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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Criando Raízes

Quando eu era pequeno, tinha um velho vizinho chamado Dr. Gibbs. Ele não se parecia com nenhum médico que eu jamais houvesse conhecido. Todas as vezes em que eu o via, ele estava vestido com um macacão de zuarte e um chapéu de palha cuja aba da frente era de plástico verde transparente. Sorria muito, um sorriso que combinava com seu chapéu - velho, amarrotado e bastante gasto. Nunca gritava conosco por brincarmos em seu jardim. Lembro-me dele como alguém muito mais gentil do que as circunstâncias justificariam.
Quando o Dr. Gibbs não estava salvando vidas, estava plantando árvores. Sua casa localizava-se em um terreno de dez acres, e seu objetivo na vida era transforma-lo em uma floresta.
O bom doutor possuía algumas teorias interessantes a respeito da jardinagem. Ele era da escola do "sem sofrimento não há crescimento". Nunca regava as novas árvores, o que desafiava abertamente a sabedoria convencional. Uma vez perguntei-lhe por quê. Ele disse que molhar as plantas deixava-as mimadas e que, se nós as molhássemos, cada geração sucessiva de árvores cresceria cada vez mais fraca. Portanto, tínhamos que tornar as coisas difíceis para elas e eliminar as árvores fracas logo no início.
Ele falou sobre como regar as árvores fazia com que as raízes não se aprofundassem, e como as árvores que não eram regadas tinham que criar raízes mais profundas para procurar umidade. Achei que ele queria dizer que raízes profundas deveriam ser apreciadas.
Portanto, ele nunca regava suas árvores. Plantava um carvalho e, ao invés de rega-lo todas as manhãs, batia nele com um jornal enrolado. Smack! Slape! Pou! Perguntei-lhe por que fazia isso e ele disse que era para chamar a atenção da árvore.

O Dr. Gibbs faleceu alguns anos depois. Saí de casa. De vez em quando passo por sua casa e olho para as árvores que o vi plantar há cerca de vinte e cinco anos. Estão fortes como granito agora. Grandes e robustas. Aquelas árvores acordam pela manhã, batem no peito e bebem café sem açúcar.
Plantei algumas árvores há alguns anos. Carreguei água para elas durante um verão inteiro. Borrifei-as. Rezei por elas. Todos os nove metros do meu jardim. Dois anos de mimos resultaram em árvores que querem ser servidas e paparicadas. Sempre que sopra um vento frio, elas tremem e balançam os galhos. Árvores maricas.
Uma coisa engraçada a respeito das árvores do Dr. Gibbs: a adversidade e a privação pareciam beneficia-las de um modo que o conforto e a tranqüilidade nunca conseguiriam.
Todas as noites, antes de dormir, dou uma olhada em meus dois filhos. Olho-os de cima e observo seus corpinhos, o sobe e desce da vida dentro deles. Freqüentemente rezo por eles. Rezo principalmente para que tenham vidas fáceis. “Senhor, poupe-os sofrimentos.” Mas, ultimamente, venho pensando que é hora de mudar minha oração.
Essa mudança tem a ver com a inevitabilidade dos ventos gelados que nos atingem em cheio. Sei que meus filhos irão encontrar dificuldades e minha oração para que isso não aconteça é ingênua. Sempre há um vento gelado soprando em algum lugar.
Portanto, estou mudando minha oração vespertina. Porque a vida é dura, quer o desejemos ou não. Em vez disso, vou rezar para que as raízes de meus filhos sejam profundas, para que eles possam retirar forças das fontes escondidas do Deus eterno.
Muitas vezes rezamos por tranqüilidade, mas essa é uma graça difícil de alcançar. O que precisamos fazer é rezar por raízes que alcancem o fundo do Eterno, para que quando as chuvas caiam e os ventos soprem não sejamos varridos em direções diferentes.

Philip Gulley

* Livro Histórias para aquecer o coração

O livro da vida

Cada dia a vida lhe oferece uma página em branco no livro da sua existência.

O seu passado já está escrito e você não pode corrigi-lo.

Nas páginas amarelas, você pode encontrar a sua história, algumas com cores suaves, outras com cores escuras.

Lindas recordações... e páginas que você gostaria de arrancar para sempre.

Hoje você tem a oportunidade de escrever mais uma página.

Você pode escolher as cores que usará. Mesmo que apareça algum impedimento, você pode matizar de serenidade para convertê-la em uma bela experiência.

Como você escreverá o dia de hoje?

Só depende de sua vontade que a página do dia de hoje no Livro de sua vida seja uma bela recordação no futuro.

Se soubesse que só iria viver mais um dia, o que faria?

Sem dúvida, elevaria o seu pensamento em Deus. Desfrutaria os raios de sol, a suave brisa, a alegria dos seus filhos, o amor do(a) seu(sua) parceiro(a), tantas bênçãos que a vida põe ao alcance de nossas mãos e que muitas vezes não sabemos valorizar.

Desfrute este novo dia, faça um inventário de todas as coisas boas que existem em sua vida e viva cada hora com ânimo, dando o melhor de si. Não prejudique ninguém, sinta-se feliz por estar vivo, de poder presentear um sorriso, de oferecer sua mão e sua ajuda generosa.

Nunca é tarde para mudar o rumo e começar a escrever páginas de felicidade e paz no Livro da Vida.

Agradeça a Deus pelo presente que lhe dá hoje e pela oportunidade de converter este dia em uma página bela do Livro de sua existência.

Lembre-se que apesar de todas as situações adversas, está unicamente em suas mãos viver o dia de hoje...como se fosse o primeiro, o último ou o único no Livro da sua vida.

 

Que todos os seus dias sejam felizes e cheios de muita paz!

Pacote de bolachas

" Uma moça estava a espera de seu vôo, na sala de embarque de um grande aeroporto.

Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas.

Sentou-se numa poltrona, na sala Vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.

Ao lado da poltrona onde estava o saco de bolachas sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler.
Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou: "Mas que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho, para que ele nunca mais esquecesse desse atrevimento!! "

A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma. Aquilo a foi deixando indignada, mas não conseguia reagir.

Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou:

"ah... o que esse abusado vai fazer agora? "


Então, o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela.

Ah!! Aquilo era demais!! Ela estava bufando de raiva!!
Então, ela pegou seu livro e suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.

Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona, já no interior do avião, olhou dentro da bolsa para pegar alguma coisa; e, para sua surpresa, o seu pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechadinho!!!

