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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O sofrimento mantido em segredo.



Às vezes escolhemos sofrer em silêncio, e isso pode acontecer por diversas razões.

Nos sentimos culpados e tememos o julgamento que outros farão.

Podemos ser rotulados como fracos e até incompetentes.

Acreditamos que agora que estamos na vitrine, em sofrimento, vamos ser vítima daqueles que apedrejamos e abandonamos em outras ocasiões.

Muita coisa pode fazer sentido na nossa cabeça, mas nada disso é motivo para se isolar, recusar ajuda e se retirar do convívio dos amigos e familiares.

Esteja próximo daqueles que te amam e querem o seu bem, compartilhe com alguém as situações, as dificuldades e tudo que tem sofrido.

Procure ajuda profissional quando for o caso.

Temos que fazer esse exercício nos dois sentidos, ajudar quando o outro está em sofrimento, oferecer o ombro, ajudar a clarear as circunstâncias. E também, aceitar a ajuda e evitar o isolamento quando o sofrimento é do nosso lado.

Compreender o sofrimento dos outros e experimentar a compaixão, nos ferramenta para lidar bem com o próprio sofrimento e praticar a autocompaixão, cuidar de si próprio, se pegar no colo.

Temos que aprender a lidar melhor com o próprio sofrimento, aceitando a dor e trabalhando para minimizar o sofrimento.

Em nenhuma circunstância devemos nos isolar.

Somos seres sociais e nos sentimos bem ajudando e sendo ajudado.

Especialmente quando vivenciamos uma crise, perdemos a capacidade de enxergar as saídas.

O envolvimento emocional, e o estresse crônico bloqueiam a nossa mente para as soluções mais adequadas.

Pedir ajuda é um sinal de inteligência, pois aquele amigo que está fora do problema pode nos apontar a saída.

Fique junto de quem pode te ajudar.

Importância do diálogo.



  O diálogo confiante e fraterno vem se tornando raro.
  Muitos são os fatores mas, em síntese, o diálogo escasseia por ausência de entendimento.
  Contudo, ele é tão importante para trocar opiniões, aprofundar ideias, traçar caminhos, esclarecer dúvidas!
  Fator imprescindível no diálogo é a arte de saber ouvir. Ouvir com paciência, com interesse, valorizando tudo que o outro expressa.
  Outro ponto fundamental é a simplicidade na expressão do verbo. Desde que não se trata de um discurso, as colocações devem ser feitas de forma simples e clara, a fim de gerar simpatia em quem ouve.
  Depende ainda o sucesso do diálogo do desejo de ser útil, não nos esquecendo de que toda pessoa tem algo para ensinar, como resultado de sua experiência individual.
  O diálogo estreita as relações entre pessoas bem educadas, pois cada qual se revela, informando sobre os seus recursos pessoais.
  O diálogo é indispensável para a vida em sociedade.
  Jesus lecionou com sabedoria a respeito de sua eficácia.
  Quando procurado pela arrogância dos adversários gratuitos, que O desejavam perder, utilizava palavras precisas, não permitindo duplas interpretações.
  Quando buscado pela simplicidade do povo, acudia com parábolas comovedoras, que falavam da realidade daquela gente. Lições que sobreviveram aos séculos, ensinaram gerações e prosseguem hoje, com o mesmo vigor, a apontar o caminho reto e seguro para a felicidade.
  Se amigos o procuravam, ouvia-os bondoso. Depois, gentil, os esclarecia, usando constantemente uma linguagem perfeitamente compreensível a todos.
  Diante da dor, sabia escutar e participar, chegando às lágrimas mais de uma vez. No seu banquete de fraternidade, participava intensamente de cada momento de cada vida.
  Otimista, usava do verbo para elevar sempre. Mesmo na cruz não se permitiu o receio, dialogando com o equivocado que lhe solicitava socorro, acenando-lhe com a possibilidade de reforma.
  Expressão do amor puro, manteve diálogo com Sua mãe e João, no Gólgota dos testemunhos.
* * *
  Estes são dias que exigem diálogos fraternos, objetivos. A dor aperta o cerco e falsos conceitos buscam se afirmar no mundo, confundindo os menos avisados.
  É o momento de dialogar sem pressa, auxiliando com o esclarecimento libertador. É o momento de conquistar os corações para a paz, em nome de Jesus.
  O diálogo projeta claridade sempre que é realizado em termos elevados.
  Utilizando-o, com sabedoria, estaremos fazendo brilhar nossa luz no mundo, em nome da verdade, exatamente como nos aconselhou Jesus.
* * *
  A palavra, a serviço da vida, é operária do progresso, da felicidade e do bem geral.
  A boa comunicação resulta da qualidade do tema e da forma como se apresenta.
  Aprendamos a falar com propriedade, evitando gírias, conceitos de duplo sentido, expressões chulas, que somente conduzem à agressividade e ao primitivismo.
  Não falemos apenas por falar. Falemos edificando, ajudando, libertando ouvintes.
  Comuniquemo-nos com o próximo irradiando alegria e paz, como fazia Jesus.
Pense nisso.

Fonte: R.M.E.

Um homem mau no céu.


Um anjo estava recebendo as almas que acabavam de morrer.

Uma fila foi formada e aos poucos foram separando aqueles que iriam para os planos elevados e aqueles que iriam as zonas inferiores.

Um homem, que estava na fila reservada aqueles que deveriam descer as zonas inferiores ficou revoltado e gritou: INJUSTIÇA!

Todos ouviram o grito e prestaram atenção ao homem. O anjo também olhou para ele. O homem prosseguiu:

- Isso nada mais é do que uma grande injustiça! Por que apenas os "escolhidos" podem ir a zonas celestes, e nós, os marginalizados, vamos para zonas inferiores? Somente por causa dos nossos erros na Terra Deus deixou de nos amar? Desafio os anjos de Deus a darem um tratamento igual a todos os seus filhos, aqueles que fizeram o bem e também aqueles que fizeram o mal! Onde está o perdão divino?

O anjo foi na direção do homem e disse:

- Meu filho, já que você está questionando isso, permitirei então que você vá aos planos celestes, você quer?

- Sim, respondeu o homem.

O anjo então deu a mão ao homem e o conduziu a um plano elevado do cosmos infinito, para onde vão as almas bondosas, caridosas, compassivas e humildes.

Assim que chegou lá, o anjo desapareceu. O homem pensou: "Puxa, consegui vir a um local melhor, sem que eu precise ficar sofrendo, que bom!"

Começou a caminhar pelo local. Sentiu uma energia muito calma, tranquila, pacífica. Ele estava acostumado com agitações, barulho, confusões, etc, e por isso começou a sentir um pouco de saudade dos bares, das boates e casas noturnas onde frequentava.

Continuou caminhando, e viu um homem tocando uma melodia belíssima, bem calma. Começou a ouvir um pouco da música, mas rapidamente achou aquela melodia muito chata e monótona. Saiu de lá e continuou caminhando.

Logo depois, viu um senhor ensinando filosofia a um grupo de almas. Parou para ouvir os ensinamentos: o mestre falava de amor, caridade, meditação, paz, e outros princípios sagrados da vida. O homem ficou muito entediado com aquela conversa, não concordava com quase nada do que era dito, sentiu uma certa ansiedade e saiu de lá rapidamente.

Continuou caminhando, mas dessa vez estava sentindo-se mal com toda aquela atmosfera benéfica. Viu a sua volta que se irradiavam pelo espaço correntes de luz branca, e todas as almas que passavam por lá eram transpassadas por aquela vibração divina. Assim que teve contato com essas correntes de pura bondade e harmonia, sentiu-se ainda pior do que antes. Não estava acostumado com energias boas, elevadas, pacíficas. Começou a sentir-se muito angustiado com tudo aquilo. Chegou num ponto em que não estava mais aguentando aquelas vibrações luminosas, aquela paz e bondade. Chegou ao seu limite e resolveu então clamar pelo anjo dizendo: "Ser agélico, por favor, estou me sentindo péssimo aqui. Suplico-te, leve-me para outro lugar!"

O anjo apareceu e o conduziu a uma zona inferior. Mostrou ao homem que lá havia sexualidade desregrada, prazeres, barulho, energias densas, pessoas tomando as coisas das outras, confusão, agitação, etc.

O homem olhou para o anjo e disse:

- Obrigado!

O anjo disse:

- O local onde vivemos e nos sentimos atraídos, tanto na vida física quanto na vida espiritual, tem total relação com nossos desejos, afinidades e nosso modo de ser. As almas vão para onde seus desejos, crenças e afinidades as guiem. Cada qual está no lugar que tem que estar, de acordo com a lei das afinidades e vibrações. Não há qualquer discriminação nem injustiça na perfeição do plano divino.

O que é viver bem?


"Um repórter perguntou à poeta Cora Coralina o que é viver bem.

Ela lhe disse:

Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice.

E digo pra você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo.

Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que lê.

O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga pra você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada.Nada de palavra negativa.

Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio!

Sei que tenho muitos anos.

Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha, não. Você acha que eu sou?

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser.

Filha dessa abençoada terra de Goiás.

Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.
Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.

Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir."

Marcas de batom.



AS MARCAS DE BATOM NO BANHEIRO

Numa escola pública no centro de Belo Horizonte, estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 15,16,17 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.

Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom.

Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam.

Fez uma palestra de uma hora.

No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram.

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho.

O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho. Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história: Há professores e há educadores...

Comunicar é sempre um desafio!

Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.

- Por quê?

Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.

Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.

Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.

Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.

