abril acabar acontecer admin afirmo agosto agradecer ah ai ajuda alegria algua alguma alheia almeida ama amar amor ansiedade aonica apegue-se appeared aprenda aprendendo aprender aproveite assunto ata banalizar boas ca cabe caminho capacidade capazes cicatrizes cintia coisas comeasso confianassa coraassapso coragem costas criar cuidado deixa deixar deixe delas depressapso desejo despedida desperte deus devemos dezembro dias dinheiro disposto doaassapso dor ego enfim ensina entapso errado erros escolhas escolher espinho espinhos espiritual esponja estamos estapso esteja estiver estresse existe existem existir fa faassa falando felicidade feliz felizes fev fevereiro ficar filtro fique first fiz flor forassa forte fosse frases frente fundo gente gilson gosta gostaria gratidapso ha heranassa idade importa importante ir iria ja jago jamais janeiro jesus julgamentos julho juliana junho juntas junto juntos la leia lhe liberdade lindas livre lo ma maio maneiras mantra mantras marasso medo melhor melhores mensagens mente mesmo mestre mim morte motivaassapso muda mudar mulheres mundo negatividade ningua nishiyama novembro olha olhar on oraassapso ouassa outubro ouvir pai palavras parede participar passa paz pensa pensamentos perdemos perguntas permanecer pertinvolzes pessoa pessoas pior post postado postagens pra precisa pria prio problemas provavelmente qualquer queira questaues quiser raiva real realmente refletir reflexapso relaassaues relacionamento relacionamentos respostas reze ria rias rio sa saber saiba seja sejam sejamos seletivos sentimento sentimentos sentir sera setembro sexo si simpatia sinais solidapso sozinho sucesso supere tamanho tamba tempo tenha the tipo toma torna total tra tristeza trofa universo utilidade valorizar vamos veja velho veneno verdade verdadeiro vida vive viver vontade vou

terça-feira, 14 de março de 2017

O gato, miau. O cachorro, au au. E a cobra… “Oi amiga!”


CONTI outra – Ana Macarini
12 de mar de 2017 21:22

Imagem de capa: Ann Haritonenko/shutterstock

Alguns relacionamentos nascem de forma completamente instantânea. São aquelas pessoas que cruzam nosso caminho num ângulo qualquer, mas acertam o nosso coração bem no meio da nossa capacidade de sentir afeto, desarmar barreiras e confiar.

E o problema com essa relação afetiva que estoura feito pipoca, é que o recém-conhecido que era desconhecido até um minuto atrás, não tem uma estrela na testa. Nem estrela, nem asteroide com poderes de causar a destruição de um planeta.

A gente reage, movido pela aura de afinidade aparente; encorajado por coincidências de gosto que parecem surgir num passo de mágica. Aquele estranho, ali na nossa frente, parece ter sido enviado por um anjo de bom humor e, ao que parece, sem nada melhor para fazer no momento.

O mundo está coalhado de gente "iluminada", pessoas de riso fácil, cheias de carisma e magnetismo. E não é nada difícil acabarmos bancando a mariposa que, hipnotizada pela atração da luz, acaba sem rumo e sem asas.

Amigos fiéis, daqueles que a gente pode contar até debaixo d´água, ou em longos períodos de seca, são coisas raras. Esse monte de companheiros de festa que a gente junta por aí, não pode carregar, nem tampouco merecer, toda essa expectativa.

E, verdade seja dita, nem a gente é capaz de ser melhor amigo de todos aqueles que compõem os nossos círculos de amigos. E tudo bem! A vida não é mesmo feita só de relações profundas. Há lugar de sobra para encontros leves e sem compromisso.

No entanto, cabe sempre observar… Gente falsa é nociva em qualquer esfera; causa estrago, independente do grau de intimidade.

A vida nos dá de presente inúmeras oportunidades de aprender uma valiosa lição: nunca se deve oferecer espaço para esse tipo de pessoa que adula demais, que vive distribuindo elogios rasgados e afagos melados além da conta.

Essa simpatia exagerada não combina com o que é possível numa relação de fato e de verdade. Amigos do peito não são ursinhos de pelúcia treinados para dizer "eu te amo". Amigos de verdade dizem coisas difíceis, perdem a paciência, respeitam o nosso espaço e espera que a gente respeite o dele.

Por isso, pense bem… porque os gatos, quando não gostam de alguém, eriçam os pelos e podem até causar alguns arranhões. Os cães, quando não vão com a sua cara, rosnam, mostram os dentes, e podem até morder pra valer. Mas as cobras… essas que andam sobre duas pernas… essas não dão pista, nem demonstram claramente o que pensam ou sente. E quando menos você espera… já tomou um bote!

The post O gato, miau. O cachorro, au au. E a cobra… "Oi amiga!" appeared first on CONTI outra.