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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A Caderneta Vermelha



O carteiro entregou o telegrama. José Roberto não agradeceu e enquanto abria o envelope, uma profunda ruga sulcou-lhe a testa.
Uma expressão mais de surpresa do que de dor tomou-lhe conta do rosto.
Palavras breves e incisas:
- Seu pai faleceu. Enterro 18horas. Mamãe;
Jose Roberto continuou parado, olhando para o vazio. Nenhuma lágrima lhe veio aos olhos nenhum aperto no coração. Nada!
Era como se houvesse morrido um estranho.Por que nada sentia pela morte do velho?
Com um turbilhão de pensamentos confundido-o, avisou a esposa, tomou o ônibus e se foi, vencendo os silenciosos quilômetros de estrada enquanto a cabeça girava a mil.
No íntimo, não queria ir ao funeral e, se estava indo era apenas para que a mãe não ficasse mais amargurada.
Ela sabia que pai e filho não se davam bem.
O velório:
Poucas pessoas. A mãe está lá, pálida, gelada, chorosa. Quando reviu o filho, as lágrimas correram silenciosas, foi um abraço de desesperado silêncio.
Depois, ele viu o corpo sereno envolto por um lençol de rosas vermelho, como as que o pai gostava de cultivar.
José Roberto não verteu uma única lágrima, o coração não pedia.
Era como estar diante de um desconhecido um estranho, um...
Depois do sepultamento de seu pai, Ele ficou em casa com a mãe até a noite, beijou-a e prometeu que voltaria trazendo netos e esposa para conhecê-la.
Agora, ele poderia voltar à casa, porque aquele que não o amava, não estava mais lá para dar-lhe conselhos ácidos nem para criticá-lo.
Na hora da despedida a mãe colocou-lhe algo pequeno e retangular na mão.
Há mais tempo você poderia ter recebido isto - disse.
Mas, infelizmente só depois que ele se foi eu encontrei entre os guardados mais importantes...
Foi um gesto mecânico que, minutos depois de começar a viagem, meteu a mão no bolso e sentiu o presente.
Uma pequena caderneta de capa vermelha.
Abriu-a curioso.Páginas amareladas.
Na primeira, no alto, reconheceu a caligrafia firme do pai:
"Nasceu hoje o José Roberto. Quase quatro quilos!
O meu primeiro filho, um garotão!
Estou orgulhoso de ser o pai daquele que será a minha continuação na Terra!".
À medida que folheava, devorando cada anotação, sentia um aperto na boca do estomago, mistura de dor e perplexidade, pois as imagens do passado ressurgiram firmes e atrevidas como se acabassem de acontecer!
"Hoje, meu filho foi para escola. Está um homenzinho! Quando eu vi ele de uniforme, fiquei emocionado e desejei-lhe um futuro cheio de sabedoria.
A vida dele será diferente da minha, que não pude estudar por ter sido obrigado a ajudar meu pai.
Mas para meu filho desejo o melhor. Não permitirei que a vida o castigue".
Outra página
"Roberto me pediu uma bicicleta, meu salário não dá, mas ele merece porque é estudioso e esforçado.
Fiz um empréstimo que espero pagar com horas extras".
José Roberto mordeu os lábios. Lembrava-se da sua intolerância, das brigas feitas para ganhar a sonhada bicicleta.
Se todos os amigos ricos tinham uma, por que ele também não poderia ter a sua?
"É duro para um pai castigar um filho e bem sei que ele poderá me odiar por isso; entretanto, devo educá-lo para seu próprio bem."
"Foi assim que aprendi a ser um homem honrado e esse é o único modo que sei de ensiná-lo".
José Roberto fechou os olhos e viu toda a cena quando por causa de uma bebedeira, tinha ido para a cadeia e naquela noite, se o pai não tivesse aparecido para impedi-lo de ir ao baile com os amigos...
As páginas se sucediam com ora curtas, ora longas anotações, cheias das respostas que revelam o quanto, em silêncio e amargura, o pai o havia amado.
O "velho" escrevia de madrugada.
Momento da solidão, num grito de silêncio, porque era desse jeito que ele era, ninguém o havia ensinado a chorar e a dividir suas dores, o mundo esperava que fosse durão para que não o julgassem nem fraco e nem covarde.
E, no entanto, agora José Roberto estava tendo a prova que, debaixo daquela fachada de fortaleza havia um coração tão terno e cheio de amor.
A última página.
Aquela do dia em que ele havia partido:
- "Deus, o que fiz de errado para meu filho me odiar tanto?
Por que sou considerado culpado, se nada fiz, senão tentar transformá-lo em um homem de bem?"
"Meu Deus, não permita que esta injustiça me atormente para sempre.
Que um dia ele possa me compreender e perdoar por eu não ter sabido ser o pai que ele merecia ter."
Depois não havia mais anotações e as folhas em branco davam a idéia de que o pai tinha morrido naquele momento, José Roberto fechou depressa a caderneta, o peito doía.
O coração parecia haver crescido tanto, que lutava para escapar pela boca.Nem viu o ônibus entrar na rodoviária, levantou aflito e saiu quase correndo porque precisava de ar puro para respirar.
A aurora rompia no céu e mais um dia começava.
"Honre seu pai para que os dias de sua velhice sejam tranqüilos!" - certa vez ele tinha ouvido essa frase e jamais havia refletido-o na profundidade que ela continha.
Em sua cegueira de adolescente, jamais havia parado para pensar em verdades mais profundas.
Para ele, os pais eram descartáveis e sem valor como as embalagens que são atiradas ao lixo.
Agora, porém, o tempo o havia envelhecido, fatigado e também tornado pai aquele falso herói.
De repente. No jogo da vida, ele era o pai e seus atuais contestadores.
Como não havia pensado nisso antes?
Certamente por não ter tempo, pois andava muito ocupado com os negócios,a luta pela sobrevivência, a sede de passar fins de semana longe da cidade grande, a vontade de mergulhar no silêncio sem precisar dialogar com os filhos.
Ele jamais tivera a idéia de comprar uma cadernetinha de capa vermelha para anotar uma frase sobre seus herdeiros, jamais lhe havia passado pela cabeça escrever que tinha orgulho daqueles que continuam o seu nome. Justamente ele, que se considerava o mais completo pai da Terra?
Uma onda de vergonha quase o prostrou por terra numa derradeira lição de humildade.
Quis gritar, erguer procurando agarrar o velho para sacudi-lo e abraçá-lo, encontrou apenas o vazio.
Havia uma raquítica rosa vermelha num galho no jardim de uma casa, o sol acabava de nascer.
Então, José Roberto acariciou as pétalas e lembrou-se da mãozona do pai podando, adubando e cuidando com amor.
Por que nunca tinha percebido tudo aquilo antes?
Uma lágrima brotou como o orvalho, e erguendo os olhos para o céu dourado, de repente, sorriu e desabafou-se numa confissão aliviadora:
"Se Deus me mandasse escolher, eu juro que não queria ter tido outro pai que não fosse você velho!
- Obrigado por tanto amor, e me perdoe por haver sido tão cego."
"FALE, CURTA, ABRACE, BEIJE, SINTA E AME TODAS AS PESSOAS COM QUE VOCÊ PODE VER E TOCAR"
APROVEITE!!!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Valorize