Ciúmes.

O ciúme, mesmo quando bem administrado, acaba se manifestando quando surge algum risco de perda do amado: reforça ainda mais a insegurança.


Uma pessoa pode ter boa autoestima, conviver com um parceiro totalmente confiável e ainda assim sentir ciúme da relação dele com uma irmã.

O ciúme sentimental é o que um pai costuma experimentar, por exemplo, ao observar a intensidade do carinho que une seu filho à sua esposa.

O ciúme sentimental é mais forte quando a intensidade do amor que une as pessoas envolvidas é enorme: casais apaixonados tendem a se isolar!

Casais apaixonados costumam ter mais problema de ciúme sentimental do que os que se amam menos, onde a desconfiança gera maior ciúme sexual.

É possível a uma pessoa que ama de verdade seu par não sentir nenhum tipo de ciúme? Essas criaturas existem, mas são a exceção e não a regra.

As origens do ciúme são conhecidas (insegurança, amor intenso, desejo de exclusividade etc). O que não sabemos explicar é sua inexistência!

Criador: É TUDO CULPA SUA


via Byline

transcrito por
Jennifer Farley
26/01/2014

Quando você ouvir a si mesmo dizendo: "É tudo culpa SUA" ou "Não é MINHA culpa".....pare.....volte atrás, e dê uma segunda olhada na situação.

Com a firme certeza de que você cria toda a sua existência neste plano-da-Terra, passe por cima do desafio de novo, e veja em qual parte as suas energias agiram na situação.

Mais frequentemente que nunca, verá que você estava negando seus verdadeiros sentimentos e ações.

O Universo nunca fará você se sentir "mal" sobre as decisões que toma, no entanto, pede que assuma total responsabilidade por elas.

Quando você for capaz de fazer isso, você estará bem no caminho para se tornar o que você verdadeiramente supunha ser; integral e saudável dentro de si mesmo. ~

Criador

The Creator Writings
Traduzido por Adriano Pereira - www.blogluzevida.blogspot.com


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Osho: ESTRANHOS A NÓS MESMOS


via Byline

Imagem por antkriz
Osho

Nascemos sozinhos, vivemos sozinhos e morremos sozinhos. A solitude é nossa verdadeira natureza, mas não estamos cientes dela. 

Por não estarmos cientes, permanecemos estranhos a nós mesmos e, em vez de vermos nossa solitude como uma imensa beleza e bem-aventurança, silêncio, paz e um estar à vontade com a existência, a 
interpretamos erroneamente como solidão.

A solidão é uma solitude mal-interpretada. E, quando se interpreta a solitude como solidão, todo o contexto muda. A solitude tem uma beleza e uma imponência, uma positividade; a solidão é pobre, negativa, escura, melancólica.

A solidão é uma lacuna. Algo está faltando, algo é necessário para preenchê-la e nada jamais pode preenchê-la, porque, em primeiro lugar, ela é um mal-entendido. À medida que você envelhece, a lacuna também fica maior. 

As pessoas têm tanto
 medo de ficar consigo mesmas que fazem qualquer tipo de estupidez. Vi pessoas jogando baralho sozinhas, sem parceiros. Inventaram jogos de cartas em que a mesma pessoa pode fazer o papel dos dois adversários.

Aqueles que conheceram a solitude dizem algo completamente diferente. Eles dizem que 
não existe nada mais belo, mais sereno, mais agradável do que estar só.

A pessoa comum insiste em tentar esquecer sua solidão e o 
meditador começa a ficar mais e mais familiarizado com sua solitude. Ele deixou o mundo, foi para as cavernas, para as montanhas, para a floresta, apenas para ficar só. Ele quer saber quem ele é. Na multidão é difícil; existem tantas perturbações...

E aqueles que conheceram suas solitudes conheceram a maior das bem-aventuranças possíveis aos seres humanos, porque 
seu verdadeiro ser é bem-aventurado.

Depois de entrar em sintonia com sua solitude, você poderá se relacionar, o que lhe trará grandes alegrias, porque a relação 
não acontecerá a partir do medo

Ao encontrar sua solitude, você poderá criar, poderá se envolver com tantas coisas quanto quiser, porque esse envolvimento não será mais fugir de si mesmo. Agora, ele terá 
a sua expressão, será a manifestação de tudo o que é seu potencial.

Mas o básico é 
conhecer inteiramente sua solitude.

Assim, lembro a você, não confunda solitude com solidão. 
A solidão certamente é doentia; a solitude é saúde perfeita.

Seu primeiro e mais fundamental passo em direção à descoberta do significado e do sentido da vida é mergulhar na sua solitude. Ela 
é seu templo, é onde vive seu deus, e você não pode encontrar esse templo em nenhum outro lugar.

Osho, em "Amor, Liberdade e Solitude: Uma Nova Visão Sobre os Relacionamentos"
Visite o Blog Luz e Vida www.blogluzevida.blogspot.com Fale conosco: blogluzevida@gmail.com Twitter: @blog_luz_e_vida

Favor Divino!


Não te queixes de Deus porque dificuldades te povoem a vida.

Certamente Deus conhece todos os programas de ação que te estruturam a existência.
O parente difícil, a casa em provas, as tarefas árduas, a conquista de simpatia, o relacionamento espinhoso...

Tudo isso poderia Deus suprimir num momento.

Entretanto, sem os familiares incompreensivos, não conhecerias o amor; fora dos obstáculos domésticos, não adquiririas responsabilidade; fugindo aos encargos de sacrifício, não terias experiência; longe da procura de apoio, não praticarias fraternidade e desertando das lutas de equipe, acabarias desconhecendo o valor da cooperação.

Convence-te de que Deus pode sanar qualquer preocupação, mas deixa-nos a cada um a bênção do trabalho, de modo a que consigamos sair da ingenuidade e da inércia, para sermos, um dia, colaboradores conscientes da Divina Sabedoria que sustenta a Criação.

- Chico Xavier

O ornitólogo confuso


via Byline

O ponto de partida para a compreensão da filosofia de Arthur Schopenhauer é o conceito de representação.

Representação, em sua obra, é a atividade fisiológica que ocorre no cérebro de um ser humano (ou outro animal) ao fim da qual temos a formulação de uma imagem percebida pelo sujeito. A representação é uma tradução que nossos sentidos fazem a partir de informações advindas do "mundo exterior" – portanto, o mundo que percebemos se trata de uma construção mental.

Até aqui nem mesmo os materialistas eliminativos discordariam dele, pois, mesmo crendo que "a subjetividade é uma mera ilusão cerebral", ainda assim devem crer que esta "ilusão" também faz parte de uma construção mental (embora no caso deles o termo "construção mental" queira dizer, sempre, "construção cerebral").

Em sua obra prima, O mundo como vontade e representação, o filósofo alemão inicia seu argumento contra o materialismo eliminativo com um elogio aparente a filosofia objetiva, que "parte do objeto (no mundo exterior)" para "compreender o todo":

A filosofia objetiva, quando se apresenta sob a forma do materialismo puro, é aquela cujo desenvolvimento pode ser mais completo. Este sistema coloca antes de tudo a existência absoluta da matéria, e por consequência a do espaço de do tempo, suprimindo assim a relação da matéria com o sujeito, relação essa da qual, não obstante, a matéria tira sua única realidade.

Depois, apoiado na lei da causalidade, que toma por uma ordem de coisas em si, prossegue a sua marcha, saltando sobre o entendimento, no qual e pelo qual apenas a causalidade existe. Feito isso, procura descobrir um estado primitivo e elementar da matéria de onde possa tirar, através de um desenvolvimento progressivo, todos os outros estados, desde as propriedades mecânicas e químicas até a polaridade, a vida vegetativa e por fim a animalidade. [...] O último elo da cadeia será a sensibilidade animal, ou o conhecimento, que aparecerá assim como uma simples modificação da matéria, produzida em consequência da causalidade.
[1]

Mas a esta aparente exaltação da capacidade da filosofia objetiva "explicar a tudo", se segue um choque de realidade profundamente filosófico:

Admitamos que pudéssemos seguir até o fim e com o testemunho das representações intuitivas da explicação materialista; uma vez chegados ao topo, seríamos subitamente tomados desse riso inextinguível dos deuses do Olimpo, quando, despertando de um sonho, fizéssemos, de repente, essa descoberta inesperada: que o último resultado tão penosamente adquirido, o conhecimento, estava já implicitamente contido no dado primeiro do sistema, a simples matéria; assim, quando, como no materialismo, nos imaginávamos a pensar a matéria, o que pensávamos na realidade era o sujeito que a representa para si, o olho que a percebe, a mão que a toca, o espírito que a conhece. [1]

Parece um problema e tanto a ser resolvido pela filosofia objetiva!

