abril acabar acontecer admin afirmo agosto agradecer ah ai ajuda alegria algua alguma alheia almeida ama amar amor ansiedade aonica apegue-se appeared aprenda aprendendo aprender aproveite assunto ata banalizar boas ca cabe caminho capacidade capazes cicatrizes cintia coisas comeasso confianassa coraassapso coragem costas criar cuidado deixa deixar deixe delas depressapso desejo despedida desperte deus devemos dezembro dias dinheiro disposto doaassapso dor ego enfim ensina entapso errado erros escolhas escolher espinho espinhos espiritual esponja estamos estapso esteja estiver estresse existe existem existir fa faassa falando felicidade feliz felizes fev fevereiro ficar filtro fique first fiz flor forassa forte fosse frases frente fundo gente gilson gosta gostaria gratidapso ha heranassa idade importa importante ir iria ja jago jamais janeiro jesus julgamentos julho juliana junho juntas junto juntos la leia lhe liberdade lindas livre lo ma maio maneiras mantra mantras marasso medo melhor melhores mensagens mente mesmo mestre mim morte motivaassapso muda mudar mulheres mundo negatividade ningua nishiyama novembro olha olhar on oraassapso ouassa outubro ouvir pai palavras parede participar passa paz pensa pensamentos perdemos perguntas permanecer pertinvolzes pessoa pessoas pior post postado postagens pra precisa pria prio problemas provavelmente qualquer queira questaues quiser raiva real realmente refletir reflexapso relaassaues relacionamento relacionamentos respostas reze ria rias rio sa saber saiba seja sejam sejamos seletivos sentimento sentimentos sentir sera setembro sexo si simpatia sinais solidapso sozinho sucesso supere tamanho tamba tempo tenha the tipo toma torna total tra tristeza trofa universo utilidade valorizar vamos veja velho veneno verdade verdadeiro vida vive viver vontade vou

sábado, 25 de março de 2017

A culpa que transmitimos aos nossos filhos


A mente é maravilhosa – Elizabete
25 de mar de 2017 03:56

A culpa que transmitimos aos nossos filhos advém, por sua vez, do sentimento de culpa que aprendemos em nossa infância. Deixamos que ele se desenvolvesse em nossa vida adulta sem consciência, até chegarmos a transmiti-lo a nossos filhos, criando assim um ciclo difícil de controlar.

O sentimento de culpa que gera sofrimento e não nos leva a nenhuma solução se constrói, na grande maioria das vezes, através da educação que recebemos, de um conjunto de normas que nos ensinaram e que acatamos com rigidez e, em todas as circunstâncias, da mesma maneira.

Desde a infância fomos incorporando e integrando normas rígidas em nossas vidas, até chegar o momento em que tudo isso se transforma em nossa voz interior.
Compartilhar

A função da culpa em nossas vidas

O que realmente a culpa representa em nossas vidas? Como ela se manifesta? Vamos formando, desde a infância, um código moral que vai sendo construído através das reações dos demais diante de nossos atos. A culpa serve como um sinal que nos indica quando ultrapassamos os limites das normas estabelecidas.

Portanto a culpa, a princípio, se encarrega de fazer com que cumpramos as normas que aprendemos e adquirimos ao longo de nossas vidas, seja de maneira consciente ou não.

Nosso juízo interno se encarrega de nos avisar e, dependendo de sua rigidez, o sentimento de culpa indicará um problema. Isso irá fazer com que nossa culpa aumente, mas se passarmos a ser flexíveis, servirá para nos ajudar a fazer as correções necessárias.

mulher-tampando-olhos

Como pais, nós estamos imprimindo a culpa em nossos filhos sem nos darmos conta, alimentando um juiz interno rígido que será quem vai atormentá-los na vida adulta. Esse sentimento de culpa é transmitido através de frases como:

  • Você tem que cuidar sempre de seus pais.
  • Preste atenção na autoridade e não questione o que lhe dizem.
  • É necessário que você se comporte bem para ser aceito.
  • Seja responsável, trabalhe, cuide de sua família e sempre esteja disponível a todo momento.
  • Se não está trabalhando nem fazendo nada, você é um vagabundo irresponsável.

São frases que dizem o que eles têm que fazer em todos os momentos, independentemente das circunstâncias, das características pessoais e da motivação de nossos filhos. Além disso, transmitimos de forma implícita que se não cumprirem com esses comandos estarão fazendo as coisas de maneira inadequada e devem se sentir mal por isso.

Essa é a mensagem que chega aos nossos filhos e filhas quando estão em pleno desenvolvimento, aprendendo por meio da observação e através do carinho que recebem.

Educar na responsabilidade, não na culpa

As normais rígidas que vão sendo adquiridas acabam por se tornar obsoletas, não se adaptam às experiências e às vivências que passamos. O juiz interno da culpa se manifesta de forma constante, de modo a fazer com que nos sintamos mal pelo o que poderíamos ter feito e não fizemos, ou pelo o que deveríamos estar fazendo.

Nossa própria culpa faz com que nos ponhamos na defensiva, que não escutemos, que sejamos incapazes de assumir erros e de obter ensinamentos.
Compartilhar

Educar na responsabilidade supõe que sejamos conscientes de que não existe aquilo de que alguma coisa vai mal ou vai bem, de que existem consequências para cada ato pelas quais somos responsáveis, fazendo com que nos demos conta de nossa própria experiência, de nossos impulsos, emoções e sentimentos.

Ao nos encarregarmos de nossos atos, nosso juiz interior adquire flexibilidade, adaptando-se assim às nossas necessidades, permitindo que experimentemos para observar e aprender as consequências, sem necessariamente sentirmos culpa quando não estivermos cumprindo com as expectativas dos outros.

"Na vida não há prêmios nem castigos, mas sim consequências."
-Robert Green Ingersoll-

menina-sentindo-culpa

Eliminar a nossa culpa para não transmiti-la

Estar atentos para não transmitir culpa aos nossos filhos requer muito esforço, já que de forma inconsciente aprendemos a fazer isso, uma vez que fomos ensinados assim. Por isso, antes de podermos aprender a não imprimir culpa em nossos filhos, temos que parar de nos sentir culpados.

Na idade adulta somos os responsáveis por modificar esse estado no qual nos encontramos alienados pelo sentimento de culpa. Seguimos agindo como as crianças que éramos, buscando o afeto e o carinho através de nossos atos.

Precisamos assumir que já não somos mais crianças e que o afeto, o carinho e o amor não dependem de expectativas, mas sim de nos abrirmos, de maneira honesta, às experiências que surgem devido as decisões que tomamos a cada momento, sendo responsáveis pelas consequências.

Isso implica agirmos com responsabilidade, e não através da culpa. Tudo isso supõe liberdade para decidir, e não exigência e obrigação.

"A mente, por si só, deve libertar-se inteligentemente do desejo de recompensa que gera medo e conformidade. Se tratarmos nossos filhos como uma propriedade pessoal, se nos servirmos deles para dar continuidade a nossos egos mesquinhos e para a realização de nossas ambições, então construiremos um ambiente, uma estrutura social na qual não poderá haver amor, mas apenas a busca de conveniências egoístas."
-Krishnamurti-

The post A culpa que transmitimos aos nossos filhos appeared first on A mente é maravilhosa.