Certa vez, o dono de um pequeno sítio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:
- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal?
Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu:
"Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda".
Meses depois, o poeta encontra o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!...
Valorize as pequenas coisas.
Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás da miragem de falsos tesouros.
Um sorriso, um abraço, um elogio, uma palavra de incentivo e tantas outras atitudes pequenas que parecem insignificantes e podem ser praticadas em nosso dia a dia, carregam em si um enorme potencial de transformação.
Pense nisso como uma semente, que apesar de tão pequena gera uma árvore gigantesca, são pequenas chaves que abrem grandes portas.
Essas atitudes irão abrir as portas de um mundo novo de alegria e relacionamentos sadios para você.
Valorize o que você tem, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso dos filhos.
Esses são os verdadeiros tesouros.

Autor desconhecido

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Vida Moderna


Um homem de negócios americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana, observava um pequeno barco de pesca que atracava nesse momento trazendo um único pescador. No barco vários grandes atuns.
O americano deu parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e perguntou-lhe quanto tempo levara para pescá-los.
- Pouco tempo – respondeu o mexicano.
Em seguida, o americano perguntou por que ele não permanecia no mar mais tempo, o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante.
O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender as necessidades imediatas de sua família.
O americano voltou à carga:
- Mas o que é que você faz com o resto de seu tempo?
O mexicano respondeu:
- Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, tiro a siesta com minha mulher, Maria, vou todas as noites à aldeia, bebo um pouco de vinho, toco violão com meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada.
O americano assumiu um ar de pouco caso e disse:
- Eu sou formado em administração em Harvard e poderia ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e, com o lucro, comprar um barco maior. Com a renda produzida pelo novo barco, poderia comprar vários outros. No fim, teria uma frota de barcos pesqueiros. Em vez de vender pescado a um intermediário, venderia imediatamente a uma indústria processadora e, no fim, poderia ter sua própria indústria. Poderia controlar o produto, o processamento e a distribuição.
Precisaria deixar esta pequena aldeia costeira de pescadores e mudar-se para a Cidade do México, em seguida para Los Angeles e, finalmente, para Nova York, de onde dirigiria sua empresa em expansão.
- Mas, quanto tempo isso levaria? – pergunta o pescador.
- Quinze ou vinte anos – respondeu o americano.
- E depois?
O americano riu e disse que essa seria a melhor parte:
- Quando chegar a ocasião certa, você poderá abrir o capital de sua empresa ao público e ficar muito rico. Ganharia milhões.
- Milhões? E depois?
- Depois – explicou o americano – você se aposentaria. Mudava para uma pequena aldeia costeira, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco, brincaria com os netos, tiraria a siesta com a esposa, iria à aldeia todas as noites, onde poderia beber vinho e tocar violão com amigos....

Autor desconhecido

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O Culpado


Uma empresa estava em situação muito difícil.
As vendas iam mal, os empregados estavam desmotivados,os balanços há meses não saíam do vermelho.
Era preciso fazer algo para reverter esta situação.
Ninguém queria assumir nada.
Pelo contrário: o pessoal apenas reclamava que as coisas andavam ruins e que não havia perspectiva de progresso na empresa.
Eles achavam que alguém deveria tomar a iniciativa para reverter aquele processo.
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um enorme cartaz, onde estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que impedia o seu crescimento na empresa.
Você está convidado para o velório, que acontecerá no pátio da empresa."
Inicialmente, todos se entristeceram pela morte de alguém, mesmo sem saber quem era, mas depois ficaram curiosos para conhecer aquele que estava bloqueando o crescimento de todos.
A agitação no pátio da empresa foi tão grande que foi preciso chamar a segurança para organizar a fila do velório.
Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação ia aumentando. "Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?
Ainda bem que esse infeliz morreu!"
Um a um, os funcionários aproximavam-se do caixão, agitados.
Ao olhar o defunto, engoliam em seco, ficando no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma.
O que havia no caixão?
Apenas um espelho...
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu próprio crescimento:
você mesmo.