Não é a toa que os materialistas eliminativos pretendem, como o nome já indica, "eliminar o sujeito". Não é a toa que eles tendem a ver a vida humana e um "futuro computador com capacidade de processamento suficiente" como uma mesma coisa, uma "coisa que somente computa informações", pois que toda a interpretação é e sempre foi mera ilusão. Parece uma via radical demais a ser seguida, mas há declarações como esta, do arqueólogo Peter Watson, que indicam que realmente existem aqueles que a seguem a risca:

As ciências sociais, psicológicas e cognitivas permanecem enlatadas em palavras e conceitos pré-científicos. Para muitos de nós, a palavra "alma" é tão obsoleta quanto "flogístico", mas os cientistas ainda usam palavras imprecisas como "consciência", "personalidade" e "ego", para não falar em "mente". Talvez seja hora de, pelo menos na ciência, remodelar "imaginação" e "introspecção", ou, de preferência, retirá-las. Os artistas ainda podem divertir-se com esses conceitos, mas os assuntos mundiais sérios já seguiram em frente. [2]

Faz sentido eliminarmos o termo "imaginação" de um dicionário materialista, mas o mero fato do termo haver sido eliminado significa, por si só, que a capacidade humana de imaginar também deixou de existir? Pois bem, é mais ou menos por esta via que Schopenhauer prossegue em seu argumento:

Ora, esta suposta realidade objetiva é um dado puramente indireto e condicionado; ela tem apenas uma existência completamente relativa: a coisa [o objeto], com efeito, deve passar primeiro pelo mecanismo do cérebro e ser transmitida por ele, entrar em seguida nas formas do entendimento – tempo, espaço, causalidade – antes de aparecer, graças a esta última elaboração, como extensa no espaço e ativa no tempo.

[...] A esta afirmação, de que o pensamento é uma modificação da matéria, será sempre permitido opor a afirmação contrária: de que a matéria é um simples modo do sujeito pensante. Em outras palavras, uma pura representação. [1]

Assim podemos representar esta busca pela explicação definitiva do mundo que parte da matéria, do objeto externo, com uma alegoria:

Havia um ornitólogo, isto é, um biólogo que estuda espécies de pássaros, que ouviu falar de uma ave muito rara, de uma beleza tão impactante que muitos que a comtemplaram mal a souberam descrever em palavras. Como cético em relação a meros boatos, porém extremamente curioso em relação à Natureza, o ornitólogo decidiu sair numa busca para descobrir se, afinal, tal ave existia realmente.

Colocou seu longo chapéu de caçador, buscou sua maleta cheia de apetrechos científicos, vestiu suas galochas e seguiu em sua jornada investigativa. Por dias, meses, anos, encontrou apenas restos de ninhos abandonados, pegadas suspeitas e boatos, muitos boatos!

Porém, quando estava quase desistindo e dada por encerrada a busca, achou no quintal de sua casa uma pena de ave longa, quase perfeitamente simétrica, de cores indescritíveis, algo que nunca havia visto antes... Pensou, "Só pode ser ela, a ave rara! Será que era ela quem estava me observando todo este tempo?".

E foi então que, assim tão confuso, o ornitólogo entrou em casa e viu, pelo reflexo fugidio do espelho em seu escritório, uma ave que reduzia a beleza de todos os demais animais a uma nota de rodapé. E, assim que eles se encararam, face a face, por um momento tão breve quanto eterno, ela voou pela janela e desapareceu.

Neste momento o ornitólogo compreendeu que o que ele buscava estava, todo o tempo, bem ao seu lado. E dali em diante ele passou a pesquisar aves ainda mais raras, desta vez no único campo onde todas elas existem sempre lá dentro...

***

[1] Trechos das págs. 34 a 36 de O mundo como vontade e representação (Ed. Contraponto), na tradução de M. F. Sá Correia.

[2] Peter Watson: Not Written in Stone, New Scientist, 29/08/2005.

» Leia também: A singularidade filosófica

Foto encontrada em : Google Image Search (Arthur Schopenhauer)

A arte de raciocinar

Raciocinar é uma arte que merece uma reflexão mais detida por parte de todos nós.

Mas, e o que é raciocinar?

Segundo os dicionários, raciocinar é fazer uso da razão para conhecer, para julgar da relação das coisas; ponderar; pensar.

De maneira geral nós estamos raciocinando a maior parte do tempo, pois pensamos, fazemos cálculos, tiramos conclusões.

Todavia, quando se trata de tomar decisões em nossas ações diárias, parece que nossa capacidade de raciocinar fica prejudicada ou é abafada pelo egoísmo.

Quando estamos no trânsito, por exemplo, e há um veículo atravessado na rua, cujo motorista espera que alguém lhe de a vez para poder seguir, a razão diz que se o deixarmos passar o tráfego fluirá melhor, beneficiando a todos, mas geralmente não é essa a nossa decisão.

Quando passamos por um lugar onde houve um acidente, e a aglomeração de pessoas está grande, ao invés de ouvirmos os apelos da razão para seguir em frente e não atrapalhar, as mais das vezes nos juntamos à multidão só para satisfazer a curiosidade e julgar a ocorrência sem conhecimento de causa.

Se vamos assistir a um espetáculo, um evento qualquer, o bom senso nos adverte que o melhor é ocupar os lugares mais distantes dos corredores, para facilitar a entrada dos que chegarão depois.

Mas o que acontece geralmente, é que nos sentamos nas primeiras cadeiras e quem chegar depois que passe nos espaços apertados que deixamos. E, por vezes, ainda reclamamos pelo fato de ter que encolher as pernas para que os outros passem.

Outra situação bastante despropositada é a das mães ou pais com crianças pequenas que ocupam lugares de difícil acesso.

Se for um evento em que se faz necessário o silêncio, quando os pequenos começam a chorar ou gritar, esses pais perturbam a metade da platéia até chegarem às portas de saída.

Todas essas situações poderiam ser evitadas se usássemos a arte de raciocinar, tomando sempre as decisões mais racionais.

Nas questões emocionais, o raciocínio sempre é bom conselheiro, mas o que acontece amiúde, é que não lhe damos ouvidos, preferindo agir como os irracionais.

Se necessitamos chamar atenção de um filho, ou outro familiar, por exemplo, e percebemos que este chega nervoso, irritado, a razão nos aconselha deixar para outro momento, mas, infelizmente, nem sempre a ouvimos e despejamos sobre ele uma enxurrada de palavras ásperas, agravando a situação.

Se o namorado ou namorada nos diz que já não somos mais o amor da sua vida, a razão pede que nos afastemos, mas nem sempre é assim que agimos. E é por esse motivo que muitos crimes passionais são cometidos.

Vale a pena prestar mais atenção nessa faculdade bendita que Deus nos deu, chamada razão.

Se lhe déssemos ouvidos, aliando-a ao sentimento, por certo, evitaríamos muitos males, tanto para nós quanto para os outros.

Pense nisso!

Quando suas vistas contemplarem as densas nuvens cinzentas que pairam há apenas alguns metros de altura, ouça com atenção a voz da razão a lhe dizer, com toda segurança que logo acima brilha o sol, soberano, que vencerá as trevas em pouco tempo.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Acaba de ser anunciado e confirmado, Jesus vai voltar hoje!


via Byline


às 12:00
ATENÇÃO, ISSO PODE ACONTECER A QUALQUER MINUTO!

Todos estão atônitos com a noticia, muitos não acreditam e alegam ser mais uma profecia furada enquanto que outros, se mataram por medo e uma minoria estão se preparando.

Claro que não é verdade esta noticia, mas e se fosse? Você estaria preparado? Em qualquer momento do dia Jesus poderia voltar, e o que você está fazendo? Como está seu coração e seus pensamentos? Você iria se arriscar e fazer tudo o que quer, beber, fumar, usar drogas, ter sexo, para depois pedir perdão? E se justamente na hora que você decidir fazer tudo isso, Ele voltar? Já era!! Ficou!!

Alguns estariam arrependidos da vida errada, dobrariam os joelhos e se arrependeriam de tudo e lutariam para conseguir o perdão de Deus, nem que fosse na última hora. Esses têm a chance da Salvação.

Meu alerta aqui meus amigos, é esse: será que você não está sendo como o exemplo nº1 acima relatado? Querendo aproveitar o mundo, seus prazeres e querendo viver a vida do seu jeito, pensando que depois pode se arrepender e voltar para Jesus? Pensando que ainda há tempo de se arrepender? Ou pior, pensa que não tem que se preocupar com isso agora porque tá jovem ainda e Jesus vai demorar para voltar. Só que, Ele pode voltar hoje, as 22:00hs. E então, você vai arriscar perder sua salvação para disfrutar do mundo e depois passar a eternidade se arrependendo e se lembrando de cada palavra que você ouviu te alertando? Abra os olhos amigos, sua vida vale muito mais que qualquer prazer deste mundo. Não se deixe enganar pelo diabo. Cuidado.

Juliana Furucho
Filhos Universal

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Flagra: Sapo "cavalheiro" usa folha para proteger fêmea da chuva


via Byline


às 14:00
Kutub Uddin, de 27 anos, estava no quintal de sua casa, em West Sussex, na Inglaterra, quando começou a chover forte. Observando a tempestade, o britânico percebeu um movimento diferente entre as folhas do jardim.

Uddin, então, correu até seu quarto para buscar a câmera fotográfica. Ele havia percebido que a movimentação se tratava de um casal de sapos.

Com a câmera já nas mãos, o britânico acabou flagrando um gesto de "cavalheirismo" do macho. Ele parecia segurar um folha para proteger sua companheira da chuva.

"Nunca imaginei flagrar bichinhos agindo de uma forma tão humana. Era como se a folha fosse o guarda-chuvas e ele estivesse tentando proteger sua namorada. Um cara tem que estar muito apaixonado para fazer isso", disse Uddin sobre sua foto.

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CADA DIA É UMA INCÓGNITA




"Alguém lá tem certeza absoluta do que quer que seja?
 Somos todos novatos na vida. Cada dia é uma incógnita, podemos ser surpreendidos por nossas próprias reações.
 As ditas "certezas" apenas são escudos 
que nos protegem das mudanças. Mudar é difícil. 
Crescer é penoso. Olhar para dentro de si mesmo, 
com profundidade, é sempre perturbador".
Martha Medeiros




Pessoas pouco produtivas


Algumas pessoas se tornam pouco produtivas em virtude do medo de serem criticadas: aí o perfeccionismo está mais que tudo ligado à vaidade.

