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sábado, 17 de agosto de 2013

O rei e o mendigo


Certa vez, um mendigo estava andando com um prato de arroz na mão, quando parou ao seu lado o Rei daquele lugar.

O Rei pediu para o mendigo um pouco do seu arroz.

O mendigo então olhou para o rei e pensou:

Ele pode ter de tudo o quiser... e foi bem mesquinho.

Pegou um único grão de arroz e deu ao Rei.

O Rei, então, fechou o grão dentro da mão do mendigo tocou seu cavalo e foi embora.

Quando o mendigo abriu a mão, levou um susto.

O grão de arroz havia se transformado em uma pepita de ouro.

Neste momento, o mendigo olhou para o prato de arroz e saiu correndo atrás do Rei, dizendo:

- Por favor, Majestade, pare. Eu mudei de idéia, tome mais do meu arroz.

Então o rei disse:

- Não. Você já recebeu tudo aquilo que colocou na vida, de bom grado e de bom coração.

O que se recebe da vida é aquilo que nela se coloca primeiro, nem mais nem menos. É lei.

O que você tem colocado na vida ultimamente?

Os patins


Existem pessoas que têm medo de viver...

Em certa ocasião, havia um menino que tinha adoração por patins. Era tudo o que ele queria na vida. Pediu, pediu, tanto fez que um belo dia, eis que conseguiu.
Ficou muito feliz com o par de patins, não desgrudava dele um minuto sequer, era dia e noite, o menino e os patins.
Só que no primeiro tombo, no primeiro arranhão, ele ficou com medo de estragar os patins e resolveu guardá-los.
Os patins ainda eram a coisa que ele mais queria, o que ele mais gostava de fazer era estar com eles. Mas ele preferiu apenas ficar olhando e não usar mais para não estragar.

O tempo foi passando e os patins guardados.
Passaram-se anos e o garoto esqueceu os patins.

Então, em um belo dia, ele se lembra, sente saudades e resolve recuperar o tempo perdido. Vai até o armário, revira tudo e finalmente encontra os patins. Corre para calçá-los e aí tem uma terrível surpresa. Os patins não cabem mais nos seus pés.
O menino, acometido de profunda tristeza, chora e lamenta os anos perdidos que não vai mais poder recuperar.
Poderia sim comprar outro par, mas nunca seriam iguais àqueles!

Assim como o menino da história, são as demais pessoas. Guardam sentimentos, com medo de vivê-los, de se machucar e depois, quando resolvem retomar este sentimento, muitas vezes ele já passou de sua melhor fase.
Aqueles patins eram especiais para o menino, eram únicos, por mais que comprasse outro par, não iria ser igual.
Deixe as besteiras de lado, as brigas, os ressentimentos, os medos e viva amor hoje.
O que importa é o presente e ser feliz.
Não guarde os patins, talvez hoje ainda haja tempo, amanhã pode ser tarde demais...

Oração do amigo


Há muito se diz que, quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro precioso.
Há muito se diz que amizade verdadeira dura pra sempre.
Não tem aquelas tempestades da paixão e nem a calmaria exagerada do descompromisso. É o meio termo. É a bonita sensação do estar perto e, de repente, deixar o silêncio chegar. Não exige tanto.

As amizades nascem do acaso. Ou de alguma força que faz com que uma simples brincadeira, uma informação, um caderno emprestado, uma dor seja capaz de unir duas pessoas. E a cumplicidade vai ganhando corpo, e o desejo de estar junto vai aumentando, e, com ele, a sensação sempre boa do poder partilhar, de se doar.

Há muito se diz que os amigos verdadeiros são aqueles que se fazem presentes nos momentos mais difíceis da vida, naqueles momentos em que a dor parece querer superar o desejo de viver.
De fato, os amigos são necessários nesses momentos. Mas, talvez, a amizade maior seja aquela em que o amigo seja capaz de estar ao lado do outro nos momentos de glória, e vibrar com essa glória. Não ter inveja. Não querer destruir o troféu conquistado. Aplaudir e se fazer presente. Ser presente.

A amizade não obedece à ordem da proporcionalidade do merecimento. Não há sentido em querer de volta tudo o que com generosidade se distribuiu. A cobrança esmaga o espontâneo da amizade. E a surpresa alimenta o desejo de estar junto.
O amigo gosta de surpreender o outro com pequenos gestos. Coisas aqui e ali que roubam um sorriso, um abraço, um suspiro. E tudo puro, e tudo lindo.

Há muito se diz que não é possível viver sozinho.
A jornada é penosa e, sem amparo, é difícil caminhar.
Juntos, os pássaros voam com mais tranquilidade.
Juntas, as gaivotas revezam a liderança para que nem uma delas se canse demais.
Juntos, é possível aos golfinhos comentarem a beleza de um oceano infinito.
Juntos, mulheres e homens partilham momentos inesquecíveis de uma natureza que não se cansa de surpreender.

Eu te peço, Senhor, nessa singela oração, que me dês a graça de ser fiel aos meus amigos. São poucos. E impossível seria que fossem muitos.São poucos, mas são preciosos.
Eu te peço, Senhor, que me afastes do mal da inveja que traz consigo outros desvios. A fofoca. A terrível fofoca que humilha, que maltrata, que faz sofrer.
Eu te peço, Senhor, que o sucesso do outro me impulsione a construir o meu caminho, e que jamais eu tenha ânsia de querer atrapalhar a subida de meu amigo.
Eu te peço, Senhor, a graça de ser leal. Que eu saiba ouvir sempre e saiba quando é necessário falar.

