engano, há outro desafio. Enquanto você estiver viva, sinta-se viva. Se fizer algo diferente, volte a fazê-lo. Não viva de fotos amareladas. Siga em frente ainda que todos esperem que você desista. Não deixe que se oxide o ferro que existe em você. Faça que, em vez de pena, tenha lhe respeito. Quando, devido à idade não puder correr, ande depressa. Quando não puder andar depressa, caminhe. Quando não puder caminhar use a bengala, mas não pare nunca, pois nunca o Senhor deixou de zelar por você. Sempre Suas bênçãos esteve por sobre você e os seus. Nos mínimos detalhes, sempre a Graça Divina estará sobre você e o que é seu, proporcionando-lhe o melhor, porque ninguém merece mais que você!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Abraços

Não existe um mau abraço, somente bons e ótimos abraços. Abraços são dietéticos e não causam câncer ou cáries... Abraços são totalmente naturais, sem preservativos, ingredientes artificiais ou pesticidas... Abraços são: livres de colesterol, adoçados naturalmente, 100% disponíveis na natureza e são totalmente recicláveis... Abraços são fáceis de transportar, não necessitam baterias, sintonização ou raio-X... Abraços são isentos de impostos, totalmente regeneráveis e auto eficiente energicamente... Abraços são seguros em qualquer tipo de clima... Na verdade, Abraços são especialmente aconselháveis para dias frios e chuvosos. Abraços são excepcionalmente efetivos no tratamento de problemas como: pesadelos ou depressão da segunda-feira... Nunca deixe para amanhã se você pode abraçar alguém hoje, porque quando você dá um abraço em alguém, no mesmo instante você recebe um de volta. Para você um abraço especial!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Arca de Noé

Coisas importantes a aprender com a Arca de Noé Não perca o barco. Lembre-se de que estamos todos no mesmo barco. Planeje para o futuro. Não estava chovendo quando Noé construiu a Arca. Mantenha-se em forma. Quando você tiver 60 anos, alguém pode lhe pedir para fazer algo realmente grande. Não dê ouvido aos críticos; apenas continue a fazer o trabalho que precisa ser feito. Construa seu futuro em terreno alto. Por segurança, viaje em pares. A velocidade nem sempre é uma vantagem. Os caramujos estavam a bordo com os leopardos. Quando estiver estressado, flutue por um tempo. Lembre-se, a Arca foi construída por amadores; o Titanic por profissionais. Não importa a tempestade, pois quando você está com Deus há sempre um arco-íris te esperando.

domingo, 3 de abril de 2011

A cadeira

O sacerdote foi chamado para orar por um homem muito enfermo. Quando o sacerdote entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas. Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o sacerdote a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada. - Suponho que estava me esperando? - disse o sacerdote. - Não, quem é você? - respondeu o homem enfermo. - Sou o sacerdote que a sua filha chamou para orar por você; quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo. - Ah sim, a cadeira! Entre e feche a porta. Então o homem enfermo lhe disse: - Nunca contei para ninguém, mas passei toda a minha vida sem ter aprendido orar. Não sabia direito como se deve orar. E nunca dei muita importância para a oração. Pensava que Deus estava muito distante de mim. - Assim sendo, há muito tempo abandonei por completo a idéia de falar com Deus. Até que um amigo me disse: “José, orar é muito simples. Orar é conversar com Jesus, e isto eu sugiro que você nunca deixe de fazer... você se senta numa cadeira e... ...coloca outra cadeira vazia na sua frente. Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado ali, bem diante de você. Afinal Jesus mesmo disse: - “Eu estarei sempre com vocês”. - Portanto, você pode falar com Ele e escutá-lo, da mesma maneira como está fazendo comigo agora. - Pois assim eu procedi e me adaptei à idéia. Desde então, tenho conversado com Jesus durante umas duas horas diárias. Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja... pois me internaria num manicômio imediatamente. O sacerdote sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo, e disse a José que era muito bom o que estava fazendo e que não deixasse nunca de fazê-lo. Em seguida orou com ele e foi embora. Dois dias mais tarde, a filha de José comunicou ao sacerdote que seu pai havia falecido. O sacerdote então perguntou: - Ele faleceu em paz? Ele disse que me amava muito e me deu um beijo. Quando eu voltei das compras, uma hora mais tarde, já o encontrei morto. Porém há algo de estranho em relação à sua morte, pois aparentemente, antes de morrer, chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama e encostou a cabeça nela. Foi assim que eu o encontrei. Porque será isto? – perguntou a filha. O sacerdote, profundamente emocionado, enxugou as lágrimas e respondeu: - Ele partiu nos braços do seu melhor amigo... É curioso como podemos enviar contos e brincadeiras através de e-mail´s os quais se desfazem como poeira; porém quando se trata de mensagens de Deus, pensamos duas vezes antes de compartilhá-los com os outros. É estranho como a luxúria nua e crua, vulgar e obscena, viaja livremente através do ciberespaço, porém quando se trata das palavras de Jesus, ela é suprimida das escolas e dos locais de trabalho. Envie esta mensagem aos seus amigos da lista de endereços. Talvez eles precisem saber também que Jesus está mais próximo de nós do que podemos imaginar.

sábado, 2 de abril de 2011

As marcas


Responda pra você mesmo:
- Qual a mensagem que essa foto transmite?