Autor desconhecido

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A Opinião Dos Outros


Você se importa com a opinião que os outros têm a seu respeito?
Se a sua resposta for não, então você é uma pessoa que sabe de si mesma.
Que se conhece. É auto-suficiente.
No entanto, se a opinião dos outros sobre você é decisiva, vamos pensar um pouco sobre o quanto isso pode lhe ser prejudicial.
O primeiro sintoma de alguém que está sob o jugo da opinião alheia, é a dependência de elogios.
Se ninguém disser que o seu cabelo, a sua roupa, ou outro detalhe qualquer está bem, a pessoa não se sente segura.
Se alguém lhe diz que está com aparência de doente, a pessoa se sente amolentada e logo procura um médico.
Se ouve alguém dizer que está gorda, desesperadamente tenta diminuir o peso.
Mas se disserem que é bonita, inteligente, esperta, ela também acredita.
Se lhe dizem que é feia, a pessoa se desespera.
Principalmente se não tem condições de reparar a suposta feiúra com cirurgia plástica.
Existem pessoas que ficam o tempo todo à procura de alguém que lhes diga algo que as faça se sentir seguras, mesmo que esse alguém não as conheça bem.
Há pessoas que dependem da opinião alheia e se infelicitam na tentativa de agradar sempre.
São mulheres que aumentam ou diminuem seios, lábios, bochechas, nariz, para agradar seu pretendido. Como se isso fosse garantir o seu amor.
São homens que fazem implante de cabelo, modificam dentes, queixo, nariz, malham até à exaustão, para impressionar a sua eleita.
E, quando essas pessoas, inseguras e dependentes, não encontram ninguém que as elogie, que lhes diga o que desejam ouvir, se infelicitam e, não raro, caem em depressão.
Não se dão conta de que a opinião dos outros é superficial e leviana, pois geralmente não conhecem as pessoas das quais falam.
Para que você seja realmente feliz, aprenda a se conhecer e a se aceitar como você é.
Não acredite em tudo o que falam a seu respeito. Não se deixe impressionar com falsos elogios, nem com críticas infundadas.
Seja você. Descubra o que tem de bom em sua intimidade e valorize-se. Ninguém melhor do que você para saber o que se passa na sua alma.
Procure estar bem com a sua consciência, sem neurose de querer agradar os outros, pois os outros nem sempre dão valor aos seus esforços.
A meditação é excelente ferramenta de auto-ajuda. Mergulhar nas profundezas da própria alma em busca de si mesmo é arte que merece atenção e dedicação.
Quando a pessoa se conhece, podem emitir dela as opiniões mais contraditórias que ela não se deixa impressionar, nem iludir, pois sabe da sua realidade.
Nesses dias em que as mídias tentam criar protótipos de beleza física, e enaltecer a juventude do corpo como único bem que merece investimento, não se deixe iludir.
Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou aparenta ser.
A verdadeira beleza é a da alma.
A eterna juventude é atributo do Espírito imortal.
O importante mesmo é que você se goste. Que você se respeite. Que se cuide e se sinta bem.
A opinião de alguém só deve fazer sentido e ter peso, se esse alguém estiver realmente interessado na sua felicidade e no seu bem-estar.
Pense nisso!
Nenhuma opinião que emitam sobre você, deve provocar tristeza ou alegria em demasia.
Os elogios levianos não acrescentam nada além do que você é, e as críticas negativas não tornarão você pior.
Busque o autoconhecimento e aprenda a desenvolver a auto-estima.
Mas lembre-se: seja exigente para consigo, e indulgente para com os outros.
Eis uma fórmula segura para que você encontre a autoconfiança e a segurança necessárias ao seu bem-estar efetivo.
E jamais esqueça que a verdadeira elegância é a do caráter, que procede da alma justa e nobre.
Pense nisso, e liberte-se do jugo da opinião dos outros.

Autor: Redação do Momento Espírita.

sábado, 25 de agosto de 2012

Princípio Do Vácuo


Você tem o hábito de juntar objetos inúteis no momento, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar deles?
Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta?
Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo?
E dentro de você?
Você tem o hábito de guardar mágoas, ressentimentos, raivas e medos?
Não faça isso.
É antiprosperidade.
É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida.
É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja.
Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Os bens precisam circular.
Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem.
Dê o que você não usa mais.
Venda, troque, movimente e não acumule.
Dê espaço para o novo.
Não estamos falando do capitalismo/ consumismo, mas até mesmo aquele namoro que não ata nem desata.
A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida.
Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá meios de prover suas necessidades.
Com essa postura, você está enviando duas mensagens para o seu cérebro e para a vida:
* primeira, você não confia no amanhã e,
* segunda, você acredita que o novo e o melhor não são para você, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis.
O princípio de não acreditar que o melhor é para você, pode se manifestar, por exemplo, na conservação de um velho e inútil liquidificador.
Esse princípio, expresso num objeto, denota um comportamento que pode também estar presente em outras áreas da sua vida gerando entraves ao sucesso e à prosperidade.
O simples fato de dar para alguém o velho liquidificador, colocando o objeto em circulação, cria um vácuo para que algo melhor ocupe o espaço deixado.
Emocionalmente, também.
Você passa a acreditar que o novo compensará o objeto doado.
Gente, uma faxina básica, apesar da trabalheira e do cansaço que provoca, ao final é sempre bem-vinda.
Arejar espaços, fora e dentro da gente faz um bem enorme!
Vamos lá... Mãos à obra!!
Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você! Acredite...

