abril acabar acontecer admin afirmo agosto agradecer ah ai ajuda alegria algua alguma alheia almeida ama amar amor ansiedade aonica apegue-se appeared aprenda aprendendo aprender aproveite assunto ata banalizar boas ca cabe caminho capacidade capazes cicatrizes cintia coisas comeasso confianassa coraassapso coragem costas criar cuidado deixa deixar deixe delas depressapso desejo despedida desperte deus devemos dezembro dias dinheiro disposto doaassapso dor ego enfim ensina entapso errado erros escolhas escolher espinho espinhos espiritual esponja estamos estapso esteja estiver estresse existe existem existir fa faassa falando felicidade feliz felizes fev fevereiro ficar filtro fique first fiz flor forassa forte fosse frases frente fundo gente gilson gosta gostaria gratidapso ha heranassa idade importa importante ir iria ja jago jamais janeiro jesus julgamentos julho juliana junho juntas junto juntos la leia lhe liberdade lindas livre lo ma maio maneiras mantra mantras marasso medo melhor melhores mensagens mente mesmo mestre mim morte motivaassapso muda mudar mulheres mundo negatividade ningua nishiyama novembro olha olhar on oraassapso ouassa outubro ouvir pai palavras parede participar passa paz pensa pensamentos perdemos perguntas permanecer pertinvolzes pessoa pessoas pior post postado postagens pra precisa pria prio problemas provavelmente qualquer queira questaues quiser raiva real realmente refletir reflexapso relaassaues relacionamento relacionamentos respostas reze ria rias rio sa saber saiba seja sejam sejamos seletivos sentimento sentimentos sentir sera setembro sexo si simpatia sinais solidapso sozinho sucesso supere tamanho tamba tempo tenha the tipo toma torna total tra tristeza trofa universo utilidade valorizar vamos veja velho veneno verdade verdadeiro vida vive viver vontade vou

terça-feira, 14 de março de 2017

La La Land, um conto de fadas pra mostrar que a vida não é um conto de fadas


Psicologias do Brasil – Psicologias do Brasil
11 de mar de 2017 21:33

Por Luísa Bem Dal Pozzo

La La Land, o novo filme do jovem diretor Damien Chazelle, concorreu ao Oscar em 14 categorias, igualando-se a clássicos como Titanic e Ben-Hur, e levou 6 estatuetas – incluindo Melhor Atriz (Emma Stone) e Melhor Diretor.

O longa musical resgata, com muita sensibilidade, a cultura e o estilo de filmes típicos dos anos 1950, 1960 apesar de se passar nos dias atuais. Com um figurino e uma fotografia belíssimos, o filme encanta os olhos, é visualmente muito bonito. A trilha sonora também marca presença por ser de uma sonoridade muito agradável, com músicas sensíveis, alegres e emocionantes. Apesar de ser um musical, não conta com tantos momentos dançados e cantados, o que faz com que seja uma boa pedida até para quem não curte muito o gênero. Os dois atores principais – Emma Stone no papel de Mia, e Ryan Gosling como Sebastian – entraram tanto em seus personagens que dispensaram dublagem e aprenderam eles mesmos a cantar, dançar e tocar para representarem com mais naturalidade seus papéis. E essa excelente atuação rendeu a ambos diversas indicações para premiações no mundo todo, incluindo o Oscar.

O enredo parece bastante simples (até clichê, eu diria), mas isso não desmerece em nada o brilhantismo da obra. Trata-se de dois jovens, Mia, que tenta insistentemente ganhar a vida como atriz, e Sebastian, um músico apaixonado pelo jazz de antigamente. A história acompanha os dois jovens na onírica cidade de Los Angeles, conhecida por ser a cidade das estrelas, mas que também é capaz de destruir e esmagar sonhos, levando embora a esperança e partindo corações.

A história desenrola-se muito bem humorada, com cenas divertidas – até engraçadas -, mas sem perder a elegância e a delicadeza. Quando em dado momento os dois artistas encontram-se, o público já deduz o que acontece: eles se apaixonam, realizam seus sonhos e ficam juntos no final. NÃO! É aí que você se engana. Sim, o filme parece um conto de fadas, mostra momentos lindos e felizes do casal (sim, eles se apaixonam), porém também traz passagens de dor e frustração comuns a todos aqueles que sonham – bastante comuns aos aspirantes a artistas. É lindo, é alegre, mas também tem uma pontinha de melancolia e quebra de expectativa, o que torna o filme tão especial.

Se você é artista (ou espera ser) com certeza vai se identificar com a história. Los Angeles é linda, cheia de brilho e alegria; contudo sabe ser cruel da mesma forma. E La La Land está aí para nos mostrar isso. A cidade das estrelas e a cidade dos corações partidos. La La Land apresenta-nos um conto de fadas no mais delicado estilo, mostra jovens que vão atrás de seus sonhos e que renunciam a muitas coisas na vida. La La Land é um conto de fadas, mas chega pra mostrar que nem sempre a vida é igual a um conto de fadas.

TEXTO ORIGINAL DE OBVIOUS

O post La La Land, um conto de fadas pra mostrar que a vida não é um conto de fadas apareceu primeiro em Psicologias do Brasil.