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sábado, 13 de maio de 2017

Hora de fechar a boca?


Mente e Cérebro
11 de mai de 2017 16:06

SHUTTERSTOCK

Há séculos nossa espécie convive com a prática do jejum – seja por necessidade, em razão de tempos de grande escassez, por opção, em razão de motivos religiosos ou, mais recentemente, adotando a abstenção alimentar (e em muitos casos a restrição calórica intensa) para perda de peso ou até motivo de saúde. A questão, porém, é polêmica. Especialistas reconhecem que o fasting induz a um processo chamado autofagia, importante na reciclagem de material intracelular, capaz de contribuir para manter positivamente o metabolismo energético, evitando a degradação e favorecendo a reciclagem de proteínas, glicogênio ou lipídeos, relacionados com doenças neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer. Mas essa é só uma parte da história. Estudos apontam também que o jejum prolongado pode causar danos ao nosso corpo quando feito de maneira desregulada. Alguns profissionais são assertivos: ficar muitas horas sem comer faz mal, asseguram. Outros alertam para o fato de que a prática não é para qualquer pessoa, porém, pode trazer benefícios. As pesquisas com seres humanos ainda são escassas nessa área, mas as discussões que nos últimos meses têm aparecido cada vez com mais frequência nas redes sociais mobilizam muita gente. 

Também nesta edição, outro tema se destaca: dois textos sobre diferentes abordagens do abuso. O artigo da advogada Allison Bressler, especializada em psicologia social, trata da violência contra a mulher. O texto do psicólogo brasileiro Luca Loccoman fala da atração sexual (muitas vezes inconfessa) por crianças. Em ambos os casos, todos os envolvidos – incluindo agressores (ou potenciais agressores) precisam de atenção para que situações trágicas possam ser evitadas. Muitas vezes, as pessoas em grave situação de risco podem estar mais próximas do que imaginamos, ao alcance de um olhar, uma palavra. Mas é importante que, antes de mais nada, haja disponibilidade para ouvir. 

Boa leitura!

Este artigo foi publicado originalmente na edição de maio de Mente e Cérebro, disponível na Loja Segmento:

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