Aqueles cujo perfeccionismo deriva da preocupação com a imagem tendem a abandonar os projetos com maior frequência: não suportam os revezes.

Os que abandonam seus projetos quando surgem os primeiros obstáculos não ousam enfrentá-los porque sentem os tombos como grande humilhação.

Esses perfeccionistas que realizam pouco por medo da vergonha social fazem parte dos que se ocupam mais que tudo com a imagem que projetam.

Se em uns perfeccionistas a ansiedade que paralisa deriva de um anseio interno super rigoroso, noutros ela deriva da obsessão com a imagem.

Por vezes a preocupação com a imagem pública e o anseio de rigor íntimo se misturam a ponto de confundir e paralisar pessoas inteligentes.

O triste do perfeccionismo, qualquer que seja o modelo, é que suas "vítimas" acabam não conseguindo realizar todas as suas potencialidades.

A caridade e a oração!

O Centro Espírita Luiz Gonzaga" ia seguindo para a frente... 


Certa feita, alguns populares chegaram à reunião pedindo socorro para um cego acidentado.

O pobre mendigo, mal guiado por um companheiro ébrio, caíra sob o viaduto da Central do Brasil, na saída de Pedro Leopoldo para Matozinhos, precipitando-se ao solo, de uma altura de quatro metros.

O guia desaparecera e o cego vertia sangue pela boca.

Sozinho, sem ninguém...

Chico alugou pequeno pardieiro, onde o enfermo foi asilado para tratamento médico.
Curioso facultativo receitou, graciosamente.

Mas o velhinho precisava de enfermagem.

O médium velava junto dele à noite, mas durante o dia precisava atender às próprias obrigações na condição de caixeiro do Sr. José Felizardo.

Havia, por essa época, 1928, uma pequena folha semanal, em Pedro Leopoldo.

E Chico providenciou para que fosse publicada uma solicitação, rogando o concurso de alguém que pudesse prestar serviços ao cego Cecílio, durante o dia, porque à noite, ele próprio se responsabilizaria pelo doente.

Alguém que pudesse ajudar.

Não importava que o auxílio viesse de espíritas, católicos ou ateus.

Seis dias se passaram sem que ninguém se oferecesse.

Ao fim da semana, porém, duas meretrizes muito conhecidas na cidade se apresentaram e disseram-lhe:

— Chico, lemos o pedido e aqui estamos. Se pudermos servir...

— Ah! como não? — replicou o médium — Entrem, irmãs! Jesus há de abençoar-lhes a caridade.

Todas as noites, antes de sair, as mulheres oravam com o Chico, ao pé do enfermo.
Decorrido um mês, quando o cego se restabeleceu, reuniram-se pela derradeira vez, em prece, com o velhinho feliz.

Quando o Chico terminou a oração de agradecimento a Jesus, os quatro choravam.

Então, uma delas disse ao médium:

— Chico, a prece modificou a nossa vida. Estamos a despedir-nos.

Mudamo-nos para Belo Horizonte, a fim de trabalhar.

E uma passou a servir numa tinturaria, desencarnando anos depois e a outra conquistou o título de enfermeira, vivendo, ainda hoje, respeitada e feliz.

- Chico Xavier

A águia.

A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. 


Chega a viver cerca de 70 anos.

Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão.

Aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas, das quais se alimenta.

O bico, alongado e pontiagudo, se curva.

Apontando contra o peito, estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e, voar, aos 40 anos, já é bem difícil!

Nessa situação a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá recolher-se, em um ninho que esteja próximo a um paredão.

Um lugar de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno.

Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta.

Espera nascer um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas.Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas.

E só após cinco meses, "renascida", sai para o famoso vôo de renovação, para viver, então, por mais 30 anos.

Muitas vezes, em nossas vidas, temos que nos resguardar, por algum tempo, e começar um processo de renovação.

Devemos nos desprender das (más) lembranças, (maus) costumes, e, outras situações que nos causam dissabores, para que continuemos a voar.

Um vôo de vitória.

Somente quando livres do peso do passado (pesado), poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.

Destrua, pois, o bico do ressentimento, arranque as unhas do medo, retire as penas das suas asas dos maus pensamentos e alce um lindo vôo para uma nova vida.

Um vôo de vida nova e feliz.

Dê atenção a seus pais!


Você dá atenção aos seus pais...

Rodrigo, 34 anos, depois de muito tempo sem visitar o velho pai, resolveu passear com ele.

Foram para um parque da cidade, sentaram-se num banco da praça.

Enquanto Rodrigo lia o seu jornal, o pai observava a natureza com os olhos cansados de um homem de 81 anos. De repente, um movimento nas árvores e o pai de Rodrigo, seu orlando pergunta:

- Filho, o que é aquilo?

Rodrigo, afasta por um segundo o jornal e responde:

- É um pássaro, pai...

O velho pai, continua acompanhando o movimento do passarinho, e pergunta, novamente ...
- O que é aquilo?

Estressado, Rodrigo, responde de forma ríspida :

- Poxa! Já falei...Aquilo é um pássaro!!!

Passados alguns segundos, seu Orlando torna a perguntar, apontando para o passarinho...

- O que é aquilo?

Desta vez o filho explode com sua paciência esgotada, e gritando com o próprio pai:

- O senhor está caduco, surdo? Já falei aquilo é um pássaro.

P á s s a r o!!! Entendeu???

Nisso, o velho pai, faz um sinal pedindo para o filho aguardar, levanta-se , tira da bolsa uma espécie de diário e pede para o filho ler em voz alta, um trecho escrito há muitos anos. O filho lê, em voz alta:

"Ontem, meu filho, agora com três aninhos, me perguntou 26 vezes o que era aquilo voando de uma árvore para outra e respondi todas as vezes com muita paciência, que era um pássaro! E todas as vezes abracei meu filhinho, orgulhoso e cheio de amor".

LIÇÃO DE VIDA :

Muitas vezes não temos paciência com nossos pais, achando que eles são chatos, velhos demais e só querem atrapalhar nossa vida. Esquecemos que foram eles que nos orientaram educaram, socorreram, investiram todo seu tempo, paciência e amor para que pudéssemos, um dia, sermos pessoas de bem. E hoje não temos tempo e nem paciência com eles.

Nesse fim de 2013 lembre-se de dar-lhes atenção!!

Jardim da vida

A vida humana pode ser comparada a uma rosa no jardim do mundo. O bebê é o botão que desabrocha, delicadamente.

Na medida em que vai se abrindo, vai descobrindo e se extasiando com o rocio do orvalho na madrugada de luz, o brilho do cristal ao toque do sol nas primeiras horas da manhã, o calor do astro rei na tarde quente.

Quanto mais se abre para a vida, mais descobertas realiza. Corajosa, a criança não lê obstáculos nas linhas da vida.

Tudo ela tenta, experimenta, apalpa e sente. Confiante, ela estende os braços a quem lhe oferece o colo.

Perseverante, ela insiste nas tentativas sem se considerar derrotada pela latinha que não abre, o brinquedo que não roda, o boneco que teima em não ficar de pé.

Nenhum obstáculo a detém: uma escadaria que parece não ter fim, uma porta fechada, um portão trancado.

Estranhamente, à proporção que cresce, parece se esquecer desse seu lado brilhante.

Nos primeiros anos escolares, pode se mostrar fechada às novidades e até apresentar baixo aproveitamento escolar.

Mais tarde, já madura, exatamente como o botão totalmente aberto, os bloqueios se fazem maiores. Os percalços são considerados intransponíveis.

Enquanto envelhece gradativamente, mais entraves se coloca: minha memória não é boa. Esqueço tudo. Estou ficando velho.

Deixa de cogitar de aprender algo novo. Exatamente no período em que, de um modo geral, passa a ter um tanto mais de tempo livre.

A aposentadoria chegou, os filhos se casam, as obrigações decrescem em número. Tudo o que se pensa em ter durante os anos da juventude, da madureza, agora se encontra à disposição: mais tempo.

No entanto, esse tempo é gasto em ociosidade. E se há algo que realmente faz a pessoa envelhecer é a ociosidade, a inatividade, o não fazer nada.

Enquanto a rosa no jardim vai perdendo o viço, murchando e despetalando, o homem se permite também fenecer.

Mas tudo pode ser diferente. Nunca é tarde para aprender. Envelhecimento nada tem a ver com perda de memória.

A não ser que a pessoa seja portadora de alguma enfermidade, que prejudique as funções mentais, as intelectuais, sempre é tempo de aprender.

Absorver sabedoria dos livros, aprender a tocar um instrumento, exercitar-se numa nova língua. Tudo aquilo que não se teve tempo ou possibilidade de fazer antes, eis uma chance maravilhosa.

Oscar Niemeyer, conhecido arquiteto brasileiro, quando alguém lhe perguntou certa vez sobre o que acharia da velhice, afirmou: "não vejo problema algum com minha idade. Nasci em 1907. Desde cedo dediquei-me a ver a poesia que vibra nas curvas das imagens, e não apenas nas linhas retas e tensas.

Prossegui com afinco e dedicação, em busca de meu crescimento e hoje, com mais de 90 anos, posso afirmar que sou uma pessoa feliz.

Ajudei as pessoas o quanto pude e aprendi a contemplar a natureza, de modo que todas essas coisas somadas, e muitas outras mais, me trazem a convicção da serenidade."

