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sábado, 25 de fevereiro de 2017

A verdade por trás de julgar os outros e porque fazemos isso:



"Julgar nos impede de compreender uma nova verdade.  Livre-se das regras dos velhos juízos e crie espaço para uma nova compreensão." ~ Steve Maraboli

Por um longo tempo, eu fui uma pessoa que julgava os outros. Eu olhava as pessoas caminhando na rua – que não faziam ideia de que eu as estava observando – e fazia comentários de todos os tipos com base em sua aparência, suas roupas, a maneira como falavam, andavam, basicamente tudo.

"Ela não deveria usar essa saia É muito curta."

"Ela deveria estar se concentrando em perder peso, em vez de estar comendo essa barra de chocolate."

"Seu cabelo é uma bagunça. Por que ela não penteia ou algo assim?

A lista de críticas secretas era interminável, mas eu não achava que estava fazendo algum mal. Essas pessoas não sabiam o que eu estava dizendo sobre elas, e tenho certeza que algumas falariam coisas sobre mim, se tivessem descoberto.

Mas ao analisar, me veio o pensamento: Qual a razão por trás da destruição desnecessária dessas outras pessoas? Elas não fizeram nada para mim. Estavam simplesmente seguindo o seu caminho.

Eu não pensei no porque estava fazendo isso. Se você me perguntasse naquele momento, eu teria respondido algo como "porque essas pessoas deveriam / não deveriam estar fazendo tal coisa".

Eu pensei que estava perfeitamente no meu direito de fazer julgamentos sobre essas pessoas e pensar exatamente o que quisesse.

E sim, até hoje eu penso o que quero – tenho direito a ter minhas próprias opiniões, mas estou fazendo um esforço consciente para não ser tão cruel com as pessoas que fazem as coisas de maneira diferente. Verdade seja dita, eu sou humana, então nem sempre é a coisa mais fácil do mundo, mas tomar essa decisão me deu uma liberdade que nunca esperei.

Naquela época, depois de todo o julgamento e comentários cruéis saindo sem esforço da minha boca na rua, eu voltava para o conforto de minha casa. Mas havia um nível distinto de desconforto dentro de mim.

Assistindo TV, eu via mulheres bonitas, inteligentes, e bem-sucedidas, e a comparação começava. De repente, eu era estúpida, feia ou falha em meu papel de mulher e mãe.

Ao me olhar no espelho, eu via meu corpo inteiro coberto de imperfeições indesejáveis: coxas moles, estrias aparentemente intermináveis, e celulites para dar e vender.

Eu não gostava muito de mim mesma. Eu não achava que era boa o suficiente, e me julgava tão duramente quanto julgava as pessoas na rua.

Eu era cruel comigo mesma todos os dias. A única diferença entre o que eu dizia sobre as pessoas e o que dizia regularmente sobre mim mesma era que eu podia ouvir – não havia escapatória.

Demorou muitos anos para finalmente ser honesta sobre a razão pela qual eu estava escolhendo ser tão má. Foi difícil de aceitar. Eu queria ignorar a verdade, e tentei muito, mas uma vez que recebi a realização, não tive outra escolha senão aceitá-la.

Colocar outras pessoas para baixo fazia eu me sentir melhor sobre mim mesma.

"Se eu fosse desse tamanho, iria me exercitar todos os dias."

"Se eu tivesse pernas assim, usaria calças."

"Eu não teria coragem de sair de casa com um cabelo tão bagunçado …"

Ao tornar as pessoas erradas por serem quem elas eram, eu de alguma forma me dava um impulso temporário – uma sensação de bem-estar.

Nesses momentos, eu me tornava tudo o que pensava que não era: inteligente, uma grande mãe, uma mulher bonita. Eu não podia ver ou sentir essas qualidades dentro de mim, então tinha que usar o que considerava falhas de outras pessoas como um caminho para me sentir melhor sobre mim mesma.

Quando reconheci que estava sendo tóxica, tomei uma decisão. Sempre que um pensamento ruim sobre alguém entrava em minha mente, eu imediatamente o substituía com muitos pensamentos agradáveis ​​sobre a pessoa. Eu não queria mais ser a pessoa que era; eu queria gostar de ser eu mesma, e saber que tinha muitas grandes qualidades sem ter que me agarrar ao que eu percebia como algo ruim em outros.

Mas isso provou ser mentalmente exaustivo. Havia tantos pensamentos negativos que eu pensei que nunca deixaria de ser essa pessoa.

Mas eu não cedi. Eu não estava preparada para continuar do mesmo jeito, quando podia claramente ver as razões por trás do meu comportamento, então mudei minha abordagem.

Comecei a deixar os pensamentos passarem. Eu propositadamente os ignorei. Isso imediatamente pareceu mais fácil – não tentar substituí-los rapidamente com outra coisa, sem luta, sem resistência…

E foi então que senti o inesperado benefício da liberdade, um espaço recém-formado em minha mente que não estava sendo tomado por comentários injustos. Ao não me agarrar a esses pensamentos, eu acreditava cada vez menos neles e, por sua vez, era capaz de aceitar o que via em minha frente – outra pessoa vivendo sua vida da melhor maneira possível naquele momento.

Cada um é como é. Claro que não é fácil pensar assim sempre. Há alguns dias que sinto uma recaída.

Então não, nem são tudo arco-íris, unicórnios, sol e flores o dia todo.

O mais importante é que, nos momentos em que me dou conta de que estou me prendendo a pensamentos improdutivos sobre alguém, entendo que não é realmente sobre a pessoa, é sobre mim e a maneira que me sinto comigo mesma.

E isso é um lembrete para ficar firme e continuar a ver o melhor em quem eu sou.

Se você se encontra sendo excessivamente crítico com alguém – especialmente alguém que não conhece – pergunte a si mesmo porque sente essa necessidade. O que está te impedindo de aceitar uma pessoa exatamente como ela é?

 

Certamente, precisamos discernir o certo do errado, mas é justo fazer as pessoas se sentirem erradas por serem diferentes de nós, ou não viverem suas vidas de acordo com nossos ideais?

Quanto mais damos espaço para uma pessoa ser quem ela é, mais nos damos permissão para sermos quem somos.

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Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Tiny Buddha

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