Autor desconhecido

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Superando O Medo


A vida exige de nós – o tempo todo – uma grande capacidade de adaptação.
Aqueles que temem a mudança e a perda de uma situação confortável, onde tudo já é conhecido, são os que mais sofrem sempre que um novo desafio é apresentado pela existência.
A cada momento podemos ser surpreendidos por novas situações e circunstâncias e se não estivermos conscientes desta realidade, as mudanças sempre nos trarão ansiedade e medo.
Temos a tendência natural de evitar os imprevistos, como se eles sempre significassem uma ameaça. A melhor forma de nos libertarmos do medo é aceitar as mudanças como oportunidades de crescimento em nossa jornada evolutiva.
Visto que nossa passagem por este planeta tem uma curta duração, devemos aproveitar, a cada dia, a chance de superar a nós mesmos e nossas limitações, e experimentar a alegria da vitória sobre a negatividade da mente, sempre que ela tentar nos dominar.
Quando um novo desafio surgir e o medo se fizer presente, que possamos, apesar dele, seguir em frente com confiança e a certeza de que a vitória sobre o desconhecido e a insegurança trazem como resultado uma imensa alegria.
“A palavra coragem é muito interessante. Ela vem da raiz cor, que significa coração. Portanto, ser corajoso significa viver com o coração. E os fracos, somente os fracos vivem com a cabeça; receosos, eles criam em torno deles uma segurança baseada na lógica. Com medo, fecham todas as janelas e portas – com teologia, conceitos, palavras, teorias – e do lado de dentro dessas portas e janelas fechadas, eles se escondem.
O caminho do coração é o caminho da coragem. É viver na insegurança, é viver no amor e confiar, é enfrentar o desconhecido. É deixar o passado para trás e deixar o futuro ser. Coragem é seguir trilhas perigosas. A vida é perigosa. E só os covardes podem evitar o perigo – mas aí já estão mortos.
A pessoa que está viva, realmente viva, sempre enfrentará o desconhecido. O perigo está presente, mas ela assumirá o risco. O coração está sempre pronto para enfrentar riscos; o coração é um jogador. A cabeça é um homem de negócios. Ela sempre calcula – ela é astuta. O coração nunca calcula nada.
Coragem significa enfrentar o desconhecido apesar de todos os medos. Coragem não significa ausência de medo. A ausência de medo acontece se você passa a ser cada vez mais corajoso. Essa é a experiência máxima de coragem – a ausência de medo.
Enfrentar o desconhecido dá a você certa excitação. O coração começa a pulsar novamente, volta a se sentir vivo, totalmente vivo. Cada fibra do seu ser está vibrando porque você aceitou o desafio do desconhecido.
Aceitar o desafio do desconhecido, apesar de todo o medo, é coragem. Os medos estão ali, mas se você aceita o desafio várias vezes seguidas, devagarinho os medos desaparecem. A experiência de alegria que o desconhecido traz, o grande êxtase que começa a acontecer com o desconhecido, torna você forte o bastante, lhe dá certa integridade, aguça sua inteligência.

Basicamente coragem é pôr em risco o conhecido em favor do desconhecido, o familiar em favor do estranho, o confortável em favor do desconfortável. Nunca se sabe se você será capaz de fazer isso ou não. É um jogo arriscado, mas só os jogadores sabem o que é a vida”.

Osho, do livro: “Coragem, o prazer de viver perigosamente”
Elisabeth Cavalcante

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Coma Os Morangos


Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore. Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha a sua frente. Embaixo, prontas para devorá-lo, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas.
Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Abaixava depressa a cabeça para não perdê-la na sua boca. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas de seus pés. As onças embaixo querendo comê-lo, e o urso em cima querendo devorá-lo...
Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas douradas refletindo o sol.
Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango. Quando pode olhá-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza. Então, levou o morango a boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso!
Talvez você me pergunte: "Mas, e o urso?" Dane-se o urso e coma os morangos! "E as onças?" Azar das onças, coma os morangos!...
Às vezes, você está em sua casa no final de semana com seus filhos e amigos, comendo um churrasco. Percebendo seu mau humor, alguém lhe diz: Relaxe e aproveite o domingo! E você, chateado, responde: "Como posso curtir o domingo se amanhã vai ter um monte de ursos querendo me pegar na empresa?" Relaxe, e viva um dia por vez: coma o morango.
Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro.
Sempre extistirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças, arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida e é importante saber comer os morangos, sempre!
A gente não pode deixar de comê-los só porque existem ursos e onças...
Você pode argumentar: "Eu tenho muitos problemas para resolver."
Problemas não impedem ninguém de ser feliz. Coma o morango, não deixe que ele escape. Poderá não haver outra oportunidade de experimentar algo tão saboroso...
Saboreie os bons momentos.Sempre existirão ursos, onças e morangos. Eles fazem parte da vida. Mas o importante é saber aproveitar o morango, porque o urso e a onça não dá para aproveitar.
Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois...
O melhor momento para ser feliz é agora. O futuro é ilusão que sempre será diferente do que imaginamos. As pessoas vêem o sucesso como uma miragem. Como aquela história da cenoura pendurada na frente do burro que nunca a alcança.
As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram felicidade. Então, continuam avançando e inventam outras metas que também não as tornam felizes.
Vivem esperando o dia em que alcançarão algo que as deixarão felizes. Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias...
A felicidade não é algo que você vai conquistar fora de você. A felicidade é algo que vive dentro de você, de seu coração. A felicidade é a oportunidade que você cria para ser o artista de sua auto-criação...
Torço para que você descubra sua maneira de ser feliz!!!