Um conhecido locutor da televisão afirmou recentemente, aos 70 anos de idade: "tenho um projeto ainda a realizar antes de morrer. Esse projeto deverá levar 14 anos para a sua concretização. É um projeto ousado, em que estarei utilizando a minha voz, que hoje se encontra mais encorpada, mais sonora do que jamais o foi. Eu espero que o bom Pai não me leve antes. Eu desejo concluir esse projeto antes de partir."

Isto é velhice abençoada. Isto é não murchar, embora o tempo já tenha desenhado seu mapa nas faces de quem ainda sabe sorrir para a vida, a cada amanhecer.

Você sabia?

Você sabia que foi aos 66 anos que Michelangelo concluiu o afresco "o juízo final", na capela Sistina, em Roma?

E que aos 77 anos o astronauta John Glenn voltou ao espaço, para mais uma viagem?

E você sabia que envelhecer com dignidade é ter sempre em mente um projeto de vida para o dia que ainda não nasceu?

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Reflexão - Mesmo Que o Universo Conspire Contra...



Problemas todos têm. O que a gente precisa é aprender a lidar com eles de modo que não nos enfraqueçam.


Ou seja: perseverar, mesmo que o universo conspire contra.

Você acha que não consegue? Então siga o exemplo dos pássaros: quando começam a construir o ninho, eles passam dias recolhendo materiais. E, quando o ninho fica pronto, lá vem a ação do tempo ou o próprio ser humano e o destrói.

O pássaro desanima? NÃO!!!

Começa tudo outra vez. E assim o faz quantas vezes forem necessárias.

Sim, dói recomeçar do zero, porém ele não emudece e nem retrocede. Simplesmente segue cantando.

Por isso, quando o desânimo bater, não se entregue. Peça força a Deus e avance.

Junte os pedaços de sua esperança e volte ao seu caminho mesmo que o seu "ninho" seja destruído outras vezes.

A  vida é um desafio constante e vale a pena aceitá-lo.


A lição da formiguinha


via Byline

Certa vez, um rapaz estava andando em um caminho de roça e viu, no chão, uma formiguinha carregando uma folha dez vezes maior que ela. O jovem parou e ficou observando. Cada vez que dava um pequeno vento, ela caía com a folha, mas se levantava e continuava a caminhada. Cansada, ela não aguentou mais carregar a folha, e a arrastava.

Até que chegou a um pequeno buraco no chão, que era a entrada do formigueiro. Ela tentou entrar com a folha nas costas, mas não conseguiu, porque a folha era maior que o buraco.

Depois de algumas tentativas, a formiguinha deixou a folha e entrou no buraco. O rapaz pensou: Coitada! Tanto sacrifício inútil!

Mas de repente saem do buraco várias formiguinhas e começam a cortar a folha em pedaços. Foi um verdadeiro mutirão. Em pouco tempo, a grande folha desapareceu, dando lugar a pequenos pedaços. Cada formiga pegou um pedacinho e entrou, certamente para alegria dos filhotes.

Até os animais vivem unidos e trabalham em equipe. "A união faz a força." "Povo unido jamais será vencido."

E foi assim que Jesus quis a Igreja. "Foi do agrado de Deus salvar e santificar os homens, não individualmente, mas unidos em Comunidade" .

A Igreja tem vários níveis. Começando de cima para baixo: Igreja universal; conferências nacionais; conferências regionais ; províncias eclesiásticas ; dioceses; paróquias; comunidades católicas; famílias. A família é chamada Igreja doméstica.

Vamos reafirmar a nossa fé na Igreja, una, santa, católica e apostólica, e amá-la mais. Ela é pecadora, mas tem muita gente santa. Em primeiro lugar, o seu fundador, Jesus Cristo. Em segundo vem sua Mãe, Maria Santíssima.

Porque a boca fala do que está cheio o coração!


via Byline


  Sabemos que nossas palavras são a materialização do nosso pensamento e, por causa disso, são a exteriorização dos nossos sentimentos. O que o coração possui, é o que a boca transmitirá.

  Esse ensinamento vem de Jesus que nos falava das árvores boas que dão bons frutos e das árvores más que dão maus frutos, fazendo uma referência não só a nós que cometemos falhas diariamente, mas também a um perigo muito maior, os falsos Cristos e falsos profetas.

  Desde muito antes de Jesus já haviam os profetas reveladores e que criavam milagres aos olhos dos ignorantes. Como a ciência era pouco desenvolvida, esses milagres facilmente conquistavam uma grande multidão de admiradores.

  É fato que o profeta é um médium, que pode revelar o futuro de duas formas: 1º - Ele recebe a intuição de bons espíritos que fazem revelações afim de evitar um mal maior, ou seja, é uma prática do bem e tem a permissão de Deus para isso; 2º - Ele nada recebe do alto, mas fala do futuro como quem o conhecesse intimamente, porém, nada conhece e nada fala de certo, pois como ainda não aconteceu, apenas ilude as pessoas para ganhar bens materiais em troca, é o falso profeta.

  Como exemplo do primeiro, temos Elias ou até mesmo Isaías, onde encontramos nas passagens bíblicas relatos de suas premonições. Algumas destas, como é o caso de Isaías, contavam o que viria a acontecer com o Cristo, se não me falha a memória, cerca de 400 anos antes do ocorrido, corrijam-me se eu estiver errado, por favor.

  Mas o problema mesmo é o segundo caso, onde as previsões são mistificadores, onde os milagres são truques baratos que enganam os que possuem a fé cega e que ainda hoje encontramos em abundância em TODAS as religiões. Pessoas que dizem falar em línguas diferentes que nem existem, pessoas que dizem prever o futuro que nunca irá acontecer, pessoas que dizem curar sem sequer terem a condição de um bom coração e do magnetismo para tal.

  Quanto aos falsos profetas, a ciência está evoluindo e a medida em que progride ela desmascara os mentirosos. Não é preciso nos esforçarmos muito para entendermos isso, basta que nos instruamos.

  Esta mensagem que vos deixo não é para criticarem qualquer médium pelo que ele faz, mas é para que você busque na razão e no estudo o conhecimento para conseguir discernir entre o certo e o errado, entre o falso e o verdadeiro. Não se prenda apenas ao texto bíblico, mas busca em outras fontes como a ciência ou como o Espiritismo que explicam muitos dos fenômenos tidos como milagres pelos mais ignorantes e que são, muitas vezes, perfeitamente explicáveis hoje.

  O verdadeiro profeta de Deus falará do que está cheio o seu coração, doará amor e paz, fará o bem, é o médium assumindo a caridade na sua vida, dando vazão aos ensinamentos de Jesus que tanto estudou e pode agora por em prática. Afinal, a boca fala do que o coração está cheio.

Entusiasmo!


Na fazenda, onde havia um grupo de trabalhadores desmotivados, certo dia chegou um novo funcionário chamado Zé; um jovem agricultor em busca de trabalho e, como todos que ali estavam, recebeu uma simples e velha casa para morar enquanto trabalhava na fazenda.

Mas ao ver a casa suja e descuidada, resolveu dar-lhe vida nova.

Com parte de suas economias comprou algumas latas de tinta, cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres, além de colocar flores nos vasos.

Os outros trabalhadores sempre lhe perguntavam:

- Como você consegue trabalhar feliz ganhando tão pouco?

E o Zé respondia:

- Bem, este trabalho hoje é tudo o que eu tenho. Em vez de reclamar, prefiro agradecer por ele. E esta é uma das maneiras que encontrei de agradecer.

E todos admirados, pensavam: "Como ele pode pensar assim?". O entusiasmo do Zé, em pouco tempo, chamou a atenção do dono da fazenda, que pensou: "Alguém que cuida com tanto cuidado e carinho da casa que emprestei, certamente cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda".

O sinhozinho foi então até a casa do Zé, e após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem a posição de administrador da fazenda.

Seus amigos agricultores, quando souberam da novidade, comentavam:

- O que faz algumas pessoas serem bem-sucedidas e outras não?

E quando estes comentários chegavam os ouvidos do Zé, ele respondia:

- A diferença está no entusiasmo; na nossa capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca, mudando a nossa realidade e a realidade de todos os que estão ao nosso redor.

SEMPRE PEÇO...


Em minhas preces de todo dia, sempre peço 
 coragem e paciência. 
Coragem para continuar superando as
 dificuldades do caminho, naqueles que
 não me compreendem. E paciência, 
para não me entregar ao desânimo 
diante das minhas fraquezas!…
Chico Xavier




Eu quero, eu posso


Você quer alguma coisa, mas acha que não pode ou que não merece. Isso já aconteceu com você? A maioria das pessoas tem essa sensação de que mesmo acreditando em algo, precisa batalhar muito para tê-lo ou tem que fazer grande sacrifício antes de ver aquilo que quer, se tornando realidade.

Digo isso de conhecimento próprio, porque eu mesmo não era capaz de acreditar em tudo que está acontecendo em minha vida hoje em dia. Mas aprendi que gastamos a mesma energia para pensar positivo e pensar negativo. Então seria muito mais inteligente pensar positivo, certo? Hum… não é bem assim que a coisa funciona.

No decorrer dos anos todos nós vamos criando algum tipo de limite, que nos impede de ter uma vida mais realizada. Mas o mais importante a saber é que

Os únicos limites que existem, são os limites que você mesmo coloca para si. O filósofo de negócios Jim Rohn, chama de Limites Auto Impostos.