Ela sentiu tanta vergonha! Ela percebeu que a errada era ela...
Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas em sua bolsa.

O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado.

Enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo a dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar .. nem pedir desculpas!!"

 

Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo a "bolacha" dos outros, e não temos consciência disso!

Antes de concluir, observe melhor!

Talvez as coisas não sejam exatamente como pensa!

Não pense o que não sabe sobre as pessoas.

O Grande Risco

Rir é correr o risco de parecer tolo.

Chorar é correr o risco de parecer sentimental.

Estender a mão é correr o risco de se envolver.

Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.

Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.

Amar é correr o risco de não ser correspondido.

Viver é correr o risco de morrer.

Confiar é correr o risco de se decepcionar

Tentar é correr o risco de fracassar.

 

Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.

Há  pessoas que não correm nenhum risco, não faz nada, não têm nada e não são nada.

Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem .

Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.

Somente a pessoa que corre riscos é livre !

 

Pense nisso e tenha um lindo dia!

Os três desejos de Alexandre, o Grande

1 Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2 Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros
conquistado como prata, ouro, e pedras preciosas;
3 Que suas mãos fossem deixadas fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais,admirado com esses desejos insólitos, perguntou a
Alexandre quais a razões desses pedidos e ele explicou:

Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar
que eles não têm poder de cura perante a morte;

Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas
possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

Quero que minhas mãos fiquem ao vento para que vejam que de mãos
vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Alexandre, o Grande.

Ouse

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente do reino e por isso, desde o 1º momento se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento,já temendo o resultado: A forca.

Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse a sua inocência.

Disse o juiz:

Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor.

Vou escrever em um pedaço de papel a palavra Inocente, e no outro pedaço a palavra Culpado.

Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá o seu destino, determinou o juiz.

 

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos ele escreveu Culpado. De maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca.

O juiz colocou os dois papéis sobre a mesa e mandou o acusado escolher um.

O homem pensou alguns segundos e pressentindo a armação, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e o engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber o seu veredicto?

Fácil, respondeu o homem. Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos
que acabei engolindo o seu contrário.

E assim o homem foi libertado.

 

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar e de lutar até o último momento.

Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída.

Não desista... Não entregue os pontos... Não se deixe derrotar...

Quando tudo parece perdido, Ouse!

Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos. Creia que você pode conseguir...

E acima de tudo... Quando você tiver um grande problema...

Não vá até Deus dizer que tem um grande problema, vá até o problema e diz que você tem um grande "Deus."

Jesus ama você e todos os membros de sua família.

"Muito antes de criar o mundo, Deus nos escolheu para Lhe pertencermos" (Efésios 1:4)

O pai cuida de nós

Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?

 

O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.

O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte. Ele não pode gritar por socorro para ninguém.

Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.

Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.

O menino está naturalmente amedrontado. Ele pode ouvir toda espécie de barulho.

Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele. Talvez alguns humanos possam feri-lo. Os insetos e cobras podem vir picá-lo.

Ele pode estar com frio, fome e sede.

O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.

 

Finalmente...

Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.

Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele. Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.

Nós também nunca estamos sozinhos!

Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando por nós... 'sentado ao nosso lado'.

Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo...

E evite tirar a sua venda antes do amanhecer...

 

Moral da história:

Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele não esteja com você.


O colar

O homem por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída enquanto uma garotinha se aproximava da loja. Ela amassou o narizinho contra o vidro da vitrine. Os seus olhos da cor do céu brilharam quando viu determinado objeto.

Ela entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis, então disse ao balconista:

- É para minha irmã, você pode fazer um pacote bem bonito ?

 

O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:

- Quanto dinheiro você tem?

Sem hesitar ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e disse:

- Isso dá, não dá ?

Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.

- Sabe, continuou, eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que nossa mãe morreu ela cuida de mim e não tem tempo para ela.

Hoje é aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é a cor dos olhos dela.

O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo,embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita azul.

- Tome, disse para a garotinha. Leve com cuidado.

 

Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo. Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou na loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e interrogou?

- Este colar foi comprado aqui?

- Sim senhora, respondeu o dono da loja.

- E quanto custou?

- Ah!, falou o lojista... o preço de qualquer objeto em minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.

- Mas minha irmã tinha somente algumas moedas. E este colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagar por ele.

O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e devolveu à jovem dizendo:

- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo que tinha.

 

O silêncio encheu a pequena loja e lágrimas rolaram pela face da jovem enquanto suas mãos tomavam o embrulho.

 

"A verdadeira doação é dar-se por inteiro, sem restrições".

O espetáculo do Sol

Se algum dia você se sentir desprezado pelas pessoas, não se aborreça.

Se algum dia você perceber que não valorizam os seus esforços para melhorar,
não fique nervoso e aborrecido, isto só lhe faria mal.

Se algum dia você se sentir rejeitado pelos homens e, esquecido, colocado em segundo plano, não se aborreça, não serás menor por causa disso.

Se algumas pessoas não notarem a beleza da tua inteligência e a grandeza da tua alma,
também não fique com raiva delas, você não perderá nada por causa disso.

Se você se levantar todos os dias para fazer o bem aos outros, e mesmo assim ninguém te agradecer por isso, não fique aborrecido, você não perdeu o mérito de suas boas obras.

Se você fez um belo trabalho e ninguém te parabenizou e aplaudiu, não fique frustrado, a sua obra continuará grande.

Se você sorri para as pessoas, iluminando a sua caminhada e ajudando-as a viver, mas elas não percebem o valor do teu gesto e não te agradecem, não se revolte, a tua grandeza permanece.

Se você renova todos os dias, incansável e gratuitamente, o seu amor às pessoas, e elas não são gratas a isto, não fique triste, pois também o Sol nasce todos os dias, gratuitamente, e a maioria não repara isto.

Todos os dias ele dá um enorme espetáculo ao nascer, mas a maioria da platéia está dormindo e não pode lhe aplaudir.

Todos os dias ele se levanta para nos dar a luz, o calor e a vida, e a maioria nem nota tudo isto.

Não fique triste e frustrado, Deus vê todas as coisas e te recompensará, muito mais do que os aplausos dos homens.

(Livro Sabedoria em Parábolas - Prof. Felipe Aquino , Editora Cleófas)

O defeito


Por que o defeito é sempre do outro?

 

Quando o outro não faz é preguiçoso.

Quando você não faz...está muito ocupado.

 

Quando o outro fala é intrigante.

Quando você fala...é crítica construtiva.

 

Quando o outro se decide a favor de um ponto...é cabeça dura.