Autor desconhecido

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Pessoas


Milhões de pessoas
E um único desejo...
Ser feliz!
Pessoas risonhas, caladas, discretas, tímidas...
Pessoas que não tem medo de expôr o que sentem
Elas gritam, pulam, dão gargalhadas...
Outras choram, se emocionam facilmente...
Algumas se sentem tristes, sozinhas...
Cada rosto, cada olhar
Guardam mistérios de uma vida, feliz ou triste.
O olhar engana, tenta negar mas não consegue;
Esconde uma dor, um sofrimento...
Frágeis corações
Que se calam ao mundo...
Em cada movimento
Uma lembrança de um dia que se foi...
Um dia inesquecível,
Em que sorrisos ou lágrimas
Estavam presentes...
Pessoas que guardam no coração
Grandes sentimentos.
Pessoas humildes ou nobres
O coração sempre será
Um baú de mistérios...
Mistérios jamais desvendados;
Mistérios que nem com a força do tempo
São descobertos...
Essa é a lei da vida,
Viver todas as fases.
Mas muitas pessoas quebram essa lei
Não atingem o objetivo de uma vida completa.
São momentos perdidos
Jamais recuperados,
São sonhos
Que jamais se tornarão reais,
São segredos
Jamais desvendados... Então...
Procure ser agradável em tudo o que tiver de fazer.
A maneira com que você se apresenta, na intimidade da sua família como em público, significa muito para o bem que você deve praticar.
Seja sempre sua fé a sua fisionomia, transmita sempre a paz onde aparecer, mostre sempre um sorriso
que cause aos outros a impressão de que, apesar de viver entre problemas, você é capaz de demonstrar essa bondade que só existe nos bons e nos que só pensam em praticar o bem.
Faça do seu rosto o espelho de sua alma.

Autor desconhecido

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Razão De Viver


Muitas pessoas erguem-se pela manhã acreditando não existir qualquer sentido para despertarem.
Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia-a-dia, em uma experiência sem senido ou vazia.
Vagam pelas ruas, sem destino certo, à mercê do que lhes aconteça no curso do dia.
Levam uma vida sem direção, desvalorizando o tempo e a oportunidade que a vida oferece.
Deixam-se levar pelos "ventos do acaso".
Não vêem significado em família, em amigos, nem em trabalho.
Quando se estabelece este estado, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunstâncias, sem quaisquer resistências morais para enfrentar as dificuldades.
Com certeza, não é o melhor modo de se viver.
É urgente que nos possamos sentir como peças importantes nas engrenagens da vida.
É necessário que tomemos gradual consciência quanto ao nosso exato papel frente às leis de Deus.
Seria muito belo se cada pessoa - principalmente as que não vêem sentido para a própria vida - resolvessem perguntar-se: "O que posso fazer em prol do mundo onde estou?
Para que, afinal, é que eu vivo?
Para quem é que eu vivo?"
Dificilmente não achará respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbuída da vontade de conferir um sentido para sua existência.
Cada um de nós, quando se encontra nas pelejas do mundo, pode viver para atender, para cuidar de alguém ou de alguma coisa, dando valor às suas horas.
É importante dar sentido à vida.
É importante viver por algo ou por alguém.
Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem vários.
Dedique-se a uma causa que lhe pareça significativa para o bem geral, e passe a viver em cooperação com ela.
Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.
Apóie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentará o seu íntimo.
Assim seus passos na terra não serão em vão, ao azar.
Quando se encontram razões para viver, passa-se a respeitar e a honrar as bênçãos da existência.
Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.
A vida na terra não precisa ser um "campo de concentração" a impor-lhe tormentos a cada hora.
Se você quiser, ela será um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, após a sementeira responsável e cuidadosa que você fizer.
Dedique-se a isso.
Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.
Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferença.
Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magnífico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.
Isso porque, todos nós somos alvos da dedicação de Deus.
***
O tempo é uma dádiva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.
Utilizá-lo de forma responsável e útil é dever que nos cabe a todos.
Dê sentido às suas horas, aos seus dias, e assim, por conseqüência, a toda a sua vida.

Autor desconhecido

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Dois Remos


"Um viajante ia caminhando às margens de um grande rio.
Seu objetivo era chegar à outra margem.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte.
A voz de um homem de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio, oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido era provido de dois remos de carvalho.
Logo os seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo.
Ao colocar os pés dentro do barco o viajante observou que eram duas palavras.
Num dos remos estava escrito Acreditar e no outro Agir.
Curioso, o viajante perguntou a razão daquelas palavras nos remos.
O barqueiro então pegou o remo chamado Acreditar e começou a remar.
O barco começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava.
Em seguida, pegou o remo chamado Agir e começou a remar.
Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente, e o barco, então, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas, chegando ao outro lado do rio.
Então, o barqueiro disse ao viajante:
- Este porto se chama autoconfiança. É preciso Acreditar e também Agir para que possamos alcançá-lo".