A grande questão é; por que isso existe? Como os adquirimos? É possível compra-los em alguma lojinha da 25 de março? Não!

Os limites auto impostos são "aceitos" por nós. Aliás, são enfiados goela abaixo durante toda nossa vida. Já ouviu aquela história de que as mentiras primeiro são rechaçadas, depois aceitas até que viram verdades absolutas? Bem… é assim que aprendemos a criar limites para nós mesmos.

Quando crianças, somos livres e porque não dizer ilimitados, mas no decorrer dos meses e anos, nosso pais começam a criar "os freios" , dizendo "não faça isso, não faça aquilo", "não pode" , "isso é impossível" e por ai vai. A questão é que passamos de contrariado à aceitar que realmente não podemos isso ou aquilo, e por fim, nos tornamos pais e dizemos para nosso filhos, como verdade absoluta, "não faça isso, não faça aquilo", "não pode" , "isso é impossível", sacou como funciona?

Para tentar combater os pensamentos negativos e limitadores eu aprendi a dizer a mim mesmo com tanta frequência, que acabou virando uma verdade absoluta e uma crença para mim. Eu a considero umas da afirmações mais poderosas que existem, e eu a chamo de "Eu quero, eu posso, com ela você está dizendo para si mesmo(a) e para o mundo que não existe limites para seus sonhos.

O grande desafio aqui , é que muitas pessoas já sabem disso, mas são poucas as que realmente pagam o preço e conseguem ver algum tipo de mudança.

Nesse momento estou de férias com minha família e gravei o vídeo abaixo falando sobre isso,  e como você pode começar o ano com a corda toda.

O post Eu quero, eu posso apareceu primeiro em Palestrante Fernando Oliveira.

Quando tudo está fora do controle


Como você deve saber além de ator, escritor e palestrante, também sou Coach, e  esse começo de ano tem sido realmente desafiador para mim,  e estou na maior correria atendendo meus clientes corporativos.

Mesmo assim resolvi escrever essa mensagem para falar sobre isso. O que você faz quando parece estar fora de controle? Grita? Esperneia? Se estressa? Talvez você devesse comemorar…opa, o quê? Isso mesmo…comemore!

Se você está na correria da vida, pode ser por dois motivos: O primeiro é que você não consegue gerenciar seus tempo e parece aqueles carrinhos dos parques de diversões indo de um lado para o outro sem objetivo. O segundo motivo pode ser que você estabeleceu a si mesmo um novo padrão de desempenho e parece um trem bala em altíssima velocidade, e tem aquela sensação de que as coisas passam por você "quase em câmera lenta".  O piloto campeão da Formula Indy,  Michael Andretti dizia que:  "se as coisas não estão fora do controle é porque você não está rápido demais", e confesso a você que as coisas estão totalmente fora do controle (no bom sentido, é claro!).

Nesse momento, fiz uma pausa na preparação de uma grande convenção de vendas para escrever para você… na verdade para inspirar você a usar seu potencial para criar um desafio  a si mesmo(a).

Quero propor que você reserve um tempo para escrever uma meta ou um objetivo que o desafie a sair da sua zona de conforto. Algo que você, a principio, não acredita que possa ser alcançado. Entende o que eu digo?

Vou te dar um exemplo; Eu estabeleci a mim mesmo que esse ano eu continuaria servindo meus clientes corporativos, mas também que iria aumentar meu público, que desenvolveria novos personagens e também novos produtos.

O que eu fiz foi mudar os servidores do meu banco de dados e pedi que as pessoas se inscrevessem novamente se quisessem continuar recebendo minhas mensagens. Sabe o que aconteceu? Perdi 90% da minha audiência!!!

Qualquer um ficaria desesperado por "perder" 90% do seu público, mas eu procurei olhar para o copo meio cheio, ao invés, do copo meio vazio. E isso me deu uma força gigantesca para pensar cuidadosamente antes de escrever para você. Isso mesmo. afinal, você está aqui lendo esse artigo, e por isso que te agradecer.

Agora vamos ponto: Minha meta era aumentar minha audiência, e acabei diminuindo em 90%, mas sob meu ponto de vista, tenho agora apenas as pessoas que realmente querem receber minhas mensagens. Para aumentar, e alcançar meu objetivo, terei que aprender novas habilidades e uma nova abordagem, e é isso que conta.

Porque na minha opinião, de nada adianta alcançar uma meta,  se ao chegarmos lá, estamos esgotados e não conseguimos aproveitar nossas conquistas, e mais do que isso, se não crescemos no processo.

Seja ousado(a) e defina um objetivo que faça você ir além daquilo que já conhece, e que igualmente o faça crescer pessoalmente.

Uma ótima semana para você

Forte abraço

O post Quando tudo está fora do controle apareceu primeiro em Palestrante Fernando Oliveira.

Faça o que tem que ser feito.


via Byline

Talvez você já tenha conquistado muita coisa na vida, mas ainda assim, talvez pense que não está vivendo todo o seu potencial e sabe que pode mais do que está fazendo. Possivelmente você vê que há momentos em que as coisas não vão muito bem, ouve uma voz dentro de sua cabeça dizendo: "Faça o que tem que ser feito", mas se sente paralisado, sem ação.
Deixe de se iludir porque a sua boa intenção não trará os resultados que você quer. O que fará isso é a sua ação, então, independente de como se sente, levante-se, vista-se e faça o que tem que ser feito.
Talvez você sinta medo, trema somente de pensar em enfrentar a situação.
Lembre-se, somente os tolos não tem medo, pode ser que você necessite de ajuda ou tenha que aprender algo antes de agir, tudo bem! Mas, levante-se, vista-se e faça o que tem que ser feito.
Talvez você venha dizendo a si mesmo: "Eu não sou ninguém", "eu não vou conseguir", "eu não mereço", "eu não sou capaz" ou "isso é impossível". Cale essa voz interior limitante duvidando disso tudo, berre bem alto dentro de você mesmo: "Levante-se, vista-se e faça o que tem que ser feito".
Talvez você não faça nada nessa situação porque tem medo de errar. Acorda! O maior erro é não fazer nada. Lembre-se somente não erra quem não faz. Os erros foram criados para que aprendêssemos com eles, então, levante-se, vista-se e faça o que tem que ser feito.
Talvez você veja que há muitas dificuldades e barreiras no caminho, pare e perceba, onde está seu foco? Está no que você quer ou está nas dificuldades? Está em sua flexibilidade ou nas barreiras? Pare de olhar para o que te desanima e lance seu olhar à frente e foque na conquista, então, levante-se, vista-se e faça o que tem que ser feito.
Talvez você fique reclamando de tudo, e ache que a vida não foi boa para você. Nestes casos você tem razão, pois se você passa a vida reclamando, onde encontrará tempo para ser feliz? Ora, pare de reclamar, agradeça pelas coisas boas da vida, levante-se, vista-se e faça o que tem que ser feito.
Talvez você esteja parado olhando para suas faltas e carências, pare! Pare de olhar para isso, vire o rosto e olhe para suas virtudes, qualidades e recursos internos, está tudo aí, é você que insiste em não enxergar, então, levante-se, vista-se e faça o que tem que ser feito.
Deixe de cair nessas armadilhas mentais e se liberte de tudo que te limita e paralisa. Permita-se ser feliz e ter todo o sucesso que você quer na área de sua vida que quiser. Que você possa viver todo seu potencial e conquiste seus sonhos. Isso só depende de você.

Flávio Souza é Trainer Coach da Você Vencedor Soluções Empresariais, formador de coaches da International Coaching Community (ICC – Inglaterra), conferencista Internacional, especialista em Programação Neurolinguística e referência em coaching executivo e de equipes no Brasil – Contatos: (19) 38981295 flaviosouza@vocevencedor.com.br  – www.vocevencedor.com.br

REFLEXÃO DO DIA - POBREZA FELIZ




Quem se empobrece de ambições inferiores, adquire a luz que nasce da sede da perfeição espiritual. Quem se empobrece de orgulho, encontra a fonte oculta da humildade vitoriosa. Quem se empobrece de exigências da vida física, recebe os tesouros inapreciáveis da alma. Quem se empobrece de aflições inúteis, em torno das posses efêmeras da Terra, surpreende a riqueza da paz em si mesmo. Quem se empobrece da vaidade, amealha as bençãos do serviço. Quem se empobrece de ignorância, ilumina-se com a chama da sabedoria. Não vale amontoar ilusões que nos enganam somente no transcurso de um dia. Não vale sermos ricos de mentira, no dia de hoje, para sermos indigentes da verdade, no dia de amanhã. Ser grande, à frente dos homens, é sempre fácil. A astúcia consegue semelhante fantasia sem qualquer obstáculo. Mas ser pequenino, diante das criaturas, para servirmos realmente aos interesses do Senhor, junto da Humanidade, é trabalho de raros. Bem aventurada será sempre a pobreza que sabe se enriquecer de luz para a imortalidade, porque o rico ocioso da Terra é o indigente da Vida Mais Alta e o pobre esclarecido do mundo é o espírito enobrecido das Esferas Superiores, que será aproveitado na extensão da Obra de Deus. Chico Xavier

PAZ NO MUNDO


"Não utilizemos bombas e armas, 
para dominar o mundo.
 Vamos usar amor e compaixão.
A paz começa com um sorriso - sorri cinco vezes
 por dia, para alguém a quem não gostarias 
realmente de sorrir – fazes isso pela paz.
Então, vamos irradiar a paz de Deus 
e assim, acender a Sua luz e extinguir do mundo
 e dos corações de todos os homens,
todo o ódio e amor pelo poder".
Madre Teresa de Calcuta 



 

A balsa

Na história da Humanidade encontramos acontecimentos que nos levam a profundas reflexões.