Senhor, sei que a regra de ouro da amizade consiste em não fazer ao amigo aquilo que eu não gostaria que ele me fizesse. E te peço que eu seja fiel a essa intenção. E sei que essa regra fará com que o que se diz há tanto tempo se realize na minha vida. Que eu tenha poucos amigos, mas amigos que permaneçam para sempre.
Não poderia ter muitos. Não teria tempo para cuidar de todos. E de amigo agente cuida. Amigo a gente acolhe, a gente ama.

Senhor, protege os meus amigos.
Que, nessa linda jornada, consigamos conviver em harmonia.
Que, nesse lindo espetáculo, possamos subir juntos ao palco. Sem protagonista.
Ou melhor, que todos sejam protagonistas, e que todos percebam a importância de estar ali. No palco. Na vida.

Obrigado, Senhor, pelo dom de viver e de conviver.
Obrigado, Senhor, pelo dom de sentir e de manifestar o meu sentimento.
Obrigado, Senhor, pela capacidade de amar, que é abundante e é sem-fim.
Amém.

Autor: Gabriel Chalita

O cobrador


Depois de um dia de caminhada pela mata, mestre e discípulo retornavam ao casebre seguindo por uma longa estrada.
Ao passar próximo a uma moita de samambaia ouviram um gemido, verificaram e descobriram caído um homem.
Estava pálido e com uma grande mancha de sangue próximo ao coração.
O homem tinha sido ferido e já estava próximo da inconsciência e da morte.
Com muita dificuldade, mestre e discípulo carregaram o homem para o casebre rústico onde o trataram do ferimento.
Uma semana depois já restabelecido o homem contou que havia sido assaltado e que ao reagir fora ferido por uma faca.
Disse que conhecia seu agressor e que não descansaria enquanto não se vingasse.
Disposto a partir o homem disse ao mestre:
"Senhor, muito lhe agradeço por ter salvado a minha vida, tenho que partir e levo comigo a gratidão por sua bondade. Vou ao encontro daquele que me atacou, vou fazer com que ele sinta a mesma dor que eu senti".

O mestre olhou fixo para o homem e disse:

"Vá, faça o que deseja. Entretanto devo informá-lo de que você me deve 3.000 moedas de ouro como pagamento pelo tratamento que lhe fiz".

O homem ficou assustado e disse:

"Mas senhor, é muito dinheiro! Sou um trabalhador e não tenho como lhe pagar esse valor".
"Se não podes pagar pelo bem que recebestes, com que direito queres cobrar o mal que lhe fizeram?"

O homem ficou confuso e o mestre concluiu:

"Antes de cobrar alguma coisa procure saber quanto você deve. Não faça cobrança pelas coisas ruins que te aconteceram nesta vida, pois esta vida pode lhe cobrar tudo que você deve, e com certeza você vai pagar muito mais caro.

Pense nisso!

Partida e chegada


Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: "já se foi".
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.
Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato instante em que alguém diz: "já se foi", haverá outras vozes, mais além, a afirmar: "lá vem o veleiro" !!!

Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: "já se foi".
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo, suas conquistas persistem dentro do mistério divino.
Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita. E é assim que, no mesmo instante em que dizemos:  "já se foi", no além, outro alguém dirá: "já está chegando".
Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a vida.

Na vida, cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.
Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Assim, um dia, todos nós partiremos. E como seres imortais que somos, todos nós iremos ao encontro daquele que nos criou.

O tempo


Com o tempo...
...aprendes que estar com alguém só porque esse alguém te oferece um bom futuro significa que mais cedo ou mais tarde quererás voltar ao passado...

Com o tempo...
...dás-te conta que casar só porque "estás sozinho" é uma clara advertência de que o teu matrimônio será um fracasso...

Com o tempo...
...compreendes que só quem é capaz de te amar com os teus defeitos, sem pretender mudar-te, é que te pode dar toda a felicidade que desejas...

Com o tempo...
...dás-te conta de que se estás ao lado de uma pessoa só para acompanhar a tua saudade, irremediavelmente desejarás não voltar a vê-la...

Com o tempo...
...dás-te conta de que os amigos verdadeiros valem mais do que qualquer montante de dinheiro...

Com o tempo...
...entendes que os verdadeiros amigos se contam, e que aquele que não luta para os ter mais cedo ou mais tarde se verá rodeado unicamente de amizades falsas...

Com o tempo...
...aprendes que as palavras ditas num momento de raiva podem continuar a magoar a quem disseste, durante toda a vida...

Com o tempo...
...aprendes que desculpar todos o fazem, mas perdoar só as almas grandes o conseguem...

Com o tempo...
...compreendes que se feriste muito um amigo, provavelmente a amizade jamais será a mesma...

Com o tempo...
...dás-te conta de que cada experiência vivida com cada pessoa, é única...

Com o tempo...
...dás-te conta de que aquele que humilha ou despreza um ser humano, mais cedo ou mais tarde, sofrerá as mesmas humilhações e desprezos, só que multiplicados...

Com o tempo...
...aprendes a construir todos os teus caminhos hoje, porque o terreno de amanhã, é demasiado incerto para fazer planos...

Com o tempo...
...compreendes que apressar as coisas ou forçá-las para que aconteçam fará com que no final não sejam como esperavas...

Com o tempo...
...dás-te conta de que na realidade o melhor não era o futuro, mas sim o momento que estavas a viver naquele instante...

Com o tempo...
...aprenderás que tentar perdoar ou pedir perdão, dizer que amas, dizer que sentes falta, dizer que precisas, dizer que queres ser amigo junto de um caixão...
...deixa de fazer sentido...

Por isso recorda sempre estas palavras:
"O homem torna-se velho muito rápido e sábio demasiado tarde".
...exatamente quando:
"Já não há tempo"

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Estou voltando....

Em breve estrei atualizando novamente o blog... espero que gostem ;)