(Autor desconhecido)

domingo, 19 de agosto de 2012

Indiferença


Quando saías esta manhã de tua casa levando pela mão o teu filhinho, fiquei admirando os seus sapatos novos, o seu lindo capote de lã, a sua pasta de couro cheia de livros e a farta merenda que ele levava para o colégio.
Tu me olhaste com desprezo e seguraste o braço do teu filho, com receio que ele me tocasse.
Pensaste, por acaso, no meu infortúnio, no meu abandono, nos meus pés descalços e na minha roupa toda rasgada?
Será que eu poderia contagiar teu filho?
É claro que te esqueceste imediatamente do incidente; subiste no teu automóvel e te perdeste no tráfego louco da cidade, como se perdem sempre todos os meus sonhos.
Ali, só e abandonado dei asas à minha imaginação e fiquei pensando: que diferença existe entre mim e aquele garoto?
Temos mais ou menos a mesma idade, nascemos na mesma pátria; enquanto ele joga futebol com bolas coloridas, eu chuto pedras; ele dorme agasalhado em sua cama macia, e eu me deito no chão sobre jornais velhos; ele tem comida gostosa e variada, e eu tenho que catar algo nas latas de lixo; ele vai ao colégio para aprender a ler e escrever, enquanto eu vivo na rua aprendendo a roubar e a me defender.
São essas, por acaso, as nossas diferenças?
Será que a culpa é minha?
Será que sou culpado de ter nascido, sorrir sem saber quem é meu pai e tendo por mãe uma mulher sofrida e ignorante? Não fui eu que decidi não ir à escola e também não é minha culpa não ter casa para morar e nem comida para me alimentar.
Alguém resolveu assim e eu nem sei quem foi!
Não posso culpar ninguém porque a minha ignorância nem isso permite.
Não posso sair desta situação sozinho, porque sou incapaz de fazê-lo sem uma generosa ajuda.
Então, como nada é feito, cada vez se acentua mais a diferença entre mim e o menino que levavas pela mão.
No futuro ele será como tu.
Um homem de bem e de conceito respeitado pela sociedade.
E eu? Serei um vagabundo que se torna ladrão e caminha em direção ao cárcere.
E até possível que, dentro de alguns anos, o menino e eu voltemos a nos encontrar.
Ele como Juiz de Direito, e eu como réu delinqüente, ele para purificar a sociedade de tipos como eu, e eu para cumprir o meu desgraçado destino; ele para julgar os meus atos, e eu para padecê-los.
Como posso ser condenado ao cárcere, quando jamais tive uma escola para freqüentar?
E quando fiz as coisas à minha maneira chega o peso da lei e a força da justiça para me aniquilar?
Será que tudo isso é justo?
Amigo, não peço a tua mão pois ela é do teu filho; nem a roupa, nem a cama, nem o livro e nem a comida que só a ele pertencem.
Somente te peço que quando me encontrares na rua, sujo, esfarrapado e abandonado, grave a minha imagem em tua mente e, se sobrar um minuto na tua atribulada vida diária, meditas amigo..., meditas... como podes me salvar?
Sem indiferença, com certeza, poderemos fazer alguma coisa!!!

Autor desconhecido

sábado, 18 de agosto de 2012

Fábula Dos Sapos No Poço


Em certo lugar, havia um bando de sapos habitando um poço.
A boca desse poço era muito estreita e não permitia ter a ampla visão do exterior, sendo possível apenas enxergar um pedaço do céu azul.
Certo dia, um sapo que morava num lago, em sua caminhada, passou por esse poço e olhou para dentro dele.
-'Quem está olhando daí?' perguntou um dos sapos de dentro do poço.
-'Sou o sapo que veio do lago. Por que você mora num lugar tão apertado como este?', disse lá de cima o sapo do lago.
-'Lago? O que é lago? Onde existe isso?', perguntaram do poço.
-'O lago é um lugar que tem bastante água. Não é tão longe.
Tanto que pude vir passear até aqui.'
-'O lago é grande? '
-'Se é grande? É bem maior do que isto!'
-'Que tamanho tem? Dessa pedra?', perguntaram apontando uma das pedras que cercavam a boca do poço.
-'Imaginem! Vocês acham que é tão pequeno?'
-'Então deve ser desse tamanho', e apontaram um pedaço de tábua que tinha caído no poço.
-'Não é pequeno assim, não.'
-'Então tem o tamanho desse poço inteiro?'
-'Que nada! Tem extensão bilhões de vezes maior do que este poço. Daqui também dá para ver o lago.
Venham até aqui, que mostro para vocês', assim respondeu o sapo do lago.
Mas os sapos do poço não quiseram acreditar.
E começaram a gritar ruidosamente em coro:
-'Onde se viu tamanho absurdo? Você deve ser mentiroso.
Deve estar tramando alguma coisa contra nós.
Não queremos mais saber da sua conversa. Vá embora daqui!" ...

"...Sendo todos nós filhos de Deus, na verdade deveríamos estar vivendo num oceano vasto e sem restrições. Vivendo como verdadeiros irmãos, mais nos isolamos em mundos tão pequenos que somos egoístas por não acreditar que podemos e somos capazes de vencer as mais difícies barreiras em nossa vida.
Mas estamos vivendo num mundo cheio de inconveniências, insatisfações, provações e deficiências em todos os sentidos, porque iludimos a nós próprios e nos negamos a sair para o oceano da Verdade, como 'os sapos do poço' desta fábula." ...

Autor desconhecido

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Você Seria Obediente?


Eram aproximadamente 10:00 horas da noite quando um jovem começou a se dirigir para casa.
Sentado no seu carro, ele começou a pedir:
- DEUS! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obdecê-lo.
Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho:
- Pare e compre um galão de leite...
Ele balançou a cabeça e falou alto:
- DEUS? É o Senhor?.
Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa.
Porém, novamente, surgiu o pensamento:
- Pare e compre um galão de leite...
Muito bem, DEUS! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite.
Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil...
Ele poderia também usar o leite.
O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.
Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido:
- Vire naquela rua...
Isso é loucura...
- Pensou e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua.
No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar.
Era uma área mista de comércio e residência.
Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança.
Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.
Ele atravessou a rua e tocou a campainha..
Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança.
A voz de um homem soou alto:
- Quem está aí? O que você quer?
A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir.
Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta.
Ele t inha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pe na sua soleira.
- O que é?.
O jovem entregou-lhe o galão de leite.
- Comprei isto para vocês.
O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.
Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha.
O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava.
Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando:
- Nós oramos...
Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado.
Não tínhamos mais leite para o nosso bebê.
Apenas orei e pedi a DEUS que me mostrasse uma maneira de conseguir leite.
Sua esposa gritou lá da cozinha:
- Pedi a DEUS para mandar um anjo com um pouco de leite...
Você é um anjo?
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem...
Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face...
Ele teve certeza que DEUS ainda responde aos verdadeiros pedidos...
Agora, você:
Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir DEUS?