Sem muito esforço você perceberá que a vida da gente é construída, "entalhada" no dia-a-dia. Estamos sempre "esculpindo" nossa história.
As vezes até com muitas dores...
Mas um novo ser pode nascer a cada instante, se você permitir e desejar.

Perceba que não há ninguém ajudando a moça a se esculpir!
A vida da gente é exatamente assim, pois no final, teremos que prestar contas do que a gente fez da gente mesmo.
Logo mais estará no ar uma nova manhã.
E isso, por si só já significa uma grande novidade, um grande presente!
E essa manhã não tem nada a ver com a manhã de ontem.
Afinal, a manhã de ontem já não tem mais nada de novo, já foi, já era!

O tempo segue seu curso enquanto você vai criando marcas para justificar sua história!
"O tempo não para, e no entanto, ele nunca envelhece".
O tempo é o produto mais perecível que existe.
Por isso, atue.
Use sua energia para agir bem.
Use todos os canais de percepção para contemplar bem, contemplar o belo, o bom!

Você tem todos os próximos momentos à sua frente!
Preencha o tempo desses momentos de significados e sentimentos especiais.
Coloque para fora sua alegria de viver e não fique aí travado com suas preocupações, amarguras e outros bichos...
Nunca perca tempo pensando nas coisas que você não quer que aconteçam.
Elas não vão acontecer mesmo.
Convença-se disso!
Ao contrário, ocupe todo o espaço mental com o que você quer que aconteça!
É assim que você pode ficar mais próximo de seus sonhos....

E tem mais uma coisa, quando você se dispõe a viver bem e alegre, além de contagiar todo mundo com a sua confiança, você vai viver intensamente a sua vida.

Lembre-se disso e tenha um Bom Dia!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A arte de escrever

Doutorado O dissacarídeo de fórmula C12H22O11, obtido através da fervura e da evaporação de H2O do líquido resultante da prensagem do caule da gramínea Saccharus officinarum Linneu, 1758, isento de qualquer outro tipo de processamento suplementar que elimine suas impurezas, quando apresentado sob a forma geométrica de sólidos de reduzidas dimensões e arestas retilíneas, configurando pirâmides truncadas de base oblonga e pequena altura, uma vez submetido a um toque no órgão do paladar de quem se disponha a um teste organoléptico, impressiona favoravelmente as papilas gustativas, sugerindo impressão sensorial equivalente provocada pelo mesmo dissacarídeo em estado bruto, que ocorre no líquido nutritivo da alta viscosidade, produzindo nos órgãos especiais existentes na Apis mellifera, Linneu, 1758. No entanto, é possível comprovar experimentalmente que esse dissacarídeo, no estado físico-químico descrito e apresentado sob aquela forma geométrica, apresenta considerável resistência a modificar apreciavelmente suas dimensões quando submetido a tensões mecânicas de compressão ao longo do seu eixo em conseqüência da pequena capacidade de deformação que lhe é peculiar. Mestrado A sacarose extraída da cana de açúcar, que ainda não tenha passado pelo processo de purificação e refino, apresentando-se sob a forma de pequenos sólidos tronco-piramidais de base retangular, impressiona agradavelmente o paladar, lembrando a sensação provocada pela mesma sacarose produzida pelas abelhas em um peculiar líquido espesso e nutritivo. Entretanto, não altera suas dimensões lineares ou suas proporções quando submetida a uma tensão axial em conseqüência da aplicação de compressões equivalentes e opostas. Graduação O açúcar, quando ainda não submetido à refinação e, apresentando-se em blocos sólidos de pequenas dimensões e forma tronco-piramidal, tem sabor deleitável da secreção alimentar das abelhas; todavia não muda suas proporções quando sujeito à compressão. Ensino médio Açúcar não refinado, sob a forma de pequenos blocos, tem o sabor agradável do mel, porém não muda de forma quando pressionado. Ensino fundamental Açúcar mascavo em tijolinhos tem o sabor adocicado, mas não é macio ou flexível. Sabedoria popular Rapadura é doce, mas não é mole, não!!!