Quando você o faz...está sendo firme.

 

Quando o outro não cumprimenta, é mascarado.

Quando você passa sem cumprimentar...é apenas distração.

 

Quando o outro fala sobre si mesmo, é egoísta.

Quando você fala...é porque precisa desabafar.

 

Quando o outro se esforça para ser agradável, tem uma segunda intenção.

Quando você age assim...é gentil.

 

Quando o outro faz alguma coisa sem ordem, está se excedendo.

Quando você faz...é iniciativa.

 

Quando o outro progride, teve oportunidade.

Quando você progride...é fruto de muito trabalho.

 

Quando o outro luta pelos seus direitos, é teimoso.

Quando você o faz...é prova de caráter.

 

Quando pensar em julgar o outro...olhe primeiro pra dentro de você.

Em muitos julgamentos mesquinhos, julgamos a nós mesmos na figura do outro.

 

"Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós. E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão." Mateus 7:1-5

O barbeiro

Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo como ele sempre fazia.

Ele começou a conversar com o barbeiro sobre vários assuntos. Conversa vai, conversa vem, eles começaram a falar sobre Deus.

O barbeiro disse:

- Eu não acredito que Deus exista como você diz.

- Por que você diz isto?- o cliente perguntou.

- Bem, é muito simples. Você só precisa sair na rua para ver que Deus não existe.

Se Deus existisse, você acha que existiriam tantas pessoas doentes? Existiriam crianças abandonadas? Se Deus existisse, não haveria dor ou sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permite todas essas coisas.

O cliente pensou por um momento, mas ele não quis dar uma resposta, para prevenir uma discussão. O barbeiro terminou o trabalho e o cliente saiu.

 

Neste momento, ele viu um homem na rua com barba e cabelos longos. Parecia que já fazia um bom tempo que ele não cortava o cabelo ou fazia a barba e ele parecia bem sujo e arrepiado.

Então o cliente voltou para a barbearia e disse :

- Sabe de uma coisa ?

Barbeiros não existem!

- Como assim eles não existem? perguntou o barbeiro.

- Eu sou um.

Não! - o cliente exclamou.

Eles não existem, pois se eles existissem não haveriam pessoas com barba e cabelos longos como aquele homem que está ali na rua.

- Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que as pessoas não me procuram, e isso é uma opção delas.

Exatamente! - afirmou o cliente. É justamente isso. Deus existe, o que acontece é que as pessoas não o procuram, pois é uma opção delas e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo.

" Deus não prometeu dias sem dor; risos sem sofrimentos; Sol sem Chuva.

Ele prometeu força para o Dia; conforto para as lágrimas e Luz para o Caminho..."

Deus disse:

O nome do teu Anjo não tem importância. Tu o chamarás simplesmente de ... Amigo!!!

O profundo amor de Deus


Deus me ama tão profundamente, que:

Não me livra dos problemas que eu preciso enfrentar, para amadurecer e me sentir mais forte.

Não me poupa das tristezas e decepções, que são necessárias para o meu crescimento.

 

Deus me ama tão profundamente, que:

Me permite experimentar a dor física e a dor da alma, para que eu me torne cada vez mais sensível e mais humana.

Não tem me dado uma vida de riquezas e nem de facilidades.

Mas também não tem me dado uma vida de pobreza extrema e nem de necessidades.

Ele me dá uma vida, onde eu possa ter, na medida certa, tudo que preciso para viver com honestidade.

 

Ele me fez entender que o meu tempo aqui é curto, para acumular coisas desnecessárias à minha espiritualidade.

Ele tem me dado, principalmente, o que eu posso levar comigo, quando eu partir, e entregar a Ele, no momento do nosso encontro.

Deus, em sua suprema sabedoria, sabe o que eu preciso para ser feliz.

Ele sabe que a minha felicidade não está nas coisas materiais.

Ele sabe que se eu tivesse uma vida de riquezas, provavelmente, eu daria tanto valor as futilidades que até me esqueceria Dele.

E se eu esquecesse Dele, logo chegaria um dia em que eu me sentiria extremamente infeliz.

Repleta de valores materiais, mas vazia por dentro.

 

Deus me ama tão profundamente, que:

Tem feito de mim, uma pessoa forte, esforçada, lutadora, que sonha, que chora, que cai e se levanta, que olha pra cima, e que vê longe... Muito além do que se pode tocar com as mãos.

Tem feito de mim, uma pessoa que busca dar a sua parcela de contribuição para a vida. E que vive para realizar o que anseia espiritualmente. Mesmo que sozinha. Porque sozinha nunca estarei.

Tenho o profundo amor de Deus comigo.

 

Deus me ama tão profundamente, que me fez entender:

Que o tempo que eu perco nas minhas lutas diárias, que a dor física e a dor da alma me aproxima mais Dele.

Que nas minhas tristezas e decepções ele está sempre comigo.

 

Que bom!

Que não consiga nada com tanta facilidade! Porque assim, eu consigo valorizar minhas pequenas conquistas.

Que eu tenho problemas para enfrentar!

Porque assim eu aprendo, evoluo e amadureço.

 

Que bom!

Que eu tenho momentos de tristezas, para que depois, eu possa festejar a minha alegria!

Que eu não tenho nada do que reclamar, tenho somente o que agradecer a Deus por tudo!

Que Deus não se esquece de mim!

O Senhor, em sua suprema sabedoria, sabe o que eu preciso para ser feliz.

 

Texto de Lisiê Silva

domingo, 30 de outubro de 2011

Rosas cor de lavanda de Charles A. Hard



Meus estudos a respeito do autismo começaram nos anos 40. Sendo a criança mais nova de nossa família, com cerca de quatro anos eu sabia que Scott era o nosso segredo, um constrangimento que mandávamos para um quarto dos fundos quando tínhamos visitas. Sua dor e a dor que ele nos causava eram muito íntimas para serem partilhadas com os outros. Minhas irmãs e eu saímos de casa assim que nos foi possível, casando cedo ou estudando em universidades do outro lado do país.

Anos mais tarde eu ouvi uma psicóloga classificar nosso comportamento como "fuga de irmãos". Foi realmente uma debandada, mas Scott não nos expulsou. O medo, a vergonha e a confusão tornaram nossa casa insuportável.

Bem pequeno, eu achava que a deficiência de Scott era a pior sina que uma família podia sofrer. Vi meus pais se curvarem sob o fardo e sabia que eu não poderia segui-los. Poderia acontecer novamente? Seria possível que eu fosse pai de "uma criança que nunca cresce"?