Em 1816, uma fragata francesa encalhou próximo à costa do Marrocos. Não havia número suficiente de botes salva-vidas. Os restos do navio foram a única balsa que manteve vivas 149 pessoas.

A tempestade os arrastou ao mar aberto por mais de 27 dias sem rumo.

A dramática experiência dos sobreviventes impressionou a um artista. Theodoro Gericault realizou um estudo substancial dos detalhes para produzir a pintura.

Ele entrevistou os sobreviventes, os enfermos e, inclusive, viu os mortos. Horrorizado, reproduziu a íntima realidade humana nesta situação.

Seu quadro, intitulado "A balsa de Medusa", retrata não somente o naufrágio do navio "A Medusa", ocorrido no dia 2 de julho de 1816. Retrata um acontecimento que comoveu a França e trouxe repercussões que tocaram o mais profundo da alma humana.

Na pintura, pode-se ver as diferentes atitudes humanas que se manifestam nos momentos cruciais da vida.

Alguns dos sobreviventes se apresentam deitados, em total abandono, sem reação alguma. Parecem simplesmente aguardar a morte inevitável.

Outros se mostram desesperançados, alheios aos demais. O olhar distante, perdido no vazio demonstra que perderam a vontade de viver e de lutar.

Um punhado deles, no entanto, mantém a esperança acima de tudo. Tiram do corpo as próprias camisas e as agitam com violência, fixando um ponto no horizonte, como se desejassem ser vistos por alguma embarcação, por alguém.

O curioso, entretanto, é que embora eles balancem com constância as vestes brancas ao vento, não há nenhum navio à vista. Nada que indique que eles serão resgatados.

A balsa é como o planeta Terra. Os tripulantes são a Humanidade e as atitudes que cada um toma diante da vida.

Podemos ser como os desesperançados, quando atravessamos situações difíceis e nos decidimos a simplesmente nos entregar sem luta alguma.

Podemos estar enquadrados entre aqueles que acreditam que não há solução e, assim, também não há porque se esforçar para melhorar o estado de coisas.

Podemos também ser dos que duvidamos de tudo e todos. Ou, finalmente, podemos ser aqueles que mantemos a esperança acima de tudo. Os que nos esforçamos para chegar à vitória, embora ela pareça estar muito, muito distante.

Afinal, decidir pela vitória em toda circunstância que a vida nos coloca é atitude de esperança

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

As quatro estações da vida

Você já notou a perfeição que existe na natureza? Uma prova incontestável da harmonia que rege a Criação. Como num poema cósmico, Deus rima a vida humana com o ritmo dos mundos.

Ao nascermos, é a primavera que eclode em seus perfumes e cores. Tudo é festa. A pele é viçosa. Cabelos e olhos brilham, o sorriso é fácil. Tudo traduz esperança e alegria.

Delicada primavera, como as crianças que encantam os nossos olhos com sua graça. Nessa época, tudo parece sorrir. Nenhuma preocupação perturba a alma.

A juventude corresponde ao auge do verão. Estação de calor e beleza, abençoada pelas chuvas ocasionais. O sol aquece as almas, renovam-se as promessas.

Os jovens acreditam que podem todas as coisas, que farão revoluções no mundo, que corrigirão todos os erros.

Trazem a alma aquecida pelo entusiasmo. São impetuosos, vibrantes. Seus impulsos fortes também podem ser passageiros... Como as tempestades de verão.

Mas a vida corre célere. E um dia - que surpresa - a força do verão já se foi.

Uma olhada ao espelho nos mostra rugas, os cabelos que começam a embranquecer, mas também aponta a mente trabalhada pela maturidade, a conquista de uma visão mais completa sobre a existência. É a chegada do outono.

Nessa estação, a palavra é plenitude. Outono remete a uma época de reflexão e de profunda beleza. Suas paisagens inspiradoras - de folhas douradas e céus de cores incríveis - traduzem bem esse momento de nossa vida.

No outono da existência já não há a ingenuidade infantil ou o ímpeto incontido da juventude, mas há sabedoria acumulada, experiência e muita disposição para viver cada momento, aproveitando cada segundo.

Enfim, um dia chega o inverno. A mais inquietante das estações. Muitos temem o inverno, como temem a velhice. É que esquecem a beleza misteriosa das paisagens cobertas de neve.

Época de recolhimento? Em parte. O inverno é também a época do compartilhamento de experiências.

Quem disse que a velhice é triste? Ela pode ser calorosa e feliz, como uma noite de inverno diante da lareira, na companhia dos seres amados.

Velhice também pode ser chocolate quente, sorrisos gentis, leitura sossegada, generosidade com filhos e netos. Basta que não se deixe que o frio enregele a alma.

Felizes seremos nós se aproveitarmos a beleza de cada estação. Da primavera levarmos pela vida inteira a espontaneidade e a alegria.

Do verão, a leveza e a força de vontade. Do outono, a reflexão. Do inverno, a experiência que se compartilha com os seres amados.

A mensagem das estações em nossa vida vai além. Quando pensar com tristeza na velhice, afaste de imediato essa idéia.

Lembre-se que após o inverno surge novamente a primavera. E tudo recomeça.

Nós também recomeçaremos. Nossa trajetória não se resume ao fim do inverno. Há outras vidas, com novas estações. E todas iniciam pela primavera da idade.

Após a morte, ressurgiremos em outros planos da vida. E seremos plenos, seremos belos. Basta para isso amar. Amar muito.

Amar as pessoas, as flores, os bichos, os mundos que giram serenos. Amar, enfim, a Criação Divina. Amar tanto que a vida se transforme numa eterna primavera.

Mulheres. Por Veríssimo


- Um homem inteligente falando das mulheres -

Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém.

Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro.

Beijos matinais e um 'eu te amo' no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia.

Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

Respeite a natureza.

Você não suporta TPM? Case-se com um homem.

Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia.

Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado,

nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado.

Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar.

O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios.

Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!

- Circule por aí esse texto, porém não há certeza. A única certeza é do texto cair como uma luva não é meninas!!!

Luis Fernando Verissimo.

Notas de cada dia!


Convence-te de que não existem males eternos.

Toda dor chega e passa.

O dia é sempre novo para quem trabalha.

Não conserves ressentimentos.

A desilusão de agora será bênção depois.

A dificuldade é uma escola.

Servir é um privilégio.

Auxilia para o bem.

Nada reclames.

Gritos não valem.

Queixas não apagam dívidas.

Tristeza inerte é sinônimo de tempo perdido.

A paciência operosa realiza prodígios.

Fala acendendo a luz da esperança.

Esqueça as ofensas, quaisquer que sejam.

Agressores são doentes a serem medicados pelos recursos de Deus.

Não menosprezes a crítica.

Valoriza os amigos.

Respeite os adversários.

Resguarda a consciência tranquila.

Exerce a beneficência por dever.

Hoje auxiliamos, amanhã seremos os necessitados de auxilio.

Não cobres tributos de gratidão.

Agradeçamos as bênçãos que Deus nos concede gratuitamente.

Prestigia a existência que a Sabedoria Divina te concedeu.

Muito importante recordar que, na morte, todos encontramos, antes de tudo, aquilo que fizemos da própria vida.

Olvida contrariedades, trabalhando e servindo sempre.

E, à frente de quaisquer obstáculos ou de quaisquer desenganos, não te esqueças de que o tempo de hoje continuará no amanhã.

- Chico Xavier

Vida e amor!

A cena desenrolou-se há quase cinco anos.


O apelo vinha de longe.

O cansaço da velha amiga se lhe desenhava no rosto.

E o rosto dela se nos refletia no espelho da mente.

Era D. Maria Eugênia da Cunha, que eu conhecera menina e moça em meus últimos tempos no Rio. Lembrava-nos a afeição, rogava socorro espiritual.

A jovem de outra época era agora uma viúva, pobre, residindo por favor com o filho único, recém-casado.
O chamamento lhe fluía do ser, em nossa direção:

- "Meu amigo, em nome de Jesus, se é possível, auxilie-me... Não aguento mais!"

Utilizando os recursos do desencarnado, quando pode ganhar distância e tempo, fomos vê-la e encontramo-la, arrasada de angústia, ante as invectivas da nora.

Maria Cristina, a boneca que lhe desposara Júlio, o filho que ela preparara com tanto mimo para a vida, não considerava nem mesmo a tempestade lá fora, e ordenava.
-E a senhora saia daqui hoje...

-Mas hoje? Com esta noite? –arrazoava a sogra, em pranto.

-Estou farta, se eu fosse velha moraria no asilo.

-Preciso ver meu filho...

-Isso é que não. Quem manda nesta casa sou eu...

-Sou mãe.

-Seja o que for, saia daqui. A senhora tem irmão no Leblon, tem sobrinhos em Madureira... Pode escolher.

-Maria Cristina!...

-Não dramatize.

-Afinal, você me expulsa deste modo?! Que fiz eu?

-Não vou com a sua cara.

-Minha filha, pelo amor de Deus, não me atire assim porta fora...

-Arranque-se daqui ou não respondo pelo que possa acontecer.

-Júlio!...Quero ver Júlio!...

-A senhora não mais envenenará meu marido com as suas conversas...

-Ah! Meu Deus!...

-Não se escore em Deus para mudar de assunto. Saia agora!

