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sábado, 25 de fevereiro de 2017

O amor está nas pequenas coisas…


Luiza Fletcher
25 de fev de 2017 06:41

"Aprecie as pequenas coisas, pois um dia você pode olhar para trás e perceber que elas eram, na verdade, as grandes coisas." ~ Robert Brault

O dia dos namorados nunca foi uma coisa muito importante para mim. Sempre senti que era uma data muito forçada, focada apenas no lucro com vendas. Eu nunca senti que precisava de uma data para me lembrar de fazer algo especial para o meu marido, e vice-versa.

Isso certamente não é um reflexo de como nos sentimos, nós nos amamos muito. Essa data apenas não era uma prioridade para nós.

Em nossos mais de dezessete anos juntos, algumas vezes eu recebi um cartão, flores ou chocolates, mas os outros anos passaram como qualquer outro dia. Vou admitir que em alguma dessa ocasiões eu me senti um pouco ferida, até mesmo pouco valorizada.

Em novembro de 2009, meu marido Bill foi diagnosticado com uma forma agressiva de leucemia. Foi um choque total. Contar a notícia para nossos três filhos foi quase tão devastador quanto o próprio diagnóstico.

Bill era um pai muito envolvido, nunca perdeu um evento ou jogo especial. Ele treinou a equipe de hóquei de nosso filho de dez anos na época. Sua vida era sua família.

Bill tinha uma carreira bem-sucedida e exigente como engenheiro elétrico, mas sempre nos colocou em primeiro lugar.

Depois que Bill foi admitido no hospital, sua preocupação ainda era as crianças e eu. Ele se preocupava de eu juntar o lixo e limpar a varanda. Ele gostava de cuidar de coisas assim. Ele estava sempre tentando tornar as coisas mais fáceis para mim.

Durante a estadia de Bill no hospital, relembramos de muitas coisas. Nós rimos e choramos, mas o riso foi mais frequente. Bill e eu compartilhamos um incomum senso de humor, às vezes nos divertindo com coisas que não eram engraçadas. Era nossa maneira de lidar com a vida.

A vida com três filhos é ocupada, especialmente sem família por perto. Era difícil encontrar tempo de casal, e por mais triste que fosse nossa situação, deu-nos a oportunidade de nos reconectarmos.

Bill começou um intenso ciclo de quatro semanas de quimioterapia. O primeiro ciclo foi infrutífero, e o segundo ciclo também foi um fracasso.

Na véspera de Ano Novo, o hematologista de Bill nos disse que as coisas não estavam bem. Os médicos disseram que poderiam fazer mais uma tentativa de um tratamento experimental muito arriscado. Decidimos prosseguir com o tratamento, apesar dos riscos.

Poucas semanas depois, Bill desenvolveu pneumonia fúngica, uma situação muito perigosa para alguém com um sistema imunológico comprometido. Em 13 de fevereiro, o médico de Bill pediu para falar comigo em particular. Foi-me dito que ele estava morrendo, que tinha apenas uma semana ou duas de vida.

Eu fiquei devastada. E o que era pior, ele não sabia. Decidimos que era melhor não lhe dizer, já que ele já estava muito doente.

Passei aquela noite à sua cabeceira, e no dia seguinte ele se deteriorou rapidamente. Tinha dificuldade para falar e respirar. A equipe médica aumentou sua medicação para deixá-lo o mais confortável possível.

Bill dormiu praticamente o dia todo. Ele acordou brevemente e me perguntou: "Eu vou para casa esta noite?" Eu disse: "Não, não esta noite, querido." Ele respondeu: "Não seria legal se eu fosse para casa esta noite?"

Eu disse a ele que o amava, e ele sussurrou o mesmo.

Passei o resto da noite segurando sua mão enquanto ele dormia. Então lembrei: era Dia dos Namorados. Isso me levou a lágrimas, lágrimas que combati durante semanas.

Eu não dou a mínima para rosas, chocolates ou joias. Eu só queria que meu marido vivesse. Ele tinha apenas quarenta anos, e eu, trinta e sete. Nós queríamos fazer tanta coisa juntos como uma família, como um casal, tantos sonhos para o nosso futuro.

Eu não dormi nada naquela noite; apenas segurei sua mão e rezei. Na tarde seguinte, fiquei de pé ao lado de Bill, coloquei minha mão em seu peito para sentir seu batimento cardíaco. Momentos depois, parou. Ele se foi.

Não foi fácil. Bill se foi há sete anos, mas agradeço porque tivemos a oportunidade de dizer o que precisávamos, e termos tido uma compreensão real de quanto nos amávamos.

Agora, quando o Dia dos Namorados chega, reflito de que os momentos de ternura da vida são os que mais nos impactam.

Não precisamos de uma dúzia de rosas uma vez por ano para nos sentirmos amados.

São as pequenas coisas cotidianas que nos proporcionam esse sentimento … Até mesmo tirar o lixo para seu parceiro.

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Traduzido pela equipe de O Segredo Fonte: Tiny Buddha

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