Esse medo me assombrou durante meus vinte anos, mas, após cinco anos de casamento, eu sabia que teria que começar uma família ou perderia a mulher que amava. Troquei meus pesadelos por esperanças e concebemos nosso primeiro filho.

No nascimento de Ted eu importunei o médico, querendo que ele me assegurasse: haveria chance - mesmo uma chance pequena - de que esse bebê perfeitamente formado tivesse um defeito? Ted passou em todos os testes. A despeito de uma cesariana, ele obteve nota nove na escala dos recém-nascidos – um campeão na sala de parto!

Como muitos homens, eu não sabia muito sobre bebês, mas sabia que nenhum outro bebê podia ser comparado com o meu primogênito. Cada movimento, cada passo e palavra pareciam precoces e brilhantes!

Por volta do segundo aniversário de Ted nós percebemos pequenas peculiaridades, excentricidades que sugeriam que ele era diferente (mas certamente melhor!) das outras crianças. Sua linguagem era estranha (talvez ele não precisasse fazer perguntas). Ele não brincava com outras crianças (talvez preferisse adultos). Seus resultados nos gráficos de desenvolvimento começaram a cair (talvez os gráficos estivessem errados).

Por volta de seu terceiro aniversário, nós sofremos durante uma série de diagnósticos que mais pareciam adivinhações profissionais: "danos cerebrais", "neurologicamente debilitado" e, finalmente, "autista". Procuramos ajuda, formas de "consertar" Ted.

Porém, quanto mais aprendíamos, menos tínhamos esperanças. Parecia que meu pior pesadelo havia se tornado realidade: minha segunda família parecia tão condenada quanto a primeira.

No lado positivo, minha esposa e eu possuíamos recursos que meus pais nunca tiveram: emprego fixo, melhor escolaridade e acesso a um centro de treinamento dentro da universidade. Além disso, a sociedade começara a reconhecer os direitos e as necessidades das pessoas com deficiências. Diferente de Scott, que nascera nos anos 20, meu filho dos anos 70 não teria que ficar em casa. A lei lhe garantia uma educação "adequada". A compreensão médica também havia aumentado. Os médicos não mais culpavam os pais pela deficiência. O estigma estava se levantando como uma nuvem. Decidimos que nunca esconderíamos essa criança. Não tínhamos vergonha dele.

Revendo o passado, percebo que a família da minha infância havia entendido tudo errado: Scott não era "o nosso problema” - nós éramos o problema dele! Doeu ter que encarar esta verdade, mas a dor trouxe uma descarga de adrenalina e determinação. Atingiu-me como um raio: se algo é uma maldição ou uma bênção, depende da nossa interpretação.

Enquanto minha esposa e eu tentávamos entender Ted, estávamos determinados a não negligenciar nosso segundo filho, nascido três anos depois. Como irmão de Scott, eu podia me identificar com as preocupações e necessidades de meu filho mais novo, ainda que ele nunca falasse sobre elas. Ele ansiava por um irmão "normal" e preocupava-se durante sua busca adolescente por identidade.

Criar dois filhos com necessidades tão diferentes testou-nos ao máximo.

Tropeçamos através de suas infâncias, esperando pela formatura como por uma prometida luz no fim do túnel. O aniversário de vinte e dois anos de Ted nos encontrou bem preparados para sua passagem para o mundo adulto. Ele se formaria no final do ano. Entre empregos de meio expediente e alguma ajuda do governo, teria uma renda razoável. Seus supervisores o conheciam bem e o haviam treinado durante estágios estudantis. Chegamos até a arrumar um apartamento para ele no porão. Nós achávamos que estava tudo planejado para a formatura, mas Ted não concordou. Naquela primavera, em seu último ano, ele nos pegou de surpresa com sua declaração:

- Eu vou à festa de formatura.

Ele pensara nisso durante anos. Com dezoito anos, havia visto os garotos de sua idade planejarem sua festa de formatura. Agora ele via sua oportunidade. Só precisava de uma acompanhante.

Mas ele simplesmente não conseguia arrumar sozinho uma acompanhante. Algumas das meninas o achavam "engraçadinho" e toleravam sua atenção nas assembléias estudantis, mas nenhuma sairia com ele. Entretanto, um amigo da família tinha uma filha chamada Jennifer. Uma loura admirável, Jennifer conhecera Ted e gostara dele. E ela entendia o que a festa de formatura significava para ele. À medida que o grande acontecimento se aproximava, nós ajudamos Ted a se preparar. Tiramos a poeira do smoking da família, que ficava melhor em Ted do que em mim. Ele concordou em deixar que eu o levasse no carro da família. Planejou até mesmo o jantar que teriam antes do baile. Só faltava um detalhe: as flores.

Eu poderia ter encomendado aquelas flores em dois minutos, mas queria que Ted tivesse a experiência. Imaginei, comovido, se ele jamais teria outra oportunidade de dar flores a uma mulher.

Antes da ida ao florista, Ted "fez de conta". Praticar as palavras em casa torna mais fácil dizê-las em outra situação. Ted me deu o papel do florista. Então convidei-o para minha floricultura imaginária. Ensaiamos até que Ted pareceu saber tudo na ponta da língua. Então caminhamos até a floricultura do bairro.

Ouvindo a porta, o florista parou o que estava fazendo e voltou sua atenção para nós. Esperei que Ted falasse, olhando-o com expectativa. A loja ficou muito silenciosa.

Seu corpo inteiro havia enrijecido. Então ele fez uma careta e deixou escapar:

- Meu nome é Ted. Vim aqui para alugar as flores roxas. O florista pareceu espantado. Ele olhou de relance para mim enquanto eu estimulava meu filho.

- Vamos tentar de novo, Ted.

Ele respirou fundo algumas vezes e franziu as sobrancelhas. Eu o encorajei a ficar calmo e falar pausadamente. Finalmente ele foi capaz de explicar.

Precisava das flores para sábado. Sua acompanhante queria usá-las no pulso. Ele preferia rosas cor de lavanda. Pagaria quando as viesse buscar no sábado.

Eu não havia esperado a reação do florista:

- O senhor tem muita paciência - ele me disse. - Eu nunca poderia ser tão paciente.