-Preciso arranjar minhas coisas, minha roupa...

-Nada disso...Amanhã ,a senhora telefona, que eu mando seus cacarecos...

-Não posso sair assim...

-Vamos ver quem pode mais...

Colocando algum dinheiro nas mãos da sogra, sacudiu-a com violência e, em seguida, puxou-a até a porta e gritou:

-Vá de táxi, vá de ônibus, vá como quiser, mas desapareça!

Inútil qualquer tentame de socorro.

A moça, transtornada, não assimilava qualquer apelo de misericórdia.

Num momento, D.Maria Eugênia se viu empurrada para a rua.

A pobre cambaleou, arrastou-se, e, mais alguns minutos de chuva e lágrimas nos olhos, o desastre...

Projetada ao longe por pesado veículo, veio a fratura mortal.

No dia seguinte, identificada pelo filho numa casa de pronto-socorro, largou-se do corpo, ao anoitecer.

Abateu-se o infortúnio sobre o casal.

Júlio e Maria Cristina passaram a condição de doentes da alma.

Por mais que a mulher engenhasse a escapatória, asseverando que a sogra teimara em sair em visita à irmã, debaixo do aguaceiro, o esposo desconfiava.

Desconfiava e sofria.

D. Maria Eugênia, porém, na espiritualidade, compadeceu-se dos filhos e, conquanto enriquecida de proteção e carinho, não se sentia tranquila ao sabê-los em desentendimento e dificuldade. Repetia preces, mobilizou relações e , depois de quatro anos, venceu o problema, tornando, de novo , à Terra...

Hoje, fui ver a velha amiga renascida no Rio. Renasceu de Júlio e Maria Cristina, lembrando uma flor de luz no mesmo tronco familiar.

Os pais felizes, agindo intuitivamente, deram-lhe o mesmo nome: Maria Eugênia.

O jovem genitor beijava-a enternecido e a ex-nora, transfigurada em mãezinha abnegada, guardava-a sobre o próprio seio, com a ternura de quem carrega um tesouro.

Meditava nos prodígios da reencarnação, à frente do trio, quando o irmão Felisberto, que me acompanhava, falou, entre alegria e emoção:

-Veja, meu amigo! Não adianta brigar, condenar, ofender, perseguir...A lei de Deus é o amor e o amor vencerá sempre.

-Chico Xavier

Paciência.



Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados...

Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.

Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais"...

E o bem comportado executivo?

O "cavalheiro" se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...

Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça".

Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice.

Até o passeio virou novela.

Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.

A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.

Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer chegar?

Qual é a finalidade de sua vida?

Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.

E você?

Onde você quer chegar?

Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai agüentar?

Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?

A empresa que você trabalha vai acabar?

As pessoas que você ama vão parar? Será que você conseguiu ler até aqui?

Respire...

Acalme-se...

O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...

Arnaldo Jabor

Menino com Síndrome de Down toca violino e fala 4 línguas



A história de um jovem de 16 anos está impressionando milhares de pessoas nas redes sociais no mundo inteiro. Trata-se de Emmanuel Joseph Bishop, um adolescente com Síndrome de Down que toca violino e fala 4 línguas: inglês, espanhol, francês e o latim. Educado na casa dos pais, que nunca duvidaram das suas capacidades físicas e cognitivas, Emmanuel aprendeu muito cedo a ler e descobriu a sonoridade do violino com apenas 6 anos. Lutando contra preconceitos e estigmas, o jovem mostra que não deve nada a muitos jovens da idade dele. Para provar que ter Down não o impede de ser tão bom – ou melhor - que os outros, Emmanuel tem participado de conferências pelos quatro cantos do mundo. Nelas, ele conta sua experiência de vida e os seus interesses por esporte e música. Iniciativa que inspira crianças que também nasceram com a síndrome. Absurdo Mesmo com todas essas provas de talento e sensibilidade de Emmanuel e outras pessoas que nascem com Down, vários países ainda têm leis que permitem o aborto de fetos diagnosticados com a síndrome. No vídeo o jovem Emmanuel toca violino com a Antalya State Symphony Orchestra.

Fonte: Só Notícia Boa

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

SIMPLICIDADE

"Aprenda a viver dentro das suas possibilidades.Buscar uma vida de aparências, fora da sua realidade, 
só o levará para um abismo sem volta.Construa a sua vida aos poucos, lutando a cada dia
 e extraindo da vida o que ela tem de melhor – 
A Simplicidade."
Chico Xavier



Mude


via Byline

Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade. Mensagem do JL Supermercado para você https://www.facebook.com/jlsupermercadop...
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A mentira

Primeiro de abril. Dia da mentira. Dia de fazer brincadeiras com colegas e amigos. Dia de passar trotes. Dia dos bobos.

Tantas denominações para um mesmo efeito. É o dia em que até mesmo pessoas ditas sérias se dão ao prazer de armar pequenas ciladas para expor ao ridículo os que dizem ser seus amigos.

O fato não é novo. Mas nem por isso deixa de ser desagradável. E para muitos, até constrangedor.

Já houve manchetes mentirosas nesse dia. Desmentidas no seguinte.

O que se pretende é dar boas risadas às custas dos outros. O que não nos damos conta, quando agimos desta forma leviana, é que podemos provocar problemas de saúde em alguém.

Quantas pessoas estão atravessando sérias dificuldades financeiras, lutando para pagar suas dívidas e são surpreendidas por um telefonema informando que seu cheque foi devolvido por falta de fundos.

Ou existe um título protestado em seu nome. Está no jornal, na lista dos protestos, diz o informante.

Outros são surpreendidos com a notícia de que devem comparecer a tal empresa para uma entrevista.

Esperançosos, os desempregados se dirigem para o local citado. Para descobrirem que perderam tempo e o dinheiro da passagem.

Não há nenhum emprego a vista. Por vezes, nem empresa. O endereço todo é falso.

Brincadeiras perigosas. Trotes que comprometem. Brinca­-se com sentimentos e situações de pessoas, muitas vezes, em desespero.

Já paramos para pensar alguma vez o que pode acarretar uma falsa notícia? Boa ou má?

E se a pessoa que a recebe sofrer de problemas cardíacos e vier a ter uma dificuldade maior?

Quantos sustos em telefonemas a cobrar, em que quem recebe fica com o coração aos saltos, pois naqueles breves segundos da mensagem gravada que antecede a identificação, mil pensamentos passam pela mente.

Quem será? O irmão viajando? Terá se acidentado? A mãe doente? Terá piorado seu estado de saúde?

A filha que já deveria ter chegado? Que terá acontecido?

Desgastes e mais desgastes. Por nada. Tudo brincadeira. Coisa de quem não tem nada mais sério para fazer. Nem mais importante.

Somos responsáveis por tudo que nos outros provocamos.

Não se brinca com sentimentos, apreensões, ansiedades. O envolvido pode não resistir ou lhe podemos provocar séria lesão física ou moral.

Ocupemos o nosso tempo com tudo que é construtivo. Com o que possa diminuir problemas para os outros.

Preocupemo-nos pelo bem estar do nosso amigo, colega, irmão. Não lhe aumentemos a carga de dificuldades, já por si tão pesada.

Usemos a nossa palavra para divulgar as coisas boas, alegres, que orientam e felicitam.

Usemos o telefone com responsabilidade. É instrumento de auxílio, trabalho, jamais de brincadeiras tolas ou levianas.

Bilhetes, cartas e cartões que geram expectativas que jamais se concretizarão, não deverão ser por nós escritos.

A palavra impressa deve ser conduzida para as boas coisas. Nunca a divulgação da mentira ou do trote.

Não busquemos alegrias passageiras, risadas bobas em troca da paz, da tranqüilidade e da harmonia de outras pessoas, mesmo que sejam aquelas da nossa mesma idade, do mesmo rol de interesses.

Há tantas formas sadias de promover alegria, sem se servir de tolices, trotes e brincadeiras de mau gosto.

Você sabia?

...que foi na véspera do dia 1º de abril de 1848 que os fenômenos mediúnicos, em uma pequena vila do Estado de Nova York, se apresentaram de tal forma que chamaram a atenção do Mundo?

Eram arranhaduras no interior da madeira, pancadas através das quais um Espírito respondia às questões de duas meninas: Kate e Margareth.

O vilarejo chamava-se Hydesville, no Condado de Rochester.

E você sabia que as meninas pertenciam a uma família de sobrenome Fox?

E que na noite/madrugada em que os fenômenos atingiram o auge, vizinhos e curiosos a eles assistiram?

No dia 1º de abril foram em torno de 350 as pessoas presentes.

Pensamento

Palavra é talento. Utiliza a tua palavra para produzir alegria, tranqüilidade e paz.

A palavra nobre sustenta para sempre.

domingo, 26 de janeiro de 2014

ALVO



É a vida que se adapta aos nossos sonhos – e não ao contrário. Se tivermos fé no caminho, faremos as modificações para chegar onde é preciso. Se exigirmos uma situação segura antes de dar um passo arriscado, jamais vamos acertar. A história a seguir ilustra isto.

Um homem desafiou certo arqueiro, com fama de bom, para um concurso de tiro ao alvo. No meio da partida, viu que seu adversário era péssimo.

“Sempre que passo na floresta vejo suas flechas cravadas no centro dos alvos pintados nas árvores”, comentou. “Por que o senhor está errando tanto?”.

“Porque adapto as situações”, respondeu o outro. “Na floresta, eu primeiro atiro as flechas, e depois pinto o alvo ao redor”.