abril acabar acontecer admin afirmo agosto agradecer ah ai ajuda alegria algua alguma alheia almeida ama amar amor ansiedade aonica apegue-se appeared aprenda aprendendo aprender aproveite assunto ata banalizar boas ca cabe caminho capacidade capazes cicatrizes cintia coisas comeasso confianassa coraassapso coragem costas criar cuidado deixa deixar deixe delas depressapso desejo despedida desperte deus devemos dezembro dias dinheiro disposto doaassapso dor ego enfim ensina entapso errado erros escolhas escolher espinho espinhos espiritual esponja estamos estapso esteja estiver estresse existe existem existir fa faassa falando felicidade feliz felizes fev fevereiro ficar filtro fique first fiz flor forassa forte fosse frases frente fundo gente gilson gosta gostaria gratidapso ha heranassa idade importa importante ir iria ja jago jamais janeiro jesus julgamentos julho juliana junho juntas junto juntos la leia lhe liberdade lindas livre lo ma maio maneiras mantra mantras marasso medo melhor melhores mensagens mente mesmo mestre mim morte motivaassapso muda mudar mulheres mundo negatividade ningua nishiyama novembro olha olhar on oraassapso ouassa outubro ouvir pai palavras parede participar passa paz pensa pensamentos perdemos perguntas permanecer pertinvolzes pessoa pessoas pior post postado postagens pra precisa pria prio problemas provavelmente qualquer queira questaues quiser raiva real realmente refletir reflexapso relaassaues relacionamento relacionamentos respostas reze ria rias rio sa saber saiba seja sejam sejamos seletivos sentimento sentimentos sentir sera setembro sexo si simpatia sinais solidapso sozinho sucesso supere tamanho tamba tempo tenha the tipo toma torna total tra tristeza trofa universo utilidade valorizar vamos veja velho veneno verdade verdadeiro vida vive viver vontade vou

terça-feira, 14 de março de 2017

Eis a vida: é uma porrada atrás da outra


CONTI outra – Marcel Camargo
11 de mar de 2017 19:39

Imagem de capa: Chernishev Maksim/shutterstock

E, quando nada mais parece restar, a não ser desistir, a não ser parar, morrer em vida, é momento de se agarrar à fé. Fé em Deus, em algo superior, em alguma força que venha não se sabe de onde, fé no que temos dentro de nós – a gente é mais forte do que imagina.

Cheguei à conclusão de que, não importa o tanto que a gente ore ou tente andar corretamente, a vida muitas vezes vem para derrubar com força, atropelando, passando por cima, deixando-nos sem chão, sem norte, sem rumo. Quando achamos que está tudo bem, que finalmente teremos paz, lá vem tempestade se formando sobre nossas cabeças, lá vem dor, decepção choro e sofrimento. Isso não é pessimismo de minha parte, é mera constatação.

Eu não vivo sozinho, não sigo de acordo só com o que eu penso e quero, porque existem mais pessoas comigo, acreditando em mim e torcendo junto. Ninguém faz o que quiser, sem ter que prestar atenção no alcance de suas atitudes. Ninguém consegue agir conforme cada batida de seu coração, a não ser que se trate de alguém sem amigos, sem família e sem noção de coletividade. Nada do que fazemos, afinal, recai somente sobre nossas cabeças – somos parte de um corpo coletivo.

Ademais, a gente acaba amando demais algumas pessoas, a gente forma família, círculo de amizades, a gente trabalha junto com os outros. Dessa forma, nossa felicidade não tem autonomia suficiente para se bastar sem se importar com o que ocorre ao seu redor. Não dá para ser feliz, por exemplo, quando há alguém que amamos muito sofrendo bem ali na nossa frente. Nós carregamos as dores que não são somente nossas também, pois somos humanos, compadecemos, olhamos além de nós mesmos.

Como manter o sorriso quando um filho chora ou se mete em enrascada? Como ter ânimo, diante de uma esposa doente, de um irmão acamado, de um amigo endividado, desempregado? Embora não possamos carregar o peso do mundo em nossos ombros, fato é que a nossa essência bondosa acaba, por si só, solidarizando-se com os machucados alheios, chegando junto à dor de quem amamos. Porque a gente divide tudo com as almas amigas, até mesmo o que fere.

Mesmo assim, ainda que eu esmoreça, caia ao chão, chore e pense em desistir, meu instinto de sobrevivência e minha fé acabam por me resgatar. Acredito que nada é por acaso, nada. Tudo é lição, tudo é aprendizado e evolução. E, quando nada mais parece restar, a não ser desistir, a não ser parar, morrer em vida, é momento de se agarrar à fé. Fé em Deus, em algo superior, em alguma força que venha não se sabe de onde, fé no que temos dentro de nós – a gente é mais forte do que imagina. Por isso é que sempre haverá alguém que não desiste de nós. Por isso é que fomos feitos para durar.

The post Eis a vida: é uma porrada atrás da outra appeared first on CONTI outra.