"Não!", eu queria gritar. Isto não é paciência, isto é compreensão. Nossos sistemas nervosos funcionam. Eles transmitem sinais instantaneamente dos bancos de memória para os centros nervosos e as cordas vocais fazem o caminho inverso. Ted tem que trabalhar esse processo, lutando corrente acima em direção a uma vida que nós tomamos como certa. O florista estava admirando a pessoa errada! Sem ele saber, Ted escalara barreiras do tamanho de montanhas e nadara oceanos de confusão para chegar a esse ponto. Ele não estaria montando quebra-cabeças no sábado à noite, como seu tio Scott fizera com tanta freqüência. Ted ia à festa de formatura.

Na noite da formatura, deixei Ted e Jennifer na festa. Em casa, liguei para uma de minhas irmãs. Falamos sobre a vida atrofiada de nosso irmão e sobre o impressionante progresso que Ted já fizera. Choramos.

Tenho uma foto da festa na minha mesa. Jennifer está ao lado de Ted. Em seu pulso está um pequeno buquê de rosas cor de lavanda.

(Charles A. Hard, Entregue por Edna Smith)

sábado, 29 de outubro de 2011

O som de mãos batendo palmas - de Tim Hansel



Existe uma história maravilhosa a respeito de Jimmy Durante, um dos grandes artistas de teatro de variedades de algumas gerações atrás. Pediram-lhe que fizesse parte de um show para veteranos da Segunda Guerra Mundial. Ele disse que estava com a agenda muito ocupada e que poderia ceder apenas alguns minutos, mas que, se não se importassem de ele fazer um monólogo curto e partir imediatamente para seu próximo compromisso, ele iria.

É claro que o diretor do espetáculo concordou alegremente.

Mas quando Jimmy subiu no palco algo interessante aconteceu. Ele acabou o pequeno monólogo e ficou. Os aplausos ficaram cada vez mais altos e ele continuou ali - quinze, vinte, então trinta minutos. Finalmente, fez sua última reverência e saiu do palco. Na coxia alguém o deteve e disse:

- Achei que o senhor tinha que partir depois de alguns minutos. O que aconteceu?

Jimmy respondeu:

- Eu realmente tinha que ir, mas posso lhe mostrar o motivo pelo qual fiquei. Você mesmo pode ver se olhar para a primeira fila.

Na primeira fila estavam dois homens, cada um dos quais havia perdido um braço na guerra. Um perdera o braço direito e o outro, o esquerdo. Juntos, eram capazes de aplaudir e era exatamente isso o que estavam fazendo, bem alto e alegremente.

(Tim Hansel)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Depoimento Renata Vaz Obesidade





Renata começou a dançar balé aos sete anos. Ela era apaixonada pela dança e durante 10 anos se dedicou estudando e fazendo de tudo para um dia se formar, abrir sua academia e ser uma coreógrafa de sucesso. Pouco antes da sua formatura, foi informada de que não seria possível a conclusão por estar acima do peso. Aquilo foi um balde de água fria. Renata se sentiu humilhada, gorda e entrou num processo de depressão. Achava que ninguém iria se interessar por ela e chegou a ser criticada por seu baixo astral. Renata resolveu dar um basta em sua “história triste”, começando por aceitar seu corpo como ele é. Criou um blog dedicado a garotas gordinhas bem resolvidas e voltou para o balé decidida a se formar, mesmo estando acima do peso. Aos poucos, descobriu que existem muitas pessoas fantásticas, que não se importam com quilinhos a mais.

Fonte: http://especial.viveravida.globo.com/portal-da-superacao/

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Depoimento Valéria Gregory - Gravidez



Valéria se casou grávida de uma menina aos 27 anos. A gravidez ia muito bem, até que no sétimo mês Valéria começou a inchar e deixou de sentir sua filha mexer. Além disso, começou a sentir fortes dores. Já estava quase no oitavo mês quando a bolsa estourou e ela teve que fazer uma cesariana para retirar o bebê que havia morrido. Foi desesperador para Valéria, que aguardava sua filha e já estava com todo o enxoval pronto, ter que voltar para casa com uma cirurgia e sem o seu bebê. Cinco meses depois, Valéria engravidou de um menino. Foi uma felicidade completa e, desta vez, Valéria fez tudo com muita cautela, mas contraiu parvovirose e acabou perdendo seu bebê no oitavo mês de gestação. Valéria perdeu seu mundo, entrou em depressão, não queria mais ser mãe. Foram duas cesarianas e duas mortes em muito pouco tempo. As pessoas falavam para ela que Deus não a queria como mãe. Dois anos depois, Valéria e seu marido voltavam para casa quando sofreram um assalto. Ela ficou muito nervosa e passou muito mal. No dia seguinte acordou com muitas cólicas e resolveu ir ao médico. Ela estava grávida de 3 semanas. Para não correr risco, pediu ao médico para não entrar no oitavo mês de gestação e assim nasceu Marcelly, na metade do sétimo mês de gravidez. Hoje está com 2 anos e é a razão da vida de Valéria e Marcelo, seu marido.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Depoimento Humberto Alexandre - Tetraplegia



Aos 30 anos, Humberto sofreu um grave acidente de carro. Não estava usando cinto de segurança e acabou tendo lesões muito graves. Além disso, o socorro foi feito de forma errada e ele ficou paraplégico. Foram 90 dias de internação e um ano e meio de fisioterapia em casa. Humberto ficou desempregado, deprimido e acabou perdendo também seu casamento. Foi uma fase muito ruim, mas Humberto decidiu mudar o rumo de sua vida. Voltou a trabalhar, inicialmente vendendo cachorro-quente. Hoje é empresário e trabalha junto a empresas de grande porte dando treinamento para funcionários que precisam lidar com a diversidade humana. A deficiência serviu para que Humberto fizesse uma grande revisão de valores e hoje tem a certeza de ser uma pessoa melhor e que consegue perceber claramente o que importa na vida.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O DIA EM QUE O AMOR MORREU