Autor desconhecido

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Há Sempre Alguém


O mundo inteiro está cheio de pessoas.
Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.
Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.
Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez.
Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar.
Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.
Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força.
Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade.
Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer.
Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver.
Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.
Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada.
Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes.
Precisam de alguém Talvez de ti ...

Autor Desconhecido

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Reflexão Sobre A Vida E O Amor


Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança, mas alguém aparece para nos confortar.
Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar, é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um por do sol, a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto, é a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
Percebe que não há como distinguir os bons e os maus, pois poucos nascem assim, a vida é que os torna melhores ou piores, pelas tristezas e felicidades que passaram e experiências vivenciadas.
É como se a vida fosse formada por corações e cruzes, onde os corações representam nossos momentos felizes, o carinho e amor que recebemos, e as cruzes são nossas dores, decepções, sofrimentos, momentos ruins pelos quais passamos.
Então você poderá entender que alguns de nós vivenciaram pouquíssimas cruzes e muitos corações o que fará com que essas pessoas tenham muito mais amor a transmitir, outras passaram pelo contrário e são predominantemente frias, insensíveis, buscam coisas materiais, acreditam que os fins justificam os meios, com essas é preciso ter cuidado, alguns podem mudar e melhorar, outros podem mudar você e trazê-lo para a realidade deles.
Assim ao conhecer alguém preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu.
Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá, manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam, esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.
Aproveite ao máximo seus momentos de felicidade, quando menos esperamos iniciam-se períodos difíceis em nossas vidas.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento, manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco, pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário, existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
Não procure querer conhecer seu futuro antes da hora, nem exagere em seu sofrimento, esperar é dar uma chance à vida para que ela coloque a pessoa certa em seu caminho.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não esteja apenas de passagem, como acontece com muitas pessoas que cruzam nosso caminho...

François de Bitencourt ...

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A Árvore Dos Meus Amigos


Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro.
A todas elas chamamos de amigos. Há muitos tipos de amigos. Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e mãe. Mostram o que é ter vida. Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós. Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. Muitos desses denominados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros e nos trazem muitas alegrias.
Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos pertos.
Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes. Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações. Mas o que nos deixa mais feliz é que os que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria através das lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho...
Desejo a você, folha de, minha árvore. Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade.
Hoje e sempre . . . Simplesmente por que: Cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso.

Desconheço o Autor

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Aprendendo Com Os Erros


Na vida não precisamos acertar sempre, Mas a cada dia errar menos.
E é necessário que a cada erro, Aprendamos o máximo possível.
Para que esses erros tornem-se experiências aproveitáveis,
Das quais precisaremos no futuro, para não cometer os mesmo erros.
Mesmo sabendo que muitas dessas experiências machucam,
Nos trazem lembranças que fazem sofrer,
E que preferimos esquecer.
Ainda assim, temos que ter consciência que devemos aproveitá-las
Para a cada dia errarmos menos e acertramos mais.
Porque a vida é assim, cheia de surpresa
E precisamos aprender a conviver com ela.
Caso contrário, não conseguiremos ser alguém,
E certamente não estamos aqui por acaso,
Sem razão, á toa, sem um objetivo à conquistar.
Estamos em busca de um espaço,
Para deixarmos de ser mais um neste mundo.
Por isso temos obrigação de aprender
A viver e conviver com a realidade.
Tendo consciência de que em nossas mãos
Está o nosso futuro.
Dependendo principalmente do que somos no presente,
O que seremos neste futuro bem próximo.
Precisamos ter em mente algo muito importante:
Que devemos ser sempre nós mesmos,
Respeitando ao nosso próximo como a si próprio.
Quando vermos que isto está acontecendo,
Então sentiremos que nossos erros tornaram-se experiências.
E que isso, é como um sinal de nosso amadurecimento.
Ou seja, que deixamos de ser crianças
E passamos a ser adultos,
Não no físico e sim no mental.

Autor desconhecido

domingo, 12 de agosto de 2012

Os Olhos De Quem Vê.


..

Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres.
O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo...
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
- E aí, filhão, como foi a viagem para você?
- Muito boa, papai.
- Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza?
- Sim pai! Retrucou o filho, pensativamente.
- E o que você aprendeu, com tudo o que viu naquele lugar tão pequeno?
O menino respondeu:
- É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro.
Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim.
Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha.
Nós temos alguns canários em uma gaiola eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas!
O filho suspirou e continuou:
- E além do mais papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto que nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios, dólar, eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto!
No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles.
Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos televisão e dormimos.
Outra coisa, papai, dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós.
Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefado, sem graça e envergonhado.
O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres!

MORAL DA HISTÓRIA:

Não é o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então... Você tem tudo!

