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sábado, 12 de abril de 2014

Regras da raiva.


AS CINCO REGRAS DA RAIVA

Vamos expor as cinco principais regras da raiva, pois elas ajudam a compreender melhor esse sentimento e o que podemos fazer para que seus efeitos negativos não se abatam sobre nós:

A primeira regra é bem simples e ela diz o seguinte: "a raiva bloqueia teu raciocínio". Isso significa que os momentos em que explodimos de raiva são os piores para se tomar decisões, posto que as fortes emoções restringem nossa razão e nosso pensamento.

Sempre que você fica com raiva e explode em intenso fervor emocional, você pode fazer escolhas que depois farão você se arrepender, e que podem até te prejudicar.

Muitas vezes, tomados que estamos pela fúria, escolhemos, dizemos ou fazemos coisas que depois, na tranquilidade, pensamos "se estivesse calmo, não faria aquilo".

A trajetória de uma vida inteira pode ser modificada e destruída em apenas alguns minutos de ira.

A segunda regra diz o seguinte:

"Quem está nervoso muitas vezes deseja que outros fiquem como ele", ou seja, todos aqueles que estão num estado de tensão, nervosismo e que vivem nas trevas da raiva e irritação compulsiva desejam que outras pessoas compartilhem do mesmo sentimento e descontrole.

Quem está na escuridão quer que todos estejam na escuridão, pois assim eles sentem que há muitas pessoas como ele, e não se sente tão mal caso fossem os únicos.

Apagar a luz dos outros é a melhor maneira de não enxergar sua própria escuridão.

Em outras palavras, quem está na lama, quase sempre quer trazer os outros para a lama, pois assim eles têm "companhia".

O raivoso deseja ter alguém com quem compartilhar sua raiva, pois a raiva sozinha perde seu "combustível", e muito frequentemente se transforma em depressão.

Toda raiva não compartilha com outros acaba tornando o raivoso depressivo, com sentimentos de carência e vazio.

A terceira regra é a seguinte: "Não dê poder a quem não tem".

Quando você se deixa levar pelos berros e deixa a raiva te dominar, você está dando poder àquela pessoa e permitindo a ela te desestabilizar.

Mas esse poder de desorganização emocional é a própria pessoa que confere ao outro.

No momento em que você pára de dar poder a quem não tem poder, você não mais se envolve pelas ofensas e agressões alheias e passa a ser mais neutro e menos vulnerável.

A quarta regra diz algo muito importante:

"A raiva prejudica a nós mesmos, e não ao outro".

Há uma máxima de sabedoria que diz o seguinte:

"Ficar com raiva de outrem é o mesmo que tomar veneno e esperar que o outro morra".

O maior prejudicado com os acessos de raiva ou com a raiva prolongada somos nós mesmos.

A ira pode gerar doenças emocionais e até físicas, em casos extremos, pode instalar quadros depressivos numa pessoa.

A raiva contida é ainda mais prejudicial, pois vai aos poucos minando as nossas estruturas psicológicas.

Portanto, tua raiva não prejudica o outro, ela afeta, em primeiro lugar, o próprio raivoso.

E por fim, a quinta regra também é simples, mas pode parecer difícil de ser aplicada para algumas pessoas: "Não responda a uma ofensa, apenas silencie".

Quando, por exemplo, algum parente está envolto pela ira e começa a agredir a todos, a melhor resposta é o silêncio.

Por que o silêncio?

Pois é apenas no silêncio que aquela pessoa conseguirá ouvir a si mesma.

Ela passará a ouvir seus próprios gritos, suas ofensas, suas agressões e terá a chance de se perceber, se sentir e se tocar do mal que está emanando.

A quinta regra diz: apenas silencie e deixe a pessoa ouvir a si mesma.

No momento em que não correspondemos a raiva, a pessoa perde sua energia, fica sozinha e passa a perceber a si mesma, e assim, ela pode enxergar-se como é.

Dessa forma, a chance dela se ver e procurar se modificar é bem maior.