O amor tinha nome, sobrenome e apelido. Nasceu em Goiânia, morava em Brasília, mas insistia em carregar o "r" como um mineiro. Era alto, beijava na chuva e tinha um gato chamado Bertoldo que nunca atendia pelo nome.
Não sei por qual razão, a dona decidiu me apresentar o amor naquela tarde. Eu estava ocupada, assistindo Os Flinstones, mas tenho a impressão que foi o beijo da Beth e do Barney que lhe comoveu daquela maneira.
- Ele se chama Luis, com "s" de sapo, mas a pronúncia é a mesma de que se fosse com "z". Luis Pinheiro Mendes, mas só lhe chamo pelo diminutivo, Luisinho. Luisinho, Luisinho, Luisinho! Adoro esse apelido, tem um gostinho de doce de leite! Ele nasceu em Goiânia, mora em Brasília, mas vendo ele falar você tem certeza de que ele é de Minas. Não sei com quem resolveu trocar os sotaques, mas carrega o "r" que só um trem. Ele é alto, mas tão alto, que num dia desses atingiu uma nuvem e fez chover sobre a praça. Nos beijamos na chuva. Um dia você também beijará na chuva e sentirá o gosto de doce de leite, mas por enquanto, se contenha com a água na boca, porque se seu pai sonhar com você beijando na chuva... Não precisa nem ser na chuva, um beijo no queixo já deixaria seu pai uma arara! Arara não, gato. Luisinho ama gatos! Tem um chamado Bertoldo, mas de nada adiantou o nome de grã-fino, o gato só atende por "whiskas", nome da sua ração preferida.
Histórias como essa foram crescendo junto comigo. Conforme a maioridade se aproximava, observava que as histórias iam se aproximando dos finalmentes, assim como eu. Para mim, Luis com "s" Pinheiro Mendes era o nome de registro do amor e beijar na chuva era a única coisa que sabia fazer.
Um dia, choveu. Estimulada pela história história da dona, pensei: hoje é o dia em que começo a escrever a minha história de amor. Corri feito louca pela asa sul, voando para chegar até a casa de Júnior, antes que a chuva fosse embora. Acreditava que ele era o meu amor, porque nome, sobrenome e apelido ele tinha. Ao menos supunha, já que todo Júnior esconde um nome feio no armário. Era goiano, também morava em Brasília, tinha um gato que só atendia por "sabor & vida" porque tinha enjoado da "whiskas". Então, para mim ele era o cara, só faltava confirmar com o beijo na chuva, conforme me instruiu a dona. Como um raio, abri o portão da casa de Júnior, mas o inquilino veio logo trovoando que Alfredo Júnior e sua família tinham se mudado de Brasília. Naquele dia, soltei Juninho na enxurrada, porque sem beijo na chuva, Júnior não podia ser meu amor.
Depois dos vinte, o tempo aprendeu a voar e as histórias de amor começavam a tingir seu ponto final. No dia em que o amor morreu, choveu e muito. Bastou um único telefonema para arrancar uma tempestade dos olhos da dona. E dos meus também. O amor já não tinha mais nome, passou a ser só um som, pronunciado pelo coração encharcado da dona.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Depoimento Marco Antônio Guedes, Amputação

Marco Antônio sofreu um acidente de moto na juventude e os graves ferimentos levaram a amputação de sua perna esquerda abaixo do joelho. O período de recuperação foi muito doloroso e cheio de dúvidas com relação ao futuro. O jovem amputado fazia faculdade de medicina e se especializou em ortopedia e traumatologia. Sua condição e sua especialização o levaram a tratar de pessoas também amputadas só que com um diferencial: o de conhecer na prática a dor, as frustrações e as necessidades de seus pacientes. É normal aparecerem pessoas dizendo ao doutor que aquele ânimo todo que ele tem e tenta passar se deve ao fato de não saber na pele o que estão passando. Nesse momento, o Dr. Marco não mede esforços nem pulos para demonstrar na prática o que ele pode fazer como amputado. Marco Antônio Guedes se destacou profissionalmente e, nas horas vagas, sua vida pessoal é cheia de atividades como o tênis e expedições de bicicleta pelo mundo.

domingo, 23 de outubro de 2011

Depoimento Anorexia nervosa, Fernanda Gongora



Desde os 12 anos de idade, Fernanda sofria de distúrbios alimentares. Passava os dias calculando a quantidade de calorias que ingeria, fazia exercícios em excesso e usava medicamentos para emagrecer. Seu maior medo era engordar e, por isso, a luta contra balança era constante e sempre insatisfatória. Até mesmo nos sonhos, o medo lhe perseguia e constantemente tinha pesadelos com o seu peso. Achava que não seria aceita estando com alguns quilos a mais. O tempo passou e Fernanda ficou noiva. A pressão do casamento mexeu ainda mais com ela e logo veio um diagnóstico médico de hipoglicemia. Sua dieta era rígida, sem doces, açúcares, frituras e carboidratos, um “prato cheio” para os efeitos devastadores que foram surgindo. Em quatro meses emagreceu 9 kg e todos a sua volta se preocuparam. Fernanda foi levada a uma médica que conseguiu diagnosticar seu verdadeiro problema, um mal que atinge principalmente as mulheres que estão constantemente em busca do corpo ideal, da beleza ideal estipulada pela sociedade: a anorexia nervosa. Nesse momento, depois de silenciar durante anos sua doença Fernanda iniciou sua saga em busca de um recomeço. O tratamento não foi fácil e ela precisou se tratar com psiquiatra, psicólogo e clinico geral. Sua vida passou por um período muito conturbado e ela foi internada duas vezes. Em muitos momentos, pensou que não conseguiria melhorar, mas com o amor de seu filho, o apoio da família, do marido e a dedicação dos médicos, hoje está curada. Fernanda retratou sua história em um livro, que ajuda muitas meninas e meninos que sofrem desse mal. Além disso ela também faz trabalhos voluntários e palestras.

sábado, 22 de outubro de 2011

Depoimento Chopelly Glaudystton,Transsexualidade




Desde pequena, Chopelly sempre gostou de brincadeiras de menina. Seus pais não compreendiam suas atitudes e iam atrás de psicólogos em busca de respostas. Seu corpo era de menino, mas sua mente não. Quando entrou na adolescência, teve muita dificuldade em lidar com seus sentimentos, pois começou a ter desejos sexuais femininos. Entrou em depressão profunda e, com 20 anos, foi para o Rio de Janeiro, acreditando que em uma cidade grande encontraria seu caminho, junto a pessoas semelhantes. O caminho encontrado foi a prostituição. No centro da boemia carioca, a Lapa, logo conheceu uma prostituta que disse que aquele não era o seu lugar, pois seus pensamentos eram de mulher, sua alma era romântica e que, de um modo geral, os homens não procuravam esses adjetivos em um travesti. Chopelly voltou arrasada para Recife, onde morava sua família, mas ao mesmo tempo começou a entender melhor sua transexualidade. A decisão de se assumir como mulher, no início, não foi bem aceita por sua família, mas logo todos perceberam que a mudança significava além da adequação, a felicidade para Chopelly. Hoje, ela trabalha como técnica de enfermagem, é conselheira estadual de saúde e faz parte de uma ONG de transexuais e travestis. Ela foi em busca da sua felicidade e acabou encontrando também a paz que tanto buscava.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Morrer, por Pedro Bial

Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos.

Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada.
Estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena.

Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e perplexidade, que é mesmo o que a morte causa em todos os que ficam.

A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo.

Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da
tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?

Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer.
A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente.

De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.

Qual é? Morrer é um cliche.

Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em
casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.

Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas
cuido eu.

Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e
morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito.
Isso é para ser levado a sério?

Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo.
Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.

Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.

Só que esta não tem graça.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Arrependimento de um médico

"Eu sou o único filho homem de uma família humilde do interior de Minas. Com sacrifício e união de todos, fui o único que teve a chance de estudar, pois minhas irmãs não passaram do ensino médio. Mamãe, uma simples costureira, gastou os seus olhos nas costuras que fazia até de madrugada para ajudar o meu pai. Papai era um guarda noturno. Por isso vocês podem ate imaginar o sacrifício que fizeram para ter um filho médico!


Quando me formei, jurei a mim mesmo que jamais a necessidade bateria em nossa porta novamente. Escolhi a ginecologia e obstetrícia, depois de anos de estudos. Das maiores dificuldades enfrentadas como médico recém-formado, me deparei com a realidade da minha profissão. Ia longe o tempo que os médicos ficavam ricos, e eu queria mais, queria enriquecer, ter dinheiro, e foi assim que violei o juramento que fiz ao me formar: de dar a vida para salvar a vida. Inúmeras crianças eu ajudei a vir ao mundo, mas também muitas delas eu não permiti que nascessem, envolto na respeitabilidade de médico.

Enriqueci escondido sob a faixa da vitalidade. Montei um consultório que em pouco tempo se tornou o mais procurado da região. Sabe o que eu fazia ? Aborto. E como todos que cometem este crime, eu dizia a mim mesmo que todas as mulheres teriam o direito da escolha, e que era melhor serem ajudadas por um médico, com o qual não corriam risco de vida, do que procurarem as clínicas clandestinas, onde os índice de morte e complicações são alarmantes.

E foi assim, cego e desumano, meu oficio na medicina. Eu constituí família abastado, muito rico, e nada faltou aos meus entes queridos. Meus pais morreram com a ilusão que seu filho era um doutor bem sucedido, um vencedor, Criei minhas duas filhas com o dinheiro manchado de sangue de inocentes; fui um dos mais desprezíveis humanos. Minhas mãos, que deveriam ser abençoadas para a vida, trabalharam pela morte.

Eu só parei quando Deus, em sua sabedoria infinita, rasgou a minha consciência e fez sangrar o meu coração; sangrar com o mesmo sangue de todos os inocentes que não deixei nascer. Letícia, a minha filha mais nova, no auge da vida deixou de respirar. No seu atestado de óbito, a causa da morte: infecção generalizada. Letícia, aos 23 anos de idade, engravidou e buscou o mesmo caminho de tantas outras que me procuraram: o aborto.

Só soube disso quando nada mais poderia ser feito. Ao lado do leito de morte da minha filha eu vi as lágrimas de todos os anjinhos que eu a matei! Enquanto ela esperava a morte, eu agonizava junto; foram seis dias de sofrimento para que, no sétimo dia, ela descansasse e partisse ao encontro de seu filhinho, filhinho este que um médico assassino como eu impediu de nascer.

Foi tempo suficiente para refletir, reflexão que veio apenas no início da manhã que Letícia morreu. Exausto pelas noites em claro, adormeci ao lado de minha filha e sonhei que eu andava por um lugar absolutamente escuro e o ar era quente úmido; eu queria respirar e não podia, queria fugir, mas, desesperado, foi jogado por um lugar onde o barulho me deixava mais louco. Eram choros, choros doidos de crianças. No meu pensamento, como se um raio me cortasse ao meio, veio um entendimento: os choros eram de dor, eram lamentos dos anjinhos de que eu tirei a vida. Era a triste conseqüência dos meus atos impensados. Os choros aumentavam: Assassino! Assassino! Assassino! Alucinado para sair daquele lugar, eu passei a mão no rosto para secar o meu suor e as minhas mãos se mancharam de sangue!


Aterrorizado ao fazer aquela constatação, gritei com a força que me restava nos pulmões; o meu grito era um pedido de perdão: Deus, me perdoe! Somente assim eu consegui voltar a respirar normalmente e, no sobressalto, eu acordei.

Acordei em tempo de acolher o ultimo suspiro de vida de minha filha. Letícia que morreu na manhã do dia 3 de março de 1989. Sua vida ceifada pela inconseqüência de um médico, por infecção provocada por um aborto. Eu sei que, através daquele sonho, Deus me levou para um lugar onde os anjinhos ficam quando são barbaramente impedidos de nascer. Eu entendi que, a partir do momento da fecundação do óvulo, existe vida, donde se conclui que eu sou um assassino.

Só não sei se um dia Deus vai me perdoar. Mas para amenizar a minha culpa, a minha dor, eu fechei meu consultório, vendi todos os bens que conseguira na vida com a prática do aborto e, com o dinheiro, montei uma casa de amparo às mães solteiras. E me dedico hoje, gratuitamente, a fazer uma medicina de verdade. Hoje sou médico de carentes, de desamparados, desvalidos.

As crianças que vêm ao mundo hoje, através das minhas mãos, são filhos que eu adotei, e sei que tenho uma única missão: trazer vida ao mundo e dar condição para que as crianças tenham um lar feliz onde o pai é Jesus.

Rezem por mim, rezem por mim, rezem para que Deus tenha piedade de mim e me perdoe, porque eu tenho certeza que não fugirei do juízo final".



Testemunho divulgado no programa de rádio do Pe. Marcelo Rossi em 15.09.2000Fonte: http://moniquecristinadesouza.blogspot.com/2010/05/arrependimento-de-um-medico-licao-de.html

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Introspecção

Quando me dirijo ao mundo interior, não é para escapar do barulho incessante das ações, das exigências e confusões dos outros. Não é para alienar-me dos acontecimentos e das pessoas. É para fertilizar o solo interno, onde todas as minhas virtudes e poderes podem brotar, crescer e desabrochar. Quando estou bem alimentado por dentro, não me torno um mendigo do amor ou de respeito, porque sei ser meu próprio amigo e amigo dos outros.