Autor desconhecido

sábado, 11 de agosto de 2012

As Guerra E Você


Você aprova as guerras?
Se alguém lhe fizesse uma pergunta dessas, por certo você ficaria indignado com tanta ousadia, e diria que não compactua com esse tipo de violência.
No entanto, num ponto você há de concordar: que se vivêssemos num mundo pacífico, as guerras não existiriam, não é verdade?
Pois bem, você já pensou que as grandes guerras podem ser apenas a conseqüência das pequenas guerras que alimentamos no dia-a-dia?
A explosão de um conflito maior pode ser comparada à erupção de um vulcão, que libera as lavas para não provocar abalos maiores e mais prejudiciais ao planeta.
Uma guerra é como uma panela de pressão que estoura porque não consegue suportar as forças que pressionam seu interior.
Assim, quando nos irritamos violentamente com alguém ou com alguma coisa, jogamos na atmosfera uma carga energética de péssimo teor, que contribuirá para a eclosão de guerras, mais cedo ou mais tarde.
Essas forças permanecem na atmosfera espiritual da terra e vão se somando a outras tantas, liberadas por aqueles que se permitem pequenas ou grandes explosões de ira e de ódio.
É assim que vamos formando uma reserva de violência tão grande, que um dia acaba por explodir e causar danos a milhares de pessoas.
Portanto, se não quisermos mais alimentar guerras, devemos educar-nos para a paz.
E a paz deve começar em nossa intimidade.
Quando não revidamos uma ofensa, estamos ajudando a construir a paz.
Quando não aceitamos uma provocação da violência, estamos dando nossa contribuição para que a paz possa ser construída.
Quando calamos uma palavra de irritação, contribuímos com a paz mundial.
Quando apagamos uma faísca de ira que insiste em eclodir de nossa alma, fomentamos a paz.
Quando repelimos com o amor uma insinuação da revolta, ajudamos a pacificar o mundo.
Quando, enfim, nos inundarmos de paz, conseguiremos aplacar o ódio de milhões e acabar com as guerras, por falta de alimento.
Essa é a única maneira de sermos, efetivamente, contrários aos conflitos cruéis que degradam a humanidade e a infelicitam.
Você sabia?
A felicidade deve ser construída, e só haverá verdadeira felicidade quando não houver mais conflitos degradantes entre os povos.
Os mundos estão sujeitos à lei de progresso, e, à medida que seus habitantes evoluem, transformam os mundos em que vivem.
Foi por essa razão que o Cristo afirmou que os brandos e pacíficos herdarão a terra. Nada mais justo, pois colherão os frutos da própria semeadura.
Autor desconhecido

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Sonhe


Um dia uma criança chegou diante de um pensador e perguntou-lhe:”Que tamanho tem o universo?”Acariciando a cabeça da criança,ele olhou para o infinito e respondeu:”O universo tem o tamanho do seu mundo.”
Perturbada,ela novamente indagou:”Que tamanho tem meu mundo?”O pensador respondeu:”Tem o tamanho dos seus sonhos.”Se seus sonhos são pequenos,sua visão será pequena,suas metas serão limitadas,seus alvos serão diminutos,sua estrada será estreita,sua capacidade de suportar as tormentas será frágil.
Os sonhos regam a existência com sentido.
Se seus sonhos são frágeis,sua comida não terá sabor,suas primaveras não terão flores,suas manhãs não terão orvalho,sua emoção não terá romances.
A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis,faz dos idosos,jovens,e a ausência deles transforma milionários em mendigos faz dos jovens idosos.
Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor da sua história,fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades.
Sonhe!

É por isso que há pessoas...

Que querem ser bonitas para chamar a atenção...
Outras desejam a inteligência para serem admiradas...
Mas há algumas que procuram cultivar a Alma e os Sentimentos.
Essas alcançam a admiração de todos, porque além de belas e inteligentes tornam-se realmente
PESSOAS!

Augusto Cury

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Se Sua Vida For.


..

Se sua vida for um sonho: Sonhe.
Se sua vida for uma caminhada: Aventure-se.
Se sua vida for um obstáculo: Passe por ele.
Se sua vida for um objetivo: Alcance-o.
Se sua vida for feita de amor: Ame à vontade.
Se sua vida for feita de ódio e rancor: Esqueça, viva só de amor.
Se sua vida for feita de amigos: Preserve-os.
Se sua vida for uma música: Cante-a e dance.
Se sua vida for uma novela: Dê a ela um final feliz.
Se sua vida for uma rosa: Não deixe que ela morra.
Se sua vida for um mistério: Desvende-o.
Se sua vida for feita de dúvidas: Cuidado para não erras na escolha.
Se sua vida for feita de certezas: Vá em frente.
Se sua vida for feita de sombras: Não deixe que elas te ponham medo.
Se sua vida for feita de luz: Não deixe ela se apagar.
Se sua vida for feita de vários caminhos: Procure escolher aquele que te levará a felicidade.
Se sua vida for um livro: Leia e preste atenção.
Se sua vida for um doce: Se delicie com ele.
Se sua vida for uma noite estrelada: Se encante com o brilho dela.
Se sua vida for uma noite Luar: Aprecie a beleza dela.
Se sua vida for uma lembrança: Lembre-se dela com alegria.
Se sua vida for feita de risos: Dê o seu melhor sorriso.
Se sua vida for um pesadelo: Acorde o mais rápido possível.
Se sua vida for feita de trabalho: Trabalhe, mas sem se cansar.
Se sua vida for feita de dinheiro: Economize.
Se sua vida for um passeio: Aproveite bem.
Se sua vida for um dia de folga: Descanse bastante.
Se sua vida for um presente: Abra e se surpreenda.
Se sua vida é uma vida: Viva para ela ser VIVIDA!!!

“A vida é uma grande ponte. Não construa sua casa, apenas atravesse”.