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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Encontrar a pessoa amada!


Uma mulher, chamada Clara, estava muito triste, pois nenhum dos seus relacionamentos dava certo.

Por mais que tentasse, só conseguia encontrar homens egoístas e que não queriam um compromisso sério.

Já estava havia passado da casa dos trinta anos e ainda não encontrara o amor de sua vida.

Certo dia, após uma crise de choro com o término do seu último namoro, resolveu que iria tentar uma resposta para tudo aquilo. Foi então falar com o padre de sua igreja, que se chamava Antônio.

Conhecia este religioso desde de sua infância.

Ambos cresceram e estudaram nas mesmas escolas da região.

Assim que o encontrou, conversou bastante tempo com ele.

O padre deu algumas possíveis explicações sobre seu problema, mas nada que a convencesse.

Já cansada, ela disse que iria embora, pois ainda não havia almoçado. O padre disse:

- Os caminhos de Deus são misteriosos, mas quem sabe se orarmos pedindo uma resposta, Ele não nos ajude a entender?

- Você sabe que não gosto muito de orar e pedir nada, disse a moça. Tudo que é meu eu gosto de buscar. Não confio muito em que outros façam as coisas por mim, completou com um certo ar de arrogância.

- Está bem, disse o padre.

A moça então agradeceu, despediu-se, e voltou para casa.

Dois anos se passaram.

A moça conhecera outros rapazes, mas nenhum que a despertasse qualquer sentimento.

Lembrou-se então do padre, da conversa que tiveram e da antiga amizade que eles cultivavam desde a infância.

Percebeu que nunca mais havia ido a igreja e nem falado com ele.

Resolveu então regressar ao santuário e reencontrá-lo.

Assim que chegou, recebeu a notícia que o padre não estava mais na paróquia, e que renunciara as funções sacerdotais.

- Gostaria muito de reencontra-lo, disse a moça. Você tem o contato dele?

- Você deu sorte, disse o novo padre. Ele está morando a apenas três quadras daqui, se quiser te dou o endereço.

A moça pegou o endereço e decidiu fazer uma visita ao ex-padre.

Chegou e foi recebida por ele com um abraço caloroso.

- Ainda não encontrei o homem certo, disse a moça quase chorando.

O padre abraçou-a e disse:

- Há dois anos, nos encontramos na igreja e eu te convidei a orar. Você recusou-se afirmando que não gostava de pedir nada a ninguém, nem mesmo a Deus, pois não confiava em coisas que você mesma não havia conquistado, lembra?

- Sim, lembro, disse a moça.

- O que acha de novamente orarmos pedindo uma luz sobre isso? Indagou o ex-padre.

- Está bem, eu já não aguento mais sofrer, disse a moça. Aceito recorrer a algo superior. O sofrimento e as decepções amorosas foram aos poucos me tornando uma pessoa menos arrogante. Acho que agora já estou pronta para receber algo da vida.

Ambos se ajoelharam no quintal da casa do padre e começaram a rogar fervorosamente, pedindo que o plano celeste desse algum sinal.

Nesse momento, os dois foram surpreendidos por uma luz que desceu do céu.

Parecia um ser luminoso, que os dois perceberam ser um anjo. O ser luminoso olhou carinhosamente para eles e disse:

- Deus nunca faz nada por acaso. Vocês dois ainda não haviam encontrado a pessoa certa porque ainda não estavam preparados para isso. O mesmo ocorre com muitas pessoas. Você, Clara, era uma pessoa orgulhosa, que não aceitava qualquer opinião ou ajuda de outras pessoas. Essa soberba iria atrapalhar seu relacionamento com o homem de sua vida, por isso, até esse momento, esse homem não se revelara a você.
Você, Antônio, também sempre quis encontrar a mulher de sua vida, mas sua condição de padre sempre o impediu. Você tinha medo de sair da igreja e enfrentar o mundo.
Agora que você conseguiu desenvolver a coragem e largou o sacerdócio pôde finalmente encontrar a pessoa certa. Se por acaso vocês, Clara e Antônio, tivessem encontrado a pessoa certa antes de mudarem alguns aspectos de si mesmos; antes de consertarem algumas falhas ou defeitos, não teriam conseguido manter o relacionamento e teriam desperdiçado a chance de viver um grande amor. O céu sabe disso, e por esse motivo só organizou este encontro assim que vocês estivessem prontos.

Os dois se abraçaram e entenderam que haviam encontrado a pessoa certa. Clara e Antônio se beijaram, derramaram muitas lágrimas, e agradeceram muito a Deus pela explicação. O anjo completou:

- Da mesma forma que esperamos uma fruta estar madura para nos alimentarmos, a inteligência divina sempre espera até que uma pessoa esteja pronta e madura o suficiente para que se torne possível viver a plenitude de uma experiência.