Ken O'Donnell, Lições para uma Vida Plena, Editora Gente, São Paulo, 1993

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A ESCOLA DOS BICHOS

A ESCOLA DOS BICHOS
 
Rosana Rizzuti
 
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.
O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de
vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
E assim foi feito, incluíram tudo, mas...
cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar.
Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa,
Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"...
coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não
aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O Pássaro voava como nenhum outro, mas o
obrigaram a cavar buracos como uma topeira.
Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS.
Não podemos exigir ou forçar para que as
outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.

domingo, 16 de outubro de 2011

Texto anti-depressivo

Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para
frente, proibindo-se parar.

Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.

Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja.

Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança
construtiva de idéias.

Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima
espiritual.

Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e
instruções que lhe enobreçam os pensamentos.

Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.

Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam
dificuldades maiores que as suas.

Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam
qualquer demora nas nuvens do desalento.

Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante,
através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a
vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não
se acomoda com a inércia em momento algum.

* * *

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Busca e Acharás.
Ditado pelo Espírito André Luiz.

sábado, 15 de outubro de 2011

Amigos - Estarei sempre aqui

Às vezes os melhores amigos em um ano, se tornam apenas bons amigos no próximo ano, já não se falem tanto no ano seguinte, e não tenham tempo de se falar no próximo. Então, eu só queria te dizer, que mesmo que nunca mais nós nos falemos, você é especial para mim e faz toda a diferença na minha vida, Eu me preocupo com você, respeito você, e gosto muito você. Procure sempre mostrar para as pessoas que ama, não importa o quanto vocês se falem, ou quão próximos vocês estão, procure MOSTRAR que ela estará sempre ali bem pertinho..... dentro do seu coração. Lembre-se, todo mundo precisa ter alguém, e se algum dia você achar que não tem amigos ou que não tem ninguém que te ame de verdade, lembre-se dessa mensagem e se alegre em saber que alguém se importa com você e sempre se importará Estarei SEMPRE aqui !

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Grande amigo

Um dia, quando eu era um calouro na escola, eu vi um garoto de minha sala caminhando para casa depois da aula. Seu nome era Kyle. Parecia que ele estava carregando todos os seus livros. Eu pensei: "Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa Sexta-Feira? Ele deve mesmo ser um C.D.F". Eu já tinha meu final de semana planejado (festas e um jogo de futebol com meus amigos Sábado de tarde), então eu dei de ombros e segui meu caminho. Conforme eu ia caminhando, eu vi um grupo de garotos correndo na direção dele. Eles o atropelaram, arrancando todos os seus livros de seus braços e o empurrando, de forma que ele caiu no chão. Seus óculos voaram, e eu os vi aterrisarem na grama alguns metros de onde ele estava. Ele ergueu o rosto e eu vi a terrível tristeza em seus olhos. Meu coração se penalizou por ele. Então eu corri até ele enquanto ele engatinhava, procurando por seus óculos, e eu pude ver uma lágrima em seu olho. Enquanto eu lhe entregava os óculos eu disse: "Aqueles caras são uns babacas. Eles realmente deviam arrumar uma vida própria". Ele olhou para mim e disse, "Ei, obrigado!". Havia um grande sorriso em sua face. Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão. Eu o ajudei a apanhar seus livros, e perguntei onde ele morava. Por coincidência ele morava perto da minha casa, então eu perguntei como nunca o havia visto antes. Ele respondeu que antes ele freqüentava uma escola particular. Nós conversamos por todo o caminho de volta para casa, e eu Carreguei seus livros. Ele se revelou um garoto bem legal. Eu perguntei se ele queria jogar futebol no Sábado comigo e meus amigos. Ele disse que sim. Nós ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Kyle, mais eu gostava dele. E meus amigos pensavam da mesma forma. Chegou a Segunda-Feira, e lá estava o Kyle com aquela quantidade imensa de livros outra vez. Eu o parei e disse, "Poxa, rapaz, você vai ficar realmente musculoso carregando uma pilha de livros assim todos os dias!". Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Pelos próximos quatro anos Kyle e eu nos tornamos melhores amigos. Quando estávamos nos ormando começamos a pensar na Faculdade. Kyle decidiu ir para Georgetown, e eu ia para Duke. Eu sabia que seríamos sempre amigos, que a distância nunca seria um problema. Ele seria médico, e eu ia tentar uma bolsa escolar no time de futebol. Kyle era o orador oficial de nossa turma. Eu o provocava o tempo todo sobre ele ser um C.D.F. Ele teve que preparar um discurso de formatura. Eu estava super contente em não ser eu quem deveria subir no palanque e discursar. No dia da Formatura eu vi Kyle. Ele estava ótimo. Ele era um daqueles caras que realmente se encontraram durante a escola. Ele estava mais encorpado e realmente tinha uma boa aparência, mesmo usando óculos. Ele saía com mais garotas do que eu, e todas as meninas o adoravam! Às vezes eu até ficava com inveja. Hoje era um daqueles dias. Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso. Então eu dei um tapinha nas costas dele e disse: "Ei, garotão, você vai se sair bem!". Ele olhou para mim com aquele olhar (aquele olhar de gratidão) e sorriu. "Valeu", ele disse. Quando ele subiu no oratório, ele limpou a garganta e começou o discurso: "A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que ajudaram você durante estes anos duros". Seus pais, seus professores, seus irmãos, talvez até um treinador... mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser um amigo para alguém é o melhor presente que você pode lhes dar. Eu vou lhes contar uma história". Eu olhei para o meu amigo sem conseguir acreditar enquanto ele contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ele havia planejado se matar naquele final de semana. Ele contou à todos como ele havia esvaziado seu armário na escola, para que sua Mãe não tivesse que fazer isso depois que ele morresse, e estava levando todas as suas coisas para casa. Ele olhou diretamente no meus olhos e me deu um pequeno sorriso. "Felizmente eu fui salvo. Meu amigo me salvou de fazer algo inominável". Eu observava o nó na garganta em todos na platéia Enquanto aquele rapaz popular e bonito contava à todos sobre aquele seu momento de fraqueza. Eu vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com aquela mesma gratidão. Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade do sorriso que ele me deu naquele dia. Nunca substime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior. Deus nos coloca à todos nas vidas uns dos outros para que tenhamos um impacto um sobre o outro de alguma forma. Procure o bem nos outros. Você agora tem duas opções. Você pode: 1) Passar esta história aos seus amigos; ou 2) Apague este texto e aja como se ele não tivesse tocado seu coração. Como você pode ver, eu escolhi a primeira opção. Amigos são anjos que nos deixam em pé quando nossas asas têm problemas em se lembrar de como voarem. Recebi de um GRANDE amigo e repasso para outros amigos, que eu amo e julgo